Foram encontradas 130.972 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2025 - DPE-RS - Defensor Público |
Q3386956 Português

Considere o texto para responder a questão seguinte.

 

Os mitos existem para esconder a realidade. Por isso mesmo, eles revelam a realidade íntima de uma sociedade ou de uma civilização. Como se poderia, no Brasil colonial ou imperial, acreditar que a escravidão seria, aqui, por causa de nossa “índole cristã”, mais humana, suave e doce que em outros lugares? Ou, então, propagar-se, no ocaso do século XIX, no próprio país no qual o partido republicano preparava-se para trair simultaneamente a ideologia e a utopia republicanas, optando pelos interesses dos fazendeiros contra os escravos, que a ordem social nascente seria democrática? Por fim, como ficar indiferente ao drama humano intrínseco à Abolição, que largou a massa dos ex-escravos, dos libertos e dos ingênuos à própria sorte, como se eles fossem um simples bagaço do antigo sistema de produção?

 

Entretanto, a ideia da democracia racial não só se arraigou. Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos, algo intocável, a pedra de toque da “contribuição brasileira” ao progresso civilizatório da Humanidade.

 

Ora, a revolução social vinculada à desagregação da produção escravista e da ordem social correspondente não se fazia para toda a sociedade brasileira. Seus limites históricos eram fechados, embora seus dinamismos históricos fossem abertos e duráveis. Naqueles limites, não cabiam nem o escravo e o liberto, nem o “negro” ou o “branco pobre” como categorias sociais. Tratava-se de uma revolução das elites, pelas elites e para as elites; no plano racial, de uma revolução do BRANCO para o BRANCO, ainda que se tenha de entender essa noção em sentido etnológico e sociológico.

 

Colocando-se a ideia de democracia racial dentro desse vasto pano de fundo, ela expressa algo muito claro: um meio de evasão dos estratos dominantes de uma classe social de obrigações e responsabilidades intransferíveis e inarredáveis. Daí a necessidade do mito. A falsa consciência oculta a realidade e simplifica as coisas. Todo o complexo de privilégios, padrões de comportamento e “valores” de uma ordem social arcaica podia manter-se intacto, em proveito dos estratos dominantes da “raça branca”, embora em prejuízo fatal da Nação.

 

As elites e as classes privilegiadas não precisavam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente... Cinismo? Não! A consciência social turva, obstinada e mesquinha dos egoísmos enraizados, que não se viam postos à prova (antes, se protegiam) contra as exigências cruéis de uma estratificação racial extremamente desigual.

 

(Adaptado de: FERNANDES, Florestan. "Um Mito Revelador", em Significado do Protesto Negro, São Paulo: Cortez/Editores Associados,
1989, p. 13-14)

Considere as seguintes afirmações acerca do 2º parágrafo:

 

I. O trecho ...não só se arraigou. Ela se tornou... manteria a coerência e a correção se escrito “não apenas se arraigou, como também se tornou”.

 

II. As aspas em “contribuição brasileira” prestam-se a destacar uma opinião não compartilhada pelo autor, à semelhança do que ocorre com “índole cristã”.

 

III. Em ...Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos..., a vírgula pode ser substituída por dois-pontos, pois a ela se segue uma explicação do que o autor entende por “mores”.

 

Está correto o que consta de:

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2025 - DPE-RS - Defensor Público |
Q3386955 Português

Considere o texto para responder a questão seguinte.

 

Os mitos existem para esconder a realidade. Por isso mesmo, eles revelam a realidade íntima de uma sociedade ou de uma civilização. Como se poderia, no Brasil colonial ou imperial, acreditar que a escravidão seria, aqui, por causa de nossa “índole cristã”, mais humana, suave e doce que em outros lugares? Ou, então, propagar-se, no ocaso do século XIX, no próprio país no qual o partido republicano preparava-se para trair simultaneamente a ideologia e a utopia republicanas, optando pelos interesses dos fazendeiros contra os escravos, que a ordem social nascente seria democrática? Por fim, como ficar indiferente ao drama humano intrínseco à Abolição, que largou a massa dos ex-escravos, dos libertos e dos ingênuos à própria sorte, como se eles fossem um simples bagaço do antigo sistema de produção?

 

Entretanto, a ideia da democracia racial não só se arraigou. Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos, algo intocável, a pedra de toque da “contribuição brasileira” ao progresso civilizatório da Humanidade.

