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Q2016976 Português

A chama é bela


         Nos anos 1970 comprei uma casa no campo com uma bela lareira, e para meus filhos, entre 10 e 12 anos, a experiência do fogo, da brasa que arde, da chama, era um fenômeno absolutamente novo. E percebi que quando a lareira estava acesa eles deixavam a televisão de lado. A chama era mais bela e variada do que qualquer programa, contava histórias infinitas, não seguia esquemas fixos como um programa televisivo.

     O fogo também se faz metáfora de muitas pulsões, do inflamar-se de ódio ao fogo da paixão amorosa. E o fogo pode ser a luz ofuscante que os olhos não podem fixar, como não podem encarar o Sol (o calor do fogo remete ao calor do Sol), mas devidamente amestrado, quando se transforma em luz de vela, permite jogos de claro-escuro, vigílias noturnas nas quais uma chama solitária nos obriga a imaginar coisas sem nome...

        O fogo nasce da matéria para transformar-se em substância cada vez mais leve e aérea, da chama rubra ou azulada da raiz à chama branca do ápice, até desmaiar em fumaça... Nesse sentido, a natureza do fogo é ascensional, remete a uma transcendência e, contudo, talvez porque tenhamos aprendido que ele vive no coração da Terra, é também símbolo de profundidades infernais. É vida, mas é também experiência de seu apagar-se e de sua contínua fragilidade.


(Adaptado de: ECO, Umberto. Construir o inimigo. Rio de Janeiro: Record, 2021, p. 54-55)

Discorrendo sobre o fogo, o autor alude ao 
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Q2016975 Português

Língua Portuguesa


O meu ofício

    O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Quando me ponho a escrever, sinto-me extraordinariamente à vontade e me movo num elemento que tenho a impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos. Se faço qualquer outra coisa, se estudo uma língua estrangeira, se tento aprender história ou geografia, ou tricotar uma malha, ou viajar, sofro e me pergunto como é que os outros conseguem fazer essas coisas. E tenho a impressão de ser cega e surda como uma náusea dentro de mim.

    Já quando escrevo nunca penso que talvez haja um modo mais correto, do qual os outros escritores se servem. Não me importa nada o modo dos outros escritores. O fato é que só sei escrever histórias. Se tento escrever um ensaio de crítica ou um artigo sob encomenda para um jornal, a coisa sai bem ruim. O que escrevo nesses casos tenho de ir buscar fora de mim. E sempre tenho a sensação de enganar o próximo com palavras tomadas de empréstimo ou furtadas aqui e ali.

    Quando escrevo histórias, sou como alguém que está em seu país, nas ruas que conhece desde a infância, entre as árvores e os muros que são seus. Este é o meu ofício, e o farei até a morte. Entre os cinco e dez anos ainda tinha dúvidas e às vezes imaginava que podia pintar, ou conquistar países a cavalo, ou inventar uma nova máquina. Mas a primeira coisa séria que fiz foi escrever um conto, um conto curto, de cinco ou seis páginas: saiu de mim como um milagre, numa noite, e quando finalmente fui dormir estava exausta, atônita, estupefata.


(Adaptado de: GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p, 72-77, passim)

Transpondo-se para a voz passiva a frase utilizo instrumentos que me são conhecidos, a forma verbal resultante deverá ser
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Q2016974 Português

Língua Portuguesa


O meu ofício

    O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Quando me ponho a escrever, sinto-me extraordinariamente à vontade e me movo num elemento que tenho a impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos. Se faço qualquer outra coisa, se estudo uma língua estrangeira, se tento aprender história ou geografia, ou tricotar uma malha, ou viajar, sofro e me pergunto como é que os outros conseguem fazer essas coisas. E tenho a impressão de ser cega e surda como uma náusea dentro de mim.

    Já quando escrevo nunca penso que talvez haja um modo mais correto, do qual os outros escritores se servem. Não me importa nada o modo dos outros escritores. O fato é que só sei escrever histórias. Se tento escrever um ensaio de crítica ou um artigo sob encomenda para um jornal, a coisa sai bem ruim. O que escrevo nesses casos tenho de ir buscar fora de mim. E sempre tenho a sensação de enganar o próximo com palavras tomadas de empréstimo ou furtadas aqui e ali.

    Quando escrevo histórias, sou como alguém que está em seu país, nas ruas que conhece desde a infância, entre as árvores e os muros que são seus. Este é o meu ofício, e o farei até a morte. Entre os cinco e dez anos ainda tinha dúvidas e às vezes imaginava que podia pintar, ou conquistar países a cavalo, ou inventar uma nova máquina. Mas a primeira coisa séria que fiz foi escrever um conto, um conto curto, de cinco ou seis páginas: saiu de mim como um milagre, numa noite, e quando finalmente fui dormir estava exausta, atônita, estupefata.


(Adaptado de: GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p, 72-77, passim)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas em:
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Q2016973 Português

Língua Portuguesa


O meu ofício

    O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Quando me ponho a escrever, sinto-me extraordinariamente à vontade e me movo num elemento que tenho a impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos. Se faço qualquer outra coisa, se estudo uma língua estrangeira, se tento aprender história ou geografia, ou tricotar uma malha, ou viajar, sofro e me pergunto como é que os outros conseguem fazer essas coisas. E tenho a impressão de ser cega e surda como uma náusea dentro de mim.

    Já quando escrevo nunca penso que talvez haja um modo mais correto, do qual os outros escritores se servem. Não me importa nada o modo dos outros escritores. O fato é que só sei escrever histórias. Se tento escrever um ensaio de crítica ou um artigo sob encomenda para um jornal, a coisa sai bem ruim. O que escrevo nesses casos tenho de ir buscar fora de mim. E sempre tenho a sensação de enganar o próximo com palavras tomadas de empréstimo ou furtadas aqui e ali.

    Quando escrevo histórias, sou como alguém que está em seu país, nas ruas que conhece desde a infância, entre as árvores e os muros que são seus. Este é o meu ofício, e o farei até a morte. Entre os cinco e dez anos ainda tinha dúvidas e às vezes imaginava que podia pintar, ou conquistar países a cavalo, ou inventar uma nova máquina. Mas a primeira coisa séria que fiz foi escrever um conto, um conto curto, de cinco ou seis páginas: saiu de mim como um milagre, numa noite, e quando finalmente fui dormir estava exausta, atônita, estupefata.


(Adaptado de: GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p, 72-77, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se o sentido de um segmento do texto em: 
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Q2016972 Português

Língua Portuguesa


O meu ofício

    O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Quando me ponho a escrever, sinto-me extraordinariamente à vontade e me movo num elemento que tenho a impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos. Se faço qualquer outra coisa, se estudo uma língua estrangeira, se tento aprender história ou geografia, ou tricotar uma malha, ou viajar, sofro e me pergunto como é que os outros conseguem fazer essas coisas. E tenho a impressão de ser cega e surda como uma náusea dentro de mim.

    Já quando escrevo nunca penso que talvez haja um modo mais correto, do qual os outros escritores se servem. Não me importa nada o modo dos outros escritores. O fato é que só sei escrever histórias. Se tento escrever um ensaio de crítica ou um artigo sob encomenda para um jornal, a coisa sai bem ruim. O que escrevo nesses casos tenho de ir buscar fora de mim. E sempre tenho a sensação de enganar o próximo com palavras tomadas de empréstimo ou furtadas aqui e ali.

    Quando escrevo histórias, sou como alguém que está em seu país, nas ruas que conhece desde a infância, entre as árvores e os muros que são seus. Este é o meu ofício, e o farei até a morte. Entre os cinco e dez anos ainda tinha dúvidas e às vezes imaginava que podia pintar, ou conquistar países a cavalo, ou inventar uma nova máquina. Mas a primeira coisa séria que fiz foi escrever um conto, um conto curto, de cinco ou seis páginas: saiu de mim como um milagre, numa noite, e quando finalmente fui dormir estava exausta, atônita, estupefata.


