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Q2751844 História

A Bósnia e a Herzegovina, são duas regiões dos Balcãs, foram anexadas pela:

Alternativas
Q2751843 História

Não corresponde a uma Capitania Hereditária:

Alternativas
Q2751842 História

Não corresponde a um dos Reinos Bárbaros que se formaram na Europa:

Alternativas
Q2751841 História

Leia com atenção, em relação a Segunda Grande Guerra:


I- Mussolini é fuzilado por um bando de partisans;

II- Rendição incondicional da Alemanha;

III- Lançamento de bombas atômicas sobre o Japão.


A ordem cronológica dos eventos acima é:

Alternativas
Q2751840 História

Assinale, entre os países abaixo aquele que deixou de ser colônia por último:

Alternativas
Q2751839 História

Não foi um filósofo que justificou a existência de um Estado Absolutista:

Alternativas
Q2751838 História

É incorreto afirmar sobre Henrique IV:

Alternativas
Q2751837 História

Não corresponde a um Movimento Nativista:

Alternativas
Q2751836 História

Assinale a alternativa que apresenta ocupantes da cadeira presidencial brasileira em ordem cronológica:

Alternativas
Q2751835 História

Participaram da Conferência de Paz, após a Primeira Guerra Mundial:

Alternativas
Q2750741 História

Refletindo sobre a América e a África, Dorigo (2011) menciona os hábitos e as lacunas que os antigos livros de história do Brasil apresentaram. Assinale a alternativa que NÃO representa a visão do historiador sobre o assunto.

Alternativas
Q2750740 História

O historiador Dorigo (2011), ao refletir sobre a nova ordem mundial internacional, fala sobre a dinâmica do capitalismo que antes da década de 60 já tinha entrado em outra fase de desenvolvimento, que alguns pesquisadores chamaram de:

Alternativas
Q2750739 História

As relações de poder entre as potências mundiais sistematizou na história várias consequências, entre elas, em 1989, a queda do Muro de Berlim e, em 1991, o fim da União soviética. Esses dois fatos históricos são conhecidos como:

Alternativas
Q2750738 História

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca da relação do Brasil com o continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013).

( ) O vínculo do Brasil com o continente africano tem um passado forte em função do tráfico de escravos. Portanto, mesmo com o fim do tráfico escravagista, as políticas econômicas entre os dois países tiveram grandes avanços nas relações de cooperações entres os dois países.

( ) Historicamente o passado revela um vínculo entre o Brasil e o continente Africano, proporcionado pelo tráfico de escravos, porém o fim das relações escravistas e a implantação do sistema colonial criaram uma indiferença de cooperação entre ambos.

( ) Com o governo Lula, o Brasil proporcionou uma relação de cooperação com o continente Africano, uma política externa ativa e afirmativa. O ápice de cooperação entre Brasil e África se sistematizou durante o seu governo.

( ) A relação entre Brasil e a África, com o governo Lula, transcende o nível bilateral, a mesma configura um enorme significado de globalidade. É uma região com que a diplomacia brasileira estabeleceu grandes avanços.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2750737 História

Em consequências às políticas sociais da República, em 1893, formou-se às margens do Rio Vaza-barris, em determinada região do Brasil, uma inciativa de agrupamento populacional que alcançou de 20 a 30 mil habitantes. Esse agrupamento proporcionou como consequência um conflito histórico conhecido na historiográfica brasileira como:

Alternativas
Q2750736 História

Assinale a alternativa que representa uma das competências do Ato Institucional nº 5, instituído no Brasil em 1968.

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Q2750735 História

A primeira República brasileira, que vai de 1989 a 1930, passou por várias convulsões sociais. Portanto, a Revolução Federalista foi resultado de um processo instável da política nos primeiros anos da República. Tendo em vista o longo período do confronto, a revolução terminou na gestão de qual Presidente brasileiro?

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Q2750734 História

Analise as assertivas abaixo considerando o Ato Institucional nº 1, promulgando em 9 de abril de 1964:

I. O presidente brasileiro, no uso de suas atribuições legais, promulgou o ato institucional nº 1, desfazendo a constituição de 1946, estabelecendo, assim, várias alterações.

II. Mantendo a constituição de 1946 com várias alterações, o comandante da Marinha e da Aeronáutica promulgou o ato institucional nº 1.

III. O ato institucional nº 1 alterou o funcionamento do congresso nacional, configurando normas que enquadrassem o diretor dos cidadãos de forma temporária.

IV. O ato institucional nº1 tinha como objetivo fortalecer o poder do congresso nacional e reduzir o campo do executivo e, para isso, o presidente da República deveria promulgar as aprovações do congresso nacional no prazo máximo de 30 dias.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q2750733 História

Considerando a visão do historiador Dorigo (2011), acerca do conceito de civilização, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo.

