Questões de Concurso Sobre história para professor - história

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Q1035059 História

Observe a imagem.

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(https://br.pinterest.com/pin/356910339195647729/)


Manuscrito de D. João de Castro, edição alemã de 1506,Tractado de Sfera, estampa presenteada a D. João II.


Essa estampa representa 

Alternativas
Q1035058 História
Dentre as alternativas a seguir, assinale a que contém a contribuição significativa dada pela Igreja ao processo de fortalecimento do feudalismo durante a Idade Média. (Perry Anderson. In: Passagens da Antiguidade para o Feudalismo)
Alternativas
Q1035057 História
“A história é frequentemente contada de tal modo que se assume a superioridade do Ocidente sobre o resto do mundo. Eu, como outros historiadores, me empenhei em liberar a história de um movimento cultural dos pressupostos de superioridade. (...) Não assumo a superioridade da arte do Renascimento em relação à arte medieval, mas as vejo simplesmente como diferentes. (...) Quanto ao Ocidente, o revivescimento europeu da Antiguidade clássica não ocorreu num vácuo: dependeu de outros renascimentos clássicos em Bizâncio e no Islã. E renascimentos clássicos pertencem ainda a um grupo mais amplo de renascimentos culturais em outras partes do mundo, como a China por exemplo.” (In: As muitas faces da História)
De acordo com a posição do autor Peter Burke, o historiador deve
Alternativas
Q1035056 História

Observe a imagem encontrada na Serra da Capivara, município de São Raimundo Nonato, Piauí.

Imagem associada para resolução da questão

(https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Serra_da_Capivara_-_Several_Paintings_2b.jpg)


Acerca dessas representações, é correto afirmar que

Alternativas
Q1030673 História
A chamada “Política dos Governadores” foi uma estratégia implementada pelo presidente Campos Salles (1898-1902) como forma de resolver os conflitos entre o poder central e as forças políticas regionais que marcaram o início da república no Brasil. Essa política foi
Alternativas
Q1030672 História
O movimento abolicionista, no contexto dos anos 1880, foi
Alternativas
Q1030671 História
O processo de separação política entre Brasil e Portugal teve contornos específicos na Bahia, uma vez que ali ocorreu
Alternativas
Q1030670 História
Na Inglaterra a Revolução Industrial do século XVIII contribuiu, para
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Q1030669 História
Considere abaixo o trecho do Hino da Inconfidência Baiana.
Igualdade e liberdade / No sacrário da Razão / ao lado da Sã Justiça / Preenchem meu coração / (...) Se este dogma for seguido (...) e assim que florescido / tem na América a Nação / Assim flutue o pendão dos franceses / que a imitaram / depois que afoitos, entraram / no sacrário da Razão.
(Apud MOURA, Clóvis. Dicionário da Escravidão Negra no Brasil. Edusp, 2004, p. 205)
O trecho revela as seguintes influências da chamada Inconfidência Baiana (1798), também conhecida como Conjuração Baiana e Revolta dos Búzios:
Alternativas
Q1030668 História

São características da atuação dos Jesuítas no Brasil colonial:

Alternativas
Q1030667 História

Segundo pesquisas históricas sobre a escravidão, nos primeiros quatro meses de 1852, de um total de 1660 escravos chegados ao Rio de Janeiro e vindos de outras partes do Brasil, 1376 eram oriundos dos portos da chamada região Norte do Império (que abarcava, à época, o atual Nordeste), sendo 691 provenientes da Bahia.

(Dados adaptados de: MOURA, Clóvis (org.). Dicionário da Escravidão no Brasil. Edusp, 2005, p. 396)

Entre as causas do crescimento do tráfico interprovincial, no período mencionado e com as características descritas acima, estão 

Alternativas
Q1030666 História

Considere o texto abaixo.

A segurança com que Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral empreenderam a travessia do Atlântico demonstra que seus trajetos não podiam ser frutos do acaso (...) o achamento da nova terra, porém, não passou de um acontecimento que por felicidade se adicionou à missão principal que era a Índia, para onde, feita a aguada (o abastecimento de água), a armada se dirigia.

(MAGALHÃES, Joaquim Romeiro. “Quem descobriu o Brasil?” In: FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013, pp. 19-20)


O texto faz referência à controvérsia sobre a intencionalidade ou não, por parte dos portugueses, da “descoberta do Brasil” em 1500. Segundo a interpretação histórica construída pelo autor, a esquadra de Pedro Álvares Cabral  

Alternativas
Q1030665 História

O Império Romano, diante do desafio de administrar um vasto território conquistado, estruturou-se por meio de uma ordem política

Alternativas
Q1030664 História

Considere o texto abaixo.

Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.

(KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. “Documento e história: a memória evanescente”. In: PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (orgs).O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009, p. 13)


Segundo o texto,

Alternativas
Q1008364 História

O neoliberalismo chegou com atraso ao Brasil e terminou cedo. O Pacto Liberal-Dependente de 1991 foi dominante no Brasil entre, aproximadamente, 1991 a 2005. Nasceu do colapso do Plano Cruzado e do decorrente vácuo de poder que se estabeleceu entre 1987 e 1990. Para a classe capitalista de um país em desenvolvimento como o Brasil, a opção política fundamental está sempre em decidir se deve se aliar aos trabalhadores e às classes médias profissionais que constituem seu mercado interno ou às elites dos países ricos; em outras palavras, se deve ser parte da construção de uma nação ou se deve assumir a dependência. No primeiro caso, ela tem de aceitar maiores salários da burocracia pública e dos trabalhadores, e maiores gastos do Estado com educação, saúde e assistência social. Em compensação, tem um mercado interno maior e mais seguro para realizar lucros e investir; conta com o apoio do Estado na competição internacional; e se beneficia de maior estabilidade política, porque os governos são dotados de maior legitimidade. No segundo caso, as elites capitalistas locais globalistas pagam menos impostos e contam com aprovação maior da parte das elites dos países ricos à qual agrada sua submissão. [...]

(BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. A construção política do Brasil: Sociedade, economia e Estado desde a Independência. 2. ed. São Paulo: Editora 34. p. 296)


A globalização e a chamada “nova ordem mundial” não são movimentos espontâneos, mas a articulação de pactos e de afirmação de modelos. Entre 1991 e 2005, como afirma Bresser-Pereira, o Brasil aderiu ao chamado neoliberalismo com o Pacto Liberal-Dependente. No trecho, é perceptível uma crítica do autor que está expressa corretamente em:

Alternativas
Q1008361 História

Em relação ao Brasil, as questões nacionais são objeto de estudos na tentativa de sua compreensão e encaminhamento. Segundo José Murilo de Carvalho:


“os mitos nacionais, especialmente os mitos de origem, e os heróis nacionais são alguns dos instrumentos mais poderosos para a construção das identidades nacionais [...]. A falta de identificação dos brasileiros com sua própria história é equiparada à falta de confiança nos líderes políticos, e mesmo pela sua clara rejeição a eles, incluindo aqueles eleitos para os mais altos cargos. (CARVALHO, José Murilo de. Nação imaginária: memória, mitos e heróis. In: NOVAES, Adauto (Org.). A crise do Estado-Nação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p.p.398-412).


A partir do trecho e com base nos conhecimentos sobre identidade nacional, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q1008360 História
Com relação à Segunda Grande Guerra (1939-1945), é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q1008359 História

“Ela é imaginada como uma comunidade porque, independentemente da desigualdade e da exploração efetiva que possam existir dentro dela, a nação sempre é concebida como uma profunda camaradagem horizontal. No fundo, foi essa fraternidade que tornou possível, nestes dois últimos séculos, que tantos milhões de pessoas tenham-se disposto não tanto a matar, mas sobretudo a morrer por essas criações imaginárias limitadas. (ANDERSON, Benedict. Nações Imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 34)


Anderson (2008) refere-se à nação, sob um olhar antropológico, como uma comunidade política imaginada e traduzida, assim, por uma fraternidade capaz de possibilitar as guerras mundiais. A Primeira Grande Guerra (1914-1918) foi o primeiro conflito, de dimensão mundial, que rompeu com o intervalo de “paz” após as guerras napoleônicas. Sobre a Primeira Grande Guerra, considerando o conceito de comunidades imaginadas de Anderson, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q1008355 História

