Questões de Concurso Comentadas para fcc

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Q3303213 Raciocínio Lógico
Um determinado prédio tem, além do andar térreo, onze andares, numerados de 1 a 11. O elevador desse prédio tem capacidade para 7 pessoas e sai do térreo, em direção ao 11º andar, com duas pessoas. O elevador para em todos os andares e as pessoas que vão entrar primeiramente aguardam a saída das pessoas que já estão no elevador. Em cada andar entram duas pessoas se houver espaço, caso contrário entra uma pessoa ou nenhuma, conforme a capacidade permitir. Nos andares pares saem três pessoas e nos andares impares nenhuma pessoa sai. Antes que a porta se abra no 11º andar, o número de pessoas dentro do elevador é
Alternativas
Q3303212 Raciocínio Lógico
Em um vestiário, há cinco armários com as seguintes identificações nas portas: XZX, WSX, ZWX, ZSX, SZW. As chaves dos armários são etiquetadas com números de 3 algarismos, de modo que cada algarismo está associado a uma única letra, porém a etiqueta de uma das chaves foi perdida. Se os números de quatro das chaves são 745, 575, 795, 974, então o número na etiqueta perdida é
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Q3303211 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
As pessoas não têm interesse em saber como se processa sua respiração.
A redação da frase acima permanecerá correta caso se substitua o elemento sublinhado por:
Alternativas
Q3303210 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
As normas de concordância verbal estão plenamente atendidas na frase:
Alternativas
Q3303209 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)

Considere estas afirmações.


I. O homem preocupa-se com o sentido da morte.

II. O homem não se preocupa com o sentido da vida.

III. O homem não investiga seu modo de respirar.


Essas três orações integram-se de modo coerente e coeso num período único em:

Alternativas
Q3303208 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
Transpondo-se para a voz passiva Você alguma vez já observou uma alma?, a forma verbal resultante deverá ser:
Alternativas
Q3303207 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
Defende-se no texto a ideia de que os seres humanos não conhecem de fato o transcorrer ininterrupto do tempo, a linha plenamente continua da vida, tal como se pode concluir desta formulação:
Alternativas
Q3303206 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
No primeiro parágrafo, o autor do texto
Alternativas
Q3303205 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em: 
Alternativas
Q3303204 Português
[Respirar, conhecer]


   Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.

    As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.

    As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso. 


(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380- 381)
O autor analisa o fenômeno da nossa respiração corporal para demonstrar o fato de que
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Q3303203 Comunicação Social
Nas sociedades modernas, o papel dos processos comunicacionais é objeto de estudos científicos e debates sociais. Em alguns países essas demandas resultaram em leis, regulações, códigos de ética etc., principalmente depois do surgimento dos meios eletrônicos (TV e rádio) e digitais. No Brasil, foram estabelecidos princípios específicos aos meios de comunicação social eletrônica, independente da tecnologia utilizada, que são:
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Q3303202 Comunicação Social
Os padrões internacionais e regulamentares seguidos no Brasil para implantação da tecnologia 5G priorizam
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Q3303201 Comunicação Social
A Secretaria Municipal de Saúde identificou um aumento significativo de mortes causadas por dengue no final do ano de 2024, índices acompanhados pelo aumento de casos de zika e chicungunha. Em consonância com as políticas do Ministério e da Secretaria Estadual, foi elaborado um plano de combate à doença que envolve campanhas junto à população para sensibilizar sobre a necessidade de encontrar e remover focos de proliferação do mosquito aedes aegypti. Na elaboração do material de divulgação para a imprensa sobre a campanha, o assessor de imprensa incluiu no material:

I. aspas destacando a importância que autoridades como o prefeito e o secretário dão para o tema, preocupados com o bem-estar dos cidadãos.
II. formas de identificar e remover os focos de proliferação do mosquito aedes aegypti.
III. dados estatísticos sobre infecções, casos graves e mortes causadas pelas doenças que são objeto da campanha.
IV. endereços e contatos que os cidadãos devem acionar se identificarem situações que precisem de intervenção da prefeitura para combater as doenças objeto da campanha.
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Q3303200 Comunicação Social
Um jornalista foi designado para produzir um podcast com as informações de uma reportagem investigativa, a qual será publicada na revista semanal editada pela sua empresa. O conteúdo será também transmitido simultaneamente em vídeo, no formato de live. A reportagem aborda o aumento de obras irregulares decorrentes de especulação imobiliária em áreas metropolitanas e inclui gráficos, tabelas e entrevistas por escrito com especialistas e moradores. A opção que representa a melhor adaptação dessa reportagem para o formato digital é
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Q3303198 Jornalismo
Um repórter está investigando um caso de corrupção e decide cruzar dados de transações financeiras com bases de acesso público. Para otimizar a apuração, ele decide utilizar uma ferramenta de inteligência artificial que analisa grandes volumes de dados e encontra padrões relevantes. No entanto, ao longo do processo, ele se depara com as seguintes situações:

- A ferramenta de IA identifica um padrão que parece indicar irregularidades, mas contém dados incompletos.
- Uma das bases públicas de dados contém informações incompletas ou aparentemente mal tabuladas.
- O jornalista tem a opção de alimentar a ferramenta, que roda via web browser, com informações de uma base própria.
- Ele possui dados sigilosos obtidos de uma fonte confiável, os quais não podem vazar.

