Questões de Concurso Sobre português

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Q4248060 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
Considerando as características e funcionalidades de diferentes gêneros e tipologias textuais, o segundo parágrafo apresenta predominância da tipologia 
Alternativas
Q4248059 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No terceiro período do primeiro parágrafo, o pronome oblíquo “lo”, em “desnaturalizá-lo”, atua como recurso de coesão textual ao referir-se ao sintagma
Alternativas
Q4248058 Português
Texto 1


    Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é, simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela, sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem como suas leis, seus códigos morais, as representações que cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e reproduz.
     Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto, as semelhanças biológicas que o definem, mas, fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele se atribuem.

GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
No primeiro parágrafo, a progressão temática ocorre por meio da
Alternativas
Q4247856 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/adoro acesso em 18.6.26


Considere uma proposta de ensino que vise levar estudantes do Ensino Fundamental a compreender como escolhas linguísticas contribuem para a construção dos efeitos de sentido em uma tirinha.


Dito isso, assinale a opção que indica corretamente a atividade que melhor atende a esse objetivo. 

Alternativas
Q4247855 Português

Porsche que matou motorista de aplicativo em SP custa R$ 1 milhão e atinge 100 km/h em apenas quatro segundos


Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, bateu na traseira de um Renault Sandero na madrugada de domingo (31) e matou o condutor do veículo, na Zona Leste de São Paulo


Um jovem de 24 anos, identificado como Fernando Sastre de Andrade Filho, bateu na traseira de um Renault Sandero na madrugada de domingo (31) e matou o condutor do veículo, na Zona Leste de São Paulo. Fernando dirigia um Porsche 911 Carrera. Avaliado em cerca de R$ 1 milhão, o carro de luxo consegue atingir 100 km/h em apenas quatro segundos e sua velocidade máxima chega a quase 300 km/h.


https://oglobo.globo.com


Com o objetivo de verificar se os estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental reconhecem recursos linguísticos empregados em textos jornalísticos e analisam os efeitos de sentido produzidos por essas escolhas, um professor de Língua Portuguesa propõe uma atividade de leitura do texto apresentado. Nessa perspectiva, seria mais adequado solicitar que os estudantes investigassem 

Alternativas
Q4247854 Português

Estrangeirismo é comum no vocabulário corporativo. Isso é bom ou ruim?


“Boa tarde, vocês trouxeram o briefing? Precisamos fazer um brainstorm para definir o tema do workshop com o coach. O CEO e o COO pediram para darmos feedback logo, pois o deadline do job está próximo. Não podemos decepcionar o board!”


O excesso de termos em inglês na comunicação corporativa tem se tornado um desafio para muita gente, afinal, a maior parte da população brasileira não fala um idioma estrangeiro. Dependendo da área em que você atua, pode ter ficado perdido tentando saber o que estava sendo dito em determinadas ocasiões. Isso até poderia dar início a uma discussão sobre se o uso de palavras em outras línguas no dia a dia profissional é ou não positivo, no entanto, o recado de especialistas é claro: para não ficar por fora, o melhor é se atualizar e tentar acompanhar.


Adaptado de https://www.correiobraziliense.com.br


Em uma atividade de leitura sobre o texto, uma professora de Língua Portuguesa pediu que seus alunos explicassem a função discursiva do trecho inicial entre aspas na construção da argumentação.


Assinale a opção que apresenta a resposta de um estudante que demonstra compreensão adequada dessa função.


 

Alternativas
Q4247853 Português
Leia os textos a seguir.

1. Canção do Exílio (Gonçalves Dias)
Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá; As aves que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.

2. Canto de regresso à Pátria (Oswald de Andrade)
Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá.

Ao planejar uma atividade de leitura comparada desses textos para uma turma do Ensino Médio, um professor de Língua Portuguesa pretende desenvolver a compreensão das relações intertextuais estabelecidas entre diferentes produções literárias. Considerando esse objetivo de aprendizagem, analise as afirmativas a seguir. 

I. Solicitar aos estudantes que identifiquem os elementos retomados por Oswald de Andrade e discutam as transformações realizadas em relação ao poema de Gonçalves Dias constitui uma estratégia adequada, pois favorece a compreensão dos efeitos de sentido produzidos pela intertextualidade.

II. Propor que os estudantes localizem informações explícitas sobre a representação da paisagem brasileira nos dois poemas é uma estratégia suficiente para desenvolver a compreensão da relação intertextual entre os textos, pois a identificação do tema nacional permite reconhecer as influências entre as obras.

