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Q3288328 Matemática
Marcos pensou em 3 números inteiros positivos, somou-os e obteve 100. Um dos números é múltiplo de 11 e os outros dois são múltiplos de 8. O número múltiplo de 11 pensado por Marcos foi 
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Q3288327 Raciocínio Lógico
Na figura, P, Q, R e S representam números inteiros, e as somas das linhas e colunas estão indicadas. 

Captura_de tela 2025-04-10 112749.png (90×87)

É correto afirmar que 
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Q3288326 Matemática
O gráfico de barras fornece o número de alunos, por idade, que praticam judô em determinada academia. 

Captura_de tela 2025-04-10 112630.png (398×205)

A idade média desses alunos é 
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Q3288325 Matemática
Certo depósito de construção pratica os seguintes preços:

Captura_de tela 2025-04-10 112529.png (355×106)

O pedreiro solicitou a Pedro que comprasse, nesse depósito, 250 kg de cimento, 1200 kg de areia fina e 17 kg de cal. O depósito deu um desconto de 10% no preço do saco com 20 kg de areia fina e um desconto de 10% no preço do saco com 5 kg de cal. Sabendo que Pedro comprou exatamente a quantidade solicitada pelo pedreiro e gastou o minimo possível, o valor pago na compra foi, em reais, de
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Q3288324 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras em agonia

    No avião, ouço a voz da comissária: “Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem.” Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Vilegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem". Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer “Dentro de instantes iremos decolar”. Ou “Estamos perto de decolar”. Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é “perto” As pessoas agora dizem “Estou próximo de sair, não “perto de sair, “Estou próximo de conseguir emprego”, não “perto de conseguir emprego”. “Perto” não é a única palavra em agonia entre nós. Há muitas mais, substituídas por outras que se instalaram e ganharam a preferência nacional. Exemplos. Ninguém mais coloca algo em lugar nenhum — “posiciona”. Ninguém termina mais nada — “finaliza”. Ninguém mais tem resistência fisica ou emocional — é resiliente”. Ninguém mais completa ou enriquece um texto — “atualiza”.

(CASTRO, Ruy. Folha de S.Paulo, 26 de dezembro de 2024) 
O pronome “isso”, empregado no trecho isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem”, refere-se a(as) 
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Q3288323 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras em agonia

    No avião, ouço a voz da comissária: “Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem.” Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Vilegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem". Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer “Dentro de instantes iremos decolar”. Ou “Estamos perto de decolar”. Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é “perto” As pessoas agora dizem “Estou próximo de sair, não “perto de sair, “Estou próximo de conseguir emprego”, não “perto de conseguir emprego”. “Perto” não é a única palavra em agonia entre nós. Há muitas mais, substituídas por outras que se instalaram e ganharam a preferência nacional. Exemplos. Ninguém mais coloca algo em lugar nenhum — “posiciona”. Ninguém termina mais nada — “finaliza”. Ninguém mais tem resistência fisica ou emocional — é resiliente”. Ninguém mais completa ou enriquece um texto — “atualiza”.

(CASTRO, Ruy. Folha de S.Paulo, 26 de dezembro de 2024) 
Ao dizer que palavras como “perto” estão “se despedindo da lingua", o autor sugere implicitamente que: 
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Q3288322 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras em agonia

    No avião, ouço a voz da comissária: “Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem.” Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Vilegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem". Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer “Dentro de instantes iremos decolar”. Ou “Estamos perto de decolar”. Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é “perto” As pessoas agora dizem “Estou próximo de sair, não “perto de sair, “Estou próximo de conseguir emprego”, não “perto de conseguir emprego”. “Perto” não é a única palavra em agonia entre nós. Há muitas mais, substituídas por outras que se instalaram e ganharam a preferência nacional. Exemplos. Ninguém mais coloca algo em lugar nenhum — “posiciona”. Ninguém termina mais nada — “finaliza”. Ninguém mais tem resistência fisica ou emocional — é resiliente”. Ninguém mais completa ou enriquece um texto — “atualiza”.

