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( ) Ocorreram inicialmente nos Estados Unidos e na Inglaterra e se estenderam, ao longo da década de 1980, para outros países.
( ) Baseavam-se, principalmente, na organização de sistemas de avaliação padronizada e diagnóstica para estudantes de diferentes níveis de escolaridade.
( ) Na década de 1990 estavam centralizadas nas ideias das organizações internacionais como, por exemplo, a OCDE.
As afirmativas são, respectivamente,
I. Está relacionada à concretização das ações propostas pela própria escola por meio do Projeto Político Pedagógico.
II. Está definida em diferentes graus pela legislação do sistema, pelos planos e pelas diretrizes educacionais.
III. Intensifica-se segundo a capacidade de questionamento e reflexão dos atores escolares.
Assinale:
1. Epitácio Pessoa (1901)
2. Rivadávia Correa (1911)
3. Francisco Campos (1931)
( ) Determina que o ensino secundário passe a ter sete séries, sendo cinco de Educação Básica e duas preparatórias para futuras especializações.
( ) Estabelece a liberdade total para o Ensino Superior, do ponto de vista didático e administrativo.
( ) Enfatiza os aspectos regulatórios, o processamento dos exames e o acesso feminino aos cursos secundários e superiores.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
I. Ampliam o repertório de habilidades sociais dos professores.
II. Desarticulam o comportamento dos professores com os dos alunos.
III. Valorizam as habilidades sociais para o desenvolvimento acadêmico e social dos alunos.
Assinale:
I. Estrutura-se em planos e projetos curriculares e de ensino.
II. Caracteriza-se pela ação individual dos professores sem estar articulado com as necessidades das turmas.
III. É uma atividade de ensino e aprendizagem determinada por uma intencionalidade educativa.
Assinale:
1. Políticas de Educação Crítica
2. Políticas de Educação para a Conformidade
3. Políticas de Educação e Formação para a Competitividade
( ) Estabelecem patamares mínimos de caráter universal e de conhecimentos de natureza funcional úteis para o desenvolvimento econômico.
( ) Valorizam a gestão de recursos humanos e a formação de instrumentos de promoção da qualidade do trabalho, de caráter técnico e racional.
( ) Procuram articular modalidades educativas distintas em programas integrados e inclusivos, aceitando espaços e tempos que estão além da escola e suas regras.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
“... não se constitui na simples produção de um documento, mas na consolidação de um processo de ação-reflexão-ação, que exige o esforço conjunto e a vontade política do coletivo escolar.”
Assinale a opção que indica o conceito apresentado no fragmento acima.
I. São orientações que visam a assegurar a formação básica comum nacional.
II. Estimulam a reflexão para subsidiar a formulação, execução e avaliação do projeto político-pedagógico.
III. Orientamos cursos de formação inicial e continuada de profissionais – docentes, técnicos e funcionários – da Educação Básica.
Assinale:
“As tendências pedagógicas brasileiras foram muito influenciadas pelo momento cultural e político da sociedade. A _____ parte de uma análise crítica da realidade social e sustenta, implicitamente, as finalidades sociopolíticas da educação. Suas propostas não condizem com as ideias implantadas pelo capitalismo."
Assinale a opção que completa corretamente a lacuna do fragmento acima.
Cabe ao Estado garantir, a partir da nova redação do Art. 4º da LDB instituída pela Lei nº 12.796, de 2013:
Se pensarmos na Educação em seu sentido mais amplo, que transcende o cenário e as práticas escolares, a aceitação ou negação das diferentes crenças religiosas exerce um papel formativo e identitário muito importante no sujeito.
Por sua vez, criou-se uma discussão muito polêmica na área da educação escolar sobre como lidar com a temática religiosa dentro da escola pública e, supostamente, laica.
Apesar das divergentes perspectivas políticas sobre a temática, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 decreta que:
O currículo, entretanto, não é apenas aquilo que é conscientemente planejado.
“Pode-se definir currículo oculto da escola como o conjunto de normas sociais, princípios e valores transmitidos tacitamente através do processo de escolarização. Não aparece explicitado nos planos educacionais, mas ocorre sistematicamente produzindo resultados não acadêmicos, embora igualmente significativos. Em certo sentido, representa a operacionalização - ainda que não declarada - da função social de controle que a escolarização exerce.” (VALLANCE, apud GIROUX, Teoria crítica e resistência em educação. Petrópolis, Vozes, 1986).
Dessa forma, poderia compor o que Vallence define como currículo oculto:
Para Antonia Medina, o supervisor deve buscar afastar-se de uma atuação linear, hierarquizada e burocrática da supervisão, que, além de comum em nossas redes, vem sendo, já há muitos anos, questionada pelos profissionais da educação, inclusive, pelos próprios supervisores escolares.
A fim de superar essa perspectiva burocratizada do supervisor, a autora sugere uma ação de supervisão centrada na prática docente, mas sem que essa se confunda com um processo de assessoria ou consultoria ao professor. Dessa forma, tanto o supervisor quanto o corpo docente terão o mesmo objeto prioritário de trabalho: a relação de ensino-aprendizagem.
Nessa perspectiva da supervisão escolar, o supervisor assume, sobretudo, um papel de:
Sendo a sala de aula um espaço marcado pela diversidade de saberes e desejos, pelo movimento, pela surpresa e pela desordem, para que ou para quem serve esse modelo de avaliação? Assim, Esteban afirma a necessidade de um processo avaliativo investigativo, contínuo e que respeite a diversidade.
Em contraponto a essa perspectiva, a avaliação homogênea se caracterizaria como um:
“Dessa forma, o que determina o caráter [...] da administração é a natureza dos objetivos que ela busca concretizar, os quais – em conjunto e como resultante das forças sociais predominantes em um determinado momento histórico, de uma dada formação econômico-social – acabam por determinar a própria forma em que se dá a atividade administrativa.” (Paro, V. H. Administração Escolar: introdução crítica. 17ª Ed. Cortez Editora, São Paulo. 2012. P. 206.)
Nessa medida, é essencial que a gestão da escola se guie pelas perspectivas, concepções e metas elaboradas e planejadas em conjunto pela comunidade escolar, por meio, sobretudo:
Para o autor, com a entrada dos menos abastados na escola, o que se fez foi substituir a eliminação clara e evidente dessa camada social logo no início da escolarização, por uma eliminação suave e diluída desses jovens ao longo desse processo. Dessa forma, criam-se no cenário escolar diversas mecânicas, como classes de aceleração ou a aprovação com dependência em disciplina para maquiar a exclusão desses jovens.
Como consequência desse processo, vemos alunos saindo da escola com uma grande defasagem idade/série e, quando se formam, com diplomas socialmente desvalorizados. Dessa forma, para Bourdieu, essa escola “para todos” é ainda mais perversa do que seu modelo anterior, na medida em que:
Uma de suas diretrizes é a adoção: