Questões de Concurso
Sobre história para professor - história
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1. No século XV, ocorreu a fase dos descobrimentos, quando Portugal e Espanha iniciaram as grandes Navegações, dispondo de recursos tecnológicos como a bússola e o astrolábio.
2. O principal elemento impulsionador da expansão marítima foi espiritual, pois os reinos católicos e calvinistas pretendiam converter os pagãos e gentios das terras descobertas.
3. O pioneirismo de Portugal nas navegações ocorreu em virtude da sua formação política e social, que aproximava os interesses da realeza e do grupo mercantil, no desenvolvimento do comércio marítimo.
4. O marco inicial da expansão marítima portuguesa foi a conquista de Macau, durante o reinado de D. João VI de Bragança.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Essa instituição é conhecida como:
O direito romano estava divido em três ramos:
O Jus Civile, ou direito civil, que regulamentava a vida dos indivíduos considerados _____________ .
O Jus naturale, ou direito natural, que dizia respeito a todos os indevidos, pois possuidores de direitos dados pela natureza e que não poderiam ser desrespeitados, nem mesmo pelo Estado.
O Jus _______________ , ou direito estrangeiro, aplicado a todos os habitantes do império que não gozavam do direito de cidadania.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
No período denominado Neolítico, o processo produtivo, fundado na ________________ e na domesticação de animais, alterou substancialmente a relação homem-natureza, invertendo a situação de completa dependência, típica do Paleolítico. Ao mesmo tempo que grupos neolíticos dividiam o trabalho segundo o sexo e a idade, as migrações ocasionadas pelo esgotamento do solo e a procura de terras férteis produziam sucessivas guerras e realçavam a importância _____________ na luta pela sobrevivência.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
1. A população indígena, pela fragilidade física, mostrou-se pouco produtiva para o trabalho agrícola, e a legislação portuguesa proibia a sua escravização.
2. O problema da mão de obra necessária para as plantações e o beneficiamento da cana nos engenhos foi solucionado com o tráfico de escravos africanos.
3. Uma das razões pela qual Portugal preferiu o negro ao índio foi o fato de que o modo de produção escravista permitia excedente de produção superior ao modo de produção primitivo.
4. Favoreceu ainda a opção de os portugueses utilizarem escravos africanos no Brasil, pois, desde o século XV, o tráfico negreiro se constituía um importante setor da economia lusitana.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Os campos de concentração, instalados pela Alemanha Nazista
em vários países europeus, foram demonstrações explícitas de
uma das maiores barbáries ocorridas no século XX.
Acerca dessa prática adotada pelo Terceiro Reich alemão, sob o
comando de Adolf Hitler, pode-se assinalar que: “Por mais de 40 anos, as brasileiras foram proibidas de jogar futebol. O veto começou em 1941, na ditadura do Estado Novo (1937-1945), quando o presidente Getúlio Vargas assinou um decreto-lei tirando das mulheres o direito de praticar esportes ‘incompatíveis com as condições de sua natureza’.”
(Adaptado de: Ricardo Westin, www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo. Acesso em 10.08.2023.)
Destacavam-se como argumentos à época, para tal proibição: que a violência dentro dos gramados prejudicaria a maior missão delas na sociedade, de serem mães; que uma cotovelada no seio poderia impedi-las de amamentar; que uma bolada na região do útero poderia retirar-lhes a capacidade de gerar filhos; que as jogadas desleais e os xingamentos levariam à degeneração moral do “sexo frágil”.
Neste ano de 2023 realizou-se a nona edição da Copa do Mundo Feminina de Futebol com sedes na Austrália e Nova Zelândia. No Brasil, o governo federal decretou ponto facultativo nos dias de jogos da seleção brasileira que disputou a Copa, num claro avanço do esporte no país. No entanto, nem sempre as mulheres tiveram direito de praticar esse esporte, como nos atesta o texto. Pode-se afirmar que os motivos que levaram o governo Vargas a proibir esse esporte feminino se relacionam ao:
“A coluna realizou uma incrível marcha pelo interior do país, percorrendo cerca de 24 mil quilômetros até fevereiro/março de 1927, quando seus remanescentes deram o movimento por terminado e se internaram na Bolívia e Paraguai. Seus componentes nunca passaram de 1.500 pessoas, oscilando muito com a entrada e saída de participantes transitórios.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: EDUSP, 2006. p. 309.)

