Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3147753 Português
Texto 19A1

        Em uma teoria da compreensão de texto, o primeiro aspecto importante é a noção de língua que se adota. Alguns manuais escolares concebem a língua simplesmente como um código ou um sistema de sinais autônomo, totalmente transparente, sem história, e fora da realidade social dos falantes. Mas a língua é muito mais do que um sistema de estruturas fonológicas, sintáticas e lexicais. A rigor, a língua não é sequer uma estrutura; ela é estruturada simultaneamente em vários planos, seja o fonológico, sintático, semântico e cognitivo no processo de enunciação. A língua é um fenômeno cultural, histórico, social e cognitivo que varia ao longo do tempo e de acordo com os falantes: ela se manifesta no uso e é sensível ao uso.

         Portanto, a língua é uma atividade constitutiva com a qual podemos construir sentidos; é uma forma cognitiva com a qual podemos expressar nossos sentimentos, ideias, ações e representar o mundo; é uma forma de ação pela qual podemos interagir com nossos semelhantes. Em consequência, a língua se manifesta nos processos discursivos, no nível da enunciação, concretizando-se nos usos textuais mais diversos. É importante não confundir a língua com o discurso.

        Nessa perspectiva, a língua é mais do que um simples instrumento de comunicação; mais do que um código ou uma estrutura. Enquanto atividade, ela é indeterminada sob o ponto de vista semântico e sintático. Por isso, as significações e os sentidos textuais e discursivos não podem estar aprisionados no interior dos textos pelas estruturas linguísticas. A língua é opaca, não é totalmente transparente, podendo ser ambígua, polissêmica, de modo que os textos podem ter mais de um sentido, e o equívoco nas atividades discursivas é um fato comum.

         Na realidade, um texto bem-sucedido é aquele que consegue dizer o suficiente para ser bem-entendido, supondo apenas aquilo que é possível esperar como sabido pelo ouvinte ou leitor. É interessante notar que, se o autor ou falante de um texto diz uma parte e supõe outra parte como de responsabilidade do leitor ou ouvinte, então a atividade de produção de sentidos (ou de compreensão de texto) é sempre uma atividade de coautoria. Isto quer dizer que os sentidos são parcialmente produzidos pelo texto e parcialmente completados pelo leitor.

         Ao lado da noção de língua, é necessário ter uma noção de texto. A escola trata o texto como um produto acabado e que funciona como uma cesta natalina, de onde a gente tira coisas. O texto não é um produto nem um simples artefato pronto; ele é um processo. Assim, não sendo um produto acabado, objetivo, como uma espécie de depósito de informações, mas sendo um processo, o texto se acha em permanente elaboração e reelaboração ao longo de sua história e ao longo das diversas recepções pelos diversos leitores. Em suma, texto é uma proposta de sentido e ele se acha aberto a várias alternativas de compreensão.

Luiz Antônio Marcuschi. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua?
Em Aberto, Brasília, ano 16, n.º 69, jan.-mar./1996 (com adaptações).

No que se refere à pontuação e ortografia no texto 19A1, bem como a aspectos fonológicos de vocábulos nele empregados, julgue o item que se segue.


Identificam-se no vocábulo “lexicais” oito letras e oito fonemas.

Alternativas
Q3147658 Português
Texto 19A1

        Em uma teoria da compreensão de texto, o primeiro aspecto importante é a noção de língua que se adota. Alguns manuais escolares concebem a língua simplesmente como um código ou um sistema de sinais autônomo, totalmente transparente, sem história, e fora da realidade social dos falantes. Mas a língua é muito mais do que um sistema de estruturas fonológicas, sintáticas e lexicais. A rigor, a língua não é sequer uma estrutura; ela é estruturada simultaneamente em vários planos, seja o fonológico, sintático, semântico e cognitivo no processo de enunciação. A língua é um fenômeno cultural, histórico, social e cognitivo que varia ao longo do tempo e de acordo com os falantes: ela se manifesta no uso e é sensível ao uso.

         Portanto, a língua é uma atividade constitutiva com a qual podemos construir sentidos; é uma forma cognitiva com a qual podemos expressar nossos sentimentos, ideias, ações e representar o mundo; é uma forma de ação pela qual podemos interagir com nossos semelhantes. Em consequência, a língua se manifesta nos processos discursivos, no nível da enunciação, concretizando-se nos usos textuais mais diversos. É importante não confundir a língua com o discurso.

        Nessa perspectiva, a língua é mais do que um simples instrumento de comunicação; mais do que um código ou uma estrutura. Enquanto atividade, ela é indeterminada sob o ponto de vista semântico e sintático. Por isso, as significações e os sentidos textuais e discursivos não podem estar aprisionados no interior dos textos pelas estruturas linguísticas. A língua é opaca, não é totalmente transparente, podendo ser ambígua, polissêmica, de modo que os textos podem ter mais de um sentido, e o equívoco nas atividades discursivas é um fato comum.

         Na realidade, um texto bem-sucedido é aquele que consegue dizer o suficiente para ser bem-entendido, supondo apenas aquilo que é possível esperar como sabido pelo ouvinte ou leitor. É interessante notar que, se o autor ou falante de um texto diz uma parte e supõe outra parte como de responsabilidade do leitor ou ouvinte, então a atividade de produção de sentidos (ou de compreensão de texto) é sempre uma atividade de coautoria. Isto quer dizer que os sentidos são parcialmente produzidos pelo texto e parcialmente completados pelo leitor.

         Ao lado da noção de língua, é necessário ter uma noção de texto. A escola trata o texto como um produto acabado e que funciona como uma cesta natalina, de onde a gente tira coisas. O texto não é um produto nem um simples artefato pronto; ele é um processo. Assim, não sendo um produto acabado, objetivo, como uma espécie de depósito de informações, mas sendo um processo, o texto se acha em permanente elaboração e reelaboração ao longo de sua história e ao longo das diversas recepções pelos diversos leitores. Em suma, texto é uma proposta de sentido e ele se acha aberto a várias alternativas de compreensão.

Luiz Antônio Marcuschi. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua?
Em Aberto, Brasília, ano 16, n.º 69, jan.-mar./1996 (com adaptações).

No que se refere à pontuação e ortografia no texto 19A1, bem como a aspectos fonológicos de vocábulos nele empregados, julgue o item que se segue.


O vocábulo “histórico” tem nove letras e oito fonemas.

Alternativas
Q3147657 Português
Texto 19A1

        Em uma teoria da compreensão de texto, o primeiro aspecto importante é a noção de língua que se adota. Alguns manuais escolares concebem a língua simplesmente como um código ou um sistema de sinais autônomo, totalmente transparente, sem história, e fora da realidade social dos falantes. Mas a língua é muito mais do que um sistema de estruturas fonológicas, sintáticas e lexicais. A rigor, a língua não é sequer uma estrutura; ela é estruturada simultaneamente em vários planos, seja o fonológico, sintático, semântico e cognitivo no processo de enunciação. A língua é um fenômeno cultural, histórico, social e cognitivo que varia ao longo do tempo e de acordo com os falantes: ela se manifesta no uso e é sensível ao uso.

         Portanto, a língua é uma atividade constitutiva com a qual podemos construir sentidos; é uma forma cognitiva com a qual podemos expressar nossos sentimentos, ideias, ações e representar o mundo; é uma forma de ação pela qual podemos interagir com nossos semelhantes. Em consequência, a língua se manifesta nos processos discursivos, no nível da enunciação, concretizando-se nos usos textuais mais diversos. É importante não confundir a língua com o discurso.

