Foram encontradas 1.287 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considere a tabela abaixo.

A tabela apresenta um tipo de matriz de risco que é utilizada como parte de um método de análise de risco para cálculo do Grau de Criticidade-GC. Para calcular o GC devem-se multiplicar os 3 valores dos fatores incidentes ao risco sendo analisado, de acordo com a tabela. De acordo com a resposta do GC, obtém-se um indicador de tratamento de risco:
− GC maior ou igual a 200: correção imediata, risco tem que ser reduzido.
− GC menor que 200 e maior que 85: correção urgente, requer atenção.
− GC menor que 85: risco deve ser monitorado.
Um Analista de Sistemas precisa calcular o GC do risco de ocorrer dano físico no servidor principal do TST por falhas no fornecimento de energia elétrica e no nobreak. A consequência, caso o risco ocorra, implica em prejuízos da ordem de milhões de reais. O TST está exposto a este risco cerca de uma vez ao mês, mas é remota a probabilidade que aconteça de fato.
Com base na situação apresentada, conclui-se que o risco
Considere, por hipótese, que no ambiente do Tribunal Superior do Trabalho − TST foram detectados os seguintes problemas:
− Fraudes devido a excesso de privilégios de funcionários.
− Violações ou tentativas de violação de dados sensíveis por funcionários com diferentes perfis de acesso.
− Funcionários com elevado número de transações em sistemas, acima de 5 mil por mês.
A equipe de analistas do TST, frente a estes problemas, ponderou que algo deveria ser feito para que houvesse o mapeamento e redução de riscos em acessos elevados, com diminuição de conflitos de privilégios e implementação de políticas de prevenção de fraudes e proteção de informações sensíveis.
Para chegar ao resultado desejado, um Analista de Sistemas propôs que
Considere, por hipótese, que a ARTESP utiliza uma estratégia de backup conforme mostra a figura abaixo, na qual a escala vertical representa a quantidade de dados.

A figura ilustra a estratégia de backup ..I.., que é semelhante a um backup ..II.. na primeira vez em que é realizado, na medida em que irá copiar todos os dados alterados desde o backup anterior. No entanto, cada vez que é executado após o primeiro backup, serão copiados todos os dados alterados desde o backup ..III.. anterior e não com relação ao último backup.
As lacunas I, II e III são preenchidas, correta e respectivamente, por
Considere que um usuário A calculou o hash de uma mensagem e enviou, separadamente, a mensagem e o hash, para um usuário B. O usuário B calculou o hash da mensagem recebida e o comparou com o enviado pelo usuário A. Ao verificar que os hashes eram iguais, concluiu que a mensagem não foi alterada na transferência. Se o algoritmo SHA-1 foi utilizado pelo usuário A, o hash gerado por ele foi de
Após analisar e concluir que realmente se tratava de um ataque DDoS, um Especialista em Tecnologia da Informação, conhecendo o objetivo deste tipo de ataque, recomendou algumas ações e técnicas para auxiliar a reduzir os danos causados, conforme listados abaixo.
I. Tentar reduzir o volume de tráfego por meio do uso de rate-limiting e ACLs em equipamentos de rede.
II. Usar recursos para distribuir o tráfego do ataque entre diferentes servidores por meio de técnicas como GSLB e Anycast.
III. Ativar serviços de Sink Hole (null-routing) para descartar o tráfego destinado ao alvo do ataque e serviços Black Hole (clean-pipe ou traffic-scrubbing) para tentar filtrar o tráfego malicioso.
IV. Criptografar todo o conteúdo armazenado e em trânsito na rede interna da organização para evitar que seja lido se interceptado.
São ações e técnicas corretas para mitigar os danos causados por ataques DDoS o que consta APENAS em
TLS é um protocolo de segurança desenvolvido para oferecer suporte ao transporte confiável de pacotes através, por exemplo, do TCP. Vale-se de dois protocolos, descritos abaixo.
I. Responsável por estabelecer a conexão e negociar os parâmetros da comunicação segura que serão usados como: métodos de compressão, tamanho do hash, algoritmos de criptografia (DES, RC4 etc.) e de integridade (MD5, SHA etc.).
II. Responsável pela aplicação dos parâmetros de segurança negociados. Faz a fragmentação, compactação, criptografia e aplica função de integridade antes do envio das mensagens vindas das camadas superiores.
Os protocolos I e II são, respectivamente,
Logs são muito importantes para a administração segura de um sistema, pois registram informações sobre o seu funcionamento e sobre eventos detectados. Devem ser transferidos periodicamente do disco para dispositivos de armazenamento off-line, tais como fita, CD-R ou DVD-R. É recomendável que seja gerado um checksum criptográfico dos logs que são armazenados off-line e que esse checksum seja mantido deles separado, para que se possa verificar a integridade dos logs caso necessário. O checksum criptográfico pode ser realizado, por exemplo, por meio dos algoritmos
A imagem abaixo mostra a utilização de uma arquitetura com mecanismos apropriados para proteger a rede interna de uma organização.

Na arquitetura mostrada na figura, I é
Ao participar de um seminário de segurança cibernética, um Técnico ficou ciente que a indústria de segurança está trabalhando na popularização dos filtros de tráfego para aplicações em nuvem, incluindo serviços de segurança para aplicações web no modelo SaaS, com uma oferta cada vez mais variada e de custo acessível. Estes dispositivos são posicionados em situações estratégicas das redes locais e da nuvem, sendo capazes de detectar pequenas ou grandes anomalias, em relação ao padrão de tráfego, e disparar mecanismos de alerta, proteção ou destravamento de ataques. Um especialista em segurança afirmou que grandes empresas exploradoras da nuvem, como Amazon, Cisco, IBM e provedores de infraestrutura de nuvens públicas ou híbridas de todos os portes estão ajudando a disseminar a adoção deste tipo de dispositivo como forma de mitigação dos riscos nesse ambiente.
O dispositivo mencionado é o
Considere o texto abaixo publicado pela Microsoft.
É um tipo especial de malware, porque você não sabe o que ele está fazendo e é muito difícil de ser detectado e removido. Seu objetivo é esconder a si mesmo e de outros softwares para não ser visto, buscando evitar que um usuário identifique e remova o software atacado. O malware pode se esconder em quase todos os softwares, incluindo servidores de arquivos, permitindo, assim, que um atacante armazene diversos arquivos infectados, invisivelmente, em seu computador.
Eles não infectam os computadores como os vírus ou worms fazem. Em vez disso, um atacante identifica uma vulnerabilidade existente no sistema de destino. As vulnerabilidades podem incluir uma porta de rede aberta, um sistema não protegido ou um sistema com senha fraca do administrador. Após obter acesso ao sistema vulnerável, o atacante pode instalar manualmente, como administrador, o malware. Esse tipo de ataque secreto direcionado não ativa controles automáticos de segurança da rede, como os sistemas de detecção a intrusos.
Identificá-los pode ser difícil, mas há diversos pacotes de software que os detectam. Esses pacotes dividem-se em duas categorias: detectores baseados em assinatura, que procuram arquivos binários específicos, e em comportamento, que procuram elementos ocultos.
(Adaptado de: https://technet.microsoft.com/pt-br/library/dd459016.aspx)
O texto refere-se ao malware