(Adaptado de: GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p, 72-77, passim)

Ao comparar diferentes modalidades de escrita, a autora afirma que 
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Q2016971 Português

Língua Portuguesa


O meu ofício

    O meu ofício é escrever, e sei bem disso há muito tempo. Espero não ser mal-entendida: não sei nada sobre o valor daquilo que posso escrever. Quando me ponho a escrever, sinto-me extraordinariamente à vontade e me movo num elemento que tenho a impressão de conhecer extraordinariamente bem: utilizo instrumentos que me são conhecidos e familiares e os sinto bem firmes em minhas mãos. Se faço qualquer outra coisa, se estudo uma língua estrangeira, se tento aprender história ou geografia, ou tricotar uma malha, ou viajar, sofro e me pergunto como é que os outros conseguem fazer essas coisas. E tenho a impressão de ser cega e surda como uma náusea dentro de mim.

    Já quando escrevo nunca penso que talvez haja um modo mais correto, do qual os outros escritores se servem. Não me importa nada o modo dos outros escritores. O fato é que só sei escrever histórias. Se tento escrever um ensaio de crítica ou um artigo sob encomenda para um jornal, a coisa sai bem ruim. O que escrevo nesses casos tenho de ir buscar fora de mim. E sempre tenho a sensação de enganar o próximo com palavras tomadas de empréstimo ou furtadas aqui e ali.

    Quando escrevo histórias, sou como alguém que está em seu país, nas ruas que conhece desde a infância, entre as árvores e os muros que são seus. Este é o meu ofício, e o farei até a morte. Entre os cinco e dez anos ainda tinha dúvidas e às vezes imaginava que podia pintar, ou conquistar países a cavalo, ou inventar uma nova máquina. Mas a primeira coisa séria que fiz foi escrever um conto, um conto curto, de cinco ou seis páginas: saiu de mim como um milagre, numa noite, e quando finalmente fui dormir estava exausta, atônita, estupefata.


(Adaptado de: GINZBURG, Natalia. As pequenas virtudes. Trad. Maurício Santana Dias. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p, 72-77, passim)

No primeiro parágrafo, a escritora confessa que seu modo de escrever lhe
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Q2016970 Legislação dos TRFs, STJ, STF e CNJ

 Considere a Resolução nº 396 de 07/06/2021. No seu Art. 18 ela estabelece que a Rede de Cooperação do Judiciário na área de segurança cibernética tem, dentre outros, os seguintes objetivos:


  I. promover ambiente participativo, colaborativo e seguro entre os órgãos do Poder Judiciário e, por meio exclusivo de auditorias independentes, avaliar as ameaças e os ataques cibernéticos;

 II. estimular a centralização e sigilo de informações sobre incidentes e vulnerabilidades cibernéticas;

III. realizar exercícios cibernéticos com a participação de múltiplos entes;

 IV. fortalecer o Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos (CPTRIC-PJ) do CNJ;


Está correto o que consta APENAS de 

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Q2016969 Governança de TI

Considerando os diferentes estágios do processo de desenho apresentados no Fluxo do Processo de Desenho do COBIT 2019, que auxiliam na definição de recomendações para:


− priorização de objetivos de governança e gestão ou de componentes do sistema de governança;

− níveis de capacidade-alvo; ou

− adoção de variantes específicas de um componente do sistema de governança.


Está correto que, dentre esses estágios, um deles é 

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Q2016968 Engenharia de Software
Considere o PMBOK 6a Edição. Os processos Desenvolver a Equipe e Gerenciar a Qualidade fazem parte, correta e respectivamente, do grupo de processos de 
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Q2016967 Noções de Informática
Utilizando o LibreOffice Calc, versão 7.3.4.2, em condições normais, um técnico necessitou inverter (trocar) a ordem das linhas e colunas de uma planilha, ou seja, o que antes era linha virou coluna e vice-versa. Para realizar essa operação corretamente, inicialmente ele selecionou toda a planilha e, em seguida, 
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Q2016966 Noções de Informática
Utilizando Microsoft Excel 365, em português, aberto e funcionando em condições ideais, um técnico deseja trabalhar com tabelas dinâmicas. Para isto ele deve iniciar o acesso, corretamente, por meio da guia 
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Q2016965 Noções de Informática
Utilizando Microsoft Word 365, em português, aberto e funcionando em condições ideais, um técnico deseja controlar as alterações que está elaborando em um documento. Para acessar e ativar a opção Todas as Marcações ele deve seguir, corretamente, os seguintes passos, pela ordem: clicar na guia
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Q2016964 Arquitetura de Computadores
Um técnico está pesquisando memórias para adaptar aos computadores de um tribunal. Ele verificou, corretamente, que, em condições normais, o padrão de memória RAM, DDR4, opera com valores na faixa de frequência e tensão de alimentação, respectivamente, iguais a 
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Q2016963 Banco de Dados
Para maximizar o aproveitamento da extensibilidade do PostgreSQL, o PostgreSQL 13 adiciona o conceito de uma "extensão confiável", que permite a usuários de banco de dados instalar extensões que um superusuário marcou como "confiável". Algumas extensões embutidas são marcadas como confiáveis por padrão, incluindo, dentre outras, 
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Q2016962 Banco de Dados

Considere as seguintes características de tipos de dados suportados pelo PL-SQL:


  I. String de tamanho variável que suporta até 4000 caracteres.

 II. Valor binário.

III. Binário em bruto com um comprimento variável e de tamanho máximo igual a 2 gigabytes.


Correspondem, correta e respectivamente, às características apresentadas os tipos de dados

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Q2016961 Banco de Dados
Considere uma tabela relacional com alto volume de dados denominada Cadastro, com diversas pessoas de cidades em comum ou não. Usando a linguagem SQL e considerando o campo da tabela denominado Cidade, um técnico fez uma seleção para descobrir quais são as cidades existentes. Na hipótese de haver dez pessoas cadastradas que moram em Santos, por exemplo, essa cidade será exibida dez vezes. Para resolver o problema e mostrar apenas uma única vez cada cidade, ele deve utilizar 
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Q2016960 Arquitetura de Computadores
Para entender quantos GB caberiam em uma memória de um computador, um técnico precisou realizar conversões de números observados no sistema binário e no hexadecimal, como segue:
Binário de mais baixa ordem: 01110010
Hexadecimal: B2B
Convertendo o binário de mais baixa ordem e o hexadecimal, ambos para decimal, os corretos e correspondentes resultados serão:
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Q2016959 Banco de Dados
Um técnico utilizou os comandos SQL insert, create, delete e drop em um programa que são, correta e respectivamente, comandos
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Q2016958 Banco de Dados

Considere os seguintes requisitos aplicáveis a um Modelo Entidade × Relacionamento:


  I. Tribunal se relaciona com Funcionário.

 II. Os funcionários só podem pertencer a um dado tribunal.

III. Um tribunal tem muitos funcionários.

 IV. Os funcionários podem ter ou não dependentes.

 V. Um tribunal é reconhecido unicamente por seu código e tem vários dados associados a esse código.

VI. Um funcionário é reconhecido unicamente por seu registro funcional e tem vários dados associados a esse registro.


Ao observar os requisitos do modelo, um técnico definiu, corretamente, que

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Q2016957 Segurança da Informação
O certificado digital do tipo A1 
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Respostas
12761: A
12762: E
12763: B
12764: D
12765: A
12766: C
12767: E
12768: B
12769: A
12770: C
12771: B
12772: D
12773: B
12774: A
12775: E
12776: D
12777: C
12778: E
12779: A
12780: A