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Q4256237 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Implementação de políticas públicas




    As políticas públicas, como campo do conhecimento, têm sua origem na ciência política americana e remonta aos estudos da década de 1950. O termo polícy sciences foi criado por Harold Lasswell em i951 e designa o estudo das políticas públicas como uma ciência aplicada. Para Lasswell (1951), as políticas públicas mereciam ser consideradas um objeto de estudo próprio, com o intuito de aumentar a racionalidade das decisões das organizações públicas.

    Existem inúmeras definições para o termo "políticas públicas" na literatura do campo. Entretanto, não existe uma única, nem melhor, definição sobre o que seja política pública. De modo geral, as políticas públicas podem ser compreendidas como o conjunto de ações e atividades empreendidas pelos governos com a finalidade de produzir mudanças na economia e na sociedade. Diante das muitas definições, infere-se que o estudo da política pública é um fenômeno complexo multidisciplinar, que envolve diversas áreas de conhecimento, e com multiplicidade de atores, internos e externos ao Estado.

    Com o objetivo de aprimorar a racionalidade dos estudos de políticas públicas, Lasswell (1951) delineou uma abordagem para a análise das políticas que propunha observá-las como um processo (policy process). O estudo da política pública como processo parte do pressuposto de que sua formação ocorre a partir de um conjunto interrelacionado de estágios, por meio dos quais os temas e as deliberações fluem de forma mais ou menos sequencial. A perspectiva de etapas ou ciclos baseia-se na ideia de que todas as políticas passam pelos mesmos estágios, permitindo não apenas simplificar a compreensão do complexo processo de produção de políticas, mas também destacar seus aspectos centrais, como formulação, implementação e avaliação, entre outros, facilitando e impulsionando o desenvolvimento do próprio campo de estudos.

    O enfoque sobre a fase de implementação das políticas públicas constitui uma perspectiva relativamente recente na agenda de pesquisas dedicadas ao campo das políticas públicas. A implementação de políticas públicas é uma tarefa árdua e complexa, que envolve uma série de fatores e atores, sendo que as decisões tomadas nessa etapa são cruciais para o sucesso das iniciativas governamentais. Na literatura, distintos modelos de análise e abordagens para a compreensão do processo de implementação foram desenvolvidos ao longo de diferentes gerações de pesquisas, que enfatizam perspectivas diversas, com destaque para os modelos top-down e bottom-up.

    O modelo top-down (de cima para baixo) caracteriza-se como um processo hierárquico e verticalizado, no qual as políticas são formuladas por agentes do alto escalão, legitimadas pelo grupo político que as comanda e, posteriormente, traduzidas em instruções aos níveis hierárquicos inferiores, até alcançarem o público beneficiário. A abordagem bottom-up (de baixo para cima), por sua vez, inicia a análise na outra extremidade do processo de implementação, com o objetivo de compreender a atuação dos implementadores da linha de frente, demonstrando que o sucesso ou o insucesso dos programas depende, em grande medida, das habilidades e das decisões dos atores envolvidos na implementação.

    Os debates em torno das abordagens top-down e bottom-up conduziram à formação de uma nova geração de estudos, sustentada pela compreensão de que são necessários olhares integrados, capazes de articular diferentes planos analíticos e conciliar estratégias dedutivas e indutivas.



Fonte: PIMENTEL R. G. R.; FERREIRA, V. R. S. Redes de cooperação e implementação de políticas públicas: análise sistemática do tema. Revista Brasileira de Gestão Pública, v. 4, n. 1,2025 (com adaptações).

No quinto parágrafo, os autores ressaltam que as controvérsias teóricas entre as abordagens top-down e bottom-up impulsionaram uma nova geração de estudos. No contexto do texto, essa etapa analítica caracteriza-se fundamentalmente por: 
Alternativas
Q4256201 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

A análise fonológica de um vocábulo exige identificar como os encontros gráficos (como dígrafos e grupos consonânticos) alteram a contagem de unidades sonoras em relação ao número de letras. A respeito do comportamento fonético do vocábulo aquecimento, empregado no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4256200 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Em relação ao conectivo Entretanto, empregado no primeiro parágrafo do texto, analise as seguintes afirmativas sobre seu papel sintático-semântico e a possibilidade de reescrita no trecho:
I. O vocábulo atua como uma conjunção adversativa, estabelecendo uma relação discursiva de oposição, contraste ou ressalva em relação às ideias anteriores.
II. A substituição de Entretanto por No entanto, Contudo ou Todavia preserva tanto a correção gramatical do período quanto o seu sentido original.
III. A conjunção Entretanto admite deslocamento para o interior da oração, exigindo isolamento por vírgulas por conta do seu caráter intercalado.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4256199 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Acerca das relações de concordância e da função sintática dos termos no período as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano..., analise as assertivas a seguir:
I. O sintagma de gases de efeito estufa desempenha a função de agente da passiva, estabelecendo a relação entre o verbo e o elemento que pratica a ação verbal.
II. A forma verbal devem, integrante da locução verbal devem cair, está flexionada na 3a pessoa do plural para estabelecer concordância com o núcleo do sujeito (emissões).
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4256198 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

No sistema de pontuação da Língua Portuguesa, a marcação gráfica obedece a critérios de ordem sintática, estilística e de progressão da informação. No período Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos..., a presença da vírgula após o termo Nos últimos vinte anos justifica-se, segundo as exigências da norma-padrão, porque:
Alternativas
Q4256196 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

No segundo parágrafo, o texto cita tanto a situação das Populações vulneráveis vivendo em encostas quanto a do agricultor que tem sua pequena propriedade familiar. O recurso argumentativo de aproximar esses dois cenários distintos visa demonstrar que:
Alternativas
Q4256195 Português

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Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Considere o seguinte trecho do primeiro parágrafo e, com base em aspectos morfossintáticos, semânticos e ortográficos, analise as assertivas que seguem:
As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.
I. Por estar no gerúndio, a forma intensificando é um elemento nominal desprovido de transitividade, não regendo nenhum tipo de complemento no período.
II. O vocábulo estressores é empregado no trecho em seu sentido clínico-psicológico estrito, referindo-se aos transtornos emocionais e de ansiedade desenvolvidos por vítimas de desastres climáticos.
III. Registram-se no trecho três palavras acentuadas pela regra geral das proparoxítonas.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4256193 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

Considerando a articulação dos argumentos e as evidências apresentadas pelo autor a respeito da vulnerabilidade climática brasileira e suas implicações socioeconômicas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4256192 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

No primeiro parágrafo, ao confrontar o cenário prescrito pelo IPCC com a realidade observada, o texto permite inferir que a trajetória atual das emissões globais gera um hiato de direcionamento. Qual das alternativas expressa a magnitude e o sentido desse hiato?
Alternativas
Q4255905 Português
O método alfabético é um método direto, em que as fichas ou pastas ficam dispostas na ordem rigorosamente alfabética, respeitando as normas gerais para a alfabetação. De acordo com essas normas, assinale a alternativa que apresenta a forma correta de arquivar por nomes com artigos e preposições. 
Alternativas
Q4255493 Português
Leia o texto para responder a questão.


‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
Considerando as informações sobre os condenados em regime aberto (Suzane, Cravinhos, Matsunaga, Nardoni e Jatobá) e a situação de Roger Abdelmassih, qual inferência sobre as condições de cumprimento de pena, diretamente suportada pelo texto, é a mais plausível?
Alternativas
Q4255492 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
No trecho: “O ex-médico Roger Abdelmassih cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé... Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios”. Sobre o verbo em destaque, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4255491 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
Analise o período: “Alexandre Nardoni, que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024”. A oração subordinada destacada é classificada como: 
Alternativas
Q4255490 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
No trecho “Elize Matsunaga vive discretamente em Franca”, a palavra destacada é classificada morfologicamente como 
Alternativas
Q4255489 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
O texto “Tremembé: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video” tem como principal objetivo e estrutura central 
Alternativas
Q4254585 Português

Leia o texto para responder a questão.


Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

No período "Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen", o sujeito da oração principal "o David tem outros dois filhos" classifica-se sintaticamente como 
Alternativas
Q4254584 Português

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Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

No trecho "Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada", a oração subordinada presente no início do período classifica-se, semanticamente e sintaticamente, como
Alternativas
Q4254583 Português

Leia o texto para responder a questão.


Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

As palavras gêmeas e Diário são acentuadas pela mesma regra gramatical (paroxítonas terminadas em ditongo). Das palavras a seguir, assinale aquela que segue uma regra de acentuação diferente. 
Alternativas
Q4254581 Português

Leia o texto para responder a questão.


Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

Qual é a principal ideia central defendida por Elizabeth Olsen em sua revelação sobre o apoio que recebeu de suas irmãs, Mary-Kate e Ashley, no início de sua carreira artística?
Alternativas
Q4254550 Português
Leia o texto para responder as questões.

Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O analista de desempenho estuda os dados das bolas paradas. Se quiséssemos expressar uma incerteza ou desejo de que essa análise fosse feita no passado, qual seria a conjugação correta do verbo estudar na terceira pessoa do singular do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo? 
Alternativas
Respostas
541: B
542: D
543: A
544: B
545: D
546: A
547: A
548: B
549: A
550: A
551: C
552: B
553: D
554: B
555: D
556: E
557: B
558: A
559: D
560: E