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I - O colostro é o primeiro leite que sai do peito materno e é produzido nos primeiros dias após o parto. Apresenta-se em menor quantidade em comparação com o leite maduro, que é adequada para os primeiros dias de vida do recém-nascido.
II - Caracteriza-se “aleitamento materno exclusivo” quando a criança recebe somente leite materno, direto da mama ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou xaropes contendo vitaminas, sais de reidratação oral, suplementos minerais ou medicamentos.
III - Recomenda-se aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Não há vantagens em se iniciar alimentos complementares antes do sexto mês de vida, podendo, inclusive, haver prejuízos à saúde da criança.
IV - O exercício que a criança faz para retirar o leite da mama é muito importante para o desenvolvimento adequado de sua cavidade oral, propiciando uma melhor conformação do palato duro, o que é fundamental para o alinhamento correto dos dentes e uma boa oclusão dentária.
V - A técnica de amamentação, ou seja, a maneira como a dupla mãe/bebê se posiciona para amamentar/mamar e a pega/sucção do recém-nascido são muito importantes para que o bebê consiga retirar, de maneira eficiente, o leite da mama e também para não machucar os mamilos.
VI - Para mães infectadas pelo HIV recomenda-se reestruturar o plano de amamentação. Uma vez que a carga viral aumentada, ao produzir processo inflamatório sistêmico, acarretando déficit no sistema imunológico da mulher, o leite materno deverá ser oferecido em “aleitamento materno misto”, ou seja, associado a outros tipos de leite (complemento).
Nome: A.P.S.; idade: 45 anos; sexo: feminino; cor: parda; estado civil: casada; profissão: dona do lar. Queixa principal: “estou com muita coceira e corrimento vaginal há duas semanas.”
- História da doença atual: paciente relata início de prurido intenso na região genital há aproximadamente 14 dias, acompanhado de corrimento vaginal abundante, amarelado e com odor desagradável. Refere ardência ao urinar, polaciúria e desconforto durante as relações sexuais e informa que os sintomas têm prejudicado seu sono e suas atividades diárias devido ao desconforto constante. Relata ter tido vergonha de procurar atendimento anteriormente.
- Antecedentes pessoais: nega doenças crônicas, alergias medicamentosas e cirurgias prévias.
- Antecedentes ginecológicos: menarca aos 11 anos, ciclos menstruais regulares, última menstruação há 12 dias, 1 parto.
- Histórico familiar: mãe viva, 75 anos, hipertensa. Pai falecido, vítima de acidente de trânsito. - Histórico social: relata conflito familiar e possui ensino médio completo.
- Histórico econômico: renda familiar de aproximadamente 1 salário-mínimo.
Exame físico: paciente consciente, orientada, comunicativa, apresentando desconforto devido ao prurido genital. PA: 120 x 80 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 18 rpm; temperatura axilar: 36,8 °C.
Exame genital: corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, espumoso, odor fétido, sensibilidade aumentada no colo uterino, hiperemia vulvar moderada.
A etapa de Avaliação de Enfermagem consiste na coleta sistemática de dados subjetivos e objetivos para subsidiar as etapas subsequentes do Processo de Enfermagem. Ao analisar o caso clínico da paciente A.P.S., o enfermeiro identifica diversas informações relevantes para a compreensão do problema de saúde apresentado.
Considerando a classificação dos dados coletados durante a avaliação de enfermagem, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente dados objetivos.
Durante a coleta do exame preventivo em uma paciente de 25 anos, o enfermeiro observou sangramento ao toque da espátula e presença de secreção mucopurulenta no colo do útero. O resultado laboratorial confirmou uma cervicite por clamídia, que é causada por uma infecção __________, que pode ser tratada com __________ e, se não tratada, pode evoluir para __________.
I. Inscrever a gestante no pré-natal, abrindo a carteirinha da gestante.
II. Vincular as gestantes no hospital/maternidade, de acordo com sua Estratificação de Risco.
III. Realizar as consultas de pré-natal conforme cronograma, avaliando em cada consulta possíveis alterações e mudança na Estratificação de Risco.
IV. Garantir no mínimo 4 consultas de pré-natal, considerando a abertura da carteirinha da gestante no primeiro trimestre de gestação.