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Q4073112 Português
FOGO E MAR


Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em .https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/ Com adaptações.
No trecho “Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito”, a palavra destacada possui valor semântico diferente do carregado pelo seguinte termo:
Alternativas
Q4073111 Português
FOGO E MAR


Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em .https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/ Com adaptações.
Julgue os itens a seguir, quanto à sintaxe do texto:

I. O verbo ficar em “o mar ficou mais quente” é intransitivo.
II. Em “Ela nasceu tímida”, temos um predicado verbo-nominal.
III. A oração “que veio voando e voando até beijar o mar” tem valor sintático de adjunto adnominal.
IV. Em “voou ao infinito”, temos um objeto indireto e não um adjunto adverbial de lugar/destino.
V. Na oração “que ninguém jamais conheceu”, o sujeito é um pronome relativo.



A opção que melhor julga/interpreta os itens é:
Alternativas
Q4073110 Português
FOGO E MAR


Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em .https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/ Com adaptações.
Marque a opção que apresenta uma sequência de eventos que vai ao encontro do que o texto diz:
Alternativas
Q4073109 Português
FOGO E MAR


Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em .https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/ Com adaptações.
A leitura do texto permite concluir que:
Alternativas
Q4073052 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos mostram que crianças que desenham com frequência desenvolvem melhor memória e habilidades de aprendizado.


 O ato de desenhar representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento cognitivo durante a infância, estimulando conexões neurais fundamentais para o crescimento. Quando os pequenos utilizam cores e formas para expressar o mundo ao redor, eles fortalecem a retenção de informações e a criatividade. Essa prática lúdica transforma o processo de aprendizado em algo natural e muito mais prazeroso.


Criar imagens no papel exige que o cérebro recupere detalhes visuais guardados no subconsciente, fortalecendo a capacidade de lembrança. Esse exercício constante de observação e reprodução ajuda a fixar conceitos complexos de forma visual e intuitiva. Ao exercitar a memória visual, a criança desenvolve uma facilidade maior para organizar pensamentos e recordar eventos importantes da sua própria vida familiar.


 A repetição de traços e a escolha de cores específicas funcionam como um treino mental que aprimora a atenção seletiva. Essa concentração profunda permite que as informações sejam processadas com mais clareza, facilitando o armazenamento de dados no longo prazo. O desenvolvimento cognitivo flui melhor quando o aprendizado está associado a atividades que envolvem a expressão artística e pessoal.


A arte funciona como uma ponte entre a imaginação e a lógica, permitindo que conceitos abstratos ganhem formas concretas. Ao ilustrar o que ouve em sala de aula, o estudante consegue visualizar o conteúdo, o que torna a compreensão muito mais profunda e duradoura. Essa habilidade de traduzir ideias em imagens é um diferencial importante para o sucesso escolar.


Atividades criativas reduzem a ansiedade e promovem um estado de relaxamento que favorece a absorção de novos conhecimentos técnicos. Quando a mente está tranquila e engajada em uma tarefa prazerosa, a resistência ao aprendizado diminui significativamente, abrindo espaço para a curiosidade natural. Estimular o lado artístico ajuda a formar indivíduos mais seguros e preparados para enfrentar novos desafios.


https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/estudos-mostram-que-cri ancas-que-desenham-com-frequencia-desenvolvem-melhor-memoria-e -habilidades-de-aprendizado/fragmento

Considerando o texto apresentado, que discute os efeitos da prática do desenho no desenvolvimento infantil e na aprendizagem, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__)A inserção sistemática de atividades artísticas no currículo escolar poderia reduzir casos de evasão escolar, uma vez que tais atividades seriam suficientes para suprimir dificuldades cognitivas mais complexas e garantir o pleno rendimento acadêmico dos alunos.
(__)A arte favorece o aprendizado porque aumenta a concentração, melhora o processamento das informações e fortalece a memória de longo prazo, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo.
(__)A capacidade de converter ideias em imagens ajuda o aluno a compreender melhor os conteúdos e contribui para o fortalecimento da aprendizagem significativa.
(__)O texto defende que o estímulo artístico facilita a aprendizagem e contribui para a redução da ansiedade, favorecendo o bem-estar e a maior segurança na realização de atividades escolares.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a sequência dos itens acima.
Alternativas
Q4073051 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos mostram que crianças que desenham com frequência desenvolvem melhor memória e habilidades de aprendizado.


 O ato de desenhar representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento cognitivo durante a infância, estimulando conexões neurais fundamentais para o crescimento. Quando os pequenos utilizam cores e formas para expressar o mundo ao redor, eles fortalecem a retenção de informações e a criatividade. Essa prática lúdica transforma o processo de aprendizado em algo natural e muito mais prazeroso.


Criar imagens no papel exige que o cérebro recupere detalhes visuais guardados no subconsciente, fortalecendo a capacidade de lembrança. Esse exercício constante de observação e reprodução ajuda a fixar conceitos complexos de forma visual e intuitiva. Ao exercitar a memória visual, a criança desenvolve uma facilidade maior para organizar pensamentos e recordar eventos importantes da sua própria vida familiar.


 A repetição de traços e a escolha de cores específicas funcionam como um treino mental que aprimora a atenção seletiva. Essa concentração profunda permite que as informações sejam processadas com mais clareza, facilitando o armazenamento de dados no longo prazo. O desenvolvimento cognitivo flui melhor quando o aprendizado está associado a atividades que envolvem a expressão artística e pessoal.


A arte funciona como uma ponte entre a imaginação e a lógica, permitindo que conceitos abstratos ganhem formas concretas. Ao ilustrar o que ouve em sala de aula, o estudante consegue visualizar o conteúdo, o que torna a compreensão muito mais profunda e duradoura. Essa habilidade de traduzir ideias em imagens é um diferencial importante para o sucesso escolar.


Atividades criativas reduzem a ansiedade e promovem um estado de relaxamento que favorece a absorção de novos conhecimentos técnicos. Quando a mente está tranquila e engajada em uma tarefa prazerosa, a resistência ao aprendizado diminui significativamente, abrindo espaço para a curiosidade natural. Estimular o lado artístico ajuda a formar indivíduos mais seguros e preparados para enfrentar novos desafios.


https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/estudos-mostram-que-cri ancas-que-desenham-com-frequencia-desenvolvem-melhor-memoria-e -habilidades-de-aprendizado/fragmento

"Atividades criativas reduzem a ansiedade e promovem um estado de relaxamento que favorece a absorção de novos conhecimentos técnicos." Com base nos significados que as palavras adquirem no contexto de uso, julgue as afirmativas a seguir:  
I.A forma verbal 'reduzem' pode ser substituída por 'diminuem', sem prejuízo de sentido no contexto.
II.O substantivo 'ansiedade', no contexto, possui como antônimo o termo 'tranquilidade'.
III.A forma verbal 'favorece' pode ser substituída por 'prejudica', mantendo-se a coerência da ideia original.
IV.O termo 'absorção' pode ser substituído por 'assimilação', sem alteração significativa de sentido.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4073049 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estudos mostram que crianças que desenham com frequência desenvolvem melhor memória e habilidades de aprendizado.


 O ato de desenhar representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento cognitivo durante a infância, estimulando conexões neurais fundamentais para o crescimento. Quando os pequenos utilizam cores e formas para expressar o mundo ao redor, eles fortalecem a retenção de informações e a criatividade. Essa prática lúdica transforma o processo de aprendizado em algo natural e muito mais prazeroso.


Criar imagens no papel exige que o cérebro recupere detalhes visuais guardados no subconsciente, fortalecendo a capacidade de lembrança. Esse exercício constante de observação e reprodução ajuda a fixar conceitos complexos de forma visual e intuitiva. Ao exercitar a memória visual, a criança desenvolve uma facilidade maior para organizar pensamentos e recordar eventos importantes da sua própria vida familiar.


 A repetição de traços e a escolha de cores específicas funcionam como um treino mental que aprimora a atenção seletiva. Essa concentração profunda permite que as informações sejam processadas com mais clareza, facilitando o armazenamento de dados no longo prazo. O desenvolvimento cognitivo flui melhor quando o aprendizado está associado a atividades que envolvem a expressão artística e pessoal.


