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O texto abaixo representa uma concepção de currículo, defendida por Lucíola Santos.
Currículo [são] as experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio a relações sociais, e que contribuem para a construção das identidades de nossos/as estudantes. Currículo associa-se, assim, ao conjunto de esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas.
Desse excerto depreende-se que o currículo
1. No planejamento do professor de História, havia uma forte preocupação com a compreensão de que os interesses das classes dominantes influenciam os acontecimentos históricos. 2. A professora de Língua Portuguesa do EFI procurava ampliar o repertório literário dos estudantes, incluindo livros de literatura afrodescendente e de literatura indígena no canto da leitura. 3. A professora de Matemática focava em listas de exercícios e no trabalho com todos os conteúdos consolidados da área, atenta à cobertura curricular e à garantia de que todos os estudantes tivessem acesso aos conteúdos consagrados da Matemática.
A pedagoga concluiu que os professores, ao proporem suas atividades, estavam embasados (em 1, 2 e 3), respectivamente, pelas seguintes teorias curriculares:
I. A finalidade do currículo prescrito é permitir que o professor escolha conteúdos, competências e habilidades que serão ensinados em aula, de acordo com a realidade dos alunos. II. O currículo prescrito é o documento oficial obrigatório que determina o que deve ser trabalhado com os alunos, sem adaptações, no cotidiano da sala de aula. III. O currículo prescrito é uma lista de temas e conteúdos publicada em forma de legislação para determinar o que o professor deve ensinar em sala de aula. IV. O currículo prescrito é um conjunto de decisões normativas, fundamentadas por princípios educativos valorizados em um determinado sistema de ensino.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considere os pensamentos abaixo.
I. A tarefa da educação é desenvolver um repertório de comportamentos que sejam eventualmente reforçados na vida diária e profissional do graduado. II. A tarefa do professor é preparar motivações para atividades culturais, num ambiente previamente organizado, e depois se abster de interferir. III. O caminho do objeto até a criança e desta até o objeto passa por outra pessoa. Na ausência do outro, o homem não se constrói. IV. Ninguém pode escolher os próprios pais ou a pátria, mas cada um pode moldar sua personalidade pela educação.
Representam as correntes tecnicista e progressivista, respectivamente, o que se afirma APENAS em
I. Reporta-se à promoção de aprendizagens significativas do ponto de vista das exigências sociais e de desenvolvimento pessoal. II. Refere-se à possibilidade de atender às necessidades e às características dos estudantes de diversos contextos sociais e culturais e com diferentes capacidades e interesses. III. Alude à importância de tratar de forma diferenciada o que se apresenta como desigual no ponto de partida, com vistas a obter desenvolvimento e aprendizagens equiparáveis, assegurando a todos a igualdade de direito à educação.
Os itens I, II e III descrevem, correta e respectivamente, os conceitos de
(GONÇALVES, 2017, p. 24)
Acerca da concepção da infância e da desigualdade educacional:
Trata-se da definição de
1. Fica instituído o Pacto pela Aprendizagem no Espírito Santo, que tem por objetivo viabilizar e fomentar o regime de colaboração entre a rede estadual e as redes municipais de ensino, a partir do diálogo permanente e ações conjuntas voltadas ao fortalecimento da aprendizagem e à melhoria dos indicadores educacionais dos alunos, das unidades de ensino e das referidas redes da educação básica no Espírito Santo [...] 2. O Ensino Fundamental, direito humano, social e público subjetivo, aliado à ação educativa da família e da comunidade, deve se constituir em tempo e espaço de formação para a cidadania indígena plena, articulada tanto ao direito à diferença quanto ao direito à igualdade. 3. Meta 7, Estratégia 7.1 − estabelecer e implantar, mediante pactuação interfederativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos(as) alunos(as) para cada ano do ensino fundamental e médio, respeitada a diversidade regional, estadual e local. 4. Artigo 1° − A presente Resolução e seu Anexo instituem a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos no âmbito da Educação Básica escolar [...]
Os documentos normativos dos quais foram extraídos os textos 1, 2, 3 e 4 são, respectivamente:
A BNCC reconhece que [...] a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir uma visão plural, singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os como sujeitos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades. Além disso, a escola, como espaço de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se fortalecer na prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito às diferenças e diversidades.
(BNCC, 2017)
Considerando os aspectos da educação básica, o texto refere-se a: