Questões de Concurso
Sobre história
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I. As revoluções inglesa do século XVII, a revolução puritana e a revolução gloriosa, marcam o fim do absolutismo inglês e consolidam o poder da nobreza clássica.
II. A nobreza clássica inglesa participou das revoluções do século XVII na Inglaterra e assumiu o controle absoluto que os reis detinham.
III. A revolução industrial ajuda na consolidação do capitalismo por promover a destruição dos resquícios feudais
IV. No processo revolucionário francês do século XVIII, percebe-se duas revoluções paralelas, uma burguesa e uma popular.
As alternativas corretas:
I. A junta de governo do Maranhão presidida pelo Frei de Joaquim de Nazaré era contra a independência.
II. A grande concentração de comerciantes portugueses em São Luís que temiam perder o intercâmbio comercial entre o Maranhão e Portugal.
III. Os fracos laços entre o norte brasileiro e Portugal que não foram construídos na era colonial.
IV. A ligação secular do Norte brasileiro com Portugal que desenvolveram laços mais sólidos com a metrópole do que com o Sul do País.
As afirmativas corretas são:
Rodrigo Patto Sá Motta. A ditadura que mudou o Brasil:50 anos do golpe de 1964,p.49
Considerando o contexto histórico mundial e brasileiro do trecho acima, conclui-se que ocorreu:
José Murilo de Carvalho. Cidadania no Brasil: Um longo caminho, p.192
O contexto histórico brasileiro citado acima se consagrou por causa da:
José Murilo de Carvalho. Cidadania no Brasil: Um longo caminho, p.188
Os referidos movimentos caracterizavam-se pela:
O texto faz referência aos movimentos culturais que se tornaram reconhecidos no mundo como:
Eric Hobsbawn. Era dos Extremos: o breve século XX :1914-1991, p.312
A segunda metade do século XX, representou para mulher:
Eric Hobsbawn. Era dos Extremos: o breve século XX :1914-1991, p.38-39
Rousseau.Jean-Jacques Do Contrato Social. São Paulo: Abril,1973, p.94-95
Sobre o pensamento de Rousseau, podemos inferir:
Somos da América e queremos ser americanos.
A nossa forma de governo é, em sua essência e em sua prática, antinômica e hostil ao direito e aos interesses dos estados americanos. A permanência dessa forma tem de ser forçosamente, além da origem de opressão no interior, a fonte perpétua da hostilidade e das guerras com os povos que nos rodeiam. Perante a Europa passamos por ser uma democracia monárquica que não inspira simpatia nem provoca adesão. Perante a América passamos por ser uma democracia monarquizada, onde o instinto e a força do povo não podem preponderar ante o arbítrio e a onipotência do soberano. (In Os programas dos partidos e o 2º Império, de Américo Brasiliense, São Paulo, 1878, págs. 59-88.)
Com base no texto e nos conhecimentos históricos, podemos afirmar que: