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Observe a imagem a seguir.

A imagem faz referência ao pacto germano-soviético, também conhecido como pacto Ribbentrop-Molotov, assinado em 23 de agosto de 1939. Ele significou
Observe a imagem a seguir sobre a Revolução Francesa intitulada O despertar do Terceiro Estado.

A charge representa o processo histórico no qual
Entre o final do século XVIII e a primeira metade do século XIX, o Brasil foi palco – seja ainda enquanto América Portuguesa seja posteriormente como Império independente – de inúmeras rebeliões e revoltas contra o poder instituído. Algumas delas geralmente são agrupadas em um conjunto de eventos contrários ao Império ao longo do período regencial.
É correto afirmar que são consideradas “Revoltas Regenciais” os seguintes eventos:
Leia as afirmações a seguir e informe (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Na Bahia do início do século XIX era comum que vários setores da sociedade investissem na escravidão adquirindo escravos. Não existe registro, contudo, de que naquele contexto os ex-escravizados também adquirissem africanos para seus ganhos pessoais.
( ) A Revolução Haitiana foi um elemento importante na derrocada da economia baiana entre o final do século XVIII e início do XIX, especialmente pelo receio das elites senhoriais brasileiras, por um período, em investir no comércio escravo.
( ) A crise econômica baiana, a partir da década de 1820, teve relação com a produção açucareira de Cuba, que ganhou parte considerável dos mercados internacionais antes também ocupados pela produção da Bahia.
( ) Entre as décadas de 1830 e 1840, especialmente devido à crise na importação de escravos imposta pelo controle britânico do tráfico, a Bahia destacou-se como importante fornecedora de mão de obra escrava para o sul, notadamente quando do incremento da produção cafeeira.
( ) A crise econômica baiana na primeira metade do século XIX promoveu uma relevante inversão produtiva, tirando o açúcar do centro da produção e elevando a produção de subsistência como a principal na província, o que evitou crises de desabastecimento no período.
A sequência está corretamente apresentada em
No livro “A escravidão na África: uma história de suas transformações”, o historiador Paul Lovejoy conceitua a escravidão, compreendida como um tipo específico de exploração, a partir de um conjunto de elementos.
Dentre as características apresentadas pelo autor é INCORRETO afirmar que o escravo
Analise o excerto a seguir.
“As origens desta revolução derivaram de quatro formas diferenciadas de oposição ao Antigo Regime e que teriam dado origem a quatro revoluções ou a quatro modos distintos de encaminhar o processo de transformação. Uma revolução aristocrática, que reivindicava a descentralização além da autonomia local e que no século XVIII estava longe de representar valores feudais. Uma revolução burguesa, que tinha como projeto a eliminação dos entraves à produção e que propunha a propriedade privada, mas que continha variantes mais radicais, adeptas à república. Uma revolução camponesa, que almejava a conquista da terra pelos camponeses e a eliminação de todas as formas de exploração antigas. Uma revolução popular, constituída pela junção de setores radicais da burguesia com os pobres urbanos que, além da melhoria das condições de vida e trabalho, não conseguiam exprimir claramente o seu projeto”
(RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins. As revoluções burguesas. In: REIS FILHO, Daniel Aarão, FERREIRA, Jorge, ZENHA, Celeste. O século XX. O tempo das certezas. Da formação do capitalismo à Primeira Grande Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 119. Adaptado.)
É correto afirmar que o texto se refere à
Há um debate historiográfico bastante pronunciado, conquanto não exclusivo, entre duas correntes na interpretação da história do Brasil, notadamente em seus três primeiros séculos. De um lado, há as interpretações vinculadas ao modelo do “Antigo Sistema Colonial” e, de outro, aquelas ligadas ao modelo do “Antigo Regime nos Trópicos”.
Associe o modelo histórico à sua interpretação.
MODELOS HISTÓRICOS
1 – Antigo Sistema Colonial
2 – Antigo Regime nos Trópicos
INTERPRETAÇÕES
( ) A história da colonização no Brasil reflete o amadurecimento das relações administrativas na Península Ibérica e aponta para uma ampla trajetória de negociação na construção de uma governabilidade, gerando uma economia política de privilégios.
( ) A história do Brasil em seu período colonial se assemelha à de outras colônias no mesmo período, tendo por característica principal sua colaboração com a produção da acumulação primitiva do capital, base para o desenvolvimento capitalista na Europa.
( ) Para a devida compreensão da dinâmica imperial portuguesa é necessário considerar como as regras jurídicas e administrativas portuguesas foram incorporadas e trabalhadas na dinâmica ultramarina.
( ) A exploração metropolitana, por meio do exclusivo comercial, reforça o caráter global do sistema de colonização, diminuindo a importância – embora não desconsiderando a existência – da negociação política e administrativa locais.
( ) A escravidão nas colônias portuguesas não pode ser explicada, apenas, pelos fatores relativos à necessidade da exploração econômica; antes, tem relação com a própria lógica que naturalizava a hierarquia social nas sociedades europeias de então.
A sequência correta é apresentada em
Leia as afirmações a seguir e informe (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Parte da historiografia sobre o fascismo, especialmente aquela do imediato pós-II Guerra Mundial, dedica-se a compreender o fenômeno como parte da história alemã e, se muito, da italiana, delimitando suas possíveis implicações futuras em novas realidades históricas.
( ) Os estudos acerca do fascismo foram muito prejudicados pela abertura dos arquivos da Segunda Guerra Mundial, a partir dos anos 1980, pois isso retirou o foco da discussão sobre o fenômeno e destacou o conflito mundial em primeiro plano.
( ) Muitos governos formados na Europa do pós-II Guerra Mundial eram compostos por quadros que serviram, direta ou indiretamente, ao nazismo o que colaborou, por certo período, com uma interpretação restritiva do fenômeno fascista, essencialmente pautada pelo esquecimento e pelo silenciamento.
( ) O conceito de totalitarismo aborda a relação do fascismo com a história alemã, buscando compreender a vinculação como um desvio dentro da história europeia, portanto irreproduzível em qualquer outra realidade ou região.
( ) Há estudos que apontam para a universalidade do fascismo como fenômeno histórico, o que permitiria extrapolar as interpretações que o vinculam a um processo histórico e a um período específicos.
A sequência está indicada corretamente em