Questões de Concurso
Sobre português
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Considerando a regência nominal e verbal no trecho, julgue as afirmativas:
I.A forma correta seria 'no combate o tráfico de drogas e as organizações criminosas', pois a preposição deve ocorrer apenas antes do primeiro termo coordenado.
II.A preposição 'em' na expressão 'em andamento' aparece porque integra a locução que expressa a ideia de continuidade de uma ação.
III.O verbo 'reforçar' atua com a mesma transitividade do verbo 'abdicar' na frase "O diretor abdicou o cargo".
IV.No contexto, o verbo 'seguir' atua com transitividade distinta da observada na frase 'Para evitar represálias, os soldados o seguiam por toda a parte'.
É correto o que se afirma em:
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
1 - Pedra que muito rola não cria limo.
2 - Edenílson, que nasceu pobre, acabou rico.
3 - Deus, que a tudo vê, intercederá.
(CEGALLA, D. P., pag. 383-386)
São oraçõessubordinadas adjetivas explicativas:
1 - É importante que todos compareçam --> Oração subordinada substantiva subjetiva.
2 - Minha esperança era que ela voltasse --> Oração subordinada objetiva indireta.
3 - Estava convencido de que seria reconhecido --> Oração subordinada completiva nominal.
(CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 56ª ed. Cia. Ed. Nacional, 2007, pag. 383-386)
De acordo com a fonte referida estão corretas as classificações contidas nos itens:
1 - É fundamental que os supervisores hajam visto todas as planilhas antes de assinar o parecer final.
2 - Haja vista o ocorrido, a reunião será suspensa.
3 - Muitos investidores retiraram o capital da bolsa, haja visto a instabilidade do mercado internacional.
(ROCHA LIMA. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. 53ª ed. José Olympio, 2017, pág. 421)
De acordo com a fonte referida, estão corretas as expressões utilizadas nos itens:
1 - Construíram-se novas salas no cinema --> partícula apassivadora.
2 - Os sobreviventes abraçaram-se enfaticamente --> pronome recíproco.
3 - João barbeou-se logo cedo --> pronome reflexivo.
(ROCHA LIMA. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. 53ª ed. José Olympio, 2017, pág. 391)
De acordo com a fonte referida, estão corretas asrelações:
1 - Andou mais depressa --> tempo.
2 - Samuel preparou-se para o exame --> fim.
3 - Viajaram apesar do mau tempo --> concessão.
(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 38ª ed. Nova Fronteira, 2015, pág. 305)
De acordo com a fonte referida, estão corretas asrelações:
1 - Esta indefinição é que me mata.
2 - Meu filho é que não é!
3 - O corretor, o qual disseram que é bom, é um perfeito desconhecido.
(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 38ª ed. Nova Fronteira, 2015, pág. 200-207)
De acordo com a fonte referida, possuem pronome indefinido:
1 - Por substantivo (ex.: Viver é um risco).
2 - Por locução adjetiva (ex.: As atitudes do diretor foram de mestre).
3 - Por numeral (ex.: Os sobreviventes eram vinte).
(CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 8ª ed. Lexikon, 2025, pág. 148-149)
De acordo com a fonte referida estão corretos ositens:
1 - dis --> duplicidade, separação (ex.: dispor).
2 - justa --> apertado, estreito (ex.: justapor).
3 - cis --> posição aquém (ex.: cisplatino).
(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 38ª ed. Nova Fronteira, 2015, pág. 384-386)
De acordo com a fonte referida, estão corretas asrelações:
1 - Fiéis passa a se grafar --> fieis.
2 - Conta-gotas passa a se grafar --> conta gotas
3 - Antiinflacionário passe a se grafar --> anti-inflacionário.
(CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 8ª ed. Lexikon, 2025, pág. XXX a XXXVII)
De acordo com a fonte referida estão corretos ositens:
1 - As vogaistônicasfechadas “i” e “u”.
2 - As vogais tônicas abertas-= “a”, “e” e “o”.
