Questões de Concurso Sobre português

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Q4039582 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como a corrida ajuda na ansiedade, segundo a ciência

   Quem convive com ansiedade já ouviu conselhos como dormir bem, cuidar da alimentação e se exercitar.

    Entre essas recomendações, a corrida se destaca: não é apenas um treino para o corpo, mas também um aliado poderoso da mente — e a ciência explica por quê.

    Passar pelos primeiros quilômetros de corrida — ou até pelos primeiros minutos, dependendo da sua experiência — não é fácil: o corpo reclama, o coração dispara, a respiração fica curta, as pernas pesam.

    Enquanto isso, o organismo trabalha: uma série de reações fisiológicas e psicológicas entram em ação, liberando substâncias que fazem com que a recompensa valha a pena, segundo pesquisadores.

    Um dos levantamentos mais amplos já realizados sobre o tema, a revisão "A Scoping Review of the Relationship between Running and Mental Health" (em português, "Uma revisão exploratória da relação entre corrida e saúde mental"), analisou 116 estudos sobre corrida e saúde mental publicados entre 1970 e 2019.

   O trabalho concluiu que sessões de corrida — mesmo curtas, entre 10 e 60 minutos — estão associadas à melhora do humor, da ansiedade e dos sintomas depressivos.

    Os autores destacam que tanto a corrida recreativa quanto treinos regulares têm potencial de reduzir estresse e aumentar o bem-estar psicológico, embora níveis muito altos de prática (como em maratonistas ou corredores compulsivos) possam gerar efeitos negativos.

    Durante a corrida, o corpo e o cérebro entram em ação de formas complexas, liberando substâncias químicas que ajudam a reduzir a ansiedade e promovem sensação de prazer e bem-estar.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4p079v9dro.

Acesso em: 13 de março de 2026.
De acordo com o texto, a corrida:
Alternativas
Q4039581 Português
A mensagem central do anúncio “Não desaponte quem precisa” é composta por termos que pertencem respectivamente às classes morfológicas:
Alternativas
Q4039580 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/479422322827864215/. Acesso em: 12 de março de 2026.
Quanto ao processo de construção do verbo “desapontar”, analise as assertivas a seguir:

I. “des-” é um sufixo.
II. “apont-” é o radical do verbo.
III. É construído por derivação prefixal.
IV. O prefixo “des-” expressa ideia de negação.

Está correto o que se fala em:
Alternativas
Q4039579 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/479422322827864215/. Acesso em: 12 de março de 2026.
No anúncio, o verbo “desaponte” apresenta um sentido
Alternativas
Q4039578 Português
Leia e analise a construção da placa a seguir.

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Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/erros-de-portuguessao-comuns-em-placas-e-inscricoes-nas-areas-publicas-de-joinville/. Acesso em: 12 de março de 2026. 

Há um desvio relacionado à ortografia em:
Alternativas
Q4039577 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://ponte.org/armandinho-por-alexandre-beck/. Acesso em: 12 de março de 2026. 
As letras destacadas nos vocábulos “tijolinho” e “construir” representam, respectivamente:
Alternativas
Q4039576 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: https://ponte.org/armandinho-por-alexandre-beck/. Acesso em: 12 de março de 2026. 
Determine a frase que representa a reflexão provocada pela tira. 
Alternativas
Q4039575 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No segundo parágrafo do texto, o termo “destrutiva” pode ser substituído, sem que seu sentido no contexto seja alterado, pelo vocábulo: 
Alternativas
Q4039574 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Analise a separação silábica dos vocábulos a seguir e assinale a alternativa que apresenta a divisão correta conforme as regras gramaticais: 
Alternativas
Q4039573 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No trecho “Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.”, os termos em destaque podem ser classificados quanto à quantidade de sílabas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4039572 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
No excerto “De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.”, as palavras grafadas em negrito devem ser classificadas, de acordo com a posição da sílaba tônica, respectivamente, como:
Alternativas
Q4039571 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Os termos “no Brasil” e “histórica”, destacados respectivamente no primeiro e no terceiro parágrafos do texto, classificam-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q4039570 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


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    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Assinale a alternativa cujo termo em destaque representa o sujeito da oração. 
Alternativas
Q4039569 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
Releia o último parágrafo do texto. 

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".

Quanto ao nível da linguagem, o parágrafo em destaque apresenta:
Alternativas
Q4039568 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Captura_de tela 2026-05-06 110208.png (432×185)


    Com 72 mortes confirmadas até este domingo (8), a tragédia provocada pelas chuvas da última semana de fevereiro na Zona da Mata mineira já é o quarto maior desastre causado por chuvas no Brasil na última década, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora os dados desde 2016.
    
     O número coloca a região entre os episódios mais letais do país e revela a força destrutiva do evento climático que atingiu, sobretudo, Juiz de Fora e Ubá. A tragédia da Zona da Mata também já é considerada, conforme o Cemaden, o maior desastre por chuvas desde as enchentes do Rio Grande do Sul, em maio de 2024.

    Além de fatal, a chuva histórica que caiu apenas na noite de 23 de fevereiro, quando foram registrados entre 100 e quase 150 mm em seis horas, provocou enchentes e enxurradas que deixaram mais de 8.500 desabrigados e desalojados. [...]

    De acordo com a Defesa Civil, cinco pessoas morreram por conta da tragédia no bairro Esplanada e, quase 10 dias depois, os moradores ainda vivem a incerteza. Para minimizar danos, eles mesmos construíram uma contenção para evitar que a água da chuva escorra pelo barranco que deslizou.

    "Já conteve bastante aqui, não teve mais problema nenhum, mas o que a gente quer agora é solução. Saber se algumas pessoas podem voltar para casa ou não", disse outro morador do local, Washington Luiz de Oliveira.

    Já na cidade vizinha de Ubá, o comerciante Jucelito Gomes contou que a água ultrapassou um metro e meio de altura no Centro da cidade destruindo várias lojas e levando ao prejuízo centenas de pessoas.

    "Não deu pra salvar nada e é muito tenso, né. Não é só a perda material, a gente fica psicologicamente abalado, a gente não dorme, À noite, quando dá uma chuva, a gente acorda assustado com medo de acontecer algo. A gente perde aquela segurança de dormir em paz".


Disponível em: https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2026/03/08/tragedia-com-72-mortos-na-zona-da-matamineira-e-o-4o-maior-desastre-por-chuvas-no-brasil-nos-ultimosdez-anos.ghtml. Acesso em: 11 de março de 2026.
A função comunicativa do texto apresentado é: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: LEGALLE Concursos Órgão: Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS Provas: LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Agente Administrativo | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Acompanhante Terapêutico | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Almoxarife | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Secretário de Escola | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Soldador | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Técnico Agrícola | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Técnico de Suporte de TI | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Técnico em Contabilidade | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Técnico em Enfermagem | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Torneiro Mecânico | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Fiscal Ambiental | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Fiscal de Obras | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Mecânico | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Auxiliar em Saúde Bucal | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Desenhista | LEGALLE Concursos - 2026 - Prefeitura de São Lourenço do Sul - RS - Eletricista Predial/Iluminação Pública |
Q4039408 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Desigualdades de gênero no serviço público


   Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).


   Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.


   Osdesempenhados socialmente por mulheres e homens advêm de uma construção que intervém negativamente na qualidade de vida da mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em que aquelas desempenham uma atitude de subordinação e submissão perante esses.


   O grande problema disso é que se dissemina na sociedade uma visão estereotipada do feminino e do masculino, que gera consequências gravíssimas, opressivas e . O fato de as mulheres, mesmo com iguais ou superiores índices de escolaridade, apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem menores rendimentos demonstra que a desigualdade entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.


   Com a entrada massiva das mulheres no mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou. Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base em dados  concluem que, considerando as horas gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas a mais que os homens.


   Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).


   Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho impede  o exercício satisfatório de outras atividades, como educação, participação em associações e partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna menor o tempo livre das mulheres para a participação Já que as mulheres são socializadas para o mundo do privado em detrimento da autonomia e da busca dos próprios desejos, lançar-se em uma área considerada masculina. como a política por exemplo pode trazer problemas de conciliação entre funções que socialmente se espera que elas desempenhem.


   A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.


Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.

Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.

Considerando a oração sublinhada no quarto parágrafo do texto, ao passar a locução verbal da oração pode apenas ser atribuída para a voz ativa, adequando a regência do verbo atribuir, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
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Q4039407 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Desigualdades de gênero no serviço público


   Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).


   Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.


   Osdesempenhados socialmente por mulheres e homens advêm de uma construção que intervém negativamente na qualidade de vida da mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em que aquelas desempenham uma atitude de subordinação e submissão perante esses.


   O grande problema disso é que se dissemina na sociedade uma visão estereotipada do feminino e do masculino, que gera consequências gravíssimas, opressivas e . O fato de as mulheres, mesmo com iguais ou superiores índices de escolaridade, apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem menores rendimentos demonstra que a desigualdade entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.


   Com a entrada massiva das mulheres no mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou. Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base em dados  concluem que, considerando as horas gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas a mais que os homens.


   Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).


   Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho impede  o exercício satisfatório de outras atividades, como educação, participação em associações e partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna menor o tempo livre das mulheres para a participação Já que as mulheres são socializadas para o mundo do privado em detrimento da autonomia e da busca dos próprios desejos, lançar-se em uma área considerada masculina. como a política por exemplo pode trazer problemas de conciliação entre funções que socialmente se espera que elas desempenhem.


   A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.


Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.

Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.

Avalie a pontuação no fragmento sublinhado em itálico no final do sétimo parágrafo. No que se refere à sintaxe de pontuação e suas implicações restritivas e expansivas de sentido, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
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Q4039406 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Desigualdades de gênero no serviço público


   Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).


   Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.


   Osdesempenhados socialmente por mulheres e homens advêm de uma construção que intervém negativamente na qualidade de vida da mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em que aquelas desempenham uma atitude de subordinação e submissão perante esses.


   O grande problema disso é que se dissemina na sociedade uma visão estereotipada do feminino e do masculino, que gera consequências gravíssimas, opressivas e . O fato de as mulheres, mesmo com iguais ou superiores índices de escolaridade, apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem menores rendimentos demonstra que a desigualdade entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.


   Com a entrada massiva das mulheres no mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou. Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base em dados  concluem que, considerando as horas gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas a mais que os homens.


   Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).


   Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho impede  o exercício satisfatório de outras atividades, como educação, participação em associações e partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna menor o tempo livre das mulheres para a participação Já que as mulheres são socializadas para o mundo do privado em detrimento da autonomia e da busca dos próprios desejos, lançar-se em uma área considerada masculina. como a política por exemplo pode trazer problemas de conciliação entre funções que socialmente se espera que elas desempenhem.


   A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.


Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.

Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.

No segundo parágrafo, no trecho em negrito, a crase foi empregada em à masculina. Considerando isso, assinale a alternativa que justifica a ocorrência da crase no contexto apresentado.
Alternativas
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Q4039405 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Desigualdades de gênero no serviço público


   Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).


   Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.


   Osdesempenhados socialmente por mulheres e homens advêm de uma construção que intervém negativamente na qualidade de vida da mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em que aquelas desempenham uma atitude de subordinação e submissão perante esses.


   O grande problema disso é que se dissemina na sociedade uma visão estereotipada do feminino e do masculino, que gera consequências gravíssimas, opressivas e . O fato de as mulheres, mesmo com iguais ou superiores índices de escolaridade, apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem menores rendimentos demonstra que a desigualdade entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.


   Com a entrada massiva das mulheres no mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou. Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base em dados  concluem que, considerando as horas gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas a mais que os homens.


   Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).


   Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho impede  o exercício satisfatório de outras atividades, como educação, participação em associações e partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna menor o tempo livre das mulheres para a participação Já que as mulheres são socializadas para o mundo do privado em detrimento da autonomia e da busca dos próprios desejos, lançar-se em uma área considerada masculina. como a política por exemplo pode trazer problemas de conciliação entre funções que socialmente se espera que elas desempenhem.


   A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.


Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.

Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.

Analise a implicação semântica das locuções conjuntivas inseridas nestes períodos contíguos ao sentido do texto:
I. Embora, no segundo parágrafo.
II. Uma vez que, no sexto parágrafo.
As conjunções subordinativas em destaque acima estabelecem nos períodos em que estão inseridas, respectiva e semanticamente, relações de:
Alternativas
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Q4039404 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Desigualdades de gênero no serviço público


   Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).


   Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.


   Osdesempenhados socialmente por mulheres e homens advêm de uma construção que intervém negativamente na qualidade de vida da mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em que aquelas desempenham uma atitude de subordinação e submissão perante esses.


   O grande problema disso é que se dissemina na sociedade uma visão estereotipada do feminino e do masculino, que gera consequências gravíssimas, opressivas e . O fato de as mulheres, mesmo com iguais ou superiores índices de escolaridade, apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem menores rendimentos demonstra que a desigualdade entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.


   Com a entrada massiva das mulheres no mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou. Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base em dados  concluem que, considerando as horas gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas a mais que os homens.


   Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).


   Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho impede  o exercício satisfatório de outras atividades, como educação, participação em associações e partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna menor o tempo livre das mulheres para a participação Já que as mulheres são socializadas para o mundo do privado em detrimento da autonomia e da busca dos próprios desejos, lançar-se em uma área considerada masculina. como a política por exemplo pode trazer problemas de conciliação entre funções que socialmente se espera que elas desempenhem.


   A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.


Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.

Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.

No trecho em itálico no fim do terceiro parágrafo, os pronomes demonstrativos destacados cumprem papel coesivo anafórico na progressão do texto. Avaliando esse uso, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Respostas
9021: D
9022: A
9023: B
9024: D
9025: C
9026: E
9027: A
9028: B
9029: E
9030: B
9031: A
9032: D
9033: E
9034: C
9035: B
9036: B
9037: B
9038: B
9039: C
9040: B