 

Ora, a revolução social vinculada à desagregação da produção escravista e da ordem social correspondente não se fazia para toda a sociedade brasileira. Seus limites históricos eram fechados, embora seus dinamismos históricos fossem abertos e duráveis. Naqueles limites, não cabiam nem o escravo e o liberto, nem o “negro” ou o “branco pobre” como categorias sociais. Tratava-se de uma revolução das elites, pelas elites e para as elites; no plano racial, de uma revolução do BRANCO para o BRANCO, ainda que se tenha de entender essa noção em sentido etnológico e sociológico.

 

Colocando-se a ideia de democracia racial dentro desse vasto pano de fundo, ela expressa algo muito claro: um meio de evasão dos estratos dominantes de uma classe social de obrigações e responsabilidades intransferíveis e inarredáveis. Daí a necessidade do mito. A falsa consciência oculta a realidade e simplifica as coisas. Todo o complexo de privilégios, padrões de comportamento e “valores” de uma ordem social arcaica podia manter-se intacto, em proveito dos estratos dominantes da “raça branca”, embora em prejuízo fatal da Nação.

 

As elites e as classes privilegiadas não precisavam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente... Cinismo? Não! A consciência social turva, obstinada e mesquinha dos egoísmos enraizados, que não se viam postos à prova (antes, se protegiam) contra as exigências cruéis de uma estratificação racial extremamente desigual.

 

(Adaptado de: FERNANDES, Florestan. "Um Mito Revelador", em Significado do Protesto Negro, São Paulo: Cortez/Editores Associados,
1989, p. 13-14)
A frase ''As elites e as classes privilegiadas não precisam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente...'', em consonância com texto,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2025 - DPE-RS - Defensor Público |
Q3386954 Português

Considere o texto para responder a questão seguinte.

 

Os mitos existem para esconder a realidade. Por isso mesmo, eles revelam a realidade íntima de uma sociedade ou de uma civilização. Como se poderia, no Brasil colonial ou imperial, acreditar que a escravidão seria, aqui, por causa de nossa “índole cristã”, mais humana, suave e doce que em outros lugares? Ou, então, propagar-se, no ocaso do século XIX, no próprio país no qual o partido republicano preparava-se para trair simultaneamente a ideologia e a utopia republicanas, optando pelos interesses dos fazendeiros contra os escravos, que a ordem social nascente seria democrática? Por fim, como ficar indiferente ao drama humano intrínseco à Abolição, que largou a massa dos ex-escravos, dos libertos e dos ingênuos à própria sorte, como se eles fossem um simples bagaço do antigo sistema de produção?

 

Entretanto, a ideia da democracia racial não só se arraigou. Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos, algo intocável, a pedra de toque da “contribuição brasileira” ao progresso civilizatório da Humanidade.

 

Ora, a revolução social vinculada à desagregação da produção escravista e da ordem social correspondente não se fazia para toda a sociedade brasileira. Seus limites históricos eram fechados, embora seus dinamismos históricos fossem abertos e duráveis. Naqueles limites, não cabiam nem o escravo e o liberto, nem o “negro” ou o “branco pobre” como categorias sociais. Tratava-se de uma revolução das elites, pelas elites e para as elites; no plano racial, de uma revolução do BRANCO para o BRANCO, ainda que se tenha de entender essa noção em sentido etnológico e sociológico.

 

Colocando-se a ideia de democracia racial dentro desse vasto pano de fundo, ela expressa algo muito claro: um meio de evasão dos estratos dominantes de uma classe social de obrigações e responsabilidades intransferíveis e inarredáveis. Daí a necessidade do mito. A falsa consciência oculta a realidade e simplifica as coisas. Todo o complexo de privilégios, padrões de comportamento e “valores” de uma ordem social arcaica podia manter-se intacto, em proveito dos estratos dominantes da “raça branca”, embora em prejuízo fatal da Nação.

 

As elites e as classes privilegiadas não precisavam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente... Cinismo? Não! A consciência social turva, obstinada e mesquinha dos egoísmos enraizados, que não se viam postos à prova (antes, se protegiam) contra as exigências cruéis de uma estratificação racial extremamente desigual.

 

(Adaptado de: FERNANDES, Florestan. "Um Mito Revelador", em Significado do Protesto Negro, São Paulo: Cortez/Editores Associados,
1989, p. 13-14)
A partir da noção de mito, procura-se esclarecer
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2025 - DPE-RS - Defensor Público |
Q3386953 Português

Considere o texto para responder a questão seguinte.

 

Os mitos existem para esconder a realidade. Por isso mesmo, eles revelam a realidade íntima de uma sociedade ou de uma civilização. Como se poderia, no Brasil colonial ou imperial, acreditar que a escravidão seria, aqui, por causa de nossa “índole cristã”, mais humana, suave e doce que em outros lugares? Ou, então, propagar-se, no ocaso do século XIX, no próprio país no qual o partido republicano preparava-se para trair simultaneamente a ideologia e a utopia republicanas, optando pelos interesses dos fazendeiros contra os escravos, que a ordem social nascente seria democrática? Por fim, como ficar indiferente ao drama humano intrínseco à Abolição, que largou a massa dos ex-escravos, dos libertos e dos ingênuos à própria sorte, como se eles fossem um simples bagaço do antigo sistema de produção?

 

Entretanto, a ideia da democracia racial não só se arraigou. Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos, algo intocável, a pedra de toque da “contribuição brasileira” ao progresso civilizatório da Humanidade.

 

Ora, a revolução social vinculada à desagregação da produção escravista e da ordem social correspondente não se fazia para toda a sociedade brasileira. Seus limites históricos eram fechados, embora seus dinamismos históricos fossem abertos e duráveis. Naqueles limites, não cabiam nem o escravo e o liberto, nem o “negro” ou o “branco pobre” como categorias sociais. Tratava-se de uma revolução das elites, pelas elites e para as elites; no plano racial, de uma revolução do BRANCO para o BRANCO, ainda que se tenha de entender essa noção em sentido etnológico e sociológico.

 

Colocando-se a ideia de democracia racial dentro desse vasto pano de fundo, ela expressa algo muito claro: um meio de evasão dos estratos dominantes de uma classe social de obrigações e responsabilidades intransferíveis e inarredáveis. Daí a necessidade do mito. A falsa consciência oculta a realidade e simplifica as coisas. Todo o complexo de privilégios, padrões de comportamento e “valores” de uma ordem social arcaica podia manter-se intacto, em proveito dos estratos dominantes da “raça branca”, embora em prejuízo fatal da Nação.

 

As elites e as classes privilegiadas não precisavam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente... Cinismo? Não! A consciência social turva, obstinada e mesquinha dos egoísmos enraizados, que não se viam postos à prova (antes, se protegiam) contra as exigências cruéis de uma estratificação racial extremamente desigual.

 

(Adaptado de: FERNANDES, Florestan. "Um Mito Revelador", em Significado do Protesto Negro, São Paulo: Cortez/Editores Associados,
1989, p. 13-14)
Para a coerente leitura do texto, uma noção adequada de mito é a que o considera:
Alternativas
Q3336234 Raciocínio Lógico

Dentre as 39 pessoas que fizeram pedidos em uma lanchonete no período da tarde, 10 pediram hambúrguer, sem acompanhamento, e 15 somente um cachorro-quente, também sem acompanhamento. Duas pessoas escolheram apenas um suco de laranja. O número de pessoas que pediu um hambúrguer e um suco de laranja foi o dobro do número de pessoas que pediram um cachorro-quente com o mesmo acompanhamento.


O número de pedidos de suco de laranja foi: 

Alternativas
Q3336233 Matemática
Sabendo que a razão entre as capacidades de dois tanques de água é 3/4 e que o maior deles comporta 1600 litros de água, a diferença entre as capacidades desses tanques será (em litros): 
Alternativas
Q3336232 Matemática
No anúncio de uma loja, os preços dos sapatos e das meias, para pagamento à vista, estavam apagados. O desconto para o pagamento à vista é o mesmo para todos os produtos.

Imagem associada para resolução da questão

O comprador que adquirir um par de sapatos e seis pares de meias pagará, em R$, à vista: 
Alternativas
Q3336231 Matemática
Em uma escola, 2/3 dos estudantes são meninos e há 136 meninas. Sabe-se que 1/4 dos estudantes dessa escola tem computador e 1/6 dos estudantes com computador são meninos. O número de meninas que possuem computador é
Alternativas
Q3336230 Matemática
A receita básica de massa de uma padaria segue a proporção 3:2:1 para as quantidades (em gramas) de farinha, gordura e água, respectivamente. Um dos padeiros fez a mistura habitual e um outro usou a proporção 4:3:1 para fazer pães de 240 g. Descoberto o engano, misturaram as duas massas, e fizeram um pão de 480 g. A proporção nessa nova mistura ficou igual a: 
Alternativas
Q3336229 Raciocínio Lógico
Cinco amigas, Ana (A), Bruna (B), Carla (C), Danila (D) e Ester (E), foram comer pizza. Danila terminou de comer antes de Ester, mas depois de Bruna. Ana terminou antes de Bruna, mas depois de Carla. A ordem em que elas terminaram de comer, da mais rápida à mais lenta, foi
Alternativas
Q3336228 Raciocínio Lógico
Em um estacionamento há 4 automóveis, sendo dois importados, um vermelho e um preto, e dois nacionais, um deles vermelho e outro preto. Os colegas Alberto, Breno e Carlos estão com seus automóveis nesse estacionamento. Alberto tem um carro vermelho, Breno tem um carro importado e Carlos tem um carro importado vermelho. O automóvel que não é de Alberto, Breno e Carlos é
Alternativas
Q3336227 Raciocínio Lógico
Em uma festa, os homens casados têm 30 anos ou mais. Se uma pessoa dessa festa tem menos de 30 anos, então essa pessoa pode ser
Alternativas
Q3336226 Relações Humanas

