Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q2696851 Português

As questões 7 a 10 se referem ao texto a seguir:


Dezenas de pessoas participaram no último sábado (05) de mais uma edição da Pedalada Rosa, organizada pelo Governo Municipal através da Fundação de Esportes e Secretaria de Saúde, com o objetivo de mobilizar pessoas em relação ____ importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero.

Os participantes pedalaram da Praça da Bandeira, no Centro da cidade, até ____ rótula do bairro Perequê, passando também pelo bairro Vila Nova. Mulheres, homens e crianças participaram do evento, que se tornou tradição na cidade. [...]

A Pedalada Rosa fez parte da programação dos 187 anos de Porto Belo, comemorado neste mês de outubro. A programação segue até o final do mês, e ainda conta com o corte do bolo e parabéns ____ Porto Belo, no dia 13 de outubro, _____ 15h.

Disponível em: https://www.portobelo.sc.gov.br/noticias/ind ex/ver/codMapaItem/4326/codNoticia/579494 Acesso em: 07/out/2019.[adaptado]

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto quanto ao uso ou não da crase:

Alternativas
Q2696413 Português

Em qual das alternativas o sinal indicativo foi omitido da frase erradamente?

Alternativas
Q2696297 Português

No que se refere ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Os professores foram à faculdade ontem.

II – A reunião foi marcada para às 16:00.

III – Ás oito horas começamos a estudar.


Alternativas
Q2696179 Português

Sobre a crase e os pronomes, confira os seguintes casos:

I. Não havia outra opção, exceto contar a verdade àquele júri.

II. O filme à que assistimos não era indicado para menores de 16 anos.

III. Ele queria descobrir à qual peça eu me referia na palestra.

IV. A verdade é que as críticas dirigiram-se à que usava celular em aula.

Pelas regras da Língua Portuguesa, o emprego do acento indicativo de crase está INCORRETO em:

Alternativas
Q2695165 Português

É correto afirmar que, ocorre crase:

Alternativas
Q2694710 Português

Leia estas afirmativas.


I. No trecho: “Quase sempre usado em itálico e entre colchetes (às vezes, em especial na imprensa, também entre parênteses)”, emprega-se a crase na expressão ‘às vezes’, devido ao encontro entre a preposição ‘a’ e o artigo definido plural ‘as’.

II. No trecho “Como se vê, eu tinha partido da mais completa ignorância para decifrar o sic de cabo a rabo”, não se emprega crase porque a palavra ‘rabo’ é masculina e não há crase antes de palavra masculina.

III. No trecho “meu único e embaraçoso erro sendo o de, talvez por influência do cartunesco hic, imaginar que sic era a representação de um soluço sarcástico”, não se emprega crase porque o artigo definido não foi usado, apenas a preposição está presente diante do substantivo ‘representação’.


Em relação ao emprego da crase, estão corretas as afirmativas


Alternativas
Q2693805 Português

Leia o texto para responder às questões de números 02 a 08.

Mais um desastre

Ainda demorará um tanto até que o impacto humano e ambiental do rompimento da barragem em Brumadinho (MG) possa ser propriamente avaliado. Algumas lições preliminares, entretanto, já podem ser extraídas desse lamentável desastre.

A primeira deriva do fato acabrunhante de que não se trata de tragédia inédita no gênero. Há apenas três anos o país consternou-se diante das 19 mortes e da incrível devastação desencadeadas pelo colapso de uma barragem da Samarco, que varreu do mapa a localidade de Bento Rodrigues (MG).

Pouco ou quase nada se fez desde então. A não ser, por óbvio, as suspeitas medidas usuais: instalaram-se comissões para tratar do assunto. Resultado? Nenhum.

Segundo relatório da Agência Nacional de Águas, ao menos 45 barragens estão vulneráveis no país. Rachaduras, infiltrações e ausência de documentos que comprovem a segurança são algumas das irregularidades identificadas.

Torna-se claro que há uma falha coletiva, institucional. Autoridades estaduais e federais não atuaram como deveriam, e o mesmo se diga da Vale, sobretudo pela reincidência – a mineradora foi corresponsável pela tragédia da Samarco.

