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Considere as definições dos quadrantes de testes ágeis:
I. Testes que focam no negócio e criticam o produto: são os testes de aceitação feitos na homologação do produto ou de suas partes, testes betas e testes exploratórios. São testes feitos não com o objetivo de dizer que o software funciona, mas de encontrar defeitos. Bons analistas de testes possuem técnicas para encontrar defeitos que poucos desenvolvedores conhecem.
II. Testes que focam na arquitetura e suportam o time: são os testes unitários e de componentes. Estes são realizados e são de responsabilidade dos próprios desenvolvedores. O papel do analista de testes nesse quadrante é o de apoiar, suportar e expandir conhecimentos entre os desenvolvedores sempre que necessário. De preferência isso é feito em par com o desenvolvedor no momento de elaborar os testes unitários automatizados.
III. Testes que focam na arquitetura e criticam o produto: são os testes de performance, de carga e de segurança. Esses são de responsabilidade dos analistas de testes e costumam ser feitos quando partes da aplicação já estão prontas e, especialmente, antes da entrada de um release em produção.
IV. Testes que focam no negócio e suportam o time: são testes funcionais diferenciados, que idealmente utilizam a técnica de Behavior-Driven Development e Acceptance Test-Driven Development. Isto é, são testes e cenários de exemplo realizados pelos testadores em conjunto com os clientes, usuários e analistas de negócio. Com base nesses exemplos e cenários os desenvolvedores terão melhores condições de desenvolver e entender os requisitos.O foco desses testes não é encontrar o maior número de defeitos e sim ajudar clientes e desenvolvedores a se entenderem melhor.
A associação correta entre as definições I, II, III e IV e os quadrantes Q1, Q2, Q3 e Q4 é apresentada em

O diagrama e a lacuna da caixa em branco referem-se, respectivamente, aos diagramas UML de

Considere a figura acima e analise as seguintes afirmativas sobre gerência de configuração e mudanças:
I. A figura sugere que cada vez que se modifica o projeto, a ferramenta registra o estado dos arquivos e armazena uma referência para essa captura. Se um dos arquivos não sofre alteração, seu estado não é alterado, apenas é criado um link para a versão anterior que já foi armazenada.
II. Um Sistema de Controle de Versões (SCV) combina procedimentos e ferramentas para gerir diferentes versões de objetos de configuração que são criados durante o processo de software. Um SCV implementa ou está ligado a um banco de dados de projeto (repositório) que guarda os objetos de configuração relevantes.
III. Um repositório de gestão de configuração de software é um conjunto de estruturas de dados que permite a uma equipe de software gerir as modificações de modo efetivo. Propicia funções que impedem que as informações sejam compartilhadas entre vários desenvolvedores para garantir a integridade dos dados, porém não consegue detectar diferenças entre arquivos binários.
Está correto o que consta APENAS em
No início de cada sprint é feito um
, no qual a equipe prioriza os elementos do
a serem implementados e transfere esses elementos para o
, ou seja, a lista de funcionalidades a serem implementadas no ciclo que se inicia. A equipe se compromete a desenvolver as funcionalidades e o
se compromete a não trazer novas funcionalidades durante o mesmo sprint. As lacunas I, II, III e IV são preenchidas, correta e respectivamente, por
1. Compreensão do domínio: os analistas devem desenvolver sua compreensão do domínio da aplicação.
2. Coleta de requisitos: processo de interagir com os stakeholders do sistema para descobrir seus requisitos.
3. Classificação: atividade que considera o conjunto não estruturado dos requisitos e os organiza em grupos coerentes.
4. Resolução de conflitos: Solucionar conflitos decorrentes do envolvimento de múltiplos stakeholders.
5. Definição das prioridades: envolve a interação com os stakeholders para a definição dos requisitos mais importantes.
6. Descarte de requisitos: atividade de descartar requisitos menos importantes, baseando-se nas indicações dos stakeholders.
7. Verificação de requisitos: os requisitos são verificados para descobrir se estão completos e consistentes e se estão em concordância com o que os stakeholders desejam do sistema.
8. Modelagem de requisitos: os requisitos são modelados utilizando-se o diagrama de casos de uso e de sequência da UML.
Faz parte do processo de levantamento e análise de requisitos o que consta em APENAS 1, 2,
O texto acima apresenta a metodologia ágil conhecida como


