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Q3889500 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”


No trecho antecedente, a regência do verbo encarregar-se é:

Alternativas
Q3889499 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

O verbo demarcado em “[...] eu teria uns quatorze anos [...]” indica:
Alternativas
Q3889498 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Em se tratando das classes de palavras enumeradas, é verdadeiro afirmar que:
• “Lembro-me de que1 certa noite encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”
• “[...] fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que2 sobre ele caia a escuridão [...]” 
Alternativas
Q3889497 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Tendo por base o vocábulo destacado, nos excertos I e II, aponte a alternativa correta a seguir.
I. “Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações [...]”
II. “[...] o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo [...]” 
Alternativas
Q3888751 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.

Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.

Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.

Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.

Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.


(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Sobre o fragmento “Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888750 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.

Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.

Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.

Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.

Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.


(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Sobre a formação das palavras, considere as afirmativas a seguir.

I. As palavras “redesenha” e “incertezas” formam-se pelo mesmo tipo de derivação, com prefixos diferentes.
II. Os termos “vaivém” e “ex-executivo” são formados pelo mesmo tipo de processo, ou seja, compostos por justaposição.
III. A expressão “geração Z” é um neologismo, uma nova expressão da língua com papel de completar espaços a respeito de um novo conceito.
IV. A expressão “salário emocional”, formada por substantivo e adjetivo, indica um conceito que inclui, por exemplo, reconhecimento, incentivo, folgas e horários flexíveis.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888749 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.

Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.

Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.

Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.

Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.


(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Acerca da pontuação empregada no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. No trecho “diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios”, a vírgula separa o vocativo do sujeito da oração.
II. Os travessões empregados, no segundo parágrafo, podem ser substituídos por vírgulas sem prejuízo de sentido.
III. Nos termos “salário emocional” e “roubar”, as aspas desempenham a mesma função: destacar um sentido especial usado no contexto.
IV. Em “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, as aspas destacam um discurso direto.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3888748 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.

Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.

Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.

Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.

Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.


(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Sobre as características da linguagem do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888747 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


O vaivém entre trabalho remoto, híbrido e presencial, somado ao avanço da inteligência artificial (IA), redesenha o mercado de trabalho no Brasil e amplia as incertezas. Entre empresas que chamam funcionários de volta ao escritório, jovens que pressionam por mais flexibilidade e cargos ameaçados pela automação, especialistas apontam mudanças profundas nos perfis profissionais mais disputados, na estrutura das lideranças e no papel do chamado “salário emocional” nos próximos anos.

Ao longo de 2025, empresas anunciaram o fim – ou a redução – do trabalho 100% remoto. Ao mesmo tempo, a forma como a geração Z encara a vida profissional pressionou empregadores a repensar os modelos de trabalho em vigência.

Em paralelo, o avanço da inteligência artificial passou a ameaçar cargos de entrada. De um lado, CEOs seguem otimistas em relação ao futuro do trabalho, como aponta um relatório recente da Egon Zender. De outro, há profissionais mais infelizes do que nunca, segundo pesquisa da Vidalink.

Grandes empresas devem considerar a entrada de pessoas sem nível universitário para vagas que antes exigiam diploma, afirma Denis Caldeira, consultor de negócios e ex-executivo de empresas como Google e Meta. “Basta saber se a pessoa entrega com qualidade e rapidez”, avalia.

Por outro lado, há estimativas de que a IA pode “roubar” vagas em algumas áreas de profissionais que estão no início de carreira, principalmente quem executa funções administrativas e repetitivas. “Isso não significa menos oportunidades, mas o cargo vai ser diferente com projetos, funções ligadas a dados, atendimento complexo e operação de sistemas digitais”, diz Antonio Carlos Matos, consultor de negócios.

Gustavo Tavares, chefe de talentos para o Brasil na Aon, concorda que a IA deve virar um critério prioritário na hora de contratar. A mudança será mais rápida na forma em que o trabalho é organizado. Para 2026, o avanço da IA vai exigir revisão de cargos, trilhas de carreira e modelos de desenvolvimento. “Funções mais operacionais que podem ser automatizadas tendem a gradualmente desaparecer, enquanto cresce a demanda por habilidades analíticas”, avalia Tavares.