Diante da nova catástrofe consumada, o Ibama multou a Vale – a conferir se a penalidade será paga –, enquanto a Justiça determinou o bloqueio de bilhões de reais para garantir reparação de danos. Ao mesmo tempo, Polícia Federal e Ministério Público mostram-se empenhados em investigar as causas e identificar os culpados.

Tais iniciativas, porém, serão inúteis se perderem ímpeto com o tempo. Elas precisam ser efetivas e exemplares, pois só assim ajudarão a impedir um terceiro desastre.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.01.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão.

Alternativas
Q2692121 Português

“O esforço de incorporação gradativa dos ACE, por parte do Ministério da Saúde, às equipes de Saúde da Família visa à participação no planejamento e programação das ações.”


(https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/19050/2/ve_ EVASNGELISTA_Janete_Gon%C3%A7alves_etal_201 7.pdf)


Assinale a alternativa que se aplica quanto ao uso da crase na sentença a seguir:

Alternativas
Q2692115 Português

Leia a conversa abaixo:


Diz o ajudante de cozinha:

- Toda vez que decasco cebolas, eu choro.

Responde o cozinheiro:

- E eu choro toda vez que você diz que decasca as cebolas.


Assinale a alternativa que se aplica quanto ao diálogo:

Alternativas
Q2691638 Português

Leia a tirinha a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A respeito do uso da crase nesse texto, é incorreto afirmar:

Alternativas
Q2691013 Português

Queremos a infância para nós


O mundo anda bem atrapalhado: de um lado, temos crianças que se comportam, se vestem, falam e são tratadas como adultos. Do outro, adultos que se comportam, se vestem, falam e são tratados como crianças. Pelo jeito, infância e vida adulta têm hoje pouco a ver com idade cronológica.

Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público. É corriqueiro vermos meninas vestidas com roupas de adultos, inclusive sensuais: blusas e saias curtas, calças apertadas, meia-calça e sapatos de salto. E pensar que elas precisam é de roupa folgada para deixar o corpo explodir em movimentos que devem ser experimentados... Mas sempre há um traço que trai a idade: um brinquedo pendurado, um exagero de enfeites, um excesso de maquiagem, etc.

Se olharmos as adultas, vestidas com o mesmo tipo de roupa das meninas descritas acima, vemos também brinquedos, carregados como enfeites ou amuletos: nos chaveiros, nas bolsas, nos telefones celulares, nos carros. Isso sem falar nas mesas de trabalho, enfeitadas com ícones do mundo infantil.

Criança pequena adora ter amigo imaginário, mas essa maravilhosa possibilidade tem sido destruída, pouco a pouco, pelo massacre da realidade do mundo adulto, que tem colaborado muito para desfazer a fantasia e o faz-de-conta. Mas os legítimos representantes desse mundo, por sua vez, não hesitam em ter o seu. Ultimamente, ele tem sido comum e ganhou o nome de deus. Não me refiro ao Deus das religiões e alvo da fé. A ideia de deus foi privatizada, e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança, mesmo sem professar religião nenhuma.

O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente, a quem chamam nos momentos de estresse, a quem recorrem sempre que enfrentam dificuldades, precisam tomar uma decisão ou anseiam por algo e, principalmente, para contornar a solidão. Nada como ter um amigo invisível, já que ele não exige lealdade, dedicação nem cobra nada, não é?

E o que dizer, então, das brincadeiras infantis que muitos adultos são obrigados a enfrentar quando fazem cursos, frequentam seminários ou assistem a aulas? É um tal de assoprar bexigas, abraçar quem está ao lado, acender fósforo para expressar uma ideia, carregar uma pedra para ter a palavra no grupo, escolher um bicho como imagem de identificação, usar canetas coloridas para fazer trabalhos, etc.