A arte funciona como uma ponte entre a imaginação e a lógica, permitindo que conceitos abstratos ganhem formas concretas. Ao ilustrar o que ouve em sala de aula, o estudante consegue visualizar o conteúdo, o que torna a compreensão muito mais profunda e duradoura. Essa habilidade de traduzir ideias em imagens é um diferencial importante para o sucesso escolar.


Atividades criativas reduzem a ansiedade e promovem um estado de relaxamento que favorece a absorção de novos conhecimentos técnicos. Quando a mente está tranquila e engajada em uma tarefa prazerosa, a resistência ao aprendizado diminui significativamente, abrindo espaço para a curiosidade natural. Estimular o lado artístico ajuda a formar indivíduos mais seguros e preparados para enfrentar novos desafios.


https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/estudos-mostram-que-cri ancas-que-desenham-com-frequencia-desenvolvem-melhor-memoria-e -habilidades-de-aprendizado/fragmento

Com base no texto, analise as afirmativas a seguir:
I.O desenho não é apenas uma atividade recreativa, mas um recurso importante para o desenvolvimento intelectual, emocional e criativo das crianças. 
II.Ao desenhar, a criança precisa buscar na memória imagens e informações já armazenadas no cérebro para reproduzi-las no papel.
III.O desenho, ao envolver repetição e escolhas, fortalece a habilidade de concentrar-se em detalhes relevantes, melhorando a atenção seletiva e o controle mental.
IV.O estímulo contínuo à criatividade na infância pode influenciar o desempenho profissional futuro, favorecendo carreiras que exigem inovação, resolução de problemas e pensamento flexível.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4072748 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
O único verbo encontrado no texto cuja regência é diferente da dos demais é:
Alternativas
Q4072747 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
A respeito da vírgula em “Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4072746 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
O emprego do acento grave na expressão “trouxe à tona” foi corretamente empregado. Outro exemplo de bom uso desse acento ocorre em: 
Alternativas
Q4072745 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
Os termos destacados em “E um trouxe à tona a face desconhecida do outro” funcionam sintática e respectivamente como:
Alternativas
Q4072744 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
No trecho “Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito”, a palavra destacada possui valor semântico diferente do carregado pelo seguinte termo: 
Alternativas
Q4072743 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
Julgue os itens a seguir, quanto à sintaxe do texto:

I. O verbo ficar em “o mar ficou mais quente” é intransitivo.
II. Em “Ela nasceu tímida”, temos um predicado verbo-nominal.
III. A oração “que veio voando e voando até beijar o mar” tem valor sintático de adjunto adnominal.
IV. Em “voou ao infinito”, temos um objeto indireto e não um adjunto adverbial de lugar/destino.
V. Na oração “que ninguém jamais conheceu”, o sujeito é um pronome relativo.

A opção que melhor julga/interpreta os itens é:
Alternativas
Q4072742 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
Marque a opção que apresenta uma sequência de eventos que vai ao encontro do que o texto diz:
Alternativas
Q4072741 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
Observe novamente o trecho:

“Era1 uma vez uma chama muito ardente, que veio2 voando3 e voando até beijar4 o mar”.

A soma dos índices dos verbos que estão conjugados (flexionados) na terceira pessoa do singular no modo indicativo é igual a: 
Alternativas
Q4072740 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
O trecho “Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar” poderia ser reescrito, sem prejuízo à correção gramatical nem ao sentido, da seguinte maneira: 
Alternativas
Q4072739 Português
FOGO E MAR


   Era uma vez uma chama muito ardente, que veio voando e voando até beijar o mar. Antes levemente cálido, o mar esquentou. Não a ponto de ferver, mas a nova temperatura fez surgir uma forma de vida que ninguém jamais conheceu. Ela nasceu tímida, depois revelou aos poucos suas habilidades e voou ao infinito. O mar ficou mais quente. A chama continuou acesa. E um trouxe à tona a face desconhecida do outro (a chama, mais fria; o mar, mais quente), até se encontrarem no céu.


Disponível em
<https://folhadabaixada.com.br/literatura/micronarrativas/fogo-e-mar/>.
Com adaptações. Acesso em 18/04/2026.
A leitura do texto permite concluir que: 
Alternativas
Q4072412 Português
O Manual de Redação da Presidência da República orienta que textos oficiais devem apresentar coesão e coerência, de modo que palavras, frases e parágrafos estejam articulados e deem continuidade lógica uns aos outros. Nesse contexto, assinale a alternativa em que NÃO HÁ coerência.
Alternativas
Q4072398 Português

O que podemos aprender com as ‘lições’ da história?

Em quem confiar?


        O título coloca uma palavra entre aspas. O leitor esperto e a leitora atenta já intuíram que o cronista desconfia do termo. Você já viu algo sobre a história ser “mestra da vida”, mesmo não sabendo que um dos pais da ideia é o romano Cícero. “Precisamos estudar história para não repeti-la” também é conceito popular. Os positivistas diziam que os mortos governavam os vivos, analisando o peso da experiência sobre nós. Os historiadores modernos, estes estranhos seres, dizem que não se aprende algo moral com a história. Em quem confiar?

      O ser humano é randômico. Cada indivíduo é único e irrepetível. Duas turmas de alunos, dois filhos diferentes, dois namoros: tudo parece ecoar Heráclito e seu rio mutante eterno. Gostamos de padrões e generalizações. Amamos previsibilidade. O caos é mais do que uma entidade grega: é o eixo estruturante da vida.

       Quero um princípio pedagógico-moral como “lição da história”. Irritados com a crise em Atenas, os cidadãos deram todo poder ao legislador Drácon (século 7 a.C.). Ao escrever as leis, decidiu punir o roubo e o assassinato com a pena capital. A ideia sedutora: estabelecer um princípio pétreo – todos saberiam que qualquer desvio era punido com rigor extremo. O resultado esperado? Surgiria uma sociedade como a das abelhas: sem crime, com cada pessoa agindo sem prejudicar o grupo. O resultado? Desastroso. O código draconiano foi abandonado. Lição? Aparentemente, leis mais duras não resolvem o crime. Códigos pesados não instauram o paraíso na pólis.

      Vamos esquecer a Grécia. Avancemos ao Novo Mundo. O motorista brasileiro ultrapassa a velocidade legal nas estradas do nosso País. Nos EUA, o mesmo condutor costuma virar exemplo ao volante. Por quê? Lá ele sabe que a polícia pega, multa e prende com facilidade. Na América do Norte, o cidadão vive uma transformação. O motivo? Óbvio: a dureza da lei e dos seus agentes. Então, fracassando na Grécia, Drácon triunfa nos EUA? No nosso senso comum, um dos problemas da violência no Brasil é a impunidade. Qual a lição a aprender? A pena de morte ou a lei duríssima seriam inúteis ou eficazes?

      Meu avô materno foi um pai severo. A ascendência alemã e o luteranismo estimulavam crença em regras imutáveis. Os três filhos, por exemplo, não podiam conversar à mesa. Só os genitores falavam. Havia tarefas e horários inflexíveis. As punições eram severas. Resultado de regras “draconianas” e punições físicas? Minha mãe tornou-se uma mulher totalmente dominada pela ideia de ordem e meu tio, em contrapartida, um rebelde contumaz que enfrentava o pai mesmo diante da força explícita. Minha mãe foi  enquadrada e meu tio nunca baixou a cerviz. Mesmo sangue, mesma família, mesmo ambiente: como concluir sobre as lições pedagógicas do velho Schlusen (sobrenome de solteira da minha mãe)? A variação seria de gênero? Minha mãe, mais velha, seguiu a sina da submissão? Na Bíblia, o mais novo é candidato à rebeldia: Esaú e Jacó, por exemplo. Qual a lição real?

     Seria bom se a História funcionasse como um conto infantil moral: o mal é poderoso, mas triunfa o bem constante e resiliente. Não é assim. Há ditadores que morrem de forma terrível, como Mussolini. Há outros que chegam ao fim em pleno poder, como Stalin. Há democratas assassinados e tiranos bem-sucedidos. Canalhas também envelhecem e alguns vivem prolongada e serena aposentadoria. Princípios metafísicos como “lei do retorno” ou “carma” são explicações que emergem do nosso desejo de lógica de fundo moral. Como seria bom se houvesse esta matemática precisa: “fez o mal, sofrerá no futuro”. Gente fiel pode ser traída, generosos são esmagados, ladrões seguem firme na carreira e violentos possuem um fã-clube. Escrevendo assim, não interprete que afirmo ser o mundo um lugar ruim e incorrigível. O que digo talvez seja pior: não existe lógica moral. Exemplos? O ditador Ceaucescu (Romênia) caiu do poder e foi fuzilado. Foi acompanhado por sua esposa na tragédia final. Porém... Martin Luther King também foi assassinado. Já o nazista Mengele... nadava tranquilo no dia da morte, depois de uma vida de horrores inomináveis. Bondade não garante sucesso, tampouco maldade é salvo-conduto para a bem-aventurança sobre a Terra. Falta traço moral ao processo histórico. Claro, posso imaginar que após a vida existe a vitória moral com Paraíso e Inferno, mas, como historiador, só posso trabalhar com o mundo visível e documentado aqui e agora.

    A contingência não segue código moral. O avião cai com bons e ruins. Recompensas ou punições (como reguladores de ação humana) podem existir no plano das crenças. Geralmente, a ética é mais sustentável como projeto, mas a já citada “contingência” reina.

    No mundo real, Chapeuzinho Vermelho não é boa ou ruim: ela está cruzando uma área onde o lobo é predador. A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina. O caçador é tão assassino quando o lobo: ambos sobrevivem destruindo vidas. E a vitória da bela Chapeuzinho? Bem, perguntem ao humano Andersen, que coletou a história. Se ela fosse redigida pelos lobos, teríamos um peludo mártir da violência. A esperança de justiça é um desejo, um suspiro breve na eternidade. Nossa meta é uma régua moral; a história ri da nossa pretensão


Autor: Leandro Karnal.

No período “A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina”, a palavra destacada contribui para deslocar a leitura moral do conto para uma perspectiva ligada ao comportamento natural do predador. Nesse contexto, “lupina” pode ser definida como: 
Alternativas
Q4072397 Português

O que podemos aprender com as ‘lições’ da história?

Em quem confiar?


        O título coloca uma palavra entre aspas. O leitor esperto e a leitora atenta já intuíram que o cronista desconfia do termo. Você já viu algo sobre a história ser “mestra da vida”, mesmo não sabendo que um dos pais da ideia é o romano Cícero. “Precisamos estudar história para não repeti-la” também é conceito popular. Os positivistas diziam que os mortos governavam os vivos, analisando o peso da experiência sobre nós. Os historiadores modernos, estes estranhos seres, dizem que não se aprende algo moral com a história. Em quem confiar?

      O ser humano é randômico. Cada indivíduo é único e irrepetível. Duas turmas de alunos, dois filhos diferentes, dois namoros: tudo parece ecoar Heráclito e seu rio mutante eterno. Gostamos de padrões e generalizações. Amamos previsibilidade. O caos é mais do que uma entidade grega: é o eixo estruturante da vida.

       Quero um princípio pedagógico-moral como “lição da história”. Irritados com a crise em Atenas, os cidadãos deram todo poder ao legislador Drácon (século 7 a.C.). Ao escrever as leis, decidiu punir o roubo e o assassinato com a pena capital. A ideia sedutora: estabelecer um princípio pétreo – todos saberiam que qualquer desvio era punido com rigor extremo. O resultado esperado? Surgiria uma sociedade como a das abelhas: sem crime, com cada pessoa agindo sem prejudicar o grupo. O resultado? Desastroso. O código draconiano foi abandonado. Lição? Aparentemente, leis mais duras não resolvem o crime. Códigos pesados não instauram o paraíso na pólis.

      Vamos esquecer a Grécia. Avancemos ao Novo Mundo. O motorista brasileiro ultrapassa a velocidade legal nas estradas do nosso País. Nos EUA, o mesmo condutor costuma virar exemplo ao volante. Por quê? Lá ele sabe que a polícia pega, multa e prende com facilidade. Na América do Norte, o cidadão vive uma transformação. O motivo? Óbvio: a dureza da lei e dos seus agentes. Então, fracassando na Grécia, Drácon triunfa nos EUA? No nosso senso comum, um dos problemas da violência no Brasil é a impunidade. Qual a lição a aprender? A pena de morte ou a lei duríssima seriam inúteis ou eficazes?

