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Q3890753 História e Geografia de Estados e Municípios
“A facilidade de comunicação com as localidades circunvizinhas muito contribuiu para que a pequena povoação passasse a ser frequentada pelos viajantes e tropas como favorável ponto de pouso, surgindo daí as primeiras rancharias e pequenas casas de comércio.”

(FERREIRA, Jurandyr Pires (Org.). Enciclopédia dos municípios brasileiros. Tomo 20. Rio de Janeiro/Distrito Federal: Oficinas do Serviço Gráfico do IBGE, 1957. p. 368.)


Considerando a dinâmica histórica da presença de tropeiros em Jequié entre o final do século XIX e o início do século XX, e avaliando criticamente as afirmativas a seguir, identifique aquela que expressa corretamente o papel desempenhado pelo tropeirismo na configuração inicial do município.
Alternativas
Q3890752 História e Geografia de Estados e Municípios
“Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana, que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié, ocasionando imediata reação do governo federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia do político que adotara a medida. Jamais tendo se constituído de fato, o gesto, entretanto, marcou a história da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo por ter o bombardeio da capital provocado o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.”

(JEQUIÉ. IBGE Cidades. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/jequie/historico>.)

O episódio de 1911, no qual Aurélio Rodrigues Viana (1864-1939) decretou a mudança da capital da Bahia para Jequié, tornou-se um marco da história política da Primeira República. Considerando essas dinâmicas e seus desdobramentos políticos e simbólicos, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
Alternativas
Q3890751 Matemática
Um empreendimento imobiliário colocou à venda terrenos em um condomínio com as seguintes características:

• Todos os terrenos são planos e retangulares;
• As dimensões de todos os terrenos, em metros, são números inteiros divisíveis por 5;
• O valor do metro quadrado em cada terreno é de R$ 1.425,00;
• Todos os terrenos têm perímetro igual a 90 metros.

O valor máximo de um terreno nesse condomínio, em reais, considerando apenas as condições acima, corresponde a:
Alternativas
Q3890750 Matemática
Um arquiteto apresentou um projeto onde uma região retangular foi representada com dimensões iguais a 3,2 cm e 6,5 cm. Se a escala utilizada pelo arquiteto foi de 1:250, a área real da região, em metros quadrados, corresponde a:
Alternativas
Q3890749 Matemática
De um grupo formado por 9 funcionários de uma repartição, entre eles Gustavo e Cristiano, dois serão escolhidos ao acaso para executar uma determinada tarefa. A probabilidade de que nem Gustavo nem Cristiano sejam escolhidos é de: 
Alternativas
Q3890748 Matemática
Uma casa de shows oferece aos seus frequentadores ingressos apenas para os setores azul e vermelho. Em certo espetáculo, compareceram 2959 pessoas, de modo que a quarta parte do número de pessoas presentes no setor azul superou em 77 pessoas a sétima parte do número de pessoas presentes no setor vermelho. Logo, o número de pessoas presentes no setor azul foi:
Alternativas
Q3890747 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte proposição:

Se Gustavo é astronauta, então Cristiano é mergulhador.

A negação da proposição acima está corretamente indicada na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3890746 Raciocínio Lógico
Uma importante cidade foi fundada em 10 de julho de 1897, em um sábado. O Dia de Natal, 25 de dezembro, nesse mesmo ano, corresponderá a um(a):
Alternativas
Q3890745 Matemática
O total de anagramas que possui a palavra CARRO de modo que não se tenha as 2 letras R juntas é igual a:
Alternativas
Q3890744 Raciocínio Lógico
Em um levantamento com 250 estudantes universitários sobre o uso de redes sociais, verificou-se que 180 usam Instagram, 100 usam TikTok e 40 não usam nenhuma das duas plataformas. O total de estudantes que usam apenas Instagram é igual a:
Alternativas
Q3890743 Matemática
Uma prefeitura implementou um sistema de bicicletas compartilhadas em uma nova área da cidade. No primeiro dia, 40 bicicletas foram utilizadas. Nos dias seguintes, o número de utilizações aumentou em 12 bicicletas em relação ao dia anterior. O número de utilizações de bicicletas que houve no total nos primeiros 5 dias de funcionamento do sistema é igual a:
Alternativas
Q3890742 Raciocínio Lógico

 A seguir temos três termos de uma sequência de imagens que segue um padrão:




Imagem associada para resolução da questão




O quarto termo dessa sequência é: 

Alternativas
Q3890741 Português
 Na tirinha, observa-se o emprego de diferentes formas verbais que constroem efeitos discursivos relevantes para o humor fi nal. Considerando os valores semânticos e os modos verbais empregados pelas personagens, marque o item correto.
Alternativas
Q3890740 Português
Assinale a alternativa correta com relação aos pronomes que aparecem na tirinha.
Alternativas
Q3890739 Português
No primeiro quadro, Mafalda afirma que gosta do natal porque as pessoas se amam muito mais. O verbo gostar é o termo regente e seu complemento, no caso “natal”, é o termo regido pela preposição “de”. Identifique a opção na qual a regência verbal está de acordo com as normas gramaticais da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3890738 Português
Assinale a opção em que o uso do acento grave no fenômeno da crase está correto. 
Alternativas
Q3890737 Português
O vocábulo “que” é o morfema gramatical mais difícil de se analisar na língua portuguesa, em virtude dos seus múltiplos valores e funções sintáticas. Marque a opção em que a palavra “que” é substantivo.
Alternativas
Q3890736 Português
Considerando a colocação pronominal com verbos no infinitivo impessoal, identifique a opção correta.
Alternativas
Q3890735 Português
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka


       Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da surpresa e da fome, tocou a campainha.

     Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida, trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto, em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.

      “Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.

        Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.

        K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.

    K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo, ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.

      K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens, nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade, percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.


Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
No trecho: “Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida”, marque o item correto quanto à concordância nominal.
Alternativas
Q3890734 Português
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka


       Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da surpresa e da fome, tocou a campainha.

     Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida, trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto, em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.

      “Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.

        Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.

        K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.

    K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo, ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.

      K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens, nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade, percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.


Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
No trecho: “Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: ‘É impossível.’”, a conjunção “embora” introduz uma oração que estabelece, em relação à oração principal, a seguinte relação lógico-discursiva:
Alternativas
Respostas
601: A
602: A
603: B
604: A
605: C
606: A
607: D
608: B
609: D
610: B
611: C
612: A
613: A
614: B
615: C
616: X
617: A
618: D
619: A
620: D