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Assinale a alternativa correta sobre as penalidades:
Disponível em: www.biodiversityreporting.org/article.sub. Acesso em 18 set. 2009.
Observe o fragmento:
Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo cairá um terço desta quantidade.
O texto acima deixa dúvidas a respeito de quem “gastará por mês (...)” e de quem “reduzirá o tempo”. Porém, considerando o contexto e a concordância verbal, é possível indicar, como única resposta a essas dúvidas,
A industrialização do país, após a era JK, promoveu um crescente processo de urbanização e consequente aumento das principais cidades brasileiras. Em 1950, apenas São Paulo e Rio de Janeiro tinham mais de 1 milhão de habitantes. Em quatro décadas, 13 cidades do Brasil atingiram esse patamar. Com o aumento do tamanho das cidades, surgiram novas metrópoles. Além da região metropolitana de São Paulo, que abrange 39 municípios, e da do Rio de Janeiro, que engloba 21 cidades, existem hoje, no Brasil, outras dez grandes metrópoles. Juntas, elas abrigam 33,6% da população brasileira.
Um dos problemas enfrentados pelos grandes centros metropolitanos é a alta demanda pela sua infraestrutura hospitalar. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a demanda pela infraestrutura na área de saúde adquire escala geométrica. Lá, havia, em 1999, 145 hospitais particulares, 37 estaduais e 17 municipais. Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelecer como padrão aceitável o número de 4,5 leitos para cada mil habitantes, São Paulo tinha naquele ano apenas 3,7. E isso, contando apenas a população da capital, que atende a demanda de grande parte da sua região metropolitana. No ABC paulista, onde a demanda de municípios vizinhos com menos estrutura também é grande, o número de leitos em hospitais públicos aumentou 73%, de 1990 a 1997. Mesmo assim, apenas São Caetano do Sul possui o número de leitos recomendado pela OMS.
Outro grande problema das metrópoles brasileiras, que diz respeito à ocupação espacial, é o da habitação. Segundo a Prefeitura Municipal de São Paulo, entre 1973 e 1987, enquanto a população total do município cresceu 60%, o número de residentes em favelas aumentou mais de 100%. Em 1996, 7,61% dos paulistanos residia em favelas. No Rio de Janeiro, de acordo com o IBGE, os favelados passaram de 7,13 % da população, em 1950, para 17,57%, em 1991. No Rio de Janeiro, as favelas representam 35% da área total da cidade.
A favelização é um dos fatores responsáveis pelo que os pesquisadores chamam de “polarização social”. Com base em dados estatísticos do IBGE, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR/UFRJ) Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro e Luciana Corrêa do Lago defendem que enquanto 63,2% da população dos bairros possui pelo menos oito anos de estudo, 74,2% dos residentes em favelas estudaram no máximo sete anos. Nos postos de emprego, 34,5% dos moradores de bairro são trabalhadores de classe média, 23,1% são proletários do setor terciário, 13% são trabalhadores de elite e 12,4% são operários. Nas favelas, 33,5% são proletários do setor terciário, 27,8% são operários, 17,1% estão em subempregos e 15,2% são trabalhadores de classe média.
Para a jornalista carioca Ana Lúcia Vieira de Azevedo, a sustentabilidade das metrópoles só será possível com a descentralização da política urbana. "Cada bairro ou micro-região deveria ser uma estrutura administrativa com razoável autonomia", ela diz. Segundo Azevedo, essa autonomia seria suficiente para identificar, gerir e solucionar mais rapidamente os problemas da micro-região. O urbanista Eduardo Alva, no entanto, diz que a descentralização e a participação nas decisões têm que ser conquistadas pelas comunidades locais. Já a pesquisadora Regina Maria Prosperi Meyer, do Centro de Estudos da Metrópole, ligado à USP, diz que as políticas públicas nas metrópoles têm que abranger todos os municípios envolvidos. "O projeto desenvolvido em escala metropolitana é sempre impulsionado e sustentado por questões abrangentes, que só encontrarão respostas efetivas nessa escala", declara Meyer.