      Meu avô materno foi um pai severo. A ascendência alemã e o luteranismo estimulavam crença em regras imutáveis. Os três filhos, por exemplo, não podiam conversar à mesa. Só os genitores falavam. Havia tarefas e horários inflexíveis. As punições eram severas. Resultado de regras “draconianas” e punições físicas? Minha mãe tornou-se uma mulher totalmente dominada pela ideia de ordem e meu tio, em contrapartida, um rebelde contumaz que enfrentava o pai mesmo diante da força explícita. Minha mãe foi  enquadrada e meu tio nunca baixou a cerviz. Mesmo sangue, mesma família, mesmo ambiente: como concluir sobre as lições pedagógicas do velho Schlusen (sobrenome de solteira da minha mãe)? A variação seria de gênero? Minha mãe, mais velha, seguiu a sina da submissão? Na Bíblia, o mais novo é candidato à rebeldia: Esaú e Jacó, por exemplo. Qual a lição real?

     Seria bom se a História funcionasse como um conto infantil moral: o mal é poderoso, mas triunfa o bem constante e resiliente. Não é assim. Há ditadores que morrem de forma terrível, como Mussolini. Há outros que chegam ao fim em pleno poder, como Stalin. Há democratas assassinados e tiranos bem-sucedidos. Canalhas também envelhecem e alguns vivem prolongada e serena aposentadoria. Princípios metafísicos como “lei do retorno” ou “carma” são explicações que emergem do nosso desejo de lógica de fundo moral. Como seria bom se houvesse esta matemática precisa: “fez o mal, sofrerá no futuro”. Gente fiel pode ser traída, generosos são esmagados, ladrões seguem firme na carreira e violentos possuem um fã-clube. Escrevendo assim, não interprete que afirmo ser o mundo um lugar ruim e incorrigível. O que digo talvez seja pior: não existe lógica moral. Exemplos? O ditador Ceaucescu (Romênia) caiu do poder e foi fuzilado. Foi acompanhado por sua esposa na tragédia final. Porém... Martin Luther King também foi assassinado. Já o nazista Mengele... nadava tranquilo no dia da morte, depois de uma vida de horrores inomináveis. Bondade não garante sucesso, tampouco maldade é salvo-conduto para a bem-aventurança sobre a Terra. Falta traço moral ao processo histórico. Claro, posso imaginar que após a vida existe a vitória moral com Paraíso e Inferno, mas, como historiador, só posso trabalhar com o mundo visível e documentado aqui e agora.

    A contingência não segue código moral. O avião cai com bons e ruins. Recompensas ou punições (como reguladores de ação humana) podem existir no plano das crenças. Geralmente, a ética é mais sustentável como projeto, mas a já citada “contingência” reina.

    No mundo real, Chapeuzinho Vermelho não é boa ou ruim: ela está cruzando uma área onde o lobo é predador. A Vovó não é vítima, é apenas proteína aos olhos da natureza lupina. O caçador é tão assassino quando o lobo: ambos sobrevivem destruindo vidas. E a vitória da bela Chapeuzinho? Bem, perguntem ao humano Andersen, que coletou a história. Se ela fosse redigida pelos lobos, teríamos um peludo mártir da violência. A esperança de justiça é um desejo, um suspiro breve na eternidade. Nossa meta é uma régua moral; a história ri da nossa pretensão


Autor: Leandro Karnal.

No período “O avião cai com bons e ruins”, a construção sintática contribui para reforçar a ideia de que a contingência atinge pessoas de diferentes perfis morais. Nesse âmbito, analise as assertivas a seguir.

I. O termo “O avião” exerce a função de sujeito simples, pois apresenta o núcleo nominal ao qual se refere a forma verbal “cai”.
II. A expressão “com bons e ruins” exerce a função de objeto indireto, pois completa o sentido do verbo “cair” por meio de preposição.

Qual alternativa apresenta a análise correta? 
Alternativas
Respostas
1461: D
1462: B
1463: A
1464: D
1465: E
1466: E
1467: E
1468: C
1469: D
1470: A
1471: C
1472: D
1473: B
1474: A
1475: B
1476: C
1477: D
1478: D
1479: D
1480: B