(Adaptado de: RODRIGUES, Jayanne. Retorno aos escritórios e IA guiarão o mercado de trabalho neste ano. O Estado de S. Paulo. Domingo, 4 de janeiro de 2026. Economia e Negócios. B9.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um fato apresentado no texto.
Alternativas
Q3888746 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.

O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.

O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.


(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre o trecho “O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica”, considere as afirmativas a seguir.

I. A repetição do verbo “investir” prejudica a progressão coerente do enunciado.
II. Os termos “relevância” e “fortalecimento” têm papel de caracterizar a palavra “conhecimento”.
III. A locução “da profissão” atribui uma característica ao termo “fortalecimento”.
IV. O uso da expressão “seja...seja” introduz alternativas, funcionando como conjunção.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888745 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.

O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.

O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.


(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre o último parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A conjunção “mas”, precedida da expressão “não é apenas”, tem sentido de adição de ideias.
II. O termo “que” pode ser substituído pela palavra “onde”, sem prejuízo de sentido.
III. A expressão informal “Cabe a nós criar” é típica da oralidade.
IV. A última oração classifica-se como um período simples com sujeito composto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888744 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.

O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.

O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.


(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Acerca dos recursos linguísticos empregados no primeiro parágrafo do texto, considere as afirmativas a seguir.

I. Nas duas ocorrências do termo “para”, os sentidos são diferentes: na primeira indica finalidade e na segunda é um elemento coesivo.
II. Duas funções são desempenhadas pelo termo “que”, nas três ocorrências: duas vezes como pronome relativo e uma vez como conjunção.
III. Os pronomes “nossa” e “nos” são utilizados pelo produtor do texto com a intenção de incluir o público-leitor da revista.
IV. Os dois pontos empregados ocupam o espaço de um termo com sentido conclusivo, podendo ser substituídos pela palavra “portanto”.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3888743 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.

O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.

O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.


(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Sobre a construção sintática do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3888742 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


A evolução da profissão contábil está intrinsecamente ligada à capacidade de formar profissionais preparados para enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, criar soluções para o futuro. Nesse contexto, a educação e a pesquisa contábil assumem papel estratégico: são elas que impulsionam a atualização técnica, fomentam a inovação e asseguram que nossa atuação permaneça alinhada às demandas da sociedade e aos princípios éticos que nos orientam.

O Conselho Federal de Contabilidade reconhece que investir em conhecimento é investir na relevância e no fortalecimento da profissão, seja na formação inicial, seja na produção científica. É por meio da reflexão acadêmica, da troca de experiências e da aplicação prática de novos saberes que geramos impactos positivos, ampliamos horizontes e contribuímos para um desenvolvimento econômico e social sustentável. Ao longo das últimas décadas, a Contabilidade brasileira avançou de forma significativa nesse campo, com a expansão dos programas de graduação e pós-graduação, o fortalecimento de linhas de pesquisa e a participação cada vez mais ativa de nossos profissionais em congressos, fóruns e publicações científicas. Esse movimento comprova que a produção de conhecimento vai além do ambiente acadêmico: ela dialoga com a prática, influencia decisões e contribui para a formulação de políticas públicas e empresariais.

O incentivo à pesquisa, portanto, não é apenas uma atribuição das instituições de ensino, mas um compromisso de toda a classe contábil. Cabe a nós criar ambientes propícios para a geração de ideias, apoiar iniciativas que aproximem teoria e prática e estimular a busca constante por respostas aos desafios impostos por um mundo em rápida transformação. A digitalização de processos, a adoção de novas tecnologias e a crescente complexidade das relações econômicas globais são exemplos concretos dessas demandas.


(Aécio Prado Dantas Júnior. Editorial. Revista Brasileira de Contabilidade n. 275 – Edição Especial – Ano LIV – setembro/outubro de 2025. Brasília/DF. Disponível em: < https://cfc.org.br/>). 
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo do texto.
Alternativas
Q3888681 Português

Texto III


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Fonte: @abaixadaegua . Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOlTOixkbkD/?img_index=5. Acesso em: 23 out. 2025.

Leia o trecho da tirinha: “5 pães franceses? Muito formal.


5 pão francês? Oxe, e eu num sei português não, é?”