( ) Civilização é um conceito de pouco significado na história, pois se refere apenas aos hábitos, à cultura dos povos antigos.

( ) Na historiografia, a civilização foi considerada um estágio de avanço tecnológico, ou raciocínio lógico de uma nação, ou de um povo em comparação a outros.

( ) É um conceito carreado de significados e com muita utilização no processo histórico, sendo até utilizado como justificativa para realizar grandes barbáries.

( ) Para Dorigo, civilização não significa um estágio mais avançado de um povo ou de uma cultura para outra, pois não é possível nessa ótica comparar transformações da sociedade com evolução das espécies.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1801481 História
No século XX, o problema do ajuste da escravidão negra aos quadros dos Estados nacionais oitocentistas muito atraiu os estudiosos, sobretudo no Brasil e nos Estados Unidos. O tema encontrou desdobramentos em algumas das obras fundadoras das ciências sociais brasileiras, como as de Oliveira Viana, Caio Prado Júnior e Sérgio Buarque de Holanda. Entre as décadas de 1960 e 1970, chegou-se a construir um consenso interpretativo sobre a questão, que apontou para existência de uma contradição estrutural entre o liberalismo - fundamento ideológico da ordem nacional - e a prática da escravidão negra. Emília Viotti da Costa, por exemplo, em ensaio clássico sobre o nosso processo de emancipação política, escreveu que a “escravidão constituía o limite do liberalismo no Brasil”. O crítico literário Roberto Schwarz, por sua vez, referiu-se à “disparidade entre a sociedade brasileira, escravista, e as ideias do liberalismo europeu”, cunhando a partir dessa constatação o famoso rótulo “ideias fora do lugar”. Da mesma forma, o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos afirmou que a manutenção do escravismo no Brasil independente trouxe uma “ambiguidade fundamental” para a ordem política nacional.
JANCSÓ, István (org.) Brasil: Formação do Estado e da Nação. - São
Paulo: Hucitec; Ed. Unijuí; Fapesp, 2003, p. 251-265. (Adaptado).
Considerando as ações sobre a escravidão negra e a formação dos Estados Nacionais oitocentistas, no que se refere às medidas adotadas na colônia portuguesa e, posteriormente, pelo Império do Brasil, é correto afirmar que: 1. A legislação portuguesa sobre os escravos africanos e seus descendentes mostrou-se sobretudo cuidadosa em interferir no poder senhorial e no direito de propriedade do senhor sobre seu escravo, Esta foi uma atribuição em conjunto com as assembleias coloniais, que, ao cuidarem do assunto, compuseram uma legislação essencialmente reativa e penal, vale dizer, voltada ao controle social dos escravos fora das plantations. 2. Em sua variante colonial escravista, o patriarcalismo reafirmou a cadeia hierárquica entre senhor e dependentes (mulher, filhos, feitores e escravos) e as obrigações recíprocas que os atavam. O senhor permaneceria como o juiz supremo de sua plantation, com total autonomia para o comando de seus subordinados, sem nenhuma possibilidade de ter seu poder circunscrito por interferências externas. 3. A “Representação Sobre a Escravatura”, apresentada por José Bonifácio de Andrada e Silva à Assembleia Constituinte de 1823, continha as recomendações para se iniciar o processo de abolição gradual da escravidão no Brasil, o documento previa o fim inopinado do tráfico negreiro transatlântico, a possibilidade legal da compra da alforria por livre ação do escravo; e o direito do escravo reclamar perante o Estado os maus-tratos. 4. Os projetos emancipacionistas não foram derrotados no Brasil em 1823, mas, a escravidão foi mantida no Império sem maiores problemas para a independência nacional ou para a Constituição liberal, e ainda, com a dissolução da Assembleia Constituinte de 1823 e a outorga da primeira Constituição brasileira no ano seguinte, sancionou-se com introversões a escravidão negra. 5. No Império do Brasil, não se compôs um “código negro” que unificasse todas as disposições sobre o assunto, mas, várias leis imperiais e provinciais e uma miríade de posturas municipais, que se voltavam ao controle dos escravos no espaço externo às casas e plantations de seus senhores, assim como as normas penais do Código Criminal de 1830, voltadas especificamente para os escravos. Estão CORRETAS as alternativas:
Alternativas
Respostas
8481: D
8482: B
8483: E
8484: B
8485: B
8486: E
8487: C
8488: A
8489: D
8490: A
8491: A
8492: C
8493: E
8494: B
8495: D
8496: C
8497: B
8498: B
8499: E
8500: B