Mas, se existe uma manifestação comum a crianças e adultos para expressar alegria, contentamento, comemoração e afins, ela tem sido o grito. Que as crianças gritem porque ainda não descobriram outras maneiras de expressar emoções, dá para entender. Aliás, é bom lembrar que os educadores não têm colaborado para que elas aprendam a desenvolver outros tipos de expressão. Mas os adultos gritarem desesperada e estridentemente para manifestar emoção é constrangedor. Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?


SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com

No fragmento “e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança” (4º §) o acento indicativo da crase foi empregado corretamente, embora o emprego do acento, nesse contexto, seja facultativo. Da mesma forma, é contexto de emprego facultativo do acento indicativo da crase o seguinte:

Alternativas
Q2689667 Português

Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 10.


(Texto)



A delicada cesariana feita em bebe para retirar feto 'gêmeo'


1 Mónica Vaga estava no sétimo mês de gestação quando o médico notou algo muito raro em um exame de ultrassom. As imagens mostravam dois cordões umbilicais. mas Mónica não estava grávida

5 de gémeos. Era sua própria bebé, Itzamara, que carregava um feto no abdômen. O feto carregando um feto foi identificado em Barranquilla, na Colômbia. Especialistas calculam que a probabilidade desse tipo raro de gravidez é de uma

10 a cada 500 mil nascimentos. O Cirurgião Miguel Parra contou é Rádio Caracol que esse fenômeno é conhecido como fetus in feto e, se não for Identificado a tempo, pode colocar em risco a gravidez. O médico explica que o irmão gémeo se

15 desenvolve dentro do outro, em vez de crescer no útero da mãe. Esse tipo de gravidez normalmente é gerada a partir de um único zigoto, formado por um óvulo e um espermatozoide.

(Ponto ~rads Mos pg r g(oeacanneasso a n 21 a ~To de 2019)


A crase em “O cirurgião Miguel Parra contou à Rádio Caracol...” (linhas 10 e 11) foi empregada pela mesma regra que a seguinte alternativa:

Alternativas
Q2689640 Português

A ocorrência de crase está corretamente registrada somente em:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UNESP Órgão: UNESP Prova: UNESP - 2019 - UNESP - Nutricionista |
Q2688203 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Alarme amazônico


Más novas para a floresta amazônica. A destruição de sua cobertura vegetal acelerou-se nos últimos meses, segundo indicam dois levantamentos independentes.

De agosto a outubro, o desmatamento na região aumentou 49%, na comparação com o mesmo período de 2017, conforme o Deter B, projeto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (lnpe) que faz monitoramento em tempo quase real para subsidiar o trabalho de fiscalização.

O percentual corresponde a uma perda de nada menos que 1.674 km2 de floresta, área pouco maior que a do município de São Paulo.

Verdade que a taxa oficial é calculada por outro sistema, o Prodes, também do lnpe, de maior resolução. Ambos os métodos, no entanto, apresentam convergência.

O maior aumento do desmate ilegal se deu na divisa do Acre com Amazonas, área de influência da BR-364. Nesses estados, a alta foi de 273% e 114%, respectivamente.

Já o acompanhamento conduzido pela ONG lmazon trouxe dados ainda mais inquietantes. Em setembro, seu Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) registrou elevação de 84% na perda florestal da Amazônia, comparada ao mesmo mês de 2017.

Diversos fatores concorrem, tradicionalmente, para a derrubada de florestas. Destacam-se a especulação imobiliária, a expansão da fronteira agropecuária e a consolidação de infraestruturas regionais, como estradas e portos.

Ademais, em especial em Mato Grosso, Pará e Rondônia, circunstâncias como a alta do dólar também dão impulso ao fenômeno.

Deveria ser desnecessário mencionar os motivos para que o poder público se empenhe no combate ao desmatamento. Trata-se de compromissos assumidos no esforço para conter o aquecimento global - a maior parte das emissões brasileiras de gases do efeito estufa provém da devastação das matas.

Sabe-se ainda que a cobertura vegetal da maior floresta tropical do mundo tem influência sobre o regime de chuvas de parte considerável do Brasil, levando água por meio de "rios voadores", inclusive na estação seca, para o Sul e o Sudeste.