(CASTRO, Ruy. Folha de S.Paulo, 26 de dezembro de 2024) 
A crítica central do texto & voltada para 
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Q3288321 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras em agonia

    No avião, ouço a voz da comissária: “Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem.” Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Vilegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem". Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer “Dentro de instantes iremos decolar”. Ou “Estamos perto de decolar”. Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é “perto” As pessoas agora dizem “Estou próximo de sair, não “perto de sair, “Estou próximo de conseguir emprego”, não “perto de conseguir emprego”. “Perto” não é a única palavra em agonia entre nós. Há muitas mais, substituídas por outras que se instalaram e ganharam a preferência nacional. Exemplos. Ninguém mais coloca algo em lugar nenhum — “posiciona”. Ninguém termina mais nada — “finaliza”. Ninguém mais tem resistência fisica ou emocional — é resiliente”. Ninguém mais completa ou enriquece um texto — “atualiza”.

(CASTRO, Ruy. Folha de S.Paulo, 26 de dezembro de 2024) 
Ao longo do texto, o autor adota um tom sarcástico para tratar do uso de determinadas palavras. Esse tom é construido principalmente  
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Q3288320 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Palavras em agonia

    No avião, ouço a voz da comissária: “Senhores passageiros, estamos próximos à decolagem.” Oba! Finalmente vou descobrir onde fica a decolagem. Deve ser um lugar, porque, segundo a moça, estamos próximos dela. Já reparei que, ao levantar voo no Santos Dumont para São Paulo, o avião rola de mansinho pela pista, acelera e, quando passa pela Escola Naval, decola. Se a decolagem é um lugar, significa que esse lugar é ali, diante da antiga ilha onde, em 1555, Vilegagnon tentou construir a França Antártica. Isso justificaria a frase “Estamos próximos à decolagem". Mas, e se a decolagem não for um lugar, e sim uma ação? Mais correto, então, seria dizer “Dentro de instantes iremos decolar”. Ou “Estamos perto de decolar”. Isso obrigaria, no entanto, ao uso de uma palavra que está se despedindo da língua, como se seu significado tivesse se exaurido. A palavra é “perto” As pessoas agora dizem “Estou próximo de sair, não “perto de sair, “Estou próximo de conseguir emprego”, não “perto de conseguir emprego”. “Perto” não é a única palavra em agonia entre nós. Há muitas mais, substituídas por outras que se instalaram e ganharam a preferência nacional. Exemplos. Ninguém mais coloca algo em lugar nenhum — “posiciona”. Ninguém termina mais nada — “finaliza”. Ninguém mais tem resistência fisica ou emocional — é resiliente”. Ninguém mais completa ou enriquece um texto — “atualiza”.

(CASTRO, Ruy. Folha de S.Paulo, 26 de dezembro de 2024) 
A palavra resiliente” no texto exemplifica: 
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Q3288319 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
A expressão “água-com-açúcar no texto pode ser interpretada como sinônimo de: 
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Q3288318 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
A relação entre o titulo Vale quanto pesa e o conteúdo do texto é entendida como uma  
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Q3288317 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
A escolha do narrador ao citar Dom Quixote como exemplo 
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Q3288316 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão.
O trecho acima sugere que a literatura popular 
Alternativas
Q3288315 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
Com base no texto, o autor apresenta os livros best-sellers como: 
Alternativas
Q3288314 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
No trecho eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios, o termo 'que' desempenha a função de: 
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Q3288313 Português
Atenção: Para responder à questão, basele-se no texto abaixo.


Vale quanto pesa

    Numa era obcecada pela magreza e pelos objetos portáteis, a literatura popular anda na contramão. Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers — aquelas obras que oferecem diversão em estado puro, sem pretensões intelectuais — andam cada vez mais grossos. Sejam eles romances água-com-açúear, de terror ou ficção cientifica, eles parecem feitos sob medida para entrar nos quadros de Fernando Batero. Tome-se como exemplo dois lançamentos recentes de autoras que fazem muito sucesso no Brasil O Regresso, de Rosamunde Pilcher, tem 1091 páginas e pesa 1,52 quilo. Os Favoritos de Fortuna, de Coleen MeCullough, é ainda maior: 1205 páginas e quase 2 quilos no ponteiro da balança. Não que medidas como essas sejam novidade no terreno das letras - o primeiro romance modemo, Dom Quixote, do espanhol Miguel de Cervantes, já era um calhamaço considerável. Mas os livros de ficção engordam atualmente por ordem expressa dos editores. Amparados em pesquisas de mercado, eles pedem aos autores histórias mais longas, que resultem em livros mais cheios. Querem pesos pesados — e isso não se refere ao recheio intelectual.

(Adaptado de GRAIEB, Carlos. Revista Veja. 1 de abril, 1998) 
Em Basta observar as prateleiras das livrarias, para constatar que os best-sellers, a virgula antes de 'para' 
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Q3281789 Estatística
Para prever a receita tributária (Yt) no ano (2014 + t) em um município, optou-se pela utilização do modelo linear Yt = α + βt + εt, t = 1,2,3,..., sendo α e β parâmetros desconhecidos e εt o erro aleatório com as respectivas hipóteses consideradas para o modelo de regressão linear simples. Utilizando o método dos mínimos quadrados e com base nas observações da arrecadação anual da receita tributária, em bilhões de reais, de 2015 a 2024, obteve-se que o somatório das receitas de 2015 a 2024 foi de 370 bilhões de reais e a estimativa do parâmetro α igual a 15. Considerando, então, a equação da reta obtida pelo método dos mínimos quadrados, obtém-se que o acréscimo anual da receita tributária, em bilhões de reais, é igual a  
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Q3281788 Estatística
Deseja-se saber se a nota média dos alunos (μ) em Matemática de um colégio municipal é superior a 5 ao nível de significância de 5%. Supondo que a população formada pelas respectivas notas seja normalmente distribuída com variância desconhecida, extraiu-se uma amostra aleatória de tamanho 16, com reposição, obtendo uma nota média amostral igual a 6,08 e um desvio padrão igual a 1,2. Foram formuladas as hipóteses H0: μ = 5 (hipótese nula) e H1 μ > 5 (hipótese alternativa) considerando os resultados apresentados pela amostra. Utilizando o teste t (distribuição de Student) encontra-se o valor da estatística tc (t calculado) para comparação com o valor t da tabela da distribuição t de Student. A razão entre tc e o número de graus de liberdade do teste é igual a 
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Q3281787 Estatística
A população formada pelos tempos de durações de atendimento a uma pessoa em um quichê de um órgão público é considerada normalmente distribuída com uma variância populacional igual a 2,56 (minutos)2. Uma amostra aleatória de tamanho 64 foi extraída, com reposição, dessa população, obtendo-se uma média amostral igual a 15 minutos. Com base na amostra, um intervalo de confiança de 95% foi construído para a média populacional, considerando que na curva normal padrão (Z) as probabilidades P(Z < 1,64)= 95% e P(Z < 1,96) = 97,5%. O limite superior do intervalo encontrado apresenta um valor igual a  
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Q3281786 Estatística
Sabe-se que em média duas pessoas são atendidas por hora em uma repartição pública. Considere que o número de pessoas (X) atendidas nessa repartição obedece a uma distribuição de Poisson.
Dados:
e-1 =0,37, e-2 =0,14, e-3 =0,05 e e-4 = 0,02, sendo e a base do logaritmo neperiano (In) tal que In (e) = 1.   

Verificando que nenhuma pessoa foi atendida em uma determinada hora e considerando nos cálculos os dados apresentados, a probabilidade de que na hora seguinte seja atendida pelo menos uma pessoa é igual a 
Alternativas
Respostas
5421: D
5422: B
5423: D
5424: C
5425: B
5426: E
5427: D
5428: D
5429: C
5430: C
5431: D
5432: C
5433: E
5434: A
5435: B
5436: C
5437: C
5438: E
5439: B
5440: D