        Nessa perspectiva, a língua é mais do que um simples instrumento de comunicação; mais do que um código ou uma estrutura. Enquanto atividade, ela é indeterminada sob o ponto de vista semântico e sintático. Por isso, as significações e os sentidos textuais e discursivos não podem estar aprisionados no interior dos textos pelas estruturas linguísticas. A língua é opaca, não é totalmente transparente, podendo ser ambígua, polissêmica, de modo que os textos podem ter mais de um sentido, e o equívoco nas atividades discursivas é um fato comum.

         Na realidade, um texto bem-sucedido é aquele que consegue dizer o suficiente para ser bem-entendido, supondo apenas aquilo que é possível esperar como sabido pelo ouvinte ou leitor. É interessante notar que, se o autor ou falante de um texto diz uma parte e supõe outra parte como de responsabilidade do leitor ou ouvinte, então a atividade de produção de sentidos (ou de compreensão de texto) é sempre uma atividade de coautoria. Isto quer dizer que os sentidos são parcialmente produzidos pelo texto e parcialmente completados pelo leitor.

         Ao lado da noção de língua, é necessário ter uma noção de texto. A escola trata o texto como um produto acabado e que funciona como uma cesta natalina, de onde a gente tira coisas. O texto não é um produto nem um simples artefato pronto; ele é um processo. Assim, não sendo um produto acabado, objetivo, como uma espécie de depósito de informações, mas sendo um processo, o texto se acha em permanente elaboração e reelaboração ao longo de sua história e ao longo das diversas recepções pelos diversos leitores. Em suma, texto é uma proposta de sentido e ele se acha aberto a várias alternativas de compreensão.

Luiz Antônio Marcuschi. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua?
Em Aberto, Brasília, ano 16, n.º 69, jan.-mar./1996 (com adaptações).

No que se refere à pontuação e ortografia no texto 19A1, bem como a aspectos fonológicos de vocábulos nele empregados, julgue o item que se segue.


Em cada um dos seguintes vocábulos, o número de letras coincide com o de fonemas: “manuais”; “falantes”; “cognitivo”.  

Alternativas
Q3146442 Português
Texto 9A1

        No cotidiano de todo brasileiro, podemos visualizar as marcas que constituíram, a partir do século XVI, a presença dos povos africanos, de origem Banto e Iorubá, no Brasil. Essa presença está nas palavras que falamos, na gestualidade que produzimos e no nosso modo de pronunciar a língua portuguesa falada no Brasil.

        A entrada de grande número de africanos no Brasil, com suas diferentes culturas e línguas, passou por um processo de adaptação, de certo ajuste cultural e linguístico com a assimilação de novas palavras e, consequentemente, da forma como elas orientavam o entendimento da nova realidade vivida em português. Entretanto, ainda é possível visualizar a presença das palavras africanas nos diferentes espaços da cultura brasileira.

         O Museu da Língua Portuguesa, ao expor o acervo de palavras africanas que entraram no vocabulário da língua portuguesa, favorece reconhecer a história da população africana no Brasil como agente da cultura e da língua portuguesa que se desenhava sobre este solo. No setor Palavras Cruzadas do museu, por exemplo, visualizam-se palavras que nos ensinaram a nomear determinados comportamentos, como: bagunça lengalenga, dengo. Essas são algumas das palavras africanas que continuam vivas a significar comportamentos e relações sociais. Outras ganharam o sentido de gíria na língua portuguesa falada no Brasil, como borocoxô, cafofo.

         A cultura é algo que está no corpo, nos gestos, na memória, na forma de andar, no contorno das expressões verbais e não verbais. Não é possível perdê-la. A mudança de um contexto cultural para outro acompanha adaptações e recriações dadas em palavras, por isso podemos falar em um movimento de antropofagia simbólica no lugar de uma simples assimilação de palavras e práticas.

         As línguas mudam ao acompanharem a história dos seus falantes. Esta é a história da língua portuguesa em solo brasileiro: ela também pode adaptar-se às novas relações linguísticas e culturais. No Brasil, a manutenção da estrutura latina da língua portuguesa não impediu que esta acolhesse uma nova sonoridade em relação à sua matriz e incorporasse um grande vocabulário de palavras que veio de outras línguas.