O clima do trabalho em equipe é definido como o conjunto de percepções e significados compartilhados entre os membros do grupo acerca de políticas, práticas e procedimentos que eles vivenciam no trabalho. Segundo Silva et al. (2016), o clima adequado para o sucesso da equipe expressa-se em algumas dimensões, EXCETO:
Alternativas
Q3336225 Gestão de Pessoas
Cultura organizacional é 
Alternativas
Q3336224 Pedagogia
Dentre as diversas formas de violência escolar, o bullying tem ganhado destaque nos últimos anos. Esse fenômeno pode ser classificado em diferentes tipos, cumprir diversas funções e ter soluções específicas. Considere:

I. A maneira mais eficaz de combater o bullying nas escolas é via encaminhamento individual, pautado pela punição do agressor por meio judicial e na figura do policial para mediar os conflitos.

PORQUE

II. As práticas preconceituosas, classistas, racistas e sexistas predominantes em nossa sociedade são um gatilho para a ocorrência e manutenção do bullying nas escolas. 

A respeito dessas asserções,
Alternativas
Q3336223 Pedagogia
Considere a tirinha abaixo. 

Q49.png (628×198)

A colaboração por meio do trabalho em grupo tem sido destacada na literatura como um componente importante da prática pedagógica docente e de todos os que trabalham na escola, seja para o desenvolvimento profissional dos atores educacionais, seja para o aprendizado dos estudantes. Sobre a tirinha do Calvin, analise as afirmativas a seguir:

I. O que caracteriza um grupo é a união de pessoas em torno de objetivos comuns, compartilhando a construção de conhecimento e a resolução de conflitos.
II. O trabalho em grupo requer colaboração, o que implica se desprender de posições arraigadas e reconhecer fragilidades cognitivas.
III. A colaboração só pode ocorrer quando há uma relação horizontal, uma relação entre iguais, extinguindo o papel da liderança.
IV. No ambiente escolar, a colaboração é mais fácil de ocorrer entre professores do que entre alunos, pois adultos são mais capazes de sublimar conflitos.
V. O trabalho em grupo colaborativo abandona os alunos fracos ou desmotivados à própria sorte, prejudicando-os em sua trajetória escolar.

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3336222 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
A frase escrita com correção e lógica encontra-se em: 
Alternativas
Q3336221 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
Considerando o MRPR,
Alternativas
Q3336220 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
Considere as afirmações abaixo a respeito do uso do e-mail na correspondência oficial.

I. Como gênero textual, o e-mail pode ser considerado um documento oficial, assim como o ofício.
II. Como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, por seu baixo custo e celeridade, o e-mail transformou-se na principal forma de envio e recebimento de documentos na administração pública.
III. Como fecho oficial de e-mails profissionais, recomenda-se fazer uso de despedidas respeitosas, ainda que abreviadas, como Att. (Atenciosamente) e Sds. (Saudações).

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3336219 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
A impessoalidade decorre de princípio constitucional (Constituição, art. 37), e seu significado remete a dois aspectos: o primeiro é a obrigatoriedade de que a administração pública proceda de modo a não privilegiar ou prejudicar ninguém, de que o seu norte seja, sempre, o interesse público; o segundo, a abstração da pessoalidade dos atos administrativos, pois, apesar de a ação administrativa ser exercida por intermédio de seus servidores, é resultado tão somente da vontade estatal.

(Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: www4.planalto.gov.br

A frase em que se observa tratamento impessoal está em: 
Alternativas
Respostas
4701: A
4702: B
4703: E
4704: D
4705: E
4706: D
4707: B
4708: A
4709: A
4710: C
4711: B
4712: C
4713: E
4714: B
4715: A
4716: D
4717: D
4718: C
4719: E
4720: A