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Questões de Concurso Comentadas para instituto pró-município

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.111 questões

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Q641072 Enfermagem
Em relação aos elementos mais importantes avaliados nos exames básicos de urina, é CORRETO a associação:
Alternativas
Q641071 Enfermagem
Os distúrbios clínicos do pH são denominados acidose e alcalose. Abaixo estão em síntese, os distúrbios do pH plasmático, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q641070 Enfermagem
A interpretação dos resultados de exames laboratoriais é muito mais complexa que a sua simples comparação com os valores de referência, classificando os valores dos testes como normais ou anormais. Em relação aos fatores que afetam a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q641069 Enfermagem
Entende-se que a amilase é uma enzima presente nas glândulas salivares e nas secreções exócrinas do pâncreas. Com relação às causas do aumento dessa enzima, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q641068 Enfermagem
Com relação à automação em análises clínicas podemos considerar como CORRETO:
Alternativas
Q641067 Enfermagem
Sabendo que vários fatores afetam a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais. Observando as alternativas abaixo, podemos concluir que:
Alternativas
Q641066 Direito Sanitário
Emenda Constitucional n. 29, de 13/9/2000 altera os Artigos 34,35, 156,160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Transitórias, para:
Alternativas
Q641062 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990 prevê a criação de Comissões Intersetoriais, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões Intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades, Exceto:
Alternativas
Q641055 Português
Dê a função sintática dos termos destacados: “O reajuste fiscal, que é uma tentativa de se salvar as finanças públicas, foi necessário”.
Alternativas
Q641052 Português
A oração: “A verdade é que você mentiu para o fiscal”, pode ser classificada como subordinada substantiva:
Alternativas
Q641051 Português
Na oração: "Em nossa cidade não se vive senão de política", o sujeito é:
Alternativas
Q641050 Português

                    Por que a energia solar não deslancha no Brasil

      A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.

      O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.

      Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.

      Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.

      O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                          Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

Quando o autor cita a “Velhinha de Taubaté”, pretende:
Alternativas
Q641049 Português

                    Por que a energia solar não deslancha no Brasil

      A capacidade instalada no Brasil, levando em conta todos os tipos de usinas que produzem energia elétrica, é da ordem de 132 gigawatts (GW). Deste total menos de 0,0008% é produzida com sistemas solares fotovoltaicos (transformam diretamente a luz do Sol em energia elétrica). Só este dado nos faz refletir sobre as causas que levam nosso país a tão baixa utilização desta fonte energética tão abundante, e com características únicas.

      O Brasil é um dos poucos países no mundo, que recebe uma insolação (número de horas de brilho do Sol) superior a 3000 horas por ano. E na região Nordeste conta com uma incidência média diária entre 4,5 a 6 kWh. Por si só estes números colocam o pais em destaque no que se refere ao potencial solar.

      Diante desta abundância, por que persistimos em negar tão grande potencial? Por dezenas de anos, os gestores do sistema elétrico (praticamente os mesmos) insistiram na tecla de que a fonte solar é cara, portanto inviável economicamente, quando comparadas com as tradicionais.

      Até a “Velhinha de Taubaté” (personagem do magistral Luis Fernando Veríssimo), que ficou conhecida nacionalmente por ser a última pessoa no Brasil que ainda acreditava no governo militar, sabe que o preço e a viabilidade de uma dada fonte energética dependem muito da implementação de políticas públicas, de incentivos, de crédito com baixos juros, de redução de impostos. Enfim, de vontade política para fazer acontecer.

      O que precisa ser dito claramente para entender o porquê da baixa utilização da energia solar fotovoltaica no país é que ela não tem apoio, estímulo nem neste, nem nos governos passados. A política energética na área da geração simplesmente relega esta fonte energética. Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia, praticamente inexiste.

                                          Heitor Scalambrini Costa. In: Carta Capial, Set, 2015. 

Observe este trecho:

Por isso, em pleno século XXI, a contribuição da eletricidade solar na matriz elétrica brasileira é pífia.

A palavra destacada possui o significado de:

Alternativas
Q626088 Enfermagem
Devido à simplicidade de se coletar amostras de urina, normalmente acontece alguma desatenção por parte do paciente. Em relação aos cuidados durante a coleta, a conservação e o transporte desse tipo de amostra é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q626087 Enfermagem
Ainda sobre a realização de coleta de sangue para hemograma, no tocante ao material utilizado pode-se afirmar que:
Alternativas
Q626082 Enfermagem
De acordo com o Manual de Segurança Biológica em Laboratórios, da Organização Mundial de Saúde, quando houver um acidente em um laboratório de análises clínicas e um frasco contendo material biológico potencialmente patogênico ao ser humano cair no chão e quebrar-se, o técnico em análises clínicas deve proceder da seguinte forma:
Alternativas
Q626081 Enfermagem
O primeiro passo para todas as análises efetuadas no Laboratório Clínico é a coleta de material biológico e dela dependem todas as fases seguintes, sendo impossível alcançar resultados exatos e confiáveis sem a realização de um procedimento correto e a utilização de material apropriado. A respeito das diversas técnicas de coleta de materiais biológicos em análises clínicas é correto afirmar que:
Alternativas
Q626077 Enfermagem
O lipidograma de paciente do sexo masculino, 35 anos, apresentou os seguintes resultados: Triglicídeos = 75 mg/dL; Colesterol Total = 220 mg/dL e HDL-Colesterol = 89 mg/dL. Pode-se concluir que o colesterol Não-HDL é:
Alternativas
Q626067 Enfermagem
No que se refere à coleta de sangue com destinação à realização do exame hemograma, é certo afirmar que:
Alternativas
Q626065 Enfermagem
A transferência de poder de decisão sobre a política de saúde do nível federal para os Estados e Municípios no sistema de gestão do Sistema Único de Saúde é denominado:
Alternativas
Respostas
841: A
842: B
843: B
844: C
845: D
846: D
847: A
848: C
849: B
850: D
851: A
852: C
853: D
854: C
855: A
856: C
857: D
858: A
859: B
860: A