Tem impacto direto, ademais, sobre o clima de regiões mais próximas, como o Centro-Oeste, base do agronegócio nacional.

O país obteve expressiva melhora na preservação florestal durante a década passada. Se novos avanços têm se mostrado difíceis, um retrocesso seria inadmissível.


(Editorial. Folha de S.Pau/o. 14 novembro 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, na frase escrita a partir do texto, o emprego do sinal indicativo da crase está em conformidade com norma-padrão da língua.

Alternativas
Q2688037 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Cuidar dos pais


01 A minha mãe é a minha filha. Preciso dizer-lhe que chega de bolo de chocolate, chega de

02 café ou de andar às pressas. Vai engordar, vai ficar elétrica, vai começar a doer-lhe a perna

03 esquerda. Cuido dos seus mimos. Gosto de lhe oferecer uma carteira nova e presto muita

04 atenção aos lenços bonitos que ela deita ao pescoço e lhe dão um ar floral, vivo, uma espécie

05 de elemento líquido que lhe refresca a idade. Escolho apenas cores claras, vivas. Zango-me

06 com as moças das lojas que discursam acerca do adequado para a idade. Recuso essas

07 convenções que enlutam os mais velhos.

08 A minha mãe, que é a minha filha, fica bem de branco, vermelho, gosto de vê-la de

09 amarelo-torrado, um azul de céu ou verde. Algumas lojas conhecem-me. Mostram-me as

10 novidades. Encontro pessoas que sentem uma alegria bonita em me ajudar. Aniversários ou

11 Natal, a Primavera ou só um fim de semana fora, servem para que me lembre de trazer-lhe um

12 presente. Pais e filhos são perfeitos para presentes. Eu daria todos os melhores presentes à

13 minha mãe.

14 Rabujo igual aos que amam. Quando amamos, temos urgência em proteger, por isso somos

15 mais do que sinaleiros, apontando, assobiando, mais do que árbitros, fiscalizando para que tudo

16 seja certo, seguro. E rabujamos porque as pessoas amadas erram, têm caprichos, gostam de si

17 com desconfiança, como creio que é normal gostarmos todos de nós mesmos. Aos pais e aos

18 filhos tendemos a amar incondicionalmente, mas com medo. Um amigo dizia que entendeu o

19 pânico depois de nascer o seu primeiro filho. Temia pelo azedo do leite, pelas correntes de ar,

20 pelo carreiro das formigas, temia muito que houvesse um órgão interno, discreto, que

21 desfuncionasse e fizesse o seu filho apagar.

22 Quem ama pensa em todos os perigos e desconta o tempo com martelo pesado. Os que

23 amam sem esta fatura não amam ainda. Passeiam nos afetos. É outra coisa.

24 Ficar para tio parece obrigar-nos a uma inversão destes papéis a dada altura. Quase ouço as

25 minhas irmãs dizerem: “Não casaste, agora tomas conta da mãe e mais destas coisas”. Se a luz

26 está paga, a água, refilar porque está tudo caro, há uma porta que fecha mal, estiveram uns

27 homens esquisitos à porta, a senhora da mercearia não deu o troco certo, o cão ladra mais do

28 que devia, era preciso irmos à aldeia ver assuntos e as pessoas. Quem não casa deixa de ter

29 irmãos, logo, só tem patrões. Viramos uma central de atendimento ao público. Porque nos

30 ligam para saber se está tudo bem, que é o mesmo que perguntar acerca da nossa competência

31 e responsabilizar-nos mais ainda. Como se o amor tivesse agentes. Cupidos que, ao invés de

32 flechas, usam telefones. E, depois, espantam-se: ah, eu pensei que isso já tinha passado,

33 pensei que estava arranjado, naquele dia achei que a doutora já anunciara a cura, eu até fiz

34 uma sopa, no mês passado, até fomos de carro ao Porto, jantamos em modo fino e tudo.

35 Quando passamos a ser pais das nossas mães, tornamo-nos exigentes e cansamo-nos por

36 tudo. Ao contrário de quem é pai de filhas, nós corremos absolutamente contra o tempo, o

37 corpo, os preconceitos, as cores adequadas para a idade. Somos centrais telefônicas aflitas.

38 Queremos sempre que chegue a Primavera, o Verão, que haja sol e aquecem os dias, para

39 descermos à marginal a ver as pessoas que também se arrastam por cães pequenos. Só

40 gostamos de quem tem cães pequenos. Odiamos bicharocos grotescos tratados como seres

41 delicados. O nosso Crisóstomo, que é lingrinhas, corre sempre perigo com cães musculados que

42 as pessoas insistem em garantir que não fazem mal a uma mosca. Deitam-nos as patas ao

43 peito e atiram-nos ao chão, as filhas que são mães podem cair e partir os ossos da bacia.

44 Porque temos bacias dentro do corpo. Somos todos estranhos. Passeamos estranhos com os

45 cães na marginal e o que nos aproveita mesmo é o sol. A minha mãe adora sol. Melhora de

46 tudo. Com os seus lenços como coisas líquidas e cristalinas ao pescoço, ela fica lindíssima! E

47 isso compensa. Recompensa. Comemos ao sol. Somos, sem grande segredo, seres que comem

48 ao sol. Por isso, entre as angústias, sorrimos.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/conheca-o-texto-que-o-escritor-valter-hugo-mae-escreveu-inspirado-nos-cuidados-que-dedica-a-sua-mae/. Acesso em 31 Jan 2019.

Qual das seguintes locuções adverbiais apresenta corretamente o uso do acento indicativo de crase, assim como se nota em “às pressas” no texto?

Alternativas
Q2687336 Português

O uso da crase está correto em:

Alternativas
Q2685401 Português

NÃO DEVERIA HAVER crase em qual das frases abaixo:

Alternativas
Q2685393 Português

Deveria haver acento indicador de crase em qual das frases abaixo:

Alternativas
Q2206488 Português
    Os ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos nas últimas duas décadas resultaram em uma série de estudos que apontam que é preciso cautela da mídia ao noticiar massacres em escolas, como o que ocorreu em Suzano, em março, para evitar o chamado efeito contágio ou cópia.
   Os estudos alertam para o fato de que a notoriedade dada aos autores dessas tragédias é um fator motivacional para que eles as cometam e, assim, saiam do anonimato, alcançando um nível de fama que dificilmente teriam em suas vidas cotidianas.
    A notoriedade funcionaria não apenas como recompensa para os autores como também um chamado à ação para outros indivíduos que pensam como eles, o que os motivaria a realizar atos de imitação.
    Nos Estados Unidos, grupos como o No Notoriety (“Sem notoriedade”, em português) ou o Don’t Name Them (“Não diga o nome”) desafiam a mídia a limitar o uso do nome e da imagem dos autores a algumas circunstâncias restritas. Por exemplo, se o atirador morrer no ataque, seria apropriado mencionar o nome após a polícia divulgá-lo, mas, depois disso, o grupo recomenda um “racionamento cuidadoso”.

(Cláudia Collucci. “Estudos apontam risco de ‘efeito contágio’ de ataques em escola”. www1.folha.uol.com.br, 14.03.2019. Adaptado).
Quanto ao emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir.
Iniciativas apresentadas na notícia objetivam diminuir ______  ocorrência de novos atentados ______ partir de medidas que dizem respeito ______ mídia.
Alternativas
Q2196262 Português
Texto 2

Investir em educação ‘fecha’ prisões

Entrevista da BBC News Brasil com Clara Grisot.

Clara Grisot, formada em ciências políticas e sociologia, é cofundadora da associação francesa Prison Insider, que coleta informações sobre as condições das prisões no mundo.

BBC News Brasil Pesquisas no Brasil indicam que a maioria concorda com a afirmação de que “bandido bom é bandido morto”. Qual seria a reação em outros países desenvolvidos?

Grisot – Esse tipo de discurso não é algo específico do Brasil. É uma visão comum no mundo. Vemos que a sociedade tem uma real falta de empatia em relação [……] pessoas encarceradas. O tratamento dado aos presidiários não interessa [……] quase ninguém, mas constatamos que isso é ainda mais forte nos países com grandes desigualdades sociais.