3 - Para indicar a crase da preposição “a” com a forma feminina do artigo (a, as).
(CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 8ª ed. Lexikon, 2025, pág. 78-79)
De acordo com a fonte referida estão corretos ositens:
Considerando o infográfico e as características do gênero, analise as asserções.
I. A organização gráfica e a diagramação, se omitidas, não trariam prejuízo ao funcionamento do texto.
II. A escolha pela enumeração das possibilidades de atuação do médico-veterinário evidencia uma estratégia discursivo-argumentativa.
III. A apresentação dos gráficos poderia ser dispensada sem prejuízo da proposta comunicativa, uma vez que os dados aparecem no texto verbal.
IV. As imagens apresentadas no infográfico relacionam-se diretamente com a atuação do médicoveterinário, favorecendo a atração visual do texto.
Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.
Disponível em: https://crmvsp.gov.br/novas-regras-para-publicidade-na-medicina-veterinaria-e-zootecnia-ja-estao-vigentes/. Acesso em: 4 nov. 2025.
Em relação às novas regras para a publicidade na Medicina Veterinária e na Zootecnia, o texto foi produzido com o objetivo de
Disponível em https://www.ipea.gov.br/cts/pt/central-de-conteudo/artigos/artigos/107-as-tecnologias-da-informacao-podemrevolucionar-o-cuidado-com-a-saude. Acesso em: 27 ago. 2025.
No texto, a expressão em negrito tem a finalidade de
Disponível em: https://www.facom.ufu.br/~dino/AulasPraticas/EditorDeTexto/Aula4/ModeloFinalEx01.pdf. Acesso em: 29 out. 2025.
As expressões em negrito
Disponível em: https://editorathoth.com.br/produto/tecnologias-da-informacao-e-comunicacao-para-que(m)-reflexoes-juridicas-acercada-exclusao-e-da-desigualdade-digital-no-brasil/921. Acesso em: 14 nov. 2025.
De acordo com o texto, os questionamentos em negrito têm a função de
Para preencher essa lacuna, as psicólogas Juliana Sato e Louisanne Sanchez lançaram o livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, publicado pela Editora Lucto. [...]
"O livro coloca em pauta um tema essencial para a Medicina Veterinária: a saúde mental e o acolhimento emocional de profissionais e dos responsáveis pelos animais. Reconhecer e cuidar do luto no universo pet fortalece a prática ética, a humanização do cuidado e a sustentabilidade da profissão”, disse a presidente do CRMV-SP.
A obra, disponível em português e inglês, reúne 21 capítulos assinados por profissionais de diferentes áreas e propõe caminhos de acolhimento e redes de apoio entre médicos-veterinários e sociedade. [...]
O cotidiano de médicos-veterinários é marcado por emoções intensas. Comunicar más notícias, acompanhar tratamentos terminais e lidar com o sofrimento dos responsáveis pelos animais são experiências que exigem não apenas preparo técnico, mas também resiliência emocional.
“Um dos principais desafios é lidar diariamente com a dor do outro, muitas vezes, sem espaço para elaborar a própria dor”, explica Juliana Sato, coautora da obra e psicóloga especializada em saúde mental de profissionais do segmento pet vet.
Segundo ela, a compaixão que move esses profissionais pode se transformar em desgaste e fadiga emocional quando não há suporte adequado.
Sato defende que o acolhimento deve ser incorporado de forma prática ao cotidiano de clínicas e hospitais veterinários, por meio de escuta qualificada, capacitação em comunicação compassiva e espaços de troca entre as equipes.
“Reconhecer o impacto emocional do dia a dia clínico é um passo fundamental para que os profissionais possam sustentar seu trabalho de forma saudável”, afirma.
Disponível em: bit.ly/3JKHfkg. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando as informações apresentadas, o sentido atribuído à expressão em negrito corresponde à
Recentemente, quando um imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) foi à Suíça para realizar um suicídio assistido — que eu prefiro chamar de morte assistida —, o assunto voltou à pauta sobre a dignidade do morrer e a possibilidade da eutanásia. No Brasil, esse procedimento é vedado pelo Código de Ética Médica, que proíbe que o médico abrevie a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante. [...]
Além da questão da sacralidade da vida, como médico e professor, sou contrário à eutanásia porque entendo que a função primordial da medicina é o cuidado e nunca o encurtamento da vida. A eutanásia pode corromper a essência da prática médica, afastando-a do princípio nuclear de proteção da vida e alívio dos sofrimentos.
Como defensor intransigente da dignidade humana, posiciono-me contrário à eutanásia porque defendo uma bioética médica centrada no cuidado, na compaixão e no desenvolvimento de alternativas, como as melhores práticas de cuidados paliativos, para garantir uma morte digna sem abrir palco para práticas que possam desvalorizar a vida.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Texto II
Em seu livro póstumo ("O Sentido da Vida"), o psicanalista Contardo Calligaris afirmou que "a vida não está acima de tudo, não é o valor absoluto. Tem uma série de coisas que estão acima da vida".
Convido você, leitor, a imaginar que tem uma doença grave, incurável, que te causa sofrimento físico, social, emocional e/ou espiritual de maneira intolerável. Você sabe que vai morrer dessa doença, que não será hoje e que, quando acontecer, possivelmente te encontrará inconsciente ou sem lucidez. Consegue imaginar coisas que estão acima da sua vida? Consegue imaginar coisas que te parecem piores do que a morte? [...]
No Brasil, vários argumentos são usados contra a eutanásia. A título de exemplo, "só Deus tira a vida" e "quem tem acesso a cuidados paliativos não quer eutanásia". Tais argumentos partem de premissas falaciosas. O primeiro desconsidera que vivemos em um Estado laico e que, portanto, o uso de razões religiosas para cercear liberdades individuais é inconstitucional; o segundo desconsidera que, mesmo em países com acesso universal a cuidados paliativos, há pacientes que optam pela eutanásia.
Disponível em: bit.ly/eutanasia_opiniao_Folha_2025. Acesso em: 21 nov. 2025.
Considerando os modos de construção argumentativa presentes nos Textos I e II, assinale a alternativa incorreta.
Galileu: No Brasil, muitas pessoas trataram o estudo como uma prova de que o ChatGPT está nos deixando mais burros. Como você responde a essa interpretação? Nataliya Kosmyna: Não é uma prova definitiva. Para termos algo mais definitivo — o que estamos tentando alcançar, convidando pesquisadores de todo o mundo para formar parcerias — precisamos trabalhar com populações maiores. Precisamos incluir também diferentes faixas etárias e levar em consideração que o estudo analisou ensaios, o que pessoalmente considero uma tarefa criativa bastante complexa. Afinal, o ensaio não diz respeito ao ensaio em si, e sim a ensinar uma pessoa a expressar ideias, manter um fluxo consistente de argumentos. Mas é muito importante também entender outros casos de uso. Galileu: O que você acha que pode se perder nessas simplificações? Nataliya Kosmyna: Quando vejo as pessoas dizendo “meu Deus, a IA apodrece o cérebro”, eu sempre tomo muito cuidado. Afinal, sou uma pesquisadora que trabalha com cérebro há 16 anos. Mas também trabalho com IA. Toda minha formação foi em IA, antes de ser algo popular. Então, é muito importante saber duas coisas: estamos falando sobre LLMs, os modelos de linguagem de larga escala. Mas a IA em si existe há 50, 60 anos. Ela já era usada para análise de dados. São coisas diferentes. Sempre recomendo às pessoas nomearem especificamente a ferramenta sobre a qual estão falando. Aqui, estudamos o uso de LLMs para ajudar na escrita de ensaio. Não é sobre toda a IA.
[...] KOSMYNA, N. A IA apodrece o cérebro? Cuidado! Entrevista concedida a Marília Marasciulo. Galileu, São Paulo, ed. 401, p. 26-46, ago. 2025.
Na organização da entrevista, o encadeamento das duas afirmações em negrito exerce a função de