Foram encontradas 501 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto a seguir.
Vilaboenses céticos quanto ao processo de patrimonialização e mercantilização da cultura e do patrimônio locais existiram desde o princípio das ações do IPHAN (SPHAN).
TAMASO, Izabela. Em nome do patrimônio: representações e apropriações da
cultura na cidade de Goiás. 2007. 787 f. Tese (Doutorado em Antropologia
Social) – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Instituto de
Ciências Sociais, Universidade de Brasília, Brasília, 2007. p. 25.
Leia o texto a seguir.
O município de Gameleira de Goiás está localizado na mesorregião leste goiana e na microrregião do entorno de Brasília, distante, aproximadamente, 98,9 km da capital. De acordo com estimativas, no ano de 2022, o município possuía uma população de 3.456 habitantes. A área do município é de 594,78 km² e, de acordo com os últimos dados censitários, a densidade demográfica. em 2010. era de 5,87 hab/km² (IBGE, 2022).
Disponível em: https://sanrural.ufg.br/wp-content/uploads/2018/04/DTMGameleira_Goias_ISBN.pdf. Acesso em: 27 nov. 2025.
A cidade de Gameleira de Goiás foi fundada sob a tradição da fé. Qual foi o ato religioso provocador de seu surgimento?
Qual é o principal setor econômico do município de Gameleira de Goiás?
A denominação “Gameleira de Goiás” surgiu em razão de
Leia o texto a seguir.
Um grupo indígena cuja história marca a formação do território goiano vivia na região próxima à Ilha do Bananal, então conhecida como Ilha de Sant’Ana. Após terem sido aldeados ao longo dos séculos XVIII e XIX, depois de terem sofrido todo tipo de problemas devido ao contato com diferentes frentes de expansão da sociedade brasileira, migraram para o Mato Grosso, para a região do Rio das Mortes, onde hoje se localizam. Na segunda metade do século XIX, formavam várias aldeias, algumas em contato permanente com a população não índia (aldeamentos oficiais Janimbú e Tereza Cristina), enquanto outros povos, localizados na região do Rio das Mortes, eram considerados selvagens, por não manterem à época contato algum com a população nacional.
ROCHA, Leandro Mendes. A história dos indígenas de Goiás. In: MORAES, Cristina de Cássia Pereira; SOUZA, Rildo Bento de; RABELO, Danilo [organizadores]. Novas trajetórias e compartilhamentos sobre a história de Goiás. Goiânia: Cegraf UFG, 2023, p. 19-20. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.
No governo, ele realizou o projeto de mudar a capital do estado de Goiás, criando uma cidade moderna. Em 1932, formou uma comissão que escolheu uma região próxima à atual Goiânia para sediar a nova capital. A transferência enfrentou forte oposição de políticos e moradores da antiga Vila Boa, incluindo tentativas de boicote e ameaças ao interventor.
Leia o texto a seguir.
Esses são mitos da região que hoje comporta a cidade de Porangatu, sua reprodução é institucionalizada, do site da prefeitura à representação em peças de teatro e quadros nos espaços e prédios públicos. Eles explicariam a origem do povoamento que posteriormente desencadeou a formação do distrito do Descoberto – apesar de existirem poucos trabalhos sobre o assunto, o que mantem essa afirmação em suspensão – em 1943, tornou-se Distrito de Porangatu e cidade de Porangatu, em 1948.
PEREIRA, Renato Fagundes. Quando o sertão virou Porangatu? Mitos de
fundação e o ensino de história da cidade. Escritas, v. 10, n. 1, 2018, p. 143.
O texto se refere aos mitos de
Os viajantes naturalistas que passaram por Goiás no século XIX deixaram uma visão negativa sobre a região. Após o esgotamento do ciclo do ouro, eles fizeram registros que influenciaram negativamente a história e a identidade do povo goiano, por meio do estigma da
Nas décadas de 1940 e 1950, fatores nacionais e regionais promoveram transformações nas estruturas do estado de Goiás. A integração do comércio nacional, a urbanização e a formação de centros comerciais na região foram impulsionadas pela expansão da rede de transporte