Foram encontradas 1.362 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q641073 Enfermagem
Sobre a albumina sérica é CORRETO, afirmar:
Alternativas
Q641072 Enfermagem
Em relação aos elementos mais importantes avaliados nos exames básicos de urina, é CORRETO a associação:
Alternativas
Q641071 Enfermagem
Os distúrbios clínicos do pH são denominados acidose e alcalose. Abaixo estão em síntese, os distúrbios do pH plasmático, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q641070 Enfermagem
A interpretação dos resultados de exames laboratoriais é muito mais complexa que a sua simples comparação com os valores de referência, classificando os valores dos testes como normais ou anormais. Em relação aos fatores que afetam a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q641069 Enfermagem
Entende-se que a amilase é uma enzima presente nas glândulas salivares e nas secreções exócrinas do pâncreas. Com relação às causas do aumento dessa enzima, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q641068 Enfermagem
Com relação à automação em análises clínicas podemos considerar como CORRETO:
Alternativas
Q641067 Enfermagem
Sabendo que vários fatores afetam a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais. Observando as alternativas abaixo, podemos concluir que:
Alternativas
Q641066 Direito Sanitário
Emenda Constitucional n. 29, de 13/9/2000 altera os Artigos 34,35, 156,160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Transitórias, para:
Alternativas
Q641063 Direito Sanitário

Com base no disposto na Lei nº 8.142/1990, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:

( ) O Conselho de Saúde é um órgão colegiado composto majoritariamente por profissionais de saúde;

( ) O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) não tem representação no Conselho Nacional de Saúde;

( ) A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde;

( ) A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e nas Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.

A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q641062 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990 prevê a criação de Comissões Intersetoriais, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões Intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades, Exceto:
Alternativas
Q641060 Raciocínio Lógico

Observe a sequência de igualdades a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Diante do padrão observado, é correto afirmar que o número 1234567654321 pode ser escrito como:

Alternativas
Q641058 Raciocínio Lógico
Um ano é chamado ano bissexto quando possui 366 dias. Sabe-se que no ano de 1952, que foi bissexto, houve mais quartas-feiras do que quintas-feiras. Então a data 17 de janeiro de 1952 ocorreu num dia de:
Alternativas
Q641056 Português
Em relação à regência verbal, todas as opções estão corretas, exceto:
Alternativas
Q641055 Português
Dê a função sintática dos termos destacados: “O reajuste fiscal, que é uma tentativa de se salvar as finanças públicas, foi necessário”.
Alternativas
Q641053 Português
Assinale a opção em que o ‘a’ sublinhado nas duas frases deve receber acento grave indicativo de crase:
Alternativas
Q641052 Português
A oração: “A verdade é que você mentiu para o fiscal”, pode ser classificada como subordinada substantiva:
Alternativas
Q641051 Português
Na oração: "Em nossa cidade não se vive senão de política", o sujeito é:
Alternativas
Q641050 Português

                    Por que a energia solar não deslancha no Brasil

      A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.

      O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.

      Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.

      Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.

      O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                          Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

Quando o autor cita a “Velhinha de Taubaté”, pretende:
Alternativas
Q641049 Português

                    Por que a energia solar não deslancha no Brasil

      A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.

      O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.

      Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.

      Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.

      O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                          Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

Observe este trecho:

Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia.

A palavra destacada possui o significado de:

Alternativas
Q641048 Português

                    Por que a energia solar não deslancha no Brasil

      A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.

      O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.

      Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.

      Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.

      O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                          Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

De acordo com o autor, a energia solar não é efetivamente utilizada no Brasil porque:
Alternativas
Respostas
1041: C
1042: A
1043: B
1044: B
1045: C
1046: D
1047: D
1048: A
1049: X
1050: C
1051: C
1052: C
1053: X
1054: B
1055: X
1056: D
1057: A
1058: C
1059: D
1060: A