BBC News BrasilDe que forma a violência no Brasil, que afeta a população diariamente, influencia o olhar dos brasileiros sobre a situação nos presídios?

Grisot – O que acontece dentro das prisões em países com muita violência é a exacerbação do que acontece nas ruas. Isso explica [……] violência que surge regularmente no sistema carcerário brasileiro e, certamente, o olhar dos brasileiros sobre a situação do sistema prisional do país. Já é tão violento fora (nas ruas) que o que acontece dentro das prisões é praticamente algo que não lhes diz respeito.

BBC News BrasilNo Brasil e em outros países, prevalece a visão de que penas mais severas reduziriam os riscos da pessoa cometer um crime. Você concorda com isso?

Grisot – Com base nas informações que pudemos obter em todos os países do mundo, percebemos que a prisão não funciona. Quanto mais as penas forem longas e os prisioneiros forem tratados como um nada, menos preparamos seu retorno [……] sociedade. A prisão destrói. Estudos mostram que quanto menos a pessoa ficar presa, menos ela ficará dessocializada e menores serão as chances de reincidência. Se ela não voltar [……] praticar um delito, não haverá novas vítimas. Todo esse discurso de repressão produz efeitos contrários ao desejado. É paradoxal. Se as pessoas realmente estivessem ao lado das vítimas, elas seriam favoráveis a penas alternativas.

BBC News BrasilMuitos no Brasil acham que um país sem recursos suficientes para a educação não deveria investir em presídios. Qual é a sua avaliação?

Grisot – A corrida para o aprisionamento e a construção de prisões têm um custo extremamente alto tanto economicamente quanto socialmente. O Brasil dá continuidade a uma política repressiva que fracassou, sobretudo nos Estados Unidos, onde certos Estados gastam mais com prisões do que com universidades. Isso tem efeitos devastadores, com consequências sobre comunidades e gerações inteiras. Alguns têm recuado em razão dos estragos constatados. A educação é uma das primeiras muralhas contra a pobreza. São os pobres que são presos em massa e isso em todos os lugares. Construir presídios em detrimento da educação é uma escolha infeliz porque apostar na educação significa fechar prisões.

BBC News Brasil No Brasil, difundiu-se a ideia de que os direitos humanos são os “direitos dos manos”, dos bandidos. O que explica isso?

Grisot – Isso faz parte de uma retórica clássica que chamamos de populismo penal que quer dividir os direitos humanos. Nós dizemos que os direitos humanos são indivisíveis e não podem ser negociados. Todos devem ser tratados com dignidade. Seria um grande retrocesso pensar o contrário.


FERNANDES, Daniela. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48445684 Acesso em 18 out.2019. [Adaptado]
Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto 2.
1. Clara Grisot, cofundadora da associação francesa Prison Insider, recebe, na entrevista, o tratamento formal de Vossa Senhoria, o que se infere da formulação “Qual é a sua avaliação?” (4ª pergunta).
2. Quanto ao sinal indicativo de crase, a grafia correta dos cinco vocábulos, na sequência das lacunas [……] nas respostas da entrevista, é: às • à • a • à • à.
3. Em “constatamos que isso é ainda mais forte nos países com grandes desigualdades sociais” (1a resposta), o pronome sublinhado faz referência ao desinteresse pelo tratamento dado aos presidiários.
4. Em “Quanto mais as penas forem longas e os prisioneiros forem tratados como um nada, menos preparamos seu retorno [……] sociedade” (3ª resposta), as formas verbais sublinhadas estão, respectivamente, na voz passiva e ativa.
5. Em “não haverá novas vítimas” (3ª resposta), o verbo haver é impessoal e pode ser substituído por “existirá”, sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
5401: D
5402: D
5403: D
5404: A
5405: C
5406: A
5407: E
5408: D
5409: A
5410: A
5411: B
5412: A
5413: B
5414: D
5415: C
5416: C
5417: C
5418: D
5419: D
5420: B