Considerando os modernos padrões editoriais de emprego de IA no jornalismo, o repórter deve:
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Q3303197 Jornalismo
Quando se analisa evento do ponto de vista jornalístico, os seguintes pontos são levados em consideração:

- Notoriedade dos sujeitos envolvidos no acontecimento.
- Proximidade geográfica e cultural dos sujeitos ou eventos.
- Relevância decorrente do impacto que exerce nas vidas do público leitor/audiência.
- Novidade em relação aos elementos do evento.
- Tempo em relação ao quão recente foi o ocorrido.

Os cinco pontos citados são
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Q3303196 Comunicação Social
Com o objetivo de entender as percepções e preferências dos consumidores em relação a um novo snack feito com ingredientes naturais, uma empresa de pesquisa reuniu 10 participantes selecionados com base em critérios como faixa etária, hábitos alimentares e interesse em alimentos saudáveis. Foram levados a uma sala de conferências confortável, com disposição em círculo para incentivar a interação entre eles. Um experiente profissional de pesquisa de mercado contratado pela empresa conduz a sessão com as seguintes etapas:

- boas-vindas;
- apresentação do produto;
- discussão geral;
- exploração de percepções;
- avaliação de embalagem e preço;
sugestões de melhorias.

A duração é entre 90 e 120 minutos. O profissional de pesquisa coletará insights e em seu relatório incluirá sugestões de melhorias para o produto antes do seu lançamento. As sugestões e opiniões também serão fornecidas para ajudar a orientar e em possíveis melhorias das estratégias de marketing. A atividade descrita é chamada
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Q3303194 Comunicação Social

Leia o trecho a seguir:



Mesmo banidos de todo o planeta por acordos internacionais há mais de 35 anos, os gases clorofluorcarbonos (CFCs), que têm um alto poder destrutivo sobre a camada de ozônio, estão de volta – e com força total. Segundo um estudo publicado na Nature, os níveis dessas substâncias na atmosfera atingiram níveis recordes em 2020.


[...]


Uma das razões para isso pode estar em brechas do próprio protocolo, que permitiam o uso desses compostos para outros fins. "Esses gases foram banidos para o que chamamos de usos 'dispersivos', como em aerossóis, solventes e refrigeradores. Mas, sob o Protocolo de Montreal, o uso de CFC ainda é permitido como produto intermediário, ou seja, matéria-prima para produzir outros compostos e produtos químicos", explicou Luke Western, da Universidade de Bristol, que liderou o trabalho. As letras miúdas do tratado, disse ele, abriam uma lacuna.



(Liberação de gases CFC bate recorde em 2020, ameaçando a camada de ozônio e o clima global. Climalnfo, 9/4/2023. Disponível em: <https://climainfo.org.br)



Uma fabricante de cosméticos inseriu em seu relatório de balanço social a quantidade de cloro-flúor-carbono que deixou de emitir na atmosfera nos últimos dez anos, uma vez que não utiliza essa substância química em sua linha de produtos em spray. Tal informação, num relatório de balanço social, caracteriza-se como 

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Q3303193 Comunicação Social
A imagem pública de uma organização é um ativo intangível que reflete apercepção coletiva formada por diferentes públicos em relação às suas ações, seus valores, bem como compromissos publicamente assumidos e reconhecidos. Em termos de Comunicação Estratégica, para construir e preservar uma imagem positiva, é essencial adotar práticas que incluem transparência, coerência entre discurso e prática e a capacidade de gerenciar crises de forma eficaz e eficiente. Além disso, o relacionamento contínuo com a imprensa e os stakeholders desempenha papel fundamental nesse processo, pois permite reforçar a credibilidade e a confiança no longo prazo, redundando ganhos importantes em termos de reputação.

Com base no texto acima, é prática essencial para a construção de uma imagem pública positiva:
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Q3303192 Comunicação Social
Entre as teorias que buscam explicar a influência dos meios de comunicação sobre a formação da opinião pública, destacam-se três conceitos: agenda-setting, a espiral do silêncio e o framing. A seu respeito, é correto afirmar:

I. Na teoria do agenda-setting os meios de comunicação, ao darem ênfase a determinados temas, influenciam a percepção do público, definindo a agenda de discussão pública.
II. Essas três teorias descrevem processos inter-relacionados pelos quais os meios de comunicação influenciam a opinião pública, da seleção e ênfase de temas até o direcionamento da interpretação.
III. A dinâmica da espiral do silêncio é interrompida quando as pessoas não manifestam suas opiniões ao perceberem que estão em minoria, mesmo quando divergem da maioria.
IV. O conjunto dessas três teorias descreve como os meios de comunicação refletem as preocupações já existentes na sociedade, restringindo o surgimento de novos temas.
V. A seleção, ênfase e enquadramento dos fatos, de modo a influenciar a interpretação das notícias, é o processo conhecido como framing.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Respostas
3281: D
3282: E
3283: B
3284: B
3285: E
3286: A
3287: E
3288: A
3289: D
3290: C
3291: C
3292: B
3293: E
3294: A
3295: C
3296: D
3297: B
3298: A
3299: D
3300: E