Questões de Concurso Sobre macroeconomia em economia

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Q3837842 Economia
Em um cenário de transição energética global, com crescente adoção de energias renováveis e políticas de descarbonização, qual dos seguintes fatores apresenta o maior desafio à interação entre oferta e demanda de petróleo bruto no longo prazo?
Alternativas
Q3837821 Economia
O mercado global de petróleo bruto é fortemente influenciado pela dinâmica entre oferta e demanda, que determina os preços internacionais da commodity.
Entre as alternativas abaixo, marque a que identifica corretamente uma situação que tende a provocar um aumento nos preços do petróleo bruto no mercado global.
Alternativas
Q3821634 Economia

A balança comercial de um país reflete a diferença entre exportações e importações de bens, sendo influenciada por uma série de fatores macroeconômicos, entre eles a política cambial. Em regimes de câmbio flutuante, variações na taxa de câmbio impactam diretamente a competitividade dos produtos nacionais no mercado internacional. Uma desvalorização cambial tende a tornar os produtos domésticos mais baratos para compradores externos, ao passo que encarece os produtos importados para os consumidores internos. No entanto, os efeitos dessa dinâmica podem variar de acordo com a elasticidade da demanda por exportações e importações, a capacidade produtiva instalada e o grau de dependência tecnológica do país.


Qual impacto direto uma taxa de câmbio desvalorizada teria na balança comercial de um país? 

Alternativas
Q3821629 Economia
Se um país apresenta déficit na sua conta corrente, qual medida econômica poderia compensar esse desequilíbrio no balanço de pagamentos?
Alternativas
Q3821627 Economia
Em qual situação a taxa de câmbio flutuante pode contribuir para o ajuste automático do balanço de pagamentos?
Alternativas
Q3821621 Economia
Se um país tem um déficit na sua conta corrente e um superávit na conta de capital e financeira, o que isso indica sobre suas transações internacionais?
Alternativas
Q3821603 Economia

Em economias que adotam o regime de câmbio flutuante, a taxa de câmbio é determinada pela interação entre oferta e demanda no mercado de divisas, refletindo variáveis como fluxos comerciais, investimentos estrangeiros, política monetária e expectativas dos agentes econômicos. A volatilidade cambial pode ser influenciada por fatores internos — como a taxa de juros doméstica, o desempenho econômico e a confiança dos investidores —, bem como por choques externos, incluindo mudanças na taxa de juros internacional ou no preço de commodities. Em um cenário de globalização financeira, compreender os determinantes da valorização da moeda nacional é fundamental para a formulação de políticas econômicas e para a gestão de riscos cambiais no setor público e privado.


Qual dos seguintes fatores pode levar a uma apreciação da taxa de câmbio em um regime de câmbio flutuante?

Alternativas
Q3821602 Economia
Se o governo decide adotar um regime de câmbio flutuante, qual seria a consequência imediata em um cenário de déficit no balanço de pagamentos?
Alternativas
Q3821599 Economia
Quando ocorre uma valorização da moeda nacional em relação ao dólar americano, qual é o efeito mais provável na balança comercial?
Alternativas
Q3809924 Economia
Forçados a buscar novas alternativas após a crise financeira de 2008 e, mais recentemente, diante da pandemia de coronavírus, os bancos centrais ao redor do mundo passaram a reconhecer que medidas de política monetária antes vistas como excepcionais ou não-convencionais têm se tornado práticas mais usuais. Um exemplo de política monetária não convencional é a 
Alternativas
Q3800591 Economia
Em 2025, diferentes acontecimentos nacionais e internacionais influenciaram o cenário econômico, político, ambiental e tecnológico. Com base em eventos plausíveis e amplamente discutidos no período, analise as afirmativas a seguir:

I. O Brasil, em preparação para a COP-30, ampliou acordos multilaterais voltados ao financiamento climático, buscando fortalecer um fundo destinado a países amazônicos para mitigação e adaptação.
II. A desaceleração da economia chinesa no início de 2025 provocou queda na demanda por commodities brasileiras, gerando pressão cambial e debates sobre diversificação das exportações.
III. A consolidação de marcos regulatórios de inteligência artificial nos EUA e na União Europeia incentivou países emergentes, incluindo o Brasil, a revisarem suas legislações para evitar perda de competitividade tecnológica.
IV. A elevação do preço internacional do petróleo, após ataques a refinarias no Golfo Pérsico, reacendeu pressões inflacionárias em países latino-americanos, entre eles o Brasil.
V. A implementação inicial da reforma tributária brasileira, com o IBS e a CBS, resultou em queda imediata e significativa do chamado “Custo Brasil” já no primeiro trimestre de 2025.

O número de afirmativas corretas corresponde a:
Alternativas
Q3794641 Economia

"O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira (13) que o Brasil espera, para os próximos dias, a resposta dos Estados Unidos a uma proposta de "mapa do caminho" que deve orientar as negociações destinadas a solucionar pendências comerciais entre os dois países."


Publicado em 13/11/2025 - 21:43 -Brasília


Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-11/brasil-agu arda-resposta-dos-eua-sobre-proposta-de-acordo-diz-ministro



As tais "pendências comerciais" às quais o trecho acima se refere diz respeito principalmente: 

Alternativas
Q3793903 Economia
Em 2025, o debate sobre a tributação de lucros e dividendos voltou ao centro da política fiscal brasileira, com propostas que preveem alíquota de 10% incidindo sobre esses rendimentos. Considerando o contexto econômico e os efeitos dessa medida, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3791331 Economia
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Na Costa Rica, o principal fator que explica a deflação foi a valorização da moeda local em relação ao dólar. Já em El Salvador, a redução de impostos sobre importações de alimentos e ajustes fiscais internos contribuíram para o mesmo fenômeno.
Considerando as informações do texto, é CORRETO afirmar que a deflação observada nesses países está relacionada principalmente a:
Alternativas
Q3791208 Economia
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Na Costa Rica, o principal fator que explica a deflação foi a valorização da moeda local em relação ao dólar. Já em El Salvador, a redução de impostos sobre importações de alimentos e ajustes fiscais internos contribuíram para o mesmo fenômeno. Considerando as informações do texto, é CORRETO afirmar que a deflação observada nesses países está relacionada principalmente a:
Alternativas
Q3791163 Economia
Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa quanto parece

Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode parecer uma ótima notícia para o bolso dos consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a inflação negativa — nem sempre representa um cenário favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e sociais indesejáveis.

A América Latina, historicamente marcada por longos períodos de alta inflação, hoje vive uma situação inusitada: alguns países registram queda nos preços. A Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá, -0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao ano anterior. Embora as causas variem, há fatores comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos preços dos combustíveis e a queda no valor de alimentos no mercado internacional contribuíram para o fenômeno.

 El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a registrar inflação positiva de 0,3%, resultado influenciado, entre outros fatores, pela redução de impostos sobre importações de alimentos e por ajustes fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo. Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão altos que a queda dos preços representa apenas uma correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste natural.

A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de redução de preços, e o Panamá completa um ano de índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais de deflação persistente. De acordo com o pesquisador Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a deflação não deve ser meta de política econômica, especialmente quando ocorre devido à desaceleração da produção e do consumo.

A princípio, a deflação pode agradar os consumidores, pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo, desestimular a produção e frear o crescimento econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem geração de empregos ou com rendimentos congelados, as famílias acabam mais vulneráveis.

Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em economias que continuam crescendo. Trata-se de um processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o peso de combustíveis e alimentos na composição do Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas governamentais, como subsídios, influenciam diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos preços internacionais.

Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica, considerada uma nação cara, as quedas são pequenas diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível para o cidadão comum.

A história mostra que a deflação prolongada pode se transformar em um grave problema. O exemplo clássico é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada "década perdida". O país enfrentou forte retração econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e queda do consumo, o que gerou estagnação e falências em cadeia. Com uma população envelhecida e mais inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para se recuperar.

Em contextos assim, os consumidores costumam adiar compras, esperando preços ainda menores, o que agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção retrai e os investimentos diminuem. Por isso, economistas afirmam que nem inflação elevada nem deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano, considerada saudável para a economia.

Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre em economias em expansão, distantes da recessão. A América Latina, que no passado sofreu com hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças a reformas que fortaleceram os bancos centrais e consolidaram políticas monetárias responsáveis.

Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação e crescimento persista, as lições do passado deixaram marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais maturidade econômica e maior capacidade de reagir a variações de preços sem perder de vista a estabilidade, condição essencial para o desenvolvimento sustentável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Na Costa Rica, o principal fator que explica a deflação foi a valorização da moeda local em relação ao dólar. Já em El Salvador, a redução de impostos sobre importações de alimentos e ajustes fiscais internos contribuíram para o mesmo fenômeno.
Considerando as informações do texto, é CORRETO afirmar que a deflação observada nesses países está relacionada principalmente a:
Alternativas
Q3786463 Economia
Em 2025, o governo dos Estados Unidos elevou significativamente as tarifas sobre diversos produtos exportados pelo Brasil, numa medida de caráter protecionista justificada por desequilíbrios comerciais e tensões diplomáticas. Essa política pressionou setores produtivos brasileiros e levou o país a buscar alternativas comerciais e estratégias de apoio à sua indústria.
Com base nesse contexto, analise as assertivas abaixo:

I. As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos afetaram vários setores exportadores brasileiros, reduzindo sua competitividade e pressionando a capacidade produtiva e os preços internos.
II. A medida tarifária isentou cerca de metade dos produtos brasileiros exportados para os EUA, o que reduziu os impactos negativos sobre a balança comercial brasileira.
III. O Brasil abandonou imediatamente iniciativas diplomáticas e aceitou as tarifas como inevitáveis, sem buscar medidas de negociação ou resposta estratégica.
IV. A nova tarifação não favoreceu os produtos agrícolas brasileiros; ao contrário, ampliou as dificuldades de exportação para aquele mercado.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3784340 Economia
Em 2025, o governo dos Estados Unidos elevou significativamente as tarifas sobre diversos produtos exportados pelo Brasil, numa medida de caráter protecionista justificada por desequilíbrios comerciais e tensões diplomáticas. Essa política pressionou setores produtivos brasileiros e levou o país a buscar alternativas comerciais e estratégias de apoio à sua indústria.
Com base nesse contexto, analise as assertivas abaixo:

I. As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos afetaram vários setores exportadores brasileiros, reduzindo sua competitividade e pressionando a capacidade produtiva e os preços internos.
II. A medida tarifária isentou cerca de metade dos produtos brasileiros exportados para os EUA, o que reduziu os impactos negativos sobre a balança comercial brasileira.
III. O Brasil abandonou imediatamente iniciativas diplomáticas e aceitou as tarifas como inevitáveis, sem buscar medidas de negociação ou resposta estratégica.
IV. A nova tarifação não favoreceu os produtos agrícolas brasileiros; ao contrário, ampliou as dificuldades de exportação para aquele mercado.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3783893 Economia

Em 2025, o governo dos Estados Unidos elevou significativamente as tarifas sobre diversos produtos exportados pelo Brasil, numa medida de caráter protecionista justificada por desequilíbrios comerciais e tensões diplomáticas. Essa política pressionou setores produtivos brasileiros e levou o país a buscar alternativas comerciais e estratégias de apoio à sua indústria.


Com base nesse contexto, analise as assertivas abaixo:



I. As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos afetaram vários setores exportadores brasileiros, reduzindo sua competitividade e pressionando a capacidade produtiva e os preços internos.


II. A medida tarifária isentou cerca de metade dos produtos brasileiros exportados para os EUA, o que reduziu os impactos negativos sobre a balança comercial brasileira.


III. O Brasil abandonou imediatamente iniciativas diplomáticas e aceitou as tarifas como inevitáveis, sem buscar medidas de negociação ou resposta estratégica.


IV. A nova tarifação não favoreceu os produtos agrícolas brasileiros; ao contrário, ampliou as dificuldades de exportação para aquele mercado.



Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3782875 Economia

Observe o gráfico a seguir.



                                                        Imagem associada para resolução da questão


O gráfico apresenta as variações dos indicadores do PIB no primeiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. Com base nos dados, analise as afirmativas a seguir sobre os fatores que impactaram as variações e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa. 


(   ) O crescimento do setor agropecuário foi impulsionado pelas condições climáticas favoráveis, com destaque para a produção de grãos, que se beneficiou tanto da intensidade da demanda internacional quanto da melhoria na produtividade das lavouras.


(   ) A desaceleração no crescimento do setor de serviços foi influenciada pela redução do ritmo nas atividades econômicas relacionadas ao comércio, aos transportes e aos serviços de utilidade pública.


(    )  O crescimento do consumo das famílias foi impulsionado pela geração de empregos, pelo aumento do salário-mínimo e pela expansão do crédito, fatores que contribuíram para manter a demanda doméstica aquecida no Brasil.



Assinale a opção que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.  

Alternativas
Respostas
321: A
322: B
323: D
324: D
325: B
326: B
327: D
328: D
329: C
330: C
331: C
332: C
333: C
334: C
335: D
336: D
337: E
338: D
339: A
340: A