Questões de Concurso
Sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que roupas estão tão caras na Argentina
Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.
Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.
Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.
Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.
Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.
O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.
Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.
O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.
As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.
O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.
Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.
Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam demais tempo para adaptação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que roupas estão tão caras na Argentina
Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.
Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.
Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.
Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.
Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.
O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.
Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.
O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.
As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.
O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.
Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.
Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam demais tempo para adaptação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que roupas estão tão caras na Argentina
Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.
Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.
Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.
Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.
Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.
O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.
Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.
O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.
As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.
O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.
Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.
Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam demais tempo para adaptação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.
De acordo com o texto apresentado sobre o mercado têxtil argentino, assinale a alternativa correta.
I. O ACE deve vistoriar e tratar, quando necessário, pontos estratégicos e imóveis que demandem uso de larvicida ou remoção mecânica de difícil acesso.
II. O ACS deve comunicar à equipe e ao ACE a existência de criadouros que dependam de tratamento químico ou biológico, da vigilância sanitária ou de outras intervenções do poder público.
III. O ACS deve encaminhar ao ACE os criadouros de difícil acesso ou que necessitem do uso de larvicidas ou biolarvicidas.
IV. O ACE deve acompanhar clinicamente os usuários com arboviroses após atendimento nos serviços de saúde, orientando a família durante visitas domiciliares regulares.
Está correto o que se afirma em:
"Diante daquelas flores expostas na sala, ela sentia que era _________ paciência para entender o mundo. As pétalas pareciam _________ cansadas, mas a beleza e o perfume permaneciam _________ ao seu olhar atento."
Saudades
Nas horas mortas da noite Como é doce o meditar Quando as estrelas cintilam Nas ondas quietas do mar; Quando a lua majestosa Surgindo linda e formosa, Como donzela vaidosa Nas águas se vai mirar! Nessas horas de silêncio, De tristezas e de amor, Eu gosto de ouvir ao longe, Cheio de mágoa e de dor, O sino do campanário Que fala tão solitário Com esse som mortuário Que nos enche de pavor. Então - proscrito e sozinho - Eu solto os ecos da serra Suspiros dessa saudade Que no meu peito se encerra Esses prantos de amargores São prantos cheios de dores: - Saudades - dos meus amores, - Saudades da minha terra!
Casimiro de Abreu – Primaveras
No poema 'Saudades', o eu lírico utiliza diversos recursos expressivos para transmitir a sua melancolia. Analise os versos abaixo e identifique a alternativa que apresenta um exemplo de linguagem denotativa:
Leia a tirinha e responda:

Na tirinha, os pensamentos de Garfield são apresentados originalmente em balões de pensamento, o que caracteriza o uso do discurso direto. Se fôssemos transpor o conteúdo do segundo quadrinho para o discurso indireto, mantendo o sentido original, a estrutura correta seria:
Reino Unido veta cigarro para nascidos após 2009: daria certo no Brasil?
O Reino Unido aprovou uma lei que proíbe a venda de cigarros para pessoas nascidas a partir de 2009. A medida, pioneira no mundo, reacende o debate sobre até onde políticas de controle do tabaco podem avançar — e se algo semelhante poderia ser adotado no Brasil. A medida britânica representa endurecimento global. A decisão é vista como parte de um movimento internacional por regras mais rígidas contra o tabagismo. A avaliação de especialistas é que, diante do impacto persistente do cigarro, países começam a discutir ações mais duras para reduzir o consumo. O peso sanitário ajuda a explicar esse endurecimento: o tabagismo está associado a milhões de mortes por ano no mundo e a uma alta taxa de mortalidade entre consumidores regulares, além de impactos ambientais e sociais relevantes. Outro fator é a adaptação constante do setor, com estratégias para atrair novos consumidores. Isso inclui produtos com sabores, maior concentração de nicotina e formatos mais apelativos, especialmente para jovens. A expectativa é que o caso britânico funcione como um laboratório global. "Vai ser uma experiência muito importante para ver se conseguimos, de fato, uma geração livre de cigarro no futuro", afirma Monica Andreis, diretora executiva da ACT Promoção da Saúde, antiga Aliança de Controle do Tabagismo. O Brasil adotou uma estratégia diferente, com foco em limitar o consumo por meio de regulações. Cigarros eletrônicos e propagandas são proibidos, enquanto o cigarro convencional segue permitido, mas com restrições. O país é considerado referência internacional por ter reduzido significativamente a proporção de fumantes nas últimas décadas, com medidas como restrição de publicidade, ambientes livres de fumo e campanhas de conscientização. C Cenário recente, no entanto, acende alerta. Apesar do histórico positivo, há sinais de retrocesso: o aumento recente do consumo e da experimentação de dispositivos eletrônicos, sobretudo entre jovens, indica que as políticas precisam ser contínuas. (https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2026/04/24 -texto adaptado).
A partir da leitura do texto, depreende-se que a eficácia do modelo brasileiro de combate ao tabagismo, embora historicamente reconhecida, enfrenta um desafio contemporâneo específico que reside na:
Assinale a alternativa correta quanto às figuras de linguagem e aos respectivos conceitos.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto às tipologias textuais, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( )A descrição organiza elementos relacionados à caracterização de seres, ambientes e situações, podendo integrar textos em que predominem outras sequências tipológicas.
( )A narração articula acontecimentos situados em determinada progressão temporal, ainda que o texto apresente passagens reflexivas ou descritivas em sua composição.
( )A dissertação desenvolve relações conceituais e posicionamentos em torno de determinado tema, mantendo predominância argumentativa ou expositiva na organização textual.
( )A predominância narrativa impede a presença de sequências descritivas responsáveis pela construção de personagens e espaços no interior do texto.
( )A tipologia descritiva estrutura-se pela sucessão de acontecimentos organizados em progressão temporal associada às ações centrais do texto.
Assinale a alternativa correta, “de cima para baixo”.
Assinale a alternativa correta quanto aos tipos de discurso.
Assinale a alternativa correta quanto aos vícios de linguagem e aos respectivos conceitos.
Assinale a alternativa correta de acordo com os aspectos fonéticos e fonoldgicos da lingua portuguesa.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à classificação sintática dos termos destacados na frase apresentada, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adverbiais de lugar, pois estabelecem circunstâncias espaciais relacionadas ao processo verbal da oração.
(_)A expressão "há décadas" exerce função de adjunto adverbial de tempo, indicando circunstância temporal associada à locução verbal "foi proibida".
(_)O termo "agranulocitose" exerce função de aposto explicativo, pois esclarece e especifica semanticamente a expressão "um possível efeito colateral raro e grave".
(_)A expressão "há décadas" integra o núcleo do predicado nominal da oração, pois caracteriza temporalmente o sujeito "a substância".
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adnominais, pois acompanham diretamente o núcleo substantivo "substância”.
Assinale a alternativa correta, "de cima para baixo".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
De acordo com a análise sintática da frase apresentada, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I.A expressão “os cientistas” exerce função de sujeito simples da oração principal.
PORQUE
II.O predicado da oração principal corresponde à estrutura “Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, não entendem completamente como ela age no corpo humano”.
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre os termos sintáticos presentes na frase, assinale a alternativa correta.