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Q3832808 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
Considere a passagem do texto: “Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde [...]”.
Tendo em vista o contexto, sobre o trecho “[...] é a grama do vizinho mais verde [...]”, pode-se inferir que muita gente

I - considera a vida do outro bem melhor que a sua.
II - reconhece que a vida do outro é pior que a sua.
III - cria uma ilusão de que a vida do outro é melhor.
IV - demonstra insatisfação com a própria realidade.
V - valoriza sua vida sem se comparar com o outro.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3832461 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado

MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025. 
Considerando o texto "Comunicar ainda é um ato humano", avalie sua tipologia e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3832458 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado

MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025. 
A partir das ideias desenvolvidas no texto "Comunicar ainda é um ato humano", analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3832427 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Lojista acalma cães durante bombardeio na Ucrânia

Enquanto os bombardeios da Rússia sobre a Ucrânia continuam, o dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros que ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.


"Não treme não, meu bichinho, vai passar", diz ele em um vídeo publicado nas redes sociais.


Oleksii transformou sua pequena loja em um refúgio para animais sem dono — em número maior a cada novo bombardeio ou tempestade de tiros que acontece na Ucrânia.


Segundo ele, comida e ração são doadas por alguns clientes e, neste inverno, ele já preparou um isolamento térmico nas casinhas dos animais.
Não treme não, “meu bichinho”, vai passar.
Sintaticamente, é correto afirmar que a expressão destacada, nesta frase, trata-se de:
Alternativas
Q3832426 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.

Lojista acalma cães durante bombardeio na Ucrânia

Enquanto os bombardeios da Rússia sobre a Ucrânia continuam, o dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros que ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.


"Não treme não, meu bichinho, vai passar", diz ele em um vídeo publicado nas redes sociais.


Oleksii transformou sua pequena loja em um refúgio para animais sem dono — em número maior a cada novo bombardeio ou tempestade de tiros que acontece na Ucrânia.


Segundo ele, comida e ração são doadas por alguns clientes e, neste inverno, ele já preparou um isolamento térmico nas casinhas dos animais.
O dono de uma loja de eletrônicos na cidade de Odessa aceitou uma missão difícil: acalmar os cachorros “que” ele passou a abrigar há cerca de dois anos no local.
Em relação à classe de palavras, o termo destacado na frase trata-se de:
Alternativas
Q3832425 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

Em textos de divulgação científica, é comum que a linguagem priorize a apresentação objetiva de dados, conceitos e explicações, ainda que, em alguns momentos, recorra a termos expressivos para facilitar a aproximação com o leitor.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3832424 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

“A última observada tinha cerca de dez metros” e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
Alternativas
Q3832420 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

Com essa descoberta, já são várias as “quase-luas” conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis “luas-fantasma”.
Os termos destacados constituem substantivos compostos e, considerando os processos envolvidos em sua concepção, são formados por:
Alternativas
Q3832418 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha


Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.


O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.


As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.


As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.


As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.


Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.


Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.


Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, “viaja” em sintonia com a Terra há décadas.

De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:

Alternativas
Q3832358 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado

MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025. 
A partir das ideias desenvolvidas no texto "Comunicar ainda é um ato humano", analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3832355 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado

MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025. 
Considerando o texto "Comunicar ainda é um ato humano", avalie sua tipologia e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3832281 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comunicar ainda é um ato humano


Vivemos um tempo paradoxal: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil produzir sentido. Em meio a textos automatizados e narrativas guiadas por algoritmos, surge uma questão essencial: o que acontece quando delegamos às máquinas não apenas a forma, mas a intenção do que comunicamos? O risco central não é a substituição do humano, mas o esvaziamento do significado.

Sem intenção consciente, a comunicação se transforma em mero estímulo eficiente, porém vazio. Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem. Onde não há intenção humana, há o perigo da manipulação disfarçada de inovação.

Nesse cenário, comunicar exige ética. Não basta dominar ferramentas tecnológicas; é preciso usá-las para ampliar a consciência, não para anestesiá-la. A inteligência artificial reflete valores e visões de mundo de quem a cria, mas carece de um elemento insubstituível: a consciência ética humana.

A IA pode ampliar e organizar vozes, mas não cria intenção. A intenção é o núcleo da comunicação. Criar e comunicar continuam sendo atos humanos profundos, encontros entre consciência e linguagem. A tecnologia pode amplificar, mas apenas o humano decide o que merece ser dito.