III. Orientar os estudantes a listar as características do Romantismo e do Modernismo, para depois identificá-las nos poemas, é uma estratégia adequada para que compreendam como um texto pode dialogar com outro.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q4247852 Português

Observe a charge a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


A expressão “Vini, vi, vencerei o racismo!” retoma e modifica a célebre frase atribuída a Júlio César — “Vim, vi, venci” — para construir um novo sentido no contexto da imagem. Ao trabalhar essa charge com alunos do Ensino Médio, um professor pretende verificar se a turma compreendeu os efeitos de sentido produzidos pela substituição da forma verbal “venci” por “vencerei”.


Para avaliar essa aprendizagem, o professor deve solicitar que os estudantes 

Alternativas
Q4247850 Português

Observe o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Ao trabalhar com alunos da 1ª série do Ensino Médio o tema das variações linguísticas, um professor de Língua Portuguesa utiliza o cartum apresentado. Com essa atividade, o professor pretende evidenciar que as línguas naturais se transformam historicamente.


Nesse contexto, o texto permite aos estudantes compreender que esse fenômeno decorre 

Alternativas
Q4247849 Português

Ela emendava o café da manhã no lanche das dez, o almoço no lanche das quatro e o jantar na ceia das nove. (...) Ganhou três queixos, essa Eurídice. Parece que seus olhos diminuíram, e seus cabelos não eram suficientes para emoldurar tantas feições. Quando viu que estava no ponto, que era o ponto de fazer o marido nunca mais se aproximar, adorou formas saudáveis de alimentação. Fazia dieta nas manhãs de segunda-feira e no intervalo entre as refeições.


BATALHA, Martha. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Cia das Letras, 2016. p. 8-9.


Ao selecionar o trecho para uma avaliação de leitura literária destinada a alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, um professor pretende verificar se a turma é capaz de reconhecer os efeitos de sentido produzidos pela ironia na construção da personagem.


Considerando esse objetivo, é correto afirmar que, no trecho final, a narradora constrói uma imagem de Eurídice segundo a qual ela 

Alternativas
Q4247846 Português

Observe o seguinte trecho da música “Estudo errado”, de Gabriel, o Pensador:


Eu tô aqui pra quê?

Será que é pra aprender?

Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?

Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater

(...)

Manhê! Tirei um dez na prova

Me dei bem, tirei um cem e eu quero ver quem me reprova

Decorei toda lição

Não errei nenhuma questão

Não aprendi nada de bom

Mas tirei dez (boa filhão!)


Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci

Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi


https://www.letras.mus.br/gabriel-pensador/66375/


Ao trabalhar esse trecho com alunos do 9o ano do Ensino Fundamental, um professor pretende verificar se a turma compreendeu a função argumentativa desempenhada pelo conectivo "mas" nas duas ocorrências destacadas.


Assinale a proposta de atividade mais adequada para avaliar essa aprendizagem. 

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Q4247844 Português

O tempo não para


Disparo contra o sol

Sou forte, sou por acaso

Minha metralhadora cheia de mágoas


Eu sou um cara

Cansado de correr

Na direção contrária

Sem pódio de chegada ou beijo de namorada

Eu sou mais um cara


Mas se você achar

Que eu tô derrotado

Saiba que ainda estão rolando os dados

Porque o tempo, o tempo não para


Dias sim, dias não

Eu vou sobrevivendo sem um arranhão

Da caridade de quem me detesta


A tua piscina tá cheia de ratos

Tuas ideias não correspondem aos fatos

O tempo não para


Eu vejo o futuro repetir o passado

Eu vejo um museu de grandes novidades

O tempo não para

Não para, não para


Eu não tenho data pra comemorar

Às vezes, os meus dias são de par em par

Procurando agulha num palheiro


Nas noites de frio é melhor nem nascer

Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer

E assim nos tornamos brasileiros


Composição: Arnaldo Brandão / Cazuza.In: https://www.letras.mus.br/cazuza


Ao longo da canção, o eu lírico constrói uma imagem marcada por dualidades e contradições, revelando diferentes aspectos de sua visão de mundo e de si mesmo.


Esse procedimento pode ser observado no seguinte contraste entre versos: 

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Q4247843 Português

Febre das canetas emagrecedoras e até crimes colocam

medicamentos no alvo da Anvisa 


A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se prepara para deliberar, no próximo dia 29, sobre uma nova instrução normativa que estabelece requisitos técnicos rigorosos para a manipulação das chamadas “canetas emagrecedoras”.


Esta nova norma é peça-chave do plano de ação anunciado pela autarquia no início deste mês, desenhado para fortalecer as estratégias de fiscalização e o controle sanitário sobre esses compostos, que têm dominado o debate sobre saúde e estética no país.


Adaptado de https://www.nsctotal.com.br/noticias/


Nos dois parágrafos da notícia, o pronome relativo que introduz orações adjetivas com funções distintas.


Considerando a relação entre essas orações e seus antecedentes, assinale a opção que explica adequadamente o emprego da vírgula apenas na segunda ocorrência do pronome.

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Q4247841 Português
A perda de memória que nosso pai sofreu em seus últimos anos foi, como é fácil de imaginar, duríssima para todos nós. Mas particularmente a maneira como essa perda diminuiu suas possibilidades de continuar escrevendo com o rigor de costume foi, para ele, uma fonte de frustração desesperadora. Ele nos disse isto com a clareza e a eloquência de um grande escritor: “A memória é, ao mesmo tempo, minha matéria-prima e minha ferramenta. Sem ela, não existe nada.

GARCIA MÁRQUEZ, Gabriel. Em agosto nos vemos. Rio de Janeiro: Record, 2024.

No prefácio do livro “Em agosto nos vemos”, os filhos de Gabriel Garcia Márquez comentam o processo de escrita de seu pai e reproduzem uma reflexão do próprio escritor sobre os elementos indispensáveis à produção de sua obra.

Esse procedimento metalinguístico dos autores do prefácio evidencia um uso da linguagem voltado para a 
Alternativas
Q4247840 Português

Leia o fragmento da canção “Carnavália”, dos Tribalistas.


Vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar

Vem fazer história que hoje é dia de glória nesse lugar

Vem comemorar, escandalizar ninguém

Vem me namorar, vou te namorar também

Vamos pra avenida desfilar a vida, carnavalizar


Repique tocou

O surdo escutou

E o meu corasamborim

Cuíca gemeu, será que era meu, quando ela passou por mim?


https://www.letras.mus.br/tribalistas/64153



Um dos mecanismos de produtividade linguística, especialmente nos textos literários, é a criação estilística de neologismos, ou seja, de novas palavras por meio de processos já previstos na Língua.


Nesse sentido, ao criar “corasamborim”, os autores da canção promovem

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Q4247839 Português

Leia o início de um conto da autora Lygia Fagundes Telles.


 A disciplina do amor


Foi na França, durante a segunda grande guerra: um jovem tinha um cachorro que, todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.


TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.


Considerando o procedimento organizacional dos textos em introdução, desenvolvimento e conclusão, é correto afirmar que a escolha da autora pela construção, que inicia o primeiro período do texto, deve-se à sua função de 

Alternativas
Q4247838 Português

Leia:


Imagem associada para resolução da questão


Na tirinha, a articulação entre linguagem verbal e não verbal produz um efeito de atualização do conto “Chapeuzinho Vermelho”, o qual se concretiza porque o autor

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Q4247837 Português

Jura era viúvo. Eram só ele e dois filhos morando no apartamentinho perto da garagem. Reparei mais uma vez que, para quem não era patrão, tudo era “inho”: quartinho, apartamentinho, banheirinho...


CRUZ, Eliana Alves. Solitária. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p. 30.


Assinale a opção em que se apresenta corretamente o efeito de sentido obtido pela autora ao utilizar o sufixo de diminutivo “inho” como um elemento caracterizador do sujeito “tudo” na oração “tudo era ‘inho’”.


 

Alternativas
Q4247836 Português

Copa 2026: SP tem alunos na rede estadual de 43 países classificados


Rede pública estadual tem mais de 5 mil alunos que nasceram em países classificados para a Copa


Em clima de Copa do Mundo, a rede pública estadual de São Paulo concentra alunos nascidos em 43 dos 48 países convocados para o campeonato mundial, segundo informações reunidas pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc).


Dentre os 48 países convocados, o estado de São Paulo tem 5.366 estudantes nascidos em 43 deles, incluindo o Brasil. Só não há estudantes nascidos em Curaçao, Noruega, Uzbequistão, República Tcheca e Suécia.


https://www.metropoles.com/sao-paulo/copa-do-mundo-sp-alunos-estadual


conectivo segundo poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, no contexto do 1o parágrafo por 

Alternativas
Q4247835 Português

Ler é um movimento externamente passivo - mas um movimento, porque mexe com as imagens interiores, guardadas, reprimidas, acrescentando-lhes outras e transformando as que o leitor já traz consigo. Escrever, por sua vez, é um movimento externamente ativo, fazendo imagens, trazendo algumas do fundo e dando-lhes forma, trazendo outras do mundo e modificando-lhes a forma - na direção de um estilo pessoal.


BERNARDO, Gustavo. Redação inquieta. São Paulo: Rocco, 2010. p. 258


Na dicotomia entre ler e escrever, o autor estabelece uma relação aparentemente paradoxal entre leitura e movimento no início do texto.


Assinale a opção em que essa relação é interpretada adequadamente.  

Alternativas
Respostas
841: C
842: A
843: D
844: E
845: B
846: B
847: A
848: A
849: C
850: E
851: A
852: C
853: A
854: B
855: A
856: A
857: C
858: E
859: E
860: C