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I.A vigilância ativa envolve o monitoramento constante e sistemático das populações de animais do território de atuação.
II.A vigilância passiva viabiliza meios para a identificação precoce de situações de risco relacionadas a zoonoses.
III.O município que não possui uma Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) tem a atribuição de viabilizar o serviço de recepção de animais de relevância para a saúde pública.
Assinale a alternativa correta:
(__)O período de incubação da amebíase é sempre inferior a 24 horas.
(__)A amebíase pode ser transmitida pela ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes contendo cistos amebianos maduros.
(__)A amebíase é transmitida exclusivamente pelo contato sexual.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
(__)A vigilância sanitária assume um papel fundamental na preservação da qualidade sanitária dos alimentos.
(__)O controle sanitário de alimentos inclui inspeção de indústrias e unidades de produção.
(__)O controle sanitário de alimentos é responsabilidade exclusiva do setor de Agricultura.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
I. A hanseníase faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública (Portaria de Consolidação MS/GM nº 4, de 28 de setembro de 2017) e, portanto, é obrigatório que os profissionais de saúde reportem os casos do agravo no Sinan.
II. A vigilância epidemiológica da hanseníase deve ser organizada em todos os níveis de complexidade da Rede de Atenção à Saúde, de modo a garantir informações sobre a distribuição, magnitude e carga da doença, nas diversas áreas geográficas. A descoberta de um caso de hanseníase é feita por meio da detecção ativa (investigação epidemiológica de contatos e exame de coletividade, como inquéritos e campanhas) e passiva (demanda espontânea e encaminhamento).
Sobre as afirmativas I e II é correto afirmar:
(__)A Política Nacional de Saúde Mental promove a substituição do modelo hospitalocêntrico por uma rede de atenção psicossocial, visando à inclusão social das pessoas com transtornos mentais.
(__)Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são um dos principais instrumentos da política, atuando no cuidado e reabilitação de pessoas com transtornos mentais, sem a necessidade de internação prolongada.
(__)A política permite a internação compulsória como medida principal de tratamento para pessoas com transtornos mentais, sem necessidade de avaliação da equipe de saúde.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Com base a portaria que aprova a Política Nacional de Atenção Básica, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.
(__) São responsabilidades comuns a todas as esferas de governo, contribuir para a reorientação do modelo de atenção e de gestão com base nos fundamentos e diretrizes assinalados.
(__) São características do processo de trabalho das equipes de Atenção Básica, a definição do território de atuação e de população sob responsabilidade das UBS e das equipes.
(__) Município com população entre 50 e 100 mil habitantes poderá ter até 20% (vinte por cento) das equipes de Saúde da Família na modalidade transitória.
(__) As equipes dos Consultórios na Rua deverão cumprir a carga horária mínima semanal de 40 horas. Porém seu horário de funcionamento deverá ser adequado às demandas das pessoas em situação de rua, podendo ocorrer em período diurno e/ou noturno em todos os dias da semana.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
(__)Cabe às Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal a elaboração do Plano Diretor de Regionalização, em consonância com o Plano Estadual de Saúde, que deverá contemplar uma lógica de planejamento que envolva os Municípios na definição dos espaços regionais/microrregionais de assistência à saúde, dos fluxos de referência, bem como dos investimentos para a conformação de sistemas de saúde resolutivos e funcionais.
(__)A Secretaria de Políticas de Saúde/SPS é a unidade organizacional do Ministério da Saúde responsável pela regulamentação de critérios, fluxos e instrumentos do processo de avaliação da Atenção Básica para efeito de habilitação e manutenção nas condições de gestão definidas em Norma.
(__)Aprovado o Plano Diretor de Regionalização e os demais produtos, a Comissão Intergestores Bipartite deverá remetê-los ao Conselho Estadual de Saúde - CES, que terá 60 dias para apreciação e deliberação.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus
Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.
O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.
A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.
Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.
O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.
Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.
Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.
A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.
No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus
Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.
O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.
A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.
Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.
O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.
Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.
Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.
A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.
No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pessoas que vivem com HIV podem não transmitir o vírus
Após décadas de combate e conscientização sobre o vírus HIV e a Aids, a ciência já fez importantes avanços na prevenção e tratamento. O uso de medicamentos antirretrovirais, inclusive, torna possível que o vírus deixe de ser transmissível através de relações sexuais.
O lema I = I, que significa indetectável = intransmissível foi criado para popularizar a informação de que o vírus pode ser suprimido no corpo a ponto de deixar de ser transmitido, mesmo através de relações sexuais desprotegidas.
A discussão envolvendo o vírus e a doença voltou à tona com as investigações do caso envolvendo o laboratório PCS Lab, no Rio de Janeiro, onde seis pacientes contraíram o vírus HIV após passarem por transplantes de órgãos por conta de uma falha operacional nos testes de exames de sangue.
Embora os avanços da ciência já permitam que portadores do vírus HIV vivam de maneira saudável, a informação é uma ferramenta essencial para garantir que as pessoas se testem e busquem acompanhamento médico e tratamento − ambos disponíveis na rede pública de saúde, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) − caso recebam resultado positivo para o HIV.
O vírus da imunodeficiência humana, mais conhecido como HIV, ataca o sistema imunológico alterando o DNA das células linfócitos T CD4+, responsáveis por defender o organismo de doenças. Quando o vírus não é combatido por meio do uso de medicamentos, ele pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids.
Ou seja, existem pessoas que vivem anos com o vírus HIV sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a Aids. As pessoas que desenvolvem a doença, geralmente, são as que não recebem diagnóstico precoce e não fazem o tratamento adequadamente.
Quando uma pessoa portadora de HIV fazendo uso da terapia antirretroviral consegue reduzir a quantidade de vírus no sangue a um nível indetectável pelos testes laboratoriais padrões por ao menos seis meses, o vírus deixa de ser transmissível por via sexual.
A possibilidade de viver com HIV sem transmiti-lo através das relações sexuais permite que as pessoas portadoras do vírus recuperem uma maior qualidade de vida e possam escolher, junto a seus parceiros, a possibilidade de ter relações sexuais sem proteção.
No entanto, é importante notar que não há dados definitivos sobre por quanto tempo uma pessoa precisa tomar os remédios antirretrovirais para que o vírus seja suprimido a esse ponto. A única maneira de saber se a carga viral está suprimida ou não no sangue é através de testes de carga viral.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/pessoas-que-vivem-com-hiv-pode m-nao-transmitir-o-virus-entenda/