Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3844217 Português

Texto para a questão.


Programa mulheres de peito


        A OMS estima que no mundo ocorram cerca de 1.050.000 casos de câncer de mama por ano. É o tipo de câncer que mais incide sobre a população feminina. Nas mulheres, é a causa mais frequente de morte por câncer.


         As causas do câncer de mama não são totalmente conhecidas, mas sabe‑se que a doença é multifatorial e depende de uma complexa combinação de fatores. A idade é o principal fator de risco, que aumenta a partir dos 35 anos em alguns grupos. As mulheres que têm entre 50 e 70 anos são as mais propensas, por isso as políticas de rastreamento, baseadas nas recomendações da Organização Mundial de Saúde, são prioritariamente focadas nessa faixa etária.


        Existe também a predisposição genética, que não é tão significativa, pois representa de 5% a 10% dos casos, mas serve como alerta.


        Os fatores que predispõem as mulheres ao câncer de mama são classificados entre os inevitáveis e os que podem ser evitados por meio da mudança ou incorporação de hábitos e comportamentos, possibilitando assim a intervenção direta dos programas de prevenção.


        Na primeira classificação ‑ INEVITÁVEIS ‑ temos as seguintes características: sexo feminino, idade maior que 55 anos, predisposição genética, antecedência pessoal e familiar, alta densidade mamária, menarca precoce ou menopausa tardia.


        Já os fatores de risco que podem ser EVITADOS, minimizando em tese as chances de câncer, são: migração, exposição à radiação ionizante, nuliparidade ou primeira gestação depois dos 30 anos, uso de terapia de reposição hormonal, não amamentar, consumo de álcool, fumo, abuso de gordura animal e obesidade.


Internet:<saude.sp.gov.br>  (com adaptações).

O trecho “Programa mulheres de peito”, utilizado como título na campanha da Secretaria de Estado de São Paulo, explora um duplo sentido que confere expressividade ao enunciado. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta a principal figura de linguagem empregada no título e a sua justificação semântica.
Alternativas
Q3844215 Português

Texto para a questão.


Programa mulheres de peito


        A OMS estima que no mundo ocorram cerca de 1.050.000 casos de câncer de mama por ano. É o tipo de câncer que mais incide sobre a população feminina. Nas mulheres, é a causa mais frequente de morte por câncer.


         As causas do câncer de mama não são totalmente conhecidas, mas sabe‑se que a doença é multifatorial e depende de uma complexa combinação de fatores. A idade é o principal fator de risco, que aumenta a partir dos 35 anos em alguns grupos. As mulheres que têm entre 50 e 70 anos são as mais propensas, por isso as políticas de rastreamento, baseadas nas recomendações da Organização Mundial de Saúde, são prioritariamente focadas nessa faixa etária.


        Existe também a predisposição genética, que não é tão significativa, pois representa de 5% a 10% dos casos, mas serve como alerta.


        Os fatores que predispõem as mulheres ao câncer de mama são classificados entre os inevitáveis e os que podem ser evitados por meio da mudança ou incorporação de hábitos e comportamentos, possibilitando assim a intervenção direta dos programas de prevenção.


        Na primeira classificação ‑ INEVITÁVEIS ‑ temos as seguintes características: sexo feminino, idade maior que 55 anos, predisposição genética, antecedência pessoal e familiar, alta densidade mamária, menarca precoce ou menopausa tardia.


        Já os fatores de risco que podem ser EVITADOS, minimizando em tese as chances de câncer, são: migração, exposição à radiação ionizante, nuliparidade ou primeira gestação depois dos 30 anos, uso de terapia de reposição hormonal, não amamentar, consumo de álcool, fumo, abuso de gordura animal e obesidade.


Internet:<saude.sp.gov.br>  (com adaptações).

Com base no trecho “exposição à radiação ionizante”, assinale a opção correta, conforme a regência verbal e a nominal da norma‑padrão da língua portuguesa e considerando o fenômeno da crase.
Alternativas
Q3844214 Português

Texto para a questão.


    A Fundação para o Remédio Popular “Chopin Tavares de Lima” (FURP), laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo, unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi aprovada pelo Ministério da Saúde (MS) em dois novos projetos de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), com foco na produção nacional de medicamentos utilizados no tratamento de doenças raras.


    As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) são uma estratégia do Ministério da Saúde, por meio do Departamento do Complexo Econômico‑Industrial da Saúde (DECEIIS), que visa ampliar o acesso a medicamentos e produtos para a saúde considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), ao mesmo tempo em que fortalece o Complexo Econômico‑Industrial da Saúde (CEIS) no Brasil.


