Questões de Concurso Sobre crase em português

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Ano: 2010 Banca: ACAFE Órgão: PC-SC Prova: ACAFE - 2010 - PC-SC - Agente de Polícia |
Q396532 Português
Assinale a alternativa correta quanto à regência e à crase.
Alternativas
Q391485 Português
Assinale a alternativa correta que preenche as lacunas da frase a seguir.

O vereador que reside ______ Rua Miguel Deodoro corre o risco de ter seu _________ _______ assim que o processo chegar _______ mãos do Presidente.
Alternativas
Q391482 Português
Assinale a alternativa correta que preenche as lacunas da frase a seguir.

________ muitas mudanças neste projeto a serem sugeridas _____ construtora, principalmente quanto ______ regras do novo código de posturas municipais, mas o consenso entre você e o arquiteto pode identificar rapidamente ______ adaptações necessárias.
Alternativas
Q385231 Português
A alternativa correta quanto à ocorrência da crase é:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACEP Órgão: BNB Prova: ACEP - 2010 - BNB - Analista Bancário |
Q367683 Português
Assinale a alternativa que contempla a mesma regra que orienta o uso da crase na expressão “à força” (l13).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CODESP-SP Prova: FGV - 2010 - CODESP-SP - Guarda Portuário |
Q363326 Português
Em à prova (L.21), empregou-se corretamente o acento indicativo da crase.

Assinale a alternativa em que isso NÃO tenha ocorrido.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS Prova: FUNDATEC - 2010 - CEEERS - Administrador |
Q356215 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das linhas 16 e 23, respectivamente.
Alternativas
Q341608 Português
A respeito dos aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q339301 Português
Com base na organização das ideias e nos aspectos gramaticais do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Na linha 11, a ausência de sinal indicativo de crase no segmento “a classes” indica que foi empregada apenas a preposição a, exigida pelo verbo dar, sem haver emprego do artigo feminino.
Alternativas
Q334303 Português

Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos

Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de  transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os  pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que  interessam ao crime organizado."


Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.

Acesso em 28 1abr 2010.

“Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada.”

É correto afirmar que NÃO ocorre acento indicativo de crase antes de empresas porque
Alternativas
Q322847 Português
A respeito do texto XI, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317252 Português
Assinale, nos parênteses, V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as seguintes afirmativas.

( ) A locução adverbial à toa (linha 09) tem o sinal indicador da crase,assim como deve haver crase nas — também locuções adverbiais - "à revelia", "à esquerda" e ”à noite”.

( ) Sc o verbo consumir (linha 14) fosse substituído pelo substantivo "gastança”, seriam criadas as condições para a ocorrência da crase no segmento em questão.

( ) Se a forma verbal reclama (linha 23) fosse substituída por "queixa-se", haveria necessidade de mudanças estruturais na frase.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FDRH Órgão: BANRISUL Prova: FDRH - 2010 - BANRISUL - Escriturário |
Q317242 Português
Assinale com V (verdadeira) ou F (falsa) as seguintes afirmativas acerca do preenchimento das lacunas pontilhadas do texto.
( ) A lacuna da linha 15 deve ser preenchida com à, pois existe a palavra "renda" subentendida após.
( ) A lacuna da linha 22 não pode ser preenchida com à porque não se usa crase diante de verbo.
( ) A lacuna da linha 26 deve ser preenchida com o verbo "haver" flexionado na 3a pessoa do singular do Presente do Indicativo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Alternativas
Q310018 Português
Texto para os itens de 1 a 21

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Com referência à concordância e à regência verbal e nominal empregadas no texto, julgue os itens a seguir.

No trecho “vêm causando crescente apreensão às autoridades” (L. 17-18), a ocorrência do acento grave deve-se à regência de “apreensão” .

Alternativas
Q310012 Português
Texto para os itens de 1 a 21

Imagem 001.jpg

Com relação à estrutura do texto, julgue os próximos itens.

O trecho “estender a guerra aos novos territórios” (L.40) pode ser alterado para estender os novos territórios à guerra sem se prejudicar a correção gramatical e o sentido original do período.

Alternativas
Q278600 Português
Na oração “Eles nos deixaram À VONTADE” (3º parágrafo) e no trecho “inviabilizando o ataque, que, naturalmente, deveria ser feito À DISTÂNCIA” (8º parágrafo), observa-se a ocorrência da crase nas locuções adverbiais em caixa alta. Nas locuções das frases abaixo também ocorre a crase, que deve ser marcada com o acento, EXCETO em:
Alternativas
Q263588 Português
A alternativa que apresenta erro no emprego do acento grave, indicativo de crase, é:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IBRAM Prova: FUNCAB - 2010 - IBRAM - Assistente Técnico - z |
Q239165 Português
PIPOCA TAMBÉM COMBINA COM MUSEU!