Ao se completar a tabela 4, o total de pontos de função das transações é

O diagrama de classe que representa corretamente a relação entre ClasseB e ClasseC está representado em
I. É uma ferramenta gratuita e de código aberto para modelagem de dados que trabalha com o modelo lógico, desenvolvida pela fabFORCE sob a licença GNU GPL. É um software multiplataforma (Windows e Linux) implementado em Delphi/Kylix. Além de permitir a modelagem, criação e manutenção de bancos de dados, esta ferramenta possibilita também a engenharia reversa, gerando o modelo de dados a partir de um banco existente, e ainda possibilita o sincronismo entre o modelo e o banco. Foi construída originalmente para oferecer suporte ao MySQL, porém também suporta outros SGBDs como Oracle, SQL Server, SQLite e outros que permitam acesso via ODBC.
II. É uma ferramenta desenvolvida pela empresa Popkin Software. Tem a vantagem de ser uma ferramenta flexível para a empresa que trabalha com a Análise Estruturada de Sistemas. Tem como característica importante o fato de ser uma ferramenta workgroup, ou seja, é possível compartilhar um mesmo projeto entre diversos analistas de desenvolvimento. Em um único repositório são colocadas todas as informações do projeto. Os projetos podem ser agrupados por sistemas e subsistemas; existe uma enciclopédia do SA correspondente a cada um deles. Essas enciclopédias ficam armazenadas na rede de acordo com as áreas de trabalho dos analistas.
III. É uma ferramenta CASE para modelagem de dados relacional e dimensional, que permite a construção de modelos de dados lógicos e modelos de dados físicos, comercializada pela CA (Computer Associates). Permite ao usuário trabalhar com três tipos de modelos de dados: somente lógico (Logical Only), somente físico (Physical Only) ou lógico e físico (Logical/Physical). Antes da versão 4, todo modelo de dados tinha, obrigatoriamente, o modelo lógico e o modelo físico juntos, ou seja, o modelo sempre era do tipo Logical/Physical. Em versão recente, foi incluído o recurso de derivação de modelos que permite gerar um modelo de dados a partir de outro. Também oferece o recurso de sincronização entre os modelos de dados (Sync with Model Source).
As ferramentas CASE I, II e III são, respectivamente:
Considere as seguintes premissas:
I. O código fonte não tem dono e ninguém precisa ter permissão concedida para poder modificar o mesmo. O objetivo com isto é fazer a equipe conhecer todas as partes do sistema.
II. Geralmente a dupla é criada com alguém sendo iniciado na linguagem e a outra pessoa funcionando como um instrutor. Como é apenas um computador, o novato é que fica à frente fazendo a codificação, e o instrutor acompanha ajudando a desenvolver suas habilidades. Dessa forma o programa sempre é revisto por duas pessoas, evitando e diminuindo assim a possibilidade de erros.
Fazem parte do modelo de desenvolvimento
Pedro realizava testes
I. Emprega uma abordagem orientada a objetos como seu paradigma de desenvolvimento preferido e envolve um conjunto de regras e práticas constantes no contexto de quatro atividades metodológicas: planejamento, projeto, codificação e testes.
II. Seus princípios são usados para orientar as atividades de desenvolvimento dentro de um processo que incorpora as seguintes atividades estruturais: requisitos, análise, projeto, evolução e entrega. Em cada atividade metodológica ocorrem tarefas a realizar dentro de um padrão de processo chamado sprint.
III. Faz uso do teste de unidades como sua tática de testes primária. À medida que cada classe é desenvolvida, a equipe desenvolve um teste de unidade para exercitar cada operação de acordo com a sua funcionalidade especificada. À medida que um incremento é entregue a um cliente as histórias de usuários ou casos de uso implementados pelo incremento são usados como base para testes de aceitação.
IV. O jogo do planejamento se inicia com a atividade de ouvir (que constitui uma atividade de levantamento de requisitos). Essa atividade conduz à criação de um conjunto de histórias de usuários que descreve o resultado, as características e a funcionalidade requisitados para o software a ser construído.
A associação correta entre cada item e o respectivo processo ágil é