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Q3880961 Português
Segundo as ideias do Texto, a relevância central da atuação do secretário escolar reside no fato de que ele
Alternativas
Q3880920 Português
        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.

(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
No trecho “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis.”, a expressão destacada pode ser substituída, mantendo- -se a norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, por:
Alternativas
Q3880919 Português
        Apenas um país produz os sete alimentos básicos (frutas, vegetais, laticínios, peixes, carne, sementes e alimentos ricos em amido) em quantidades suficientes para suprir as necessidades de sua população. É a Guiana, um dos menores países da América do Sul. De acordo com um estudo da Universidade de Göttingen, na Alemanha, China e Vietnã ficaram em segundo lugar, produzindo alimentos suficientes para responder às necessidades de suas populações em seis das sete categorias. Seis países não conseguiram atingir a autossuficiência em nenhum grupo alimentar. O Brasil é autossuficiente em cinco categorias – faltaram vegetais e peixes. O estudo verificou que muitos países ainda dependem de um único parceiro comercial para mais da metade de suas importações de alimentos. “A forte dependência de importações de um único país pode deixar as nações vulneráveis”, comentou Jonas Stehl, economista da Universidade de Göttingen.

(O único país autossuficiente em alimentos.
https://revistapesquisa.fapesp.br, 07.2025. Adaptado)
A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3880918 Português
A palavra destacada pode ser substituída por “os”, mantendo-se a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.
Alternativas
Q3880917 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto alterado mantém a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3880916 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
No trecho “… os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.” (1º parágrafo), as vírgulas foram empregadas pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q3880915 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
Duas palavras empregadas com o mesmo sentido no texto estão destacadas em:
Alternativas
Q3880914 Português
        A dependência de ajuda externa, a instabilidade política, a pobreza crônica e os efeitos das mudanças climáticas estão entre os entraves que impedem Burkina Faso, um país da África, de alcançar a sonhada soberania alimentar.

        Atualmente, cerca de 80% da população está envolvida na atividade agrícola, que representa um terço do PIB. Mesmo assim, o país ainda importa mais de 200 mil toneladas de arroz por ano.

        Em resposta a esse desafio, o governo lançou em 2023 a chamada Ofensiva Agrícola, que vem revolucionando o meio rural e sendo um modelo para o continente. O objetivo central é pôr fim à dependência de importação de produtos alimentares de grande consumo.

        Segundo Mark Gansonré, produtor rural e representante das associações de camponeses na Assembleia Nacional de Transição, o novo governo buscou ouvir os agricultores do país ao implementar o programa.

        “Desde 2002, nós conduzimos uma série de ações, começando por reivindicar o reconhecimento da agricultura como uma profissão plena e legítima. Criamos uma lei de orientação agrícola para estruturar esse reconhecimento. Também trabalhamos para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao crédito. No ano passado, este governo destinou bilhões para a compra de equipamentos agrícolas, colocando-os à disposição dos agricultores”, celebra Gansonré.

        A ofensiva já trouxe resultados na autossuficiência alimentar: os rendimentos por hectare no país aumentaram drasticamente desde o início da ofensiva, com melhorias de cerca de 35% a 40%. Mais importante ainda, o país alcançou excedentes de cereais por dois anos sucessivos, um contraste com o padrão histórico de déficits antes da atual gestão. Em 2024, seis milhões de toneladas de cereais foram colhidas em Burkina Faso.

        “O terrorismo obrigou mais de um milhão de pessoas a se deslocarem e a maior parte dessa população estava no meio rural. Apesar do abandono de várias áreas agrícolas que não puderam ser cultivadas, houve um acompanhamento significativo para que, nas regiões onde ainda há capacidade produtiva, os agricultores pudessem intensificar a produção e alimentar o povo burquinense”, destaca Gansonré.

(Pedro Stropasolas. Ofensiva agrícola: como Burkina Faso caminha para ser autossuficiente na produção de alimentos. www.brasildefato.com.br, 09.11.2025. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3880913 Português
A regência nominal e verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3880912 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão:

(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
No trecho “Isso é antinatural e doentio!”, o garoto emprega a palavra
Alternativas
Q3880911 Português
Leia a tirinha a seguir para responder a questão:

(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 12.11.2025. Adaptado)
A partir da leitura da tira, é possível afirmar que
Alternativas
Q3880870 Português
Leia a tira a seguir para responder a questão:


(Charles M. Schulz, Minduim. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos)
Assinale a alternativa em que a fala “Eu te alimento bem e você tem uma boa casa.” (2º quadro) está reescrita conforme a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes.
Alternativas
Q3880869 Português
Leia a tira a seguir para responder a questão:


(Charles M. Schulz, Minduim. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos)
A partir da leitura da tira, conclui-se que 
Alternativas
Q3880868 Português
Considere o texto a seguir:
O Pix ajudou _______quebrar barreiras históricas de acesso ______________ transações financeiras formais. O sistema tornou-se referência global, contrariando _____________ lógica de que grandes inovações vêm sempre de fora e posicionando o Brasil como protagonista de um futuro de pagamentos disponíveis     todos.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q3880867 Português
Assinale a alternativa que está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3880866 Português
        Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de 2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira do mundo.

        De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025. Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso a serviços financeiros.

        O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades entre diferentes regiões do país.

        Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou, assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços públicos e o varejo.

        O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.

(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste. verdesmares.com.br. Adaptado)
No trecho “... como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores.” (3º parágrafo), o termo destacado estabelece relação de sentido de 
Alternativas
Q3880865 Português
        Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de 2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira do mundo.

        De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025. Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso a serviços financeiros.

        O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades entre diferentes regiões do país.

        Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou, assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços públicos e o varejo.

        O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.

(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste. verdesmares.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica circunstância de modo, como no trecho “Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança...” (1º parágrafo).
Alternativas
Q3880864 Português
        Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de 2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira do mundo.

        De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025. Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso a serviços financeiros.

        O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades entre diferentes regiões do país.

        Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou, assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços públicos e o varejo.

        O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.

(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste. verdesmares.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo da vírgula preserva a norma-padrão de pontuação e o sentido original do texto.
Alternativas
Q3880863 Português
        Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de 2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira do mundo.

        De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025. Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso a serviços financeiros.

        O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades entre diferentes regiões do país.

        Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou, assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços públicos e o varejo.

        O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.

(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste. verdesmares.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada está empregada em sentido próprio.
Alternativas
Q3880862 Português
        Quando o Banco Central lançou o Pix em novembro de 2020, talvez nem o mais otimista dos especialistas imaginasse a velocidade e a profundidade com que o sistema transformaria o cotidiano financeiro dos brasileiros. Cinco anos depois, é possível afirmar com segurança: o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos, mas sim uma das maiores histórias de inclusão e inovação financeira do mundo.

        De acordo com o estudo “Geografia do Pix”, da Fundação Getulio Vargas, mais de 90% da população adulta realizou pelo menos uma transferência via Pix em outubro de 2025. Isso significa que o Pix não só popularizou o uso do dinheiro digital, como também rompeu barreiras históricas de acesso a serviços financeiros.

        O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil. Segundo o estudo, os Estados da região Norte, como Amazonas, Amapá e Pará, estão entre os que mais utilizam o sistema, mesmo com valores médios de transação menores. Essa distribuição revela um movimento de inclusão real, no qual a conectividade, a educação digital e a confiança tecnológica começam a nivelar as oportunidades entre diferentes regiões do país.

        Em um país em que o dinheiro físico ainda predominava, o Pix promoveu um novo comportamento financeiro, em que rapidez, conveniência e confiança passaram a ser valores percebidos por seus usuários. O brasileiro se digitalizou, assim como digitalizou seu negócio: o comércio, os serviços públicos e o varejo.

        O Pix é, acima de tudo, uma vitória da inovação brasileira. Em um mundo onde muitas revoluções digitais vieram de fora, o Brasil exporta um modelo próprio eficiente, seguro e inclusivo, que hoje serve de referência a outros países. Ao celebrarmos esses cinco anos, o que vemos é mais do que um marco tecnológico: é a consolidação de um novo paradigma econômico, em que o dinheiro circula com agilidade e rapidez e as pessoas participam mais ativamente da economia digital. O futuro dos pagamentos será instantâneo e inclusivo e o Brasil já está na linha de frente dessa transformação.

(Jorge Iglesias, “Cinco anos de Pix: o Brasil no centro da revolução financeira digital”. Disponível em: https://diariodonordeste. verdesmares.com.br. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
•  “... o Pix não é apenas um caso de sucesso em pagamentos instantâneos...” (1º parágrafo)
•  “O impacto é ainda mais expressivo quando olhamos para o mapa do Brasil.” (3º parágrafo)

Considerando o sentido que expressam no contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Respostas
19781: E
19782: A
19783: B
19784: E
19785: B
19786: B
19787: E
19788: D
19789: C
19790: E
19791: D
19792: C
19793: A
19794: B
19795: A
19796: D
19797: E
19798: E
19799: C
19800: C