Seu José, todo sábado e domingo pela tarde, chega
com a sua carrocinha de pipoca e fica parado em frente ao
MuseuNacional de BelasArtes, noRio de Janeiro.
Sabemos que o seu José está na porta do museu
pelo cheirinho quente e doce de suas pipocas fresquinhas
que, suavemente, adentram o museu. São pipocas tão
apetitosas que os visitantes dão uma pequena pausa para
comprar alguns deliciosos saquinhos de pipoca. Com o
simples ato de parar em frente ao museu, os visitantes têm o
raro momento de observar a fachada do Museu Nacional de
Belas Artes. Tratam-se de paredes compridas, imponentes,
as quais quase não são percebidas no dia a dia agitado do
centro da cidade carioca.
No momento que o visitante para em frente ao
museu ele temalguns instantes de pura paz. Dali, observa-se
também o Teatro Municipal, em frente ao museu. Olhando
para a esquerda, podemos ver a Cinelândia e a Biblioteca
Nacional. À direita, podemos observar a longa Avenida Rio
Branco, tão comprida que os nossos olhos se perdem em
meio aos altos prédios e ao silêncio habitual dos finais de
semana.
Mas, seu José é um jovem senhor que gosta muito
de seu ofício. Como pipoqueiro, ele sabe de todas as
atividades que acontecem nos finais de semana no Museu
Nacional de Belas Artes e no Teatro Municipal. Quando tem
tempo, ele aproveita para fazer uma visitinha ao museu nos
domingos, dia que a entrada é gratuita. Ele lembra também
que, no próximo domingo, o Teatro Municipal irá realizar mais
um espetáculo por apenas um real. Mas, o que é um real em
meio a umTeatro tão bonito como aquele? Seu José, como ar
saudoso, lembra que não existem mais profissionais como
antigamente, afinal, quem construiu aqueles prédios fez uma
das obras mais bonitas e, como ele mesmo diz, é uma beleza
de construção, cheia de detalhes, curvinhas, quadradinhos,
estátuas femininas e pinturas perfeitas feitas nas paredes e
colunas.
Todos estes elementos fazemdo prédio umdosmais
bonitos da região.
“Como deve ser difícil desenhar e esculpir tais
formas perfeitas! O artista tinha grandes habilidades!” (Diz
seu José).
Mas seu José também leva a família para visitar o
Museu. Somente a esposa não conhece oMuseu Nacional de
Belas Artes, pois, aos sábados e domingos, ela vai à igreja.
Mas, os filhos de seu José, sempre que tem alguma grande
exposição, comparecempara fazer uma visitinha.
Entre as histórias contadas, ele lembra da exposição
de Rodin, em que a fila dava voltas e voltas no quarteirão.
Uma fila saía do museu e contornava o prédio pela direita e
outra fila saía do prédio e o contornava pela esquerda. Nesta
exposição, todos os filhos do seu José vieram!
Para não abandonar a sua carrocinha de pipocas,
ele realiza mais de uma visita. Cada vez que ele entra no
museu, visita uma sala diferente. Em cada final de semana,
entra, rapidamente, numa parte da exposição. Segundo ele, o
museu temmuitas coisas bonitas para se ver.
Pois é..., mas, infelizmente, o seu José não pode
participar das mediações. Ele não tem tempo! Mas se ele
pudesse, seria muito legal! Ele entenderia as intenções do
artista.
Contudo, quem receberia o maior legado seria o
museu, pois ele tem toda propriedade para contar, para o Museu Nacional de BelasArtes, o que ele ouve dos visitantes
e como ele mesmo percebe o museu. Isso porque, como ele
vende suas deliciosas pipocas na porta domuseu há 25 anos,
muitas são as histórias que ele tempara contar!!! Vale lembrar
que o museu existe há 71 anos. Aliás, como era a Av. Rio
Branco há 71 anos atrás? Como as pessoas se vestiam?
Como viviam?
Mas... quão importante é, para nós, profissionais de
museus, sabermos como o museu é importante na vida de
seu José!
Afinal, Pipoca tambémcombina commuseu!
(in www.museologiahoje.com.br/revistamuseologiahojehtml)
No fragmento retirado do texto, “Somente a esposa não conhece o Museu Nacional de Belas Artes, pois, aos sábados e domingos, ela vai à igreja.”, observa-se o uso correto da crase. A alternativa em que o emprego da crase está correto, de acordo coma norma culta da língua, é:
Alternativas
Q227665 Português
Texto I, para responder às questões de 1 a 3.

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Com relação aos aspectos gramaticais do texto I e do texto II, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: PaqTcPB Órgão: IPSEM Prova: PaqTcPB - 2010 - IPSEM - Agente Administrativo |
Q222623 Português
TEXTO para responder às questões 1 a 10.


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Indique a alternativa em que o emprego do acento grave obedece à mesma regra que em: “Há ainda inúmeras outras interações agressivas, às vezes como diversão ou como forma de autoafirmação.”(1º§)
Alternativas
Respostas
8861: B
8862: D
8863: B
8864: A
8865: B
8866: B
8867: A
8868: E
8869: C
8870: B
8871: A
8872: B
8873: A
8874: E
8875: E
8876: D
8877: A
8878: E
8879: D
8880: B