Observe que o humor e a expressividade da fala do personagem dependem, em parte, da pontuação empregada. Sobre o uso dos sinais de pontuação, analise as afirmativas abaixo:



I- O ponto de interrogação expressa a dúvida e a insegurança do personagem quanto à forma correta de se comunicar.


II- O ponto final em “Muito formal.” pode sugerir conclusão e julgamento, demonstrando a opinião pessoal do falante sobre o uso da língua.


III- A vírgula antes de “Oxe, e eu num sei português não, é?” marca uma pausa expressiva, típica da oralidade, reforçando o tom regional do personagem.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3888680 Português

Texto III


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Fonte: @abaixadaegua . Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOlTOixkbkD/?img_index=5. Acesso em: 23 out. 2025.

Na tirinha, o personagem demonstra insegurança ao tentar falar corretamente: “5 pães franceses? Muito formal. 5 pão francês? Oxe, e eu num sei português não, é?”


Essa dúvida também pode se relacionar à concordância nominal e verbal, pois envolve a relação entre número (singular/plural) e forma das palavras. Analise as frases abaixo e assinale a alternativa em que todas as concordâncias estão CORRETAS, segundo a normapadrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q3888679 Português

Texto III


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Fonte: @abaixadaegua . Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOlTOixkbkD/?img_index=5. Acesso em: 23 out. 2025.

O personagem tenta decidir qual forma usar ao fazer seu pedido na padaria:


“5 pães franceses? Muito formal. 5 pão francês? Oxe, e eu num sei português não, é?”


Com base na leitura e na análise da situação comunicativa, avalie as afirmativas.



I- O personagem reflete sobre qual registro da língua é mais adequado à situação, demonstrando insegurança diante da normapadrão.


II- O humor da tirinha decorre do conflito entre o uso espontâneo da linguagem oral e a rigidez da norma culta, evidenciando a reflexão sobre o uso da língua numa situação cotidiana.


III- A fala do atendente (“De qual, senhor?”) demonstra o uso de um registro informal, inadequado à relação de atendimento.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3888678 Português

Texto III


texto_III_145773.png (413×411)


Fonte: @abaixadaegua . Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOlTOixkbkD/?img_index=5. Acesso em: 23 out. 2025.

O humor da tirinha é construído a partir da relação entre linguagem verbal e não verbal. Assim, analise as proposições.



I- O personagem demonstra dúvida sobre a forma correta de pedir “cinco pães franceses”, o que evidencia uma reflexão sobre o uso da língua em situações cotidianas.


II- O humor surge da reflexão sobre o registro formal (“cinco pães franceses”) e o registro coloquial (“cinco pão francês”), mostrando a dificuldade do falante em adequar sua linguagem à situação comunicativa.


III- As expressões faciais e corporais dos personagens (olhares, gestos e postura) complementam a linguagem verbal e contribuem para a construção do sentido da tirinha.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3888677 Português

Texto II - Filho do dono


Desigualdade rima com hipocrisia

Não tem verso nem poesia

Que console um cantador

A natureza na fumaça se mistura

Morre a criatura e o planeta sente a dor

O desespero no olhar de uma criança

A humanidade fecha os olhos pra não ver

Televisão de fantasia e violência

Aumenta o crime, cresce a fome do poder


Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]

Leia o trecho da canção.



“Morre a criatura e o planeta sente a dor

O desespero no olhar de uma criança

A humanidade fecha os olhos pra não ver.”



No verso “Morre a criatura e o planeta sente a dor”, o conectivo “ e ” estabelece uma relação entre duas orações. Essa relação é e classificada como:

Alternativas
Q3888675 Português

Texto II - Filho do dono


Desigualdade rima com hipocrisia

Não tem verso nem poesia

Que console um cantador

A natureza na fumaça se mistura

Morre a criatura e o planeta sente a dor

O desespero no olhar de uma criança

A humanidade fecha os olhos pra não ver

Televisão de fantasia e violência

Aumenta o crime, cresce a fome do poder


Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]

O Texto II apresenta uma linguagem marcada por críticas sociais e ambientais. Em relação à adequação linguística e ao uso do registro linguístico formal e informal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
19301: D
19302: C
19303: B
19304: C
19305: E
19306: B
19307: E
19308: A
19309: D
19310: C
19311: B
19312: D
19313: C
19314: A
19315: D
19316: B
19317: B
19318: A
19319: D
19320: E