Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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Para responder à questão, leia a crônica abaixo.
Quem deve ser condenado por nossos vícios?
Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.
O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?
Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.
Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.
Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.
Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.
Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.
Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.
O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.
Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.
Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.
Autora: Ruth de Aquino
I. Em Mas nem tudo é culpa delas, a conjunção adversativa sublinhada introduz de forma efetiva uma quebra de expectativa em relação à aprovação da condenação das empresas feita no trecho imediatamente anterior.
II. No fragmento porque até o infantil tem desenhos e games estúpidos, o conectivo sublinhado estabelece uma nítida relação de causa, justificando o exato motivo pelo qual seria melhor sequer ter o aplicativo na televisão.
III. No trecho caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça, o vocábulo sublinhado introduz uma oração subordinada que expressa uma finalidade irrefutável e obrigatoria para o iminente pagApenas I.amento da polêmica indenizaçào.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia a crônica abaixo.
Quem deve ser condenado por nossos vícios?
Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.
O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?
Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.
Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.
Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.
Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.
Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.
Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.
O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.
Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.
Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.
Autora: Ruth de Aquino
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia a crônica abaixo.
Quem deve ser condenado por nossos vícios?
Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.
O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?
Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.
Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.
Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.
Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.
Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.
Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.
O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.
Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.
Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.
Autora: Ruth de Aquino
( ) A intensa citação das severas dependências químicas enfrentadas no passado pela propria autora atua como uma forte estrategia argumentativa para demonstrar, na prática, que a extrema fragilidade perante o vício é uma condição humana indesejável, mas universalmente comum.
( ) A reflexiva narrativa isenta de forma completa e absoluta os familiares de qualquer pontual responsabilidade na criação dos filhos, afirmando de modo dogmático que a educação infantil contemporânea deve ser obrigatoriamente terceirizada de forma integral aos coloridos aplicativos.
( ) A nítida comparação abertamente estabelecida entre o destrutivo cigarro e as engajadoras plataformas virtuais serve para exigir de modo público que as autoridades da área da saúde adotem corretas posturas de alerta oficial e de regulação estatal sobre os virtuais serviços prestados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
O papel do Acompanhante Terapêutico no ambiente escolar é de extrema importância para garantir o apoio e _______________necessários às crianças neurodiversas durante seu processo educacional. Assim, o AT atua como um profissional capacitado que acompanha a criança no ambiente escolar, auxiliando-a em suas necessidades _______________, promovendo sua inclusão e maximizando seu desenvolvimento acadêmico, social e emocional.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
(I)- Ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba.
(II)- Os hiatos são separados em uma única sílaba.
(III)- Os dígrafos ch, lh, nh, gu, qu, pertencem a uma única sílaba.
Coluna I.
A- Vírgula.
B- Ponto final.
C- Ponto e vírgula.
D- Dois-pontos.
Coluna II.
1- Usamos para separar termos coordenados assindéticos (sem ligação por conectivo), de mesma função sintática, que formam, muitas vezes, enumerações.
2- Aplicamos para separar os incisos de leis, decretos, portarias etc.
3- Recorremos para separar o verbo de dizer (dicendi) do discurso direto (fala) da personagem.
4- Empregamos para finalizar as proposições declarativas, simples ou compostas, de sentido completo.
I- Ele nunca foi àquela escola.
II- Mariana vai à praia todos os dias.
III- Benjamim nunca obedeceu às ordens de seu pai.
IV- Aurora chegou à sala e nada falou.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.
( ) Infeliz.
( ) Pernalta.
( ) Amoroso.
( ) Infelizmente.
( ) Usaremos “há” quando houver ideia de tempo passado ou com sentido de existir.
( ) A preposição “a” ocorre quando aparece ideia de distância ou futuro.
( ) Mal pode aparecer como substantivo, advérbio (geralmente de modo) e conjunção (com valor temporal).
( ) A expressão mau é sempre um adjetivo.
I- Por que se demitiu?
II- Eles não explicaram os caminhos porque passaram.
III- Aurora não revelou o porquê de sua saída repentina.
IV- A porta está fechada, por que?
O uso dos porquês está correto:
Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.
Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Estudo encontra níquel em Marte e detalha formação do solo no planeta
Um estudo publicado pela revista Nature Communications, liderado por cientistas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, identificou a presença de níquel em rochas de Marte. A descoberta ajuda a entender como o planeta se formou e evoluiu ao longo de bilhões de anos. Os dados analisados foram coletados pelo rover Perseverance, da Nasa, que explora a cratera Jezero - uma região que já abrigou água no passado. A pesquisa se concentrou na composição química de minerais presentes nas rochas marcianas.
Os pesquisadores identificaram o níquel associado a minerais ricos em ferro, formados em condições específicas ao longo da historia geológica de Marte. Esse tipo de associação é importante porque indica como os elementos químicos foram distribuídos e transformados no planeta ao longo do tempo.
De acordo com o estudo, o níquel não aparece de forma isolada, mas integrado à estrutura mineral das rochas, o que sugere que ele foi incorporado durante processos naturais de formação do solo marciano.
A presença do metal ajuda os cientistas a reconstruir o ambiente antigo de Marte, incluindo as condições químicas que existiam quando as rochas se formaram. Os resultados indicam que o planeta passou por processos geoquímicos complexos, envolvendo interação entre rochas, água e diferentes elementos.
Isso reforça a ideia de que Marte já teve um ambiente mais ativo do ponto de vista geológico do que o observado atualmente.
Apesar da importância da descoberta, os autores não afirmam que o níquel esteja ligado à presença de vida. Ainda assim, compreender como esses elementos se organizam nas rochas é considerado um passo importante para futuras investigações sobre a habitabilidade de Marte.
Os cientistas destacam que análises mais detalhadas - especialmente com amostras que poderão ser trazidas à Terra em futuras missões serão fundamentais para aprofundar o entendimento sobre a composição do planeta.
Fonte: https.//www.metropoles.com/ciencia/niquel-marte-solo-planeta (adaptado)