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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3ª edição, revista, atualizada e ampliada, 2018), a utilização do e-mail, como sistema de transmissão de mensagens eletrônicas, transformou-se na principal forma de envio e recebimento de documentos na administração pública.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o uso do e-mail.
Assinale a alternativa CORRETA.
Com base nas normas constantes no Manual de Redação da Presidência da República (3ª edição, revista, atualizada e ampliada, 2018), os atributos da redação oficial devem caracterizar-se por:
Os perigos semânticos do racismo
Casos de preconceito expõem uso indiscriminado da palavra "racismo", confundida com “injúria” e “apologia à violência”.
Todas as profissões possuem vocabulário próprio, um glossário que permite comunicação mais efetiva entre os que trabalham em determinada área do conhecimento humano. Com o Direito não é diferente. As letras forenses são plenas de particularidades e aforismos próprios, familiares aos que militam nas lides judiciais, mas bastante estranhos à população em geral.
Alguns problemas surgem porque, ao contrário do que observamos em outras ciências, os termos jurídicos têm, não raro, um segundo significado, comum e muito difundido, circunstância que frequentemente leva confusão aos que batem às portas dos tribunais em busca de justiça. São palavras como: “queixa”, “exceção”, “suspeição”, “competência”, cujo significado popular difere, em muito, do sentido técnico, muitas vezes bastante difícil de ser explicitado ao leigo. Um dos exemplos mais veementes dessa dicotomia é o vocábulo “racismo”.
Numa série de episódios recentes, de ataques a nordestinos e outros atores sociais, o termo voltou a movimentar o debate no país. Para o senso comum, “racismo" significa toda e qualquer forma de “preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior” (HOUAISS, 2009), englobando condutas variadas, que vão da simples ofensa verbal a atos sociais discriminatórios ou violência física.
Em sentido técnico, no entanto, o termo remete a “crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor", tipificados pela Lei n° 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que usa, nas diversas figuras penais, frases como: “impedir ou obstar o acesso”, “negar ou obstar emprego”, “recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso", “recusar hospedagem", “recusar atendimento”, “impedir ou obstar casamento”, “impedir ou obstar convivência social” e outros comportamentos, sancionados com penas que variam de um mínimo de um a um máximo de cinco anos de reclusão [...]. São condutas ligadas à ideia de exclusão, de eliminação, de óbice concreto ao exercício de um direito, ao sentimento íntimo de proscrição do outro, que toma tais condutas desprezíveis.
É necessário, no entanto, diferenciar esses crimes da injúria (ofensa verbal), qualificada por “elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”, prevista pelo art. 140, §3°, do Código Penal e que recebe pena abstrata de “reclusão de um a três anos e multa”.
Mal comparando, para a lei, uma coisa é impedir alguém de entrar num restaurante ou tratá-lo mal por ele ser negro ou nordestino. Outra é injuriar alguém, com base em ofensas de conteúdo racial.
Tema bastante polêmico, não raro vemos nos noticiários pessoas, atingidas em sua honra por expressões alusivas à origem social ou étnica, dizendo-se vítimas de racismo e indignadas porque a autoridade policial não tipificou a conduta na Lei n° 7.716/89, mas sim na injúria prevista no Código Penal.
A própria mídia, por vezes desinformada, concorre para essa confusão e acaba, involuntariamente, por estimular o atrito, inquinando como faltosas condutas funcionais absolutamente corretas.
Importa esclarecer que a Justiça tem peculiaridades e o autor do delito, de uma forma ou outra, seja qual for o nomen juris (a denominação legal) dado ao fato, será efetivamente responsabilizado.
Necessário anotar, enfim, que eliminar tais comportamentos não é tarefa policial. É preciso, mais. É urgente que os homens se conscientizem de sua igualdade intrínseca e de que a cor da pele, a religião ou a origem social não os qualificam como melhores seres humanos.
Assim como o Cavaleiro inexistente, de ltalo Calvino, precisamos abandonar a narcísica armadura reluzente que nos aniquila para poder encontrar o outro, em toda sua dimensão, na divina beleza de sua diversidade.
Fonte: DEL-CAMPO, Eduardo Roberto Alcântara. In: Revista Língua Portuguesa.
Ano 5, nº 62, dez. 2010. (Adaptado).
Observe o quadro a seguir:

Note que as três primeiras colunas não são nomeadas, e sim numeradas de 1 a 3.
Assinale a alternativa que nomeia essas colunas de modo correto.
“No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o serviço público (este/esta ou aquele/aquela Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica; e o destinatário dessa comunicação é o público, uma instituição privada ou outro órgão ou entidade pública, do Poder Executivo ou dos outros Poderes.” (BRASIL, 2018, p. 27) Este trecho foi retirado de uma publicação emitida pela Casa Civil da Presidência da República, a qual estipula as regras de todas os escritos oficiais do país.
Essa publicação se trata da:
Leia o texto a seguir:
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (3ª edição, 2018), “É o instrumento pelo qual Ministros ou outras autoridades expedem instruções sobre a organização e o funcionamento de serviço, sobre questões de pessoal e outros atos de sua competência. Tal como os atos legislativos, … …………. contém parte preliminar, parte normativa e parte final, dessa forma, as considerações do subitem “19.1 Forma e estrutura” são válidas. Porém ... ………….. não possui fecho e, além disso, … ………... relativas às questões de pessoal não contêm ementa.” (p. 147).
Marque (V) para as afirmativas verdadeiras a seguir e (F), para as falsas, conforme o texto 2.
( ) O texto 2 refere-se à definição de um documento oficial chamado portaria. Assim, as lacunas podem ser preenchidas com as palavras a(s) portaria(s).
( ) O texto refere-se à definição de um documento oficial chamado decreto. Assim, as lacunas podem ser preenchidas com as palavras o(s) decreto(s).
( ) No trecho em negrito: “relativas às questões”, temos “às” craseado, pois vem antes de palavra feminina e porque “relativo” é um adjetivo que pede a preposição “a”, cuja função é intermediar a relação entre este nome e seu complemento.
( ) A palavra sublinhada no texto “contêm” está acentuada com o acento circunflexo, pois seu sujeito pessoal está no singular.
( ) Na oração: “É o instrumento pelo qual Ministros ou outras autoridades expedem instruções sobre a organização e o funcionamento de serviço, sobre questões de pessoal e outros atos de sua competência” a vírgula é empregada, pois antecede uma preposição.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.
Na coluna da esquerda, estão apresentados elementos que demarcam a redação de um texto oficial, conforme o Manual de Redação da Presidência da República, e na da direita, a caracterização de cada um. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1. Objetividade
2. Impessoalidade
3. Clareza
4. Concisão
5. Coesão
( ) Condição que propicia na redação oficial a ausência de impressões individuais de quem elabora.
( ) Predicado do texto que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras.
( ) Singularidade que conduz o leitor ao contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios, sem excesso de palavras e de ideias.
( ) Condição que propicia imediata compreensão pelo leitor, bem como percepção da ideia transmitida num texto por meio da articulação da linguagem comum ou técnica.
( ) Atributo que favorece a conexão, a ligação, a harmonia entre as partes de um texto.
Assinale a sequência correta.
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Considerando que a proposta ora apresentada
encontra‐se sem os devidos argumentos que as
sustente, esta Diretoria posiciona‐se com parecer não
favorável à ela.
Leia as proposições acerca da característica impessoalidade nos documentos oficiais.
I- Impessoalidade do Emissor: Isenção de opinião, de elementos subjetivos. O texto tem caráter informativo, trabalha com dados e fatos. Não há espaço para intimidade.
II- Impessoalidade do Receptor: Deve ser tratado de modo impessoal, como parte de um órgão, sem demonstrações de afeto ou desafeto, com pronomes de tratamento adequados. O público é tratado como conjunto de cidadãos, de forma homogênea.
III- Impessoalidade do Assunto: Sempre assuntos de interesse público, afetos ao serviço público. Não cabe aqui tratar de assuntos de interesse pessoal do servidor, que, em comunicações oficiais, está representando o órgão.
Tais recomendações, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, são
O Manual de Redação da Presidência da República recomenda que as palavras sejam acentuadas graficamente de acordo com os princípios normativos vigentes no Brasil.
Marque nos enunciados a seguir a alternativa que desrespeita essa recomendação.
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, a clareza é requisito básico de todo texto oficial. Por isso a ambiguidade deve ser evitada nos textos oficiais.
Nos enunciados a seguir marque o que NÃO apresenta ambiguidade.
Considerando-se as disposições do Manual de Redação da Presidência da República, são princípios essenciais que orientam a elaboração dos atos e comunicações oficiais:
I- Impessoalidade, uniformidade, concisão.
II- Marcas de pessoalidade, clareza de expressão, subjetividade.
III- Ambiguidade, concisão e clareza.
É VERDADE o que se afirma em: