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Sobre história para idecan
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As atividades que envolveram a produção da cana de açúcar em Sergipe, irão se destacar apenas a partir do final do século XVII para o início do século XVIII, tendo como destaque a região do Vale de Cotinguiba. É também no final do século XVII, mais precisamente na última década do século, que se adquire autonomia jurídica com a criação da Comarca de Sergipe, na qual foi nomeado como primeiro ouvidor
No início da colonização portuguesa no Brasil foi criado o sistema de capitanias hereditárias. Quando esse sistema foi instalado, durante o século XVI, o território do atual estado de Sergipe pertencia à Capitania da Baia de Todos os Santos, na região hoje compreendida entre a
Os índios Xokós são um grande exemplo da resistência indígena à colonização e dominação europeia que se iniciou a partir do século XVI no território brasileiro. No estado de Sergipe, encontram-se principalmente na Ilha de São Pedro, localizada no município de
O dia 08 de julho é celebrado com entusiasmo na história política do estado de Sergipe, pois no longínquo ano de 1820 uma carta régia emitida por D. João VI determinava que a capitania sergipana alcançasse a autonomia política e administrativa em relação
“Antes do sergipano ser lavrador, foi pastor”.
FREIRE, Felisbelo. História de Sergipe. 2 ed. Petrópolis: Editora Vozes, Aracaju: Governo do Estado de Sergipe, 1977.
A frase acima, atribuída a Felisbelo Freire, se faz presente em vários textos da historiografia sergipana. Muitos autores a citam quando estudam o período colonial da então província sergipana. Podemos afirmar que Freire identifica as origens da identidade sergipana alinhadas
Acerca das incursões estrangeiras promovidas nos séculos XVI e XVII no território que viria se tornar o estado de Sergipe, analise as afirmativas a seguir:
I. Na primeira década do século XVI, o território sergipano foi visitado pela expedição portuguesa de Gaspar de Lemos, mas foram os ingleses que travaram contatos pacíficos com os indígenas e começaram a realizar as primeiras atividades de escambo, importando da região pau-brasil, pimenta, cana-de-açúcar e algodão.
II. Ao decidir iniciar a colonização do Brasil, a coroa portuguesa decidiu implantar o sistema de capitanias hereditárias na sua colônia. A capitania correspondente ao território do atual estado de Sergipe foi cedida a Francisco Pereira Coutinho, que se tornou donatário por meio da Carta de Doação, mas acabou vendendo as terras para o donatário da capitania da Bahia.
III. Durante o período denominado União Ibérica, o rei Felipe II da Espanha, que até então governava Portugal e suas colônias, ordenou a construção de um arraial, nomeado de cidade de São Cristóvão, que veio a resultar na capitania subalterna de Sergipe Del Rey.
IV. No decorrer do século XVII, os rios tiveram grande importância no processo de colonização europeia nas terras sergipanas por serem utilizados como vias de acesso e deslocamento (navegação) e também por possibilitarem a fixação de pessoas em suas margens por meio de vilas.
Após análise, considera-se corretas
Acerca do processo de ocupação e povoamento do território sergipano, analise as afirmativas abaixo:
I. Os primeiros indícios da ocupação humana do território que hoje corresponde ao estado de Sergipe, datam do final do século XVI.
II. Como os primeiros habitantes do território, que hoje corresponde ao estado de Sergipe, não possuíam o domínio da escrita, esses povos não fazem parte da história tradicional do estado sergipano.
III. Através da análise de achados arqueológicos, podemos identificar a existência de Canindés, Aratus e Tupi-guaranis no território sergipano primitivo.
IV. Situado entre os rios São Francisco e Real, o litoral sergipano foi visitado em expedição, no início do século XVI, por Gaspar de Lemos.
Após análise, considera-se corretas

(Fonte: Multi Rio. Disponível em: Mapa_Luis_Teixeira_t.jpg (560×774) (rio.rj.gov.br)
A configuração territorial das Capitanias Hereditárias apresentava alguns desafios e obstáculos a serem transpostos. Dentre eles, pode-se destacar, principalmente:
Considerando esses conhecimentos sobre a divisão político-administrativa no Brasil em diferentes períodos, indique “V” para verdadeira, e “F”, para falsa, nas afirmativas a seguir:
( ) A fundação do Estado da Guanabara é simultânea ao período da transição do Período Colonial para a Primeira República (1889-1930).
( ) O Centro-Oeste é uma das regiões mais recentes do Brasil, sendo o Estado do Mato Grosso pertencente ao período da Nova República (1985-atualmente).
( ) Como a região mais antiga do Brasil, o Nordeste não passou por transformações em suas divisões, sendo os Estados de Bahia, Ceará e Piauí originários desde o século XVI.
( ) A elevação do território do Acre à categoria de Estado ocorre na transição do Brasil rural para o Brasil industrial, no período do Estado Novo (1930-1945).
Assinale a alternativa que indique a sequência correta obtida no sentido de cima para baixo:
“O período histórico a que se refere o mandato conferido à Comissão Nacional da Verdade (CNV), o período da ditadura militar instalada em 1964, esteve associado a um quadro de violações massivas e sistemáticas de direitos humanos. A Lei Federal no 12.528/2011 define a competência da CNV, estipulando-a para o esclarecimento de fatos, circunstâncias e autoria de graves violações de direitos humanos praticadas pelo Estado brasileiro no período de 1946 a 1988. O legislador apresenta, no artigo 3º, II da lei, uma lista de quatro condutas, às quais deve ser concedido tratamento especial em razão de sua gravidade. No entanto, a despeito da não inclusão explícita dessa conduta no texto da lei, a CNV decidiu considerá-la como grave violação de direitos humanos, seja porque já é assim considerada, como proibição imperativa para todos os Estados, seja porque foram tidas como uma espécie de porta de entrada do sistema repressivo do regime militar e um facilitador para a prática de outras graves violações, como denunciou o projeto Brasil: nunca mais.”
Brasil. Comissão Nacional da Verdade. Relatório / Comissão Nacional da Verdade. – Recurso eletrônico. – Brasília: CNV, 2014. Volume I. p. 278-279 (com adaptações)
Dentre as graves violações aos direitos humanos praticadas durante a ditadura militar no Brasil e denunciadas pela Comissão Nacional da Verdade, qual das seguintes medidas foi considerada como porta de entrada para as arbitrariedades cometidas pelo regime?
“No aluir das paredes, no ruir das pedras, no esfarelar do barro, havia um longo gemido. Era o gemido lamentoso do Passado, do Atraso, do Opróbrio. A cidade colonial, imunda, retrógrada, emperrada nas suas velhas tradições, estava soluçando no soluçar daqueles apodrecidos materiais que desabavam. Mas o hino claro das picaretas abafava esse protesto impotente. Com que alegria cantavam elas — as picaretas regeneradoras! E como as almas dos que ali estavam compreendiam bem o que elas diziam, no seu clamor incessante e rítmico, celebrando a vitória da higiene, do bom gosto e da arte!”
BILAC, Olavo. Crônica. Revista Kosmos, Rio de Janeiro, mar.1904.
“De uma hora pra outra, a antiga cidade desapareceu e outra surgiu como se fosse obtida por uma mutação de teatro. Havia mesmo na cousa muito de cenografia.”
BARRETO, Afonso Henriques de Lima. Os Bruzundangas. São Paulo: Brasiliense, 1956.
Observadores de sua época e partícipes do novo jornalismo que se levantava com toda a força no início do século XX, os cronistas Olavo Bilac e Lima Barreto comentavam a nova era de metamorfoseamento material e imaterial pela qual passava o Rio de Janeiro com posições diametralmente opostas. Quanto as perspectivas adotadas por estes autores, é correto afirmar que
“Para além de uma rejeição ou negação dos valores de civilização e progresso que se tentava materializar na cidade do Rio de Janeiro, a Revolta da Vacina, na sua dimensão popular, trazia em seu bojo a defesa e a afirmação de uma outra lógica de interpretação do mundo.”
AQUINO e MITTELMAN, Tania. A revolta da vacina. Vacinando contra a varíola e contra o povo. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna, 2003.
Entre as crenças que geraram desconfiança e aversão à obrigatoriedade da vacinação imposta pelas autoridades cariocas e que resultaram na Revolta da Vacina, encontramos as tradições culturais das populações negras descendentes dos grupos bantus e iorubás, para quem