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Na fala do adulto, verifica-se

Na tirinha, em transporte público (I) e o público (II), a palavra público tem os seguintes sentidos:
Definições baseadas em: HOUAISS, Antônio e VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001

Sobre a tirinha, é correto afirmar que
I. Em “Tenho pena das bagunças obsoletas, que morreram com o tempo.”, a vírgula separa oração subordinada explicativa. II. Em “Algazarra também vem dos mouros, mas designa um tipo de tumulto mais específico [...].”, a vírgula é usada para separar oração coordenada adversativa. III. Em “Os árabes, assim como nós, tinham pós-graduação em gritaria.”, as vírgulas isolam um aposto.
Está correto o que se afirma em
Considere a tira de André Dahmer.

Na tira acima, o efeito de humor é produzido sobretudo pela
(RIBEIRO, João Ubaldo. “Vergonha da mesóclise”. O Estado de São Paulo, 6/6/2009)
O trecho acima de João Ubaldo Ribeiro lida com humor diante da transformação da língua e da diferença entre escrita e oralidade. Na frase indicada, a presença do pronome “ele”
(Disponível em: www.estadao.com.br/manualredação)
O trecho acima assinala uma das práticas frequentes do jornalismo, que é o uso de frases declarativas em manchetes. Por meio delas, muitas vezes pretende-se uma informação que não indique explicitamente a opinião do jornal, acompanhada de verbos com sentido mais neutro, como “dizer” ou “afirmar”, sem que se confira, portanto, caráter positivo ou negativo às declarações. Apesar disso, o uso de declarações entre aspas, sobretudo em manchetes, tem efeitos implícitos. Um de seus efeitos MENOS prováveis é
Marcos: Jogam cinco jogadores de cada lado.
Luan: Ei tia, o reserva serve para substituir se alguém machucar ou tiver cansado!
Gustavo: O basquete tem quatro tempos de 10 minutos, no total 40 minutos.
Paulo: Ah tia, no futebol é 45 minutos para cada, né? No basquete a gente não marca gol, marca ponto. Ei tia, a diferença do futebol para o basquete é que no futebol tem que ter o goleiro e no basquete não! O lance livre é igual a falta no futebol. O basquete passa menos na TV que o futebol.
Paulo iniciou uma série de comentários, relacionando o basquete ao futebol. Convicto de seu posicionamento, o aluno deixou muito clara sua preferência pelo futebol. Entretanto, a partir das nossas aulas, Paulo ampliou seu olhar sobre o basquete, demonstrando mais interesse por essa prática. Com base no discurso do aluno quanto à limitada apresentação do basquete na TV (comparado ao futebol), adensamos a discussão, refletindo sobre a relação entre mídia e esporte e os interesses que envolvem essa relação.
(CASTRO NETA, A. A. A.; et al. “O currículo cultural da Educação Física e os significados das práticas corporais: análise de uma prática pedagógica”. Pensar a Prática, 2020, v. 23: e55046. p. 13)
A mudança identificada na compreensão de Paulo pode ser atribuída às situações didáticas de
I. As práticas corporais podem ser compreendidas como meios de comunicação com o mundo. II. A prática corporal é uma produção textual da gestualidade, ou seja, da linguagem corporal. III. Enquanto textos produzidos pela gestualidade, as práticas corporais constituem-se em elementos da identidade cultural.
É correto o que consta de