Texto disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/cidades/cid07.htm. Acesso em 29/08/09. Adaptado.
No texto a “alta demanda pela infraestrutura hospitalar” e a “habitação” são utilizadas como exemplos, na defesa da seguinte tese:
1. as contas do passivo serão dispostas em ordem crescente do grau de exigibilidade.
2. as contas do ativo serão dispostas em ordem crescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos grupos: ativo circulante; ativo realizável a longo prazo e ativo permanente, dividido em investimentos, ativo imobilizado e ativo diferido.
3. as contas do passivo serão dispostas em ordem decrescente do grau do exigibilidade, apenas no longo prazo.
4. as contas do ativo serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrado, nos grupos: ativo circulante; ativo realizável a longo prazo e ativo permanente, dividido em investimentos, ativo imobilizado e ativo diferido.
Está(ão) correta(s)
1. A compra de diversos itens por um preço total de R$ 5.000,00, após um desconto de R$ 500,00 para pagamento à vista, altera o lucro da empresa, mesmo antes da revenda desses itens.
2. A compra de material de estoque por R$ 1.000,00, para pagamento a prazo, acarreta um débito em conta de estoques e um crédito em conta de passivo de fornecedores.
3. A compra de diversos itens de estoque, pelo preço total de R$ 10.000,00, com pagamento de R$ 1.000,00 no ato e R$ 9.000,00 a prazo, implica o registro de R$ 1.000,00 em conta redutora do lucro operacional, além dos demais registros.
4. A compra de itens no valor de R$ 20.000,00, com um custo adicional de frete de R$ 400,00, implica um registro de R$ 20.400,00 a débito de conta de estoques.
5. A compra de calçados para revenda, com emissão de nota fiscal pelo fornecedor no valor total de R$ 30.000,00, estando nele incluso um ICMS de R$ 3.000,00, acarreta um registro pelo comprador a crédito de estoques no valor de R$ 27.000,00.
O número de assertivas corretas é:
De acordo com Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que dispõe sobre as Sociedade por Ações, o Balanço Patrimonial de 31/12/08, em decorrência dessa operação financeira, apresentou:
1. comprou objetos por R$ 2.000,00, pagando 30% de entrada.
2. pagou a conta de luz vencida no mês passado, no valor de R$ 95,00.
3. vendeu 2/4 dos objetos por R$ 800,0, recebendo 40% de entrada.
4. registrou a conta de luz do mês (R$ 80,00) para pagamento no mês seguinte.
5. vendeu, a vista, o resto dos objetos comprados, por R$ 1.300,00.
Sabendo-se que a contabilização obedece aos princípios fundamentais da contabilidade, as operações de compra e venda não sofreram tributação e não houve outras transações no mês, o registro contábil desses fatos, se corretamente lançados, evidenciará o seguinte resultado do mês:
Custo da Mercadoria Vendida R$ 1.000,00
Despesas Administrativas R$ 571,00
ICMS sobre Vendas R$ 540,00
PIS sobre Faturamento R$ 19,00
Cofins R$ 60,00
Venda de Mercadorias R$ 3.050,00
Com base nesses dados, classifique e marque a resposta que informa, respectivamente, os saldos de alguns itens da Demonstração do Resultado do Exercício, a saber: Receita Operacional Bruta; Deduções; Receita Operacional Líquida; Lucro Operacional Bruto; Lucro Operacional:
· bancos conta movimento: R$ 250,00
· receita de vendas: R$ 800,00
· despesas gerais: R$ 200,00
· amortização acumulada: R$ 300,00
· duplicatas a receber: R$ 150,00
· máquinas e equipamentos: R$ 50,00
· imóveis: R$ 200,00
Levando em conta os dados acima, marque falso (F) ou verdadeiro (V) para os resultados a seguir.
( ) Total do ativo permanente: R$ 550,00
( ) Total dos saldos devedores: R$ 850,00
( ) Total das contas patrimoniais credoras: R$ 300,00
( ) O ativo é menor que a soma do passivo exigível
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Despesas de Salários a Salários a Pagar