                                                                                                                                                                                                    Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).

Acerca do trecho “que visa ampliar”, assinale a opção que apresenta a regência correta do verbo visar, segundo a norma‑padrão.
Alternativas
Q3844213 Português

Texto para a questão.


    A Fundação para o Remédio Popular “Chopin Tavares de Lima” (FURP), laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo, unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES) foi aprovada pelo Ministério da Saúde (MS) em dois novos projetos de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), com foco na produção nacional de medicamentos utilizados no tratamento de doenças raras.


    As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) são uma estratégia do Ministério da Saúde, por meio do Departamento do Complexo Econômico‑Industrial da Saúde (DECEIIS), que visa ampliar o acesso a medicamentos e produtos para a saúde considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), ao mesmo tempo em que fortalece o Complexo Econômico‑Industrial da Saúde (CEIS) no Brasil.


                                                                                                                                                                                                    Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).

Acerca da progressão discursiva do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3844212 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Considerando o trecho “as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.”, o termo “a fim de” pode ser substituído, mantendo‑se o significado e a coerência, por
Alternativas
Q3844211 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Com base na finalidade central do texto e a sua disposição interna, assinale a opção que apresenta a sequência discursiva predominante.
Alternativas
Q3844209 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Quanto à progressão discursiva do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3844208 Português

Texto para a questão.


    Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP‑1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.


    As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil. Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.


    É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto. No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP‑1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.


    O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.


    Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração. Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.


Internet: <gov.br/anvisa/> (com adaptações).


Assinale a opção que apresenta os elementos textuais, acerca do propósito comunicativo do texto. 
Alternativas
Q3843571 Português

Texto para a questão.


    Leandro Karnal – Não importa o que o profissional de enfermagem (se é técnico, auxiliar ou enfermeiro) faça, ele vai sofrer. Vai sofrer porque pode adoecer, porque pode perder alguém querido, porque a profissão é extremamente desafiadora e o ambiente hospitalar é muito estressante. Vai sofrer porque lida com a dor dos outros o dia inteiro - é inevitável. 


    Mas tanto os budistas quanto os filósofos estoicos afirmavam o seguinte: “Eu não controlo o mundo, eu controlo como o mundo me influencia”. Ou seja, trata‑se de um processo interno que a Monja Coen destaca em uma frase do budismo zen: “A dor é inevitável, o sofrimento não”. Se eu bater o pé na quina da cama, eu vou sentir dor. No entanto, se eu aumentar essa dor com xingamentos, revolta e sentimentos negativos, eu transformo a dor em sofrimento.


Internet: (com adaptações).

Considerando o contraste estabelecido no texto entre a inevitabilidade da dor na profissão de enfermagem e a perspectiva filosófica da gestão do sofrimento, assinale a opção correta, em relação ao que é inferido acerca da mensagem central do texto.
Alternativas
Q3843570 Português

Texto para a questão.


    Leandro Karnal – Não importa o que o profissional de enfermagem (se é técnico, auxiliar ou enfermeiro) faça, ele vai sofrer. Vai sofrer porque pode adoecer, porque pode perder alguém querido, porque a profissão é extremamente desafiadora e o ambiente hospitalar é muito estressante. Vai sofrer porque lida com a dor dos outros o dia inteiro - é inevitável. 


    Mas tanto os budistas quanto os filósofos estoicos afirmavam o seguinte: “Eu não controlo o mundo, eu controlo como o mundo me influencia”. Ou seja, trata‑se de um processo interno que a Monja Coen destaca em uma frase do budismo zen: “A dor é inevitável, o sofrimento não”. Se eu bater o pé na quina da cama, eu vou sentir dor. No entanto, se eu aumentar essa dor com xingamentos, revolta e sentimentos negativos, eu transformo a dor em sofrimento.


Internet: (com adaptações).

Assinale a opção correta, quanto à análise semântica e sintática do texto.
Alternativas
Q3843569 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
Assinale a opção correta, quanto ao gênero textual do texto “Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento para a enfermagem”.
Alternativas
Q3843568 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
Em consonância com o texto, diante dos avanços realizados pelo COREN‑SP, é possível inferir mudanças. Com base nessa informação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843567 Português
Texto para a questão.

Nova central telefônica do Coren‑SP agiliza atendimento
para a enfermagem

    O Coren‑SP realizou mudanças em sua central de atendimento e está mais próxima dos profissionais, atendendo ainda melhor suas necessidades. A partir dessas melhorias, os cidadãos podem fazer ligações sem custo para a realização de serviços. Facilitando esse contato de forma mais eficiente, o tempo de espera em ligação caiu em 50%. “Com o novo sistema de atendimento, melhoramos a capacidade de atender aos profissionais em ligações sem custo e contamos com um número maior de atendentes na central telefônica, e assim atendemos a alta demanda de ligações dos profissionais que necessitam falar com o Coren‑SP”, afirma o gerente de atendimento (GARC) Carlos Eduardo Kruger de Campos. 

    O novo formato aumentou em 400% o número de atendentes distribuídos entre os setores de chat e teleatendimento. Além da central telefônica, o Coren-SP trouxe inovação com o atendimento em chatterbot com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP.

    O presidente do Coren-SP, Sergio Cleto ressalta as melhorias implementadas pelo conselho prezando pela variedade de ferramentas e na agilidade de atendimento prestado à enfermagem paulista. “Com a MARIA, a inteligência artificial do Coren‑SP, o profissional tem acesso a uma interação 24 horas por dia, podendo esclarecer dúvidas e emitir documentos a qualquer momento”.

    Os avanços implantados na central de atendimento do Coren-SP em 2024 contribuem para a melhoria nos serviços realizados e promove a eficiência da gestão 2024‑2026 do Coren‑SP com relação direta aos profissionais e a categoria. 

    Além das mudanças na central de atendimento, em 2025 algumas outras melhorias importantes foram realizadas no serviço prestado pelo Coren‑SP aos profissionais de enfermagem.

    O prazo para emissão de inscrições passou de 60 dias para apenas 1 dia útil.  

    Já o prazo de validade para as Carteiras de Identidade Profissional (CIPs) passou de 5 para 10 anos para CIPs emitidas a partir de 10 de março de 2025.


Internet: (com adaptações).
A partir da leitura do texto, assinale a opção correta, em relação à compreensão textual.
Alternativas
Q3843566 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Em “No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%” e “Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer:”, os termos “No grupo que só recebeu os folhetos” e “Enquanto isso” classificam‑se, respectivamente, como
Alternativas
Q3843565 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base na oração “O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843564 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no trecho “Os pesquisadores disseram que ‘não se trata de uma grande quantidade’ de exercícios”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3843563 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no trecho “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, que é uma fala de Vicky Coyle, assinale a opção correta, a respeito da proposta do estudo defendida pela pesquisadora.
Alternativas
Q3843562 Português

Texto para a questão.



Exercício físico pode aumentar chance de sobrevivência

de pacientes com câncer, indica pesquisa


    Um programa de exercícios voltado a pacientes com câncer colorretal pode reduzir o risco de morte em um terço, revela um importante estudo internacional.


    Os pesquisadores disseram que “não se trata de uma grande quantidade” de exercícios e que qualquer tipo de atividade física, desde natação até aulas de salsa, já conta pontos positivos.


    Os resultados podem mudar a forma como esse tipo de tumor é tratado em todo o mundo, avaliam especialistas.


    Cientistas já investigam se programas de exercícios também poderiam melhorar a sobrevida de pessoas com outras doenças, como o câncer de mama.


    “Trata-se de uma mudança de mentalidade, de pensar no tratamento como algo que você faz, não apenas algo que você toma”, avalia a pesquisadora Vicky Coyle, da Queen’s University, em Belfast, na Irlanda do Norte.


    No estudo, o programa de exercícios começou logo após a quimioterapia e os pacientes foram acompanhados por anos.


    O objetivo era fazer com que as pessoas praticassem pelo menos o dobro da quantidade de exercícios estabelecida nas diretrizes para a população em geral.


    Isso significa de três a quatro sessões de caminhada rápida por semana, com duração de 45 a 60 minutos, estima a professora Coyle.


    Os participantes também tiveram acesso a sessões semanais de treinamento presencial durante os primeiros seis meses. Posteriormente, esses encontros foram reduzidos a uma vez por mês.


    O estudo, que envolveu 889 pacientes, incluiu metade dos voluntários no programa de exercícios.


    A outra parcela apenas recebeu folhetos que traziam informações sobre um estilo de vida saudável.


    Os resultados publicados no periódico acadêmico New England Journal of Medicine revelaram que em cinco anos:


    • 80% das pessoas que se exercitaram permaneceram livres do câncer;


    • No grupo que só recebeu os folhetos, essa taxa foi de 74%;


    • Essa diferença representa uma redução de 28% no risco de recidiva ou de formação de um novo tumor;


    • Enquanto isso, oito anos após o início do tratamento contra o câncer;


    • 10% das pessoas no programa de exercícios morreram;


    • No grupo que recebeu os folhetos, essa porcentagem foi de 17%;


    • Essa diferença representa um risco de morte 37% menor na parcela dos voluntários que fez o programa de treinamentos.


Internet: (com adaptações).

Com base no texto e na análise das sequências textuais, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3839978 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
No trecho “Às vezes o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso”, a palavra “impacto” pode ser substituída, sem alteração relevante de sentido, por
Alternativas
Q3839977 Português
O que acontece com os seus dados quando você clica em “aceito”?



     A cena é conhecida: você instala um aplicativo novo ou entra em um site pela primeira vez e uma janela aparece ocupando quase toda a tela. Um texto enorme, letras miúdas, rolagem infinita. Lá embaixo, dois botões: “Li e concordo” e “Cancelar”. Você olha o relógio, pensa na pressa e, sem ler nada, clica em “aceito”. A janela some, a navegação continua e parece que nada mudou. Mas é justamente ali que muita coisa começa.

       Ao clicar em “aceito”, você autoriza o aplicativo ou o site a coletar informações sobre o que faz ali. Horários de acesso, páginas visitadas, produtos pesquisados, vídeos assistidos, tempo em cada tela. Se for um app de mobilidade, registra de onde você saiu e para onde foi. Se for um mensageiro, guarda dados sobre com quem você conversa, com que frequência, em quais horários. Muitas vezes, também são coletados dados do aparelho: modelo do celular, sistema operacional, idioma, localização aproximada.

      Enquanto você usa o serviço, esses dados são reunidos em pequenos pacotes invisíveis e enviados para servidores, muitas vezes em outros países. Ali são armazenados, organizados e cruzados. Um conjunto de buscas, somado ao lugar em que você está, pode indicar que pensa em viajar. Curtidas, comentários e páginas seguidas ajudam a desenhar seu perfil de interesses, opiniões e hábitos de consumo.

      Parte disso é usada para facilitar sua vida: lembrar você de uma compra não finalizada, sugerir uma música parecida com a que ouviu, mostrar notícias de temas que costuma ler. Há um lado prático nisso. Mas o mesmo conjunto de informações pode servir a finalidades que você desconhece: venda de perfis para empresas de publicidade, campanhas políticas segmentadas, ofertas construídas para explorar medos e inseguranças.

      Quando você vê um anúncio que parece “adivinhar” algo que pensou, o que foi lido não foram seus pensamentos, mas o rastro digital que deixou. Cookies, histórico de navegação, tempo parado em cada publicação, tudo isso ajuda a montar um retrato de quem você é como usuário. Não interessa tanto o seu nome, e sim o seu comportamento: quanto compra, quanto compartilha, o que tende a rejeitar, o que tende a repetir.

    O problema fica ainda mais visível quando há vazamentos de dados. Aquele cadastro esquecido em uma loja virtual, aquela senha repetida em vários serviços, aquele e-mail antigo, podem parar em listas que circulam entre golpistas. Às vezes, o impacto é direto, com tentativas de acesso a contas bancárias. Em outros casos, é silencioso: alguém abre contas em seu nome, assina serviços, testa combinações de senha até encontrar uma que funcione.

       O clique em “aceito” não é, por si só, um erro. O desequilíbrio está na relação de forças. De um lado, um usuário cansado, quase sempre sem tempo e sem formação jurídica; do outro, empresas com equipes especializadas em transformar cada dado em oportunidade de negócio. Enquanto os termos continuarem longos, técnicos e difíceis, a maioria seguirá clicando sem ler.

     A grande questão talvez não seja convencer todos a ler cada contrato, mas construir um ambiente digital em que os acordos sejam compreensíveis e verdadeiramente negociáveis. Até lá, cada “aceito” continua sendo um voto de confiança silencioso em sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina.


Fonte: BANCA EXAMINADORA
Considere o trecho final:
“sistemas que você raramente enxerga e que, na maioria das vezes, sabem muito mais sobre você do que você imagina”.
Mantendo o sentido original e respeitando a colocação pronominal, a oração pode ser reescrita como
Alternativas
Respostas
5801: A
5802: B
5803: C
5804: E
5805: B
5806: E
5807: A
5808: C
5809: A
5810: B
5811: E
5812: D
5813: C
5814: E
5815: A
5816: B
5817: C
5818: D
5819: C
5820: D