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Sobre história
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Baseando-se nesse contexto histórico, pode-se concluir que o conflito central retratado no livro reflete o:
Para se entender a formação da história do Egito Antigo, torna-se fundamental compreender a importância do rio Nilo para o desenvolvimento de sua civilização milenar. Assim como ocorreu em outras regiões espalhadas pelo mundo, onde os recursos hídricos foram fundamentais para a formação de inúmeras civilizações, na imensa região desértica egípcia não foi diferente. As cheias anuais do Nilo se, por um lado, promoviam enchentes ameaçadoras, por outro lado, fertilizavam as margens, permitindo a prática de uma agricultura irrigada bastante produtiva e organizada, essencial para o desenvolvimento de sua economia e de sua estabilidade política durante milênios. Com base no texto e nos conhecimentos sobre a história do Egito Antigo, pode-se afirmar que a agricultura irrigada egípcia:
Disponível em: www.pa.gov.br. Acesso em: 04 nov. 2025.
O texto apresenta o processo inicial de ocupação da Amazônia pelos portugueses, destacando a fundação do Forte do Presépio em Belém como forma de garantir o domínio sobre a região. Para compreender plenamente o sentido dessa ação, é necessário reconhecer que ela se relaciona
(__) O Plano Marshall, implementado pelos Estados Unidos entre 1948 e 1952, destinou recursos para a reconstrução dos países europeus devastados pela guerra, contribuindo para a consolidação da influência econômica norte-americana na Europa Ocidental.
(__) A criação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), durante a Conferência de Bretton Woods (1944), visava estabelecer um sistema financeiro internacional baseado em estabilidade monetária e cooperação econômica.
(__) O sistema de Bretton Woods definiu o dólar norte-americano como moeda de referência mundial, conversível em ouro, o que reforçou a posição hegemônica dos Estados Unidos na economia global.
(__) O período pós-guerra foi marcado por uma estagnação prolongada da economia mundial, com retração do comércio internacional e queda generalizada dos níveis de emprego e produção industrial.
(__) O modelo de Estado de Bem-Estar Social, adotado por diversos países europeus no pós-guerra, baseava-se na intervenção estatal para garantir políticas públicas de seguridade social, saúde, educação e emprego.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
NOGUEIRA, Carlos Roberto Figueiredo. O diabo no imaginário cristão. Bauru: Edusc, 2000.
No excerto, Nogueira analisa a transformação simbólica de Satã no imaginário romântico, momento em que o “demônio” deixa de representar o mal absoluto e passa a encarnar a rebeldia e a liberdade criadora.
Do ponto de vista da análise historiográfica das representações culturais, esse deslocamento de sentido revela
O “Iceberg” da Historiografia. BARROS, José D'Assunção. História e historiografia: todas as interações possíveis. In: BARROS, José D'Assunção (org.). À historiografia como fonte histórica. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2022.
A imagem apresenta uma representação esquemática da Ciência Histórica, evidenciando seus diferentes componentes — como teorias, conceitos, metodologias e modos de escrita — que articulam a produção do conhecimento histórico. Com base nessa representação, qual das alternativas expressa com maior precisão o modo como se organiza o procedimento da pesquisa em História?
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.
À luz dessa análise, o IHGB pode ser interpretado como uma instituição que
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
O texto de Nicolau Sevcenko analisa a reconfiguração do espaço urbano e simbólico do Rio de Janeiro durante a Primeira República, destacando o processo de modernização que alterou profundamente as dinâmicas sociais e culturais da capital. A partir dessa análise, é possível compreender que essa transformação
Não há muitas informações a respeito das movimentações de africanos na fase que se estende entre o fim da rebelião de 25 de janeiro de 1835 e os anos de 1837 e 1838, quando os rebeldes livres, federalistas e republicanos, estiveram mais ativos na vida política provincial. Até mesmo os batuques, que tanto assustaram quanto ainda assustariam a “pacífica população” da Província, passaram por uma fase de relativa quietação no período. João José Reis afirma que “em 1835, qualquer batuque feito pelos escravos era confundido com mais um atentado contra a ordem”. Na descrição que faz dos batuques para o período pós-35, não indica a ocorrência de expressivas manifestações do gênero até, pelo menos, meados de 1838, momento em que, aparentemente, teriam reaparecido.
ARAÚJO, Dilton Oliveira do. “A hidra revolucionária não erguerá o seu hediondo colo: a elite e os caminhos da pacificação no pós-Sabinada”. In: O tutu da Bahia: transição conservadora e formação da nação, 1838- 1850. Salvador: EDUFBA, 2009.
TEXTO II
A primeira onda criminalizante direcionada contra o funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil está diretamente relacionada aos arrastões que ocorreram nas praias da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro entre 1992 e 1993, mas não se limita a eles. Isso porque antes mesmo dos arrastões (especialmente no período que se estende entre 1991 e o mês de setembro de 1992) foi possível perceber a construção da imagem negativa sobre os funkeiros. Esta primeira onda criminalizante, portanto, foi o momento em que imagem do funkeiro como inimigo foi construída e consolidada. A construção desta imagem foi tão sólida que foi possível perceber suas consequências a longo prazo, tendo em vista que este estereótipo foi repetido diversas vezes ao longo de todo o período analisado.
BRAGNAÇA, Juliana Silva. Porque o funk está preso na gaiola (?): a criminalização do funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil (1990-1999). (Dissertação de Mestrado) - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO. Seropédica: 2017.
Os textos apresentados tratam de diferentes momentos históricos em que manifestações culturais negras foram associadas à desordem e criminalizadas pelo poder público e pelos meios de comunicação. Considerando o conteúdo dos textos e seus contextos, é correto afirmar que ambos expressam
CHAMBOLEYRON, Rafael; MELO, Vanice Siqueira de. “Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piauí (primeira metade do século XVIII)”. Revista de História. SÃO PAULO, n. 168, p. 167-200, janeiro / junho 2013.
A partir do texto, compreende-se que o processo de ocupação do Maranhão no século XVII esteve profundamente ligado à exploração econômica e aos conflitos com as populações indígenas. Assim, é possível constatar que a ocupação portuguesa do Maranhão
COELHO, Mauro César; COELHO, Wilma Baía. “A diversidade na História Ensinada nos livros didáticos: mudanças e permanências nas narrativas sobre a formação da nação”. Revista História e Diversidade. Vol. 6, nº 1 (2015)
A partir do texto, compreende-se que a memória histórica brasileira foi moldada por interesses específicos e que sua difusão, especialmente por meio do livro didático, expressa um projeto de nação que a memória histórica brasileira