Em 9 de novembro de 1938, há quase oitenta anos, nazistas mataram judeus, incendiaram sinagogas, saquearam e destruíram lojas da comunidade judaica, na Alemanha e Áustria, no episódio que ficou conhecido como “A noite dos Cristais”. A empreitada fez parte da perseguição aos judeus, apontados como inimigos dos alemães, e foi marcada por violência e destruição generalizada e sob apoio institucional. O evento de 1938 é considerado como um dos mais importantes momentos da política antijudaica nacional-socialista, nazista e que, após o massacre, foi concentrada cada vez mais concretamente nas mãos das SS.


Sob a política anti-judaica no regime nazista, considerando os impactos da “Noite dos Cristais”, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q1008354 História

Leia o trecho a seguir servirá de base para questão que se segue:


A formação da opinião pública começou com a destruição da imprensa livre. Nas semanas e meses que se seguirão a 30 de janeiro de 1933, cerca de 2 mil jornalistas alemães, incluindo escritores judeus, liberais, conservadores, apolíticos, socialdemocratas e comunistas sofreram a perda de seus empregos, prisão, exílio forçado ou, às vezes, uma combinação dessas três formas de perseguição. A grande maioria dos jornalistas permaneceu em seus empregos. O controle da imprensa implicava tanto a expulsão e repressão a suspeitos de dissidência, o que abria vagas para membros do Partido Nazista, como a adaptação oportunista por parte de jornalistas que adotaram a causa das elites conservadoras do novo regime. Ao todo, 200 jornais socialdemocratas e 35 jornais comunistas, de circulação conjunta de aproximadamente 2 milhões de unidades, foram fechados. Em julho de 1933, os jornais da editora Mosse, incluindo um dos carros-chefes do liberalismo alemão, o Berliner Tageblatt, sucumbiu à Gleichshaltung, ou “coordenação”, o termo nazista para a purga, a incorporação e o controle das várias instituições da sociedade política, economia e cultura alemãs. Em 4 de outubro de 1933, a Lei de Controle Editorial formulada pelo diretor de imprensa da Reich, Otto Dietrich, colocou todos os editores de jornais e periódicos sob controle governamental, o que acabou assim com qualquer pretensão de liberdade de imprensa. Os editores precisavam ser “arianos” e não podiam ser casados com alguém não ariano. Dessa forma, a lei bania judeus e todos aqueles casados com judeus da prática jornalista. Todos os editores deviam ser membros da Liga da Imprensa Alemão do Reich, cujo diretor era Dietrich. A lei estabelecia tribunais controlados pela liga que podiam punir ou banir editores suspeitos de terem violado os requerimentos da lei. Em 12 de dezembro de 1933, importantes serviços alemães de imprensa juntaram-se para formar a Agência Alemã de Notícias (Deutsches Nachrichtenbüro ou DNB), que, por sua vez, foi colocada sob supervisão do Escritório de Imprensa de Dietrich no Ministério da Propaganda. A imprensa alemã tornara-se monopólio estatal. (HERF, Jeffrey. Inimigo Judeu: propaganda nazista durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. São Paulo: Edipro, 2014. p.60)


O trecho acima narra o percurso de controle da imprensa pelo Partido Nazista, no processo de implantação da Ditadura hitlerista na Alemanha. Tudo isso nos faz pensar na importância de uma imprensa livre e múltipla para a manutenção das democracias.

Sobre o controle da imprensa alemã e em relação ao mundo nazista, os impactos desse controle da imprensa e a seletividade dos que podiam escrever e publicar, assim como os valores impostos levaram à

Alternativas
Respostas
8941: D
8942: C
8943: A
8944: D
8945: B
8946: E
8947: D
8948: B
8949: C
8950: D
8951: A
8952: C
8953: E
8954: A
8955: B
8956: D
8957: B
8958: B
8959: A
8960: C