         Como um detetive que reúne pistas para contar uma história, as palavras africanas expostas no acervo do Museu da Língua Portuguesa compõem o papel de traduzir os sentidos e significados compartilhados na cultura brasileira. É uma história nem sempre contada em livros didáticos, mas que carregamos conosco para os diferentes lugares a que podemos ir. A importância da língua portuguesa como um bem museológico se faz nesse ato de contar histórias que não são definidas por nós, mas são praticadas e vividas coletivamente.

Wilmihara Santos.
A presença africana nas palavras que falamos em português.
2018. Internet:<museudalinguaportuguesa.org.br>  (com adaptações).

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto 9A1, julgue o item seguinte.


Nos vocábulos “que”, “processo” e “adaptação”, identificam-se grupos de duas letras que representam um só fonema. 

Alternativas
Q3140188 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De que são feitos os dias?


De que são feitos os dias?

− De pequenos desejos,

vagarosas saudades,

silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,

momentâneos lampejos:

vagas felicidades,

inactuais esperanças.

De loucuras, de crimes,

de pecados, de glórias

− do medo que encadeia

todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,

dentro deles choramos,

em duros desenlaces

e em sinistras alianças...


Cecilia Meireles, Canções

https://www.tudoepoema.com.br/cecilia-meireles-de-que-sao-feitos-osdias/#google_vignette

Com base no poema "De que são feitos os dias?" de Cecília Meireles, analise as palavras retiradas do texto e escolha a alternativa que apresenta a separação silábica correta das palavras destacadas.
Alternativas
Q3140185 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De que são feitos os dias?


De que são feitos os dias?

− De pequenos desejos,

vagarosas saudades,

silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,

momentâneos lampejos:

vagas felicidades,

inactuais esperanças.

De loucuras, de crimes,

de pecados, de glórias

− do medo que encadeia

todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,

dentro deles choramos,

em duros desenlaces

e em sinistras alianças...


Cecilia Meireles, Canções

https://www.tudoepoema.com.br/cecilia-meireles-de-que-sao-feitos-osdias/#google_vignette

Assinale a alternativa cuja sequência de palavras estajem em ordem alfabética:
Alternativas
Q4198441 Português
Quatro mineiros morrem dentro de BMW em Balneário Camboriú

Os jovens pretendiam descansar no veículo, antes de seguir viagem; quatro morreram e uma mulher sobreviveu


    Quatro pessoas foram encontradas mortas dentro de uma BMW que estava estacionada na rodoviária de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, na madrugada desta segunda-feira (1º), logo após a queima de fogos. As vítimas tinham 16, 19, 21 e 24 anos e são de Paracatu, na região Noroeste de Minas Gerais.

    Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que eles tenham sofrido intoxicação e asfixia por monóxido de carbono. “Informações preliminares indicam que houve vazamento entre o motor e o painel do veículo”, declarou o delegado Bruno Effori, responsável pelo caso.

    O grupo foi para a rodoviária buscar uma mulher — namorada de uma das vítimas — que viajou de MG para SC. Quando chegou na rodoviária, ela encontrou os amigos, que moravam em Florianópolis há um mês, passando mal, com ânsia de vômito e tontura.

    A mulher conta que os amigos permaneceram dentro do carro, enquanto ela saiu para dar uma volta, esperando que eles melhorassem. Quando retornou, encontrou os quatro mortos. As vítimas teriam ficado cerca de quatro horas no carro, com o ar-condicionado ligado.

    O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o caso e foram feitas manobras de reanimação nos jovens por muitos minutos, mas as vítimas não responderam. Posteriormente, o Samu confirmou as mortes por parada cardiorrespiratória.

     A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil de Minas Gerais, que afirmou que as informações devem ser buscadas com a Polícia Civil de Santa Catarina.

     Cano de descarga customizado

    O carro da marca BMW em que estavam os quatro mineiros sofreu customização do cano de descarga dias antes do ocorrido, informou o delegado Bruno Effori, responsável pela investigação.

    Essa personalização é uma das linhas de investigação sobre o que teria levado à suposta intoxicação por monóxido de carbono das quatro vítimas. “Vamos tentar fazer esse vínculo para apurar se a causa da morte é justamente fruto dessa customização que ocorreu dias atrás”, disse.

     Sobre as vítimas

   Estavam no carro Gustavo Pereira Silveira Elias, de 24 anos, Karla Aparecida dos Santos, de 19, Tiago de Lima Ribeiro, de 21 e Nicolas Kovaleski, de 16 anos.


Disponível em https://www.otempo.com.br/brasil/quatro-mineiros-morremdentro-de-bmw-em-balneario-camboriu-1.3303756
Assinale a alternativa cuja palavra tenha sido separada por sílabas incorretamente. 
Alternativas
Q4198437 Português
Quatro mineiros morrem dentro de BMW em Balneário Camboriú

Os jovens pretendiam descansar no veículo, antes de seguir viagem; quatro morreram e uma mulher sobreviveu


    Quatro pessoas foram encontradas mortas dentro de uma BMW que estava estacionada na rodoviária de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, na madrugada desta segunda-feira (1º), logo após a queima de fogos. As vítimas tinham 16, 19, 21 e 24 anos e são de Paracatu, na região Noroeste de Minas Gerais.

    Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que eles tenham sofrido intoxicação e asfixia por monóxido de carbono. “Informações preliminares indicam que houve vazamento entre o motor e o painel do veículo”, declarou o delegado Bruno Effori, responsável pelo caso.

    O grupo foi para a rodoviária buscar uma mulher — namorada de uma das vítimas — que viajou de MG para SC. Quando chegou na rodoviária, ela encontrou os amigos, que moravam em Florianópolis há um mês, passando mal, com ânsia de vômito e tontura.

    A mulher conta que os amigos permaneceram dentro do carro, enquanto ela saiu para dar uma volta, esperando que eles melhorassem. Quando retornou, encontrou os quatro mortos. As vítimas teriam ficado cerca de quatro horas no carro, com o ar-condicionado ligado.

    O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o caso e foram feitas manobras de reanimação nos jovens por muitos minutos, mas as vítimas não responderam. Posteriormente, o Samu confirmou as mortes por parada cardiorrespiratória.

     A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil de Minas Gerais, que afirmou que as informações devem ser buscadas com a Polícia Civil de Santa Catarina.

     Cano de descarga customizado

    O carro da marca BMW em que estavam os quatro mineiros sofreu customização do cano de descarga dias antes do ocorrido, informou o delegado Bruno Effori, responsável pela investigação.

    Essa personalização é uma das linhas de investigação sobre o que teria levado à suposta intoxicação por monóxido de carbono das quatro vítimas. “Vamos tentar fazer esse vínculo para apurar se a causa da morte é justamente fruto dessa customização que ocorreu dias atrás”, disse.

     Sobre as vítimas

   Estavam no carro Gustavo Pereira Silveira Elias, de 24 anos, Karla Aparecida dos Santos, de 19, Tiago de Lima Ribeiro, de 21 e Nicolas Kovaleski, de 16 anos.


Disponível em https://www.otempo.com.br/brasil/quatro-mineiros-morremdentro-de-bmw-em-balneario-camboriu-1.3303756
Assinale a alternativa que apresenta uma polissílaba.
Alternativas
Q4197454 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa que apresenta uma trissílaba.
Alternativas
Q4197448 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que foi separada por sílabas corretamente. 
Alternativas
Q4187500 Português
        As questões hídricas mundiais têm sido motivo de preocupação e discussão nos diferentes níveis da sociedade. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a demanda de água mundial deva aumentar em 50% até 2030. Dois terços da população mundial atualmente vivem em áreas que passam por restrição de água por, pelo menos, um mês ao ano. Cerca de 500 milhões de pessoas vivem em áreas onde o consumo de água excede a disponibilidade dos recursos hídricos que, por sua vez, está intrinsecamente ligada à qualidade, já que a poluição das fontes de água pode coibir diferentes tipos de usos. O aumento do despejo de esgoto não tratado, o escoamento dos resíduos agrícolas e as águas residuais inadequadamente tratadas da indústria representam riscos de degradação da qualidade da água em todo o mundo.