Texto Adaptado

MCSILL, James. Comunicar ainda é um ato humano. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/comunicar-ainda-e-um-at o-humano-1.1097630 . Acesso em: 16 dez. 2025. 
A respeito do uso da vírgula na frase "Quando sistemas decidem o que deve emocionar ou convencer, perde-se a responsabilidade sobre o porquê da mensagem.", assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3831811 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

Apesar disso, "vêm" sendo usadas apenas por estética.



Considerando a ortografia oficial vigente, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3831810 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora.



Considerando a concordância verbal na frase acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3831809 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

O corpo reage "à perda" de peso elevando hormônios da fome [...].



Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase,

Alternativas
Q3831808 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

"Há também o risco de perda de massa muscular", piora da composição corporal e efeito sanfona.



Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,

Alternativas
Q3831807 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

O texto aborda o uso de canetas emagrecedoras por indivíduos que não atendem aos critérios clínicos exigidos, destacando riscos médicos, fiscalização insuficiente e motivação estética predominante nos casos narrados.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3831806 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente.



Considerando a coesão e a coerência no trecho acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3831805 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

No Brasil, a Anvisa passou a "exigir" retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.



De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:

Alternativas
Q3831804 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os riscos de usar canetas emagrecedoras por conta própria só por estética


A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para perder o peso da pandemia, mas não teve sucesso. Apesar da boa forma, decidiu seguir amigas que usavam canetas emagrecedoras e, em fevereiro de 2024, comprou Ozempic sem receita, iniciando o uso sem supervisão. Os efeitos foram imediatos, com forte redução do apetite, e ela segue usando o medicamento de forma intermitente. Especialistas alertam para os riscos dessa automedicação.


A Anvisa exige receita para esses medicamentos, destinados a pessoas que realmente atendam às indicações médicas. Em 2025, a Polícia Federal investigou uma quadrilha que fabricava ilegalmente tirzepatida, envolvendo o médico Gabriel Almeida, que nega irregularidades e diz atuar apenas em debates técnicos.


Canetas como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam hormônios ligados à saciedade e são indicadas para obesos ou pessoas com IMC entre vinte e sete e trinta com condições associadas. Apesar disso, vêm sendo usadas apenas por estética. Gabriela tinha IMC de 26,6 e nenhuma condição clínica. Em 2025, o Brasil ampliou critérios de prescrição, incluindo novas avaliações corporais. Especialistas reforçam que o foco desses medicamentos é tratar doenças, não desejos estéticos.


Caso semelhante é o de Andrew, britânico de quarenta e nove anos, com IMC de 26,9. Ele comprou as canetas online apenas com uma autoavaliação e, em 2024, perdeu peso rapidamente, relatando redução do impulso de comer. Ambos usam o medicamento por vaidade, não por indicação médica.


Apesar da eficácia, há riscos importantes. O uso sem necessidade clínica ainda gera incertezas, principalmente quando feito de forma intermitente. Efeitos colaterais incluem náusea, vômito, diarreia, constipação e, em casos raros, gastroparesia e problemas oculares. Uma mulher de trinta e um anos morreu na Paraíba após usar o medicamento sem supervisão, caso que reforçou os alertas do Cremesp.


Oacesso facilitado preocupa. No Reino Unido, farmácias online fazem verificações superficiais, permitindo uso inadequado, com mais de um milhão de pessoas utilizando o medicamento até agora. No Brasil, a Anvisa passou a exigir retenção de receita e proibiu a manipulação da semaglutida.


Há também o risco de perda de massa muscular, piora da composição corporal e efeito sanfona. O corpo reage à perda de peso elevando hormônios da fome e reduzindo o metabolismo, dificultando manter os resultados após interromper o uso. O tratamento contínuo só é indicado para quem realmente precisa.


Mesmo assim, Gabriela e Andrew não pretendem parar. Ela admite sentir-se dependente, e ele vê o medicamento como parte permanente de sua rotina estética.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyk6xz0rz0o.adaptado.

A advogada Gabriela, de quarenta anos, tentou dietas rigorosas e treinos intensos para "perder" o peso da pandemia, mas não "teve" sucesso.



Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:

Alternativas
Respostas
6041: B
6042: B
6043: C
6044: D
6045: C
6046: A
6047: C
6048: D
6049: C
6050: D
6051: C
6052: B
6053: D
6054: D
6055: A
6056: D
6057: C
6058: B
6059: B
6060: A