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Q3804144 Português
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RIBEIRO, Estevão. Tapa. Disponível em <https://mobile.publishnews.com.br/materias/2025/07/04/os-passarinhos-tapa>.


O humor na tirinha acima resulta do(a):
Alternativas
Q3804143 Português
“Cada grande livro redefine a função da literatura.” (Jérôme Ferrari)
O termo destacado no pensamento acima, nessa mesma ordem, é formado por:
Alternativas
Q3804142 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta corretamente a colocação do pronome destacado em relação ao verbo.
Alternativas
Q3804141 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está corretamente empregada.
Alternativas
Q3804140 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q3804139 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada possui valor adjetivo, qualificando um ser mencionado na frase.
Alternativas
Q3804138 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.

“Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece.”


A expressão destacada no trecho acima deixa clara a ideia de que o fim do mundo:

Alternativas
Q3804137 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
“A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3804136 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
De acordo com o texto “Fim do mundo”, é correto afirmar que
Alternativas
Q3803789 Português
“_______ vários itens na pauta da reunião da Diretoria.”
A lacuna da sentença acima pode ser substituída corretamente por:
Alternativas
Q3803788 Português

No texto verbal da placa acima, é correto afirmar que: 



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Alternativas
Q3803787 Português
Assinala a alternativa em que a preposição destacada apresenta o sentido de origem, procedência.
Alternativas
Q3803786 Português
“Eu ficaria muito grato se vocês _______ a situação toda.”
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais completa corretamente o espaço em branco acima.
Alternativas
Q3803785 Português
Assinale a alternativa em cuja frase a palavra “luz” está sendo empregada em sentido figurado. 
Alternativas
Q3803784 Português
Assinale a alternativa em que o espaço em branco pode ser ocupado corretamente tanto por “a” quanto por “à”.
Alternativas
Q3803783 Português
Assinale a alternativa que apresenta o emprego correto da palavra destacada na sentença. 
Alternativas
Q3803782 Português
Diário de um celular


        Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto que ele fica mais tempo comigo do que com a família. Às vezes me sinto sufocado.

         Agora mesmo, tarde da noite, embora já de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do toque. Se continuar assim, logo terá aquela doença de LER (lesão por esforço repetitivo).

       Seis da manhã. Ele desperta com a mesma música. Em seguida, com mais um toque, ele me apaga de novo.

        Seguimos com o café. Lá estou eu, em posição privilegiada. Ele me coloca na mesa, antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me importante. Quase um rei.

           No elevador, sou a verdadeira proteção e salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às vezes disfarça que está navegando.

            Momento de pânico. Vou partilhar alguns minutos no carro, a caminho da escola do filho e do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu totalmente desprotegido, solto no console do veículo. O filho também tem celular, mas, como não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades. Ficamos somente no visual (off line). (...)

       Outro dia compreendi melhor qual poderá ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente descartar uma impressora antiga, daquelas matriciais. Fomos então a um descarte de lixos eletrônicos. Que imagem triste! Quantos celulares desconectados do mundo. Quanta sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele estava realmente emocionado com seu descarte. Percebi que ali, naquela aparente bobina da máquina fria, já tinha rolado muito calor humano. Aquele simples aparelho já tinha impresso muito sentimento e história.

        Voltamos para casa abalados, ainda com a imagem daquele cenário de modelos ultrapassados e abandonados. Acessei o Google e constatei que todos têm direito a um último desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na última estrofe da canção, senti meu “chip” mais apertadinho e decidi qual será meu último pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não me esqueça num canto qualquer”. 


PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.

Ao final do texto “Diário de um celular”, o narrador: 
Alternativas
Q3803781 Português
Diário de um celular


        Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto que ele fica mais tempo comigo do que com a família. Às vezes me sinto sufocado.

         Agora mesmo, tarde da noite, embora já de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do toque. Se continuar assim, logo terá aquela doença de LER (lesão por esforço repetitivo).

       Seis da manhã. Ele desperta com a mesma música. Em seguida, com mais um toque, ele me apaga de novo.

        Seguimos com o café. Lá estou eu, em posição privilegiada. Ele me coloca na mesa, antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me importante. Quase um rei.

           No elevador, sou a verdadeira proteção e salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às vezes disfarça que está navegando.

            Momento de pânico. Vou partilhar alguns minutos no carro, a caminho da escola do filho e do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu totalmente desprotegido, solto no console do veículo. O filho também tem celular, mas, como não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades. Ficamos somente no visual (off line). (...)

       Outro dia compreendi melhor qual poderá ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente descartar uma impressora antiga, daquelas matriciais. Fomos então a um descarte de lixos eletrônicos. Que imagem triste! Quantos celulares desconectados do mundo. Quanta sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele estava realmente emocionado com seu descarte. Percebi que ali, naquela aparente bobina da máquina fria, já tinha rolado muito calor humano. Aquele simples aparelho já tinha impresso muito sentimento e história.

        Voltamos para casa abalados, ainda com a imagem daquele cenário de modelos ultrapassados e abandonados. Acessei o Google e constatei que todos têm direito a um último desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na última estrofe da canção, senti meu “chip” mais apertadinho e decidi qual será meu último pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não me esqueça num canto qualquer”. 


PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.

“Lá estou eu, em posição privilegiada.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3803780 Português
Diário de um celular


        Vou pedir um tempo ao meu dono. Sinto que ele fica mais tempo comigo do que com a família. Às vezes me sinto sufocado.

         Agora mesmo, tarde da noite, embora já de pijama, ele não desgruda. Acho que é o tal do toque. Se continuar assim, logo terá aquela doença de LER (lesão por esforço repetitivo).

       Seis da manhã. Ele desperta com a mesma música. Em seguida, com mais um toque, ele me apaga de novo.

        Seguimos com o café. Lá estou eu, em posição privilegiada. Ele me coloca na mesa, antes mesmo que a xícara e o pão. Sinto-me importante. Quase um rei.

           No elevador, sou a verdadeira proteção e salvação dos tímidos. Já entra comigo na mão. Às vezes disfarça que está navegando.

            Momento de pânico. Vou partilhar alguns minutos no carro, a caminho da escola do filho e do trabalho. Eles com cinto de segurança, eu totalmente desprotegido, solto no console do veículo. O filho também tem celular, mas, como não liga o “bluetooth”, não partilho as novidades. Ficamos somente no visual (off line). (...)

       Outro dia compreendi melhor qual poderá ser meu destino. Meu dono resolveu finalmente descartar uma impressora antiga, daquelas matriciais. Fomos então a um descarte de lixos eletrônicos. Que imagem triste! Quantos celulares desconectados do mundo. Quanta sucata. Senti uma lágrima no meu visor. Ele estava realmente emocionado com seu descarte. Percebi que ali, naquela aparente bobina da máquina fria, já tinha rolado muito calor humano. Aquele simples aparelho já tinha impresso muito sentimento e história.

        Voltamos para casa abalados, ainda com a imagem daquele cenário de modelos ultrapassados e abandonados. Acessei o Google e constatei que todos têm direito a um último desejo. Naveguei pelo Youtube e encontrei uma música do Toquinho e Vinícius: O Caderno. Na última estrofe da canção, senti meu “chip” mais apertadinho e decidi qual será meu último pedido: “Só peço a você um favor, se puder, não me esqueça num canto qualquer”. 


PASINI, Amarildo. Diário de um celular.
Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha2/cronica---diario-de-um-celular948301.html?d=1>.

O narrador do texto “Diário de um celular” é:
Alternativas
Q3800926 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No período “A orquídea é linda quando você a recebe”, o pronome destacado exerce determinada função sintática em relação ao verbo. Considerando a estrutura do enunciado, é correto afirmar que o pronome “a” desempenha a função de: 
Alternativas
Respostas
6261: B
6262: C
6263: A
6264: D
6265: A
6266: E
6267: C
6268: B
6269: E
6270: B
6271: C
6272: E
6273: E
6274: D
6275: A
6276: C
6277: B
6278: D
6279: A
6280: C