A Coluna Prestes, liderada pelo capitão do exército Luís Carlos Prestes, foi um dos movimentos ocorridos na Primeira República no Brasil (1889 – 1930), por descontentamento com a situação política, econômica e social da época. Acerca da presença da Coluna Prestes em Mato Grosso, podese concluir que:
“Mas o tráfico era bem mais do que um simples deslocamento populacional. (...) Além disso, sabe-se que por quase meio século – grosso modo, de 1810 a 1850 – as elites brasileiras puderam resistir às poderosas pressões britânicas pelo seu fim. (...) Os lucros por ele gerados transformaram os mercadores de almas na verdadeira elite brasileira, posição que lhes facultava influenciar decisivamente os destinos do Estado.”
(Fonte: http://www.abphe.org.br/arquivos/manolo-garcia-florentino.pdf)
A partir da análise do gráfico e do fragmento de texto, pode-se aferir que:
Quando os europeus chegaram por aqui, não existia um povo brasileiro, mato-grossense ou cuiabense. Os povos originários que aqui habitavam foram genericamente denominados de índios pelos colonizadores. Esta denominação, utilizada ainda hoje, passa uma impressão errada, como se uma única palavra designasse um único povo, com uma só cultura e até com o mesmo tipo físico.
Deve-se considerar e apreender, para uma melhor interpretação sobre os povos originários, o fato de que tais povos:
“Bagdá, (...) no período da chamada Idade Média (V-XV), tornou-se o centro do império árabe-islâmico no califado dos Abássidas (VIII-XIII), onde sábios de distintas origens, como judeus, cristãos, gregos, iranianos, indianos se reuniam na chamada ‘Casa da Sabedoria’.
(...) Os califas abássidas envolveram-se na construção de um espaço destinado à formação de um ambiente de efervescência intelectual em áreas do saber como a matemática, a filosofia, a astronomia, a medicina, entre outras, onde textos relativos a todo o conhecimento reunido pelo império árabe-islâmico fossem traduzidos, debatidos e vinculados à glória do califado abássida.”
(MEIHY, Murilo Sebe Bom. As origens do califado e o império Árabe-islâmico: um Harém de Soberanos. In:SILVA, Francisco Carloa T. da, CABRAL, Ricardo Pereira, MUNHOZ, Sideney J.(coord.) In: Impérios na História. RJ. Elsevier, 2009. P:78.)

Modelo em 3D de como seria Bagdá, capital do califado Abássida no século VIII. Fonte:https://www.reddit.com
As discussões acerca da Idade Média, em especial nos livros didáticos, analisam esse período sobre a ótica do ocidente, predominando os saberes históricos relacionado à Europa ocidental no período.
A partir do texto e de seus conhecimentos históricos acerca do medievo, pode-se apreender que:
A relação entre História e Biografia não nasceu na contemporaneidade, como podemos ver no texto de Plutarco (45 d.c.) sobre Júlio César de Roma:
“Durante sua permanência na Espanha, lia ele, em um dia de folga, alguns trechos da história de Alexandre, e caiu, depois dessa leitura, numa meditação profunda e chorou. Seus amigos espantados, perguntaram-lhe o motivo de suas lágrimas. “não vos parece – disse ele – justo motivo de dor que Alexandre, na idade em que estou, já tivesse conquistado tantos países, ao passo que eu nada ainda fiz de memorável”. Entregou-se ao trabalho; e, em poucos dias, recrutou dez coortes, além das vinte que encontrara. Marchou contra os galegos e os lusos, vencendo-os, e avançou até o mar externo, subjugando países ainda não submetidos aos romanos.”
(PLUTARCO . Alexandre e César – As vidas comparadas dos maiores guerreiros da Antiguidade. Coleção Clássicos Ilustrados. Tradução: Veiga, Hélio. São Paulo. Ediouro. 2004. P 172.)
Atualmente, essa perspectiva no ensino de História não é mais predominante, mas é indiscutível a importância do documento acima, como uma valiosa fonte acerca de outra temporalidade. A respeito da história romana narrada no documento, pode-se concluir que:
A segunda constituição do Brasil republicano, a de 1934, manteve muitas das características da carta constitucional que vigorou durante a Primeira República. No entanto, algumas diferenças destacavam uma nova realidade política no Brasil, dentre elas:
Leia o trecho destacado e responda o que se segue.
“Embora a Rússia soviética pretenda espalhar sua influência de todas as formas possíveis, a revolução mundial não faz mais parte de seu programa, e nada há nas condições internas da União que possa encorajar um retorno a velhas tradições revolucionárias. Qualquer comparação entre a ameaça alemã antes da guerra e uma ameaça soviética hoje deve levar em conta (...) diferenças fundamentais (...) Há portanto infinitamente menos perigo de uma súbita catástrofe com os russos do que com os alemães.”
Frank Roberts, embaixada britânica, Moscou, para o Foreign Office, Londres.
Com as informações enviadas, o embaixador britânico em Moscou, pretendia dar conta da situação política soviética no período. Tal preocupação está relacionada com:
Assinale a alternativa correspondente à corrente de pensamento cujos princípios básicos foram formulados pelo pensador francês Augusto Comte (1798 – 1857).
Como paradigma historiográfico, o Materialismo histórico emerge no século XIX e se estende até os dias de hoje. Sobre tal corrente, é correto afirmar que:
Observe a imagem e responda o que se segue.

A imagem corresponde a uma cena do filme “Tempos Modernos”, estrelado por Charles Chaplin na década de 1930. O contexto representado pelo longa é, geralmente, associado a:
Carlos Lacerda foi um político e jornalista brasileiro filiado a UDN. Fundou a Tribuna da Imprensa, veículo que usava para expor suas ideias e atacar seus adversários. Sobre sua trajetória política, analise as afirmativas a seguir:
I – Sofreu um atentado a tiros durante a ditadura do Estado Novo.
II – Combateu a posse de Juscelino Kubitschek após sua vitória nas eleições de 1955.
III – Foi um dos defensores e articuladores da deposição do presidente João Goulart, no Golpe de 1964.
IV – Uniu-se a Kubitschek e Goulart numa frente ampla contra a ditadura militar brasileira.
Estão corretas as afirmativas:
Quando chegou no Brasil, em 1808, o príncipe regente português Dom João VI decretou a abertura dos portos brasileiros às nações amigas, pondo fim ao sistema colonial estabelecido há mais de trezentos anos. O evento ficou conhecido pela historiografia tradicional como “A abertura dos portos.” Sobre o acontecimento, é incorreto afirmar que: