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Sobre português nível médio
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Figura 2 – Ilustração a respeito de situação observada em ambiente escolar

Fonte: Elaborado pelo autor, com auxílio de inteligência artificial generativa (Gemini), 2026. “Imagem produzida exclusivamente para fins educacionais.”
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
Com base nos elementos linguísticos utilizados no texto e nos mecanismos de coesão e coerência textual, analise as afirmativas a seguir:
I. A construção 'Além das comunidades tradicionais' estabelece uma relação de oposição entre o conjunto de quilombos tombados e a participação da população na defesa do patrimônio, para introduzir uma perspectiva argumentativa divergente, centrada na conscientização ambiental.
II. No trecho 'O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta', o pronome possessivo 'nossa' estabelece coesão referencial por retomada anafórica, recuperando o referente 'comunidade quilombola Tia Eva', apresentado nos parágrafos anteriores.
III. No trecho 'os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou', o pronome 'aqueles' exerce função de coesão referencial por substituição pronominal, enquanto a oração 'que a Fundação Palmares já certificou' atua como elemento de restrição semântica ao delimitar, dentro do conjunto mais amplo de quilombos existentes no país, apenas os habilitados a solicitar o tombamento constitucional.
IV. No trecho 'Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões', observa-se elipse de termo nominal, caracterizando um mecanismo de coesão que garante a fluidez e a economia linguística do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
Com base na ortografia da palavra 'mão de obra', analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
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"A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação."
Com base nas regras de acentuação, analise marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__) O vocábulo 'país' recebe acento gráfico porque a vogal 'i', ao formar hiato com a vogal anterior 'a', torna-se tônica, regra semelhante à observada em 'saída'.
(__) A forma verbal 'têm' recebe acento gráfico circunflexo como acento diferencial, distinguindo a terceira pessoa do plural da terceira do singular. Já formas como 'mantém' e 'mantêm', além de participarem desse mecanismo distintivo, também se submetem à regra de acentuação das oxítonas terminadas em 'em'.
(__) O vocábulo "última" recebe acento gráfico pela mesma regra aplicada a 'histórico', uma vez que ambos são proparoxítonos, com sílaba tônica na antepenúltima posição.
(__) Os vocábulos 'local', 'titulação' e 'materiais' apresentam a mesma acentuação tônica, assim como ocorre com os vocábulos 'condor' e 'ureter', sendo todos classificados como oxítonos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
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"Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais."
Analise as asserções sobre o trecho acima.
I. O verbo 'estar' encontra-se corretamente flexionado no singular, estabelecendo concordância com o sujeito posposto ao verbo, em construção caracterizada pela anteposição do adjunto adverbial, recurso que altera a ordem canônica dos termos da oração sem comprometer a relação de concordância verbal.
PORQUE
II. Quando o sujeito simples está posposto ao verbo e seu núcleo é um substantivo no singular, a concordância verbal realiza-se com esse núcleo, mantendo o verbo no singular, ainda que o sujeito venha acompanhado de adjuntos ou complementos nominais capazes de induzir o falante a uma flexão verbal inadequada no plural.
Após análise, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
Com base no texto sobre tombamentos que ajudam a proteger comunidades quilombolas, analise as afirmativas a seguir:
I. O tombamento da comunidade quilombola Tia Eva representa um marco histórico não apenas pelo reconhecimento patrimonial em si, mas também pela visibilidade que confere à luta da comunidade contra a especulação imobiliária e pela proteção adicional proporcionada pela política de preservação do patrimônio.
II. A fala do presidente do Iphan, Leandro Grass, permite inferir que o tombamento constitucional não é automaticamente extensível a todos os quilombos brasileiros, mas depende de uma etapa prévia de certificação institucional, que condiciona a possibilidade de solicitação do processo.
III. O texto permite concluir que a participação dos moradores no processo de documentação é um procedimento meramente protocolar, uma vez que a decisão final sobre o que deve ser tombado compete aos especialistas do Incra, cabendo à comunidade apenas indicar formalmente os bens de seu interesse.
IV. A menção às mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais amplia o escopo argumentativo do texto para além da questão quilombola, sinalizando que os desafios para a preservação do patrimônio cultural brasileiro possuem dimensões que transcendem o contexto das comunidades tradicionais e se inserem em debates de natureza global.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
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"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade."
Com base nos tipos de predicados que formam o período acima, complete a lacuna a seguir:
O período apresenta predicado nominal, constituído por verbo de ligação e predicativo do sujeito, além de predicados verbais formados por____ .
Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
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"Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)."
Considerando a análise sintática, analise as asserções a seguir:
I. A expressão 'pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária' exerce a função de agente da passiva, termo integrante da oração que indica os responsáveis pela realização da análise mencionada no trecho, atribuindo ao procedimento um caráter institucional e técnico ao associá-lo à atuação de profissionais vinculados ao órgão competente.
II. A oração 'o que deveria ser tombado' é uma oração subordinada substantiva objetiva direta do verbo 'apontar', exercendo a função de objeto direto sem preposição e evidenciando, nesse contexto, a transitividade direta do verbo.
III. O verbo 'haver' é impessoal, pertencendo a uma oração sem sujeito e, portanto, não admite sujeito, embora exija complemento verbal. Já a oração 'em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado' é uma oração subordinada adjetiva restritiva que retoma anaforicamente o sintagma 'fase de documentação', especificando a etapa em que ocorre a participação dos moradores, sem que haja ambiguidade referencial quanto ao antecedente do pronome relativo.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
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"O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou."
Considerando a adequada interpretação do trecho acima, assinale a alternativa que apresenta uma reescrita que mantém o sentido essencial do texto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária."
Com base na regência verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I. O verbo 'ajudar' atua no trecho como transitivo indireto, no entanto, pode ser encontrado como transitivo direto, como em 'Eu preciso de alguém que me ajude'.
II. O verbo 'ajudar', no sentido de auxiliar alguém na realização de uma ação, classifica-se como transitivo direto quando seguido de infinitivo, como em "Ele o ajudou a conseguir emprego", sendo a preposição 'a' elemento de ligação sem função sintática.
III. A expressão 'pela especulação imobiliária' funciona como complemento nominal do adjetivo 'espremida', exigido pela regência desse termo.
IV. O verbo 'ajudar' pode ser usado como pronominal, como em 'Se ele não se ajudasse, não teria sarado', construção gramaticalmente correta, de acordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
"A democratização do acesso à informação representa um avanço importante para a sociedade contemporânea. No entanto, o simples contato com uma grande quantidade de dados não assegura a formação de cidadãos críticos. Para que a informação se converta em conhecimento, é indispensável que ela seja analisada, contextualizada e confrontada com diferentes perspectivas."
"Embora a leitura seja frequentemente associada ao ambiente escolar, sua importância ultrapassa os limites da sala de aula. Ler permite ampliar perspectivas, compreender diferentes pontos de vista e participar de maneira mais crítica da vida em sociedade."
Com base na interpretação do texto e em seus aspectos gramaticais, assinale a alternativa CORRETA:
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um verbo:
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um advérbio:
"A leitura amplia o conhecimento, desenvolve o senso crítico e contribui para a formação de cidadãos mais conscientes. Por isso, o incentivo à leitura deve fazer parte da educação em todas as etapas da vida."
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical da palavra conscientes:
"Não sei por onde vou, não sei para onde vou, sei que não vou por aí."
"Perdi-me dentro de mim, porque eu era labirinto e minhas saudades não tinham fim."
"Tenho em mim todos os sonhos do mundo. E, ainda assim, sinto que nada possuo verdadeiramente. Caminho pelas ruas sem destino, observando a vida que passa diante de meus olhos."
Assinale a alternativa em que a análise gramatical do trecho está CORRETA.