        Água limpa e de qualidade é essencial para a saúde humana, bem-estar e prosperidade. O acesso à água em quantidade suficiente é uma necessidade básica do ser humano, tanto para o seu consumo próprio quanto para o desenvolvimento de suas atividades econômicas, culturais, de lazer e outras. Porém, a qualidade da água pode ser comprometida pelo crescimento populacional e consequente aumento da demanda por este recurso e pela geração de resíduos no desenvolvimento de tais atividades antrópicas, o que tende a se agravar frente à possível alteração climática, que ameaça o ciclo hidrológico global. 

        O acesso a instalações de saneamento adequadas e seguras também é vital para a higiene, a prevenção de doenças e a saúde humana. Segundo relatório recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o número de pessoas no mundo sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões, cerca de 4,5 bilhões não têm acesso a saneamento básico seguro, e cerca de 892 milhões de pessoas defecam a céu aberto. 

        Em razão do aumento da população, essa situação tem se tornado mais crítica na África Subsaariana e partes do Sudeste Asiático. Em países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chances de usar serviços de abastecimento de água e duas vezes menos de ter o saneamento básico, comparativamente a crianças de outros países. Carências em necessidades básicas, como água limpa, higiene e saneamento em condições adequadas, aumentam a incidência de doenças diarreicas agudas.

        O Brasil é um dos países que possui a maior disponibilidade hídrica do planeta — aproximadamente 18% da água doce que flui pelos rios do mundo. Mesmo assim, em boa parte do Brasil, os níveis baixos dos reservatórios impõem a necessidade de novas abordagens em relação ao uso da água, pois sua falta afeta muito mais do que apenas o consumo desse próprio recurso. Num país onde a base energética é a geração hidrelétrica, a água também é fundamental para qualquer processo que dependa de energia.

EMBRAPA. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que o par de palavras apresenta o mesmo número de fonemas.
Alternativas
Q4171420 Português
O “encontro consonantal na mesma sílaba” também pode ser chamado de:
Alternativas
Q4162431 Português
Qual das palavras abaixo apresenta um dígrafo?
Alternativas
Q4162429 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com encontro consonantal. 
Alternativas
Q4162428 Português
A correta separação silábica de “colaterais” é: 
Alternativas
Q4162427 Português
Assinale a alternativa em que a sílaba tônica da palavra “necessidade” está corretamente destacada.
Alternativas
Q4162426 Português

A palavra “saúde” tem 5 letras e _____ fonemas.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q4159793 Português
Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “inusitado” (l. 06):
I. Na situação em que ocorre no texto, trata-se de um adjetivo que apresenta flexão de gênero.
II. A palavra é polissílaba e paroxítona.
III. Um antônimo possível desse vocábulo é “incomum”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4143474 Português
Considerando que a prosódia se refere à preocupação com a escolha correta da sílaba tônica no momento em que se pronuncia uma palavra, assinale a alternativa cujo termo em destaque está corretamente grafado em relação às regras de acentuação e à prosódia. 
Alternativas
Q4108982 Português
As palavras geleira, uruguaia e moeda, possuem os encontros vocálicos respectivamente:  
Alternativas
Respostas
1701: E
1702: C
1703: E
1704: E
1705: A
1706: A
1707: B
1708: D
1709: A
1710: C
1711: C
1712: D
1713: C
1714: A
1715: B
1716: D
1717: C
1718: C
1719: C
1720: A