Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q4322273 Português
Leia o período:

“Quando o comércio, os serviços e as atividades de lazer ocupam continuamente os espaços urbanos, o silêncio torna-se quase um luxo.”

Considerando as regras da norma-padrão da língua portuguesa, imagine que esse período seja reescrito com alterações na estrutura sintática. Analise as alternativas e assinale aquela que apresenta uma construção gramaticalmente adequada, mantendo o sentido essencial da informação original. 
Alternativas
Q4322272 Português
Leia o período:

“Uma cidade verdadeiramente desenvolvida não seja aquela que permanece acordada o tempo inteiro, mas aquela que sabe equilibrar movimento e pausa.”

A análise da estrutura das palavras e das relações estabelecidas entre os termos do período permite identificar diferentes classes gramaticais e processos de formação vocabular.
Considerando os aspectos morfológicos e morfossintáticos presentes no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322271 Português
Considere os seguintes trechos retirados do texto:

“o dia simplesmente decidiu não terminar.”
e
“o silêncio torna-se quase um luxo.”

A escolha das palavras não ocorre de maneira aleatória. Em ambos os casos, o autor utiliza recursos expressivos para produzir determinados efeitos de sentido e tornar a reflexão mais significativa para o leitor.
Com base na análise linguística dos trechos e considerando o emprego das palavras no contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4322270 Português
Leia atentamente o texto a seguir.

A cidade que não dorme

 Em algumas cidades, as luzes permanecem acesas durante toda a noite. Ruas movimentadas, vitrines iluminadas e veículos circulando dão a impressão de que o dia simplesmente decidiu não terminar. Para quem observa de fora, pode parecer sinal de progresso: quanto mais tempo a cidade funciona, mais oportunidades ela oferece. Entretanto, há outro lado nessa aparente vitalidade. Quando o comércio, os serviços e as atividades de lazer ocupam continuamente os espaços urbanos, o silêncio torna-se quase um luxo. Descansar deixa de ser apenas uma necessidade individual e passa a depender das condições oferecidas pelo próprio ambiente.
  Talvez uma cidade verdadeiramente desenvolvida não seja aquela que permanece acordada o tempo inteiro, mas aquela que sabe equilibrar movimento e pausa, produção e descanso, atividade e silêncio.
   A construção do texto apresenta uma reflexão sobre a organização da vida urbana e, especialmente, sobre a ideia de que o funcionamento contínuo de uma cidade seria necessariamente um indicador de desenvolvimento. Considerando o assunto, a relação entre as ideias, os sentidos implícitos e a conclusão apresentada pelo autor, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4321800 Português
"A Colômbia tem mais de 56 mil edifícios escolares e 82% estão em zonas rurais, segundo dados do Departamento Administrativo Nacional de Estatística."

Considerando as regras de concordância, analise as afirmativas a seguir.

I.A forma verbal 'estão' está corretamente flexionada no plural, sendo, nesse contexto, a única forma de concordância.
PORQUE
II.Quando, na expressão de porcentagem, não existe um substantivo explícito, é preciso fazer a concordância com o número percentual.

A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4321799 Português
"A queda no abandono correspondeu a 34% desde a implementação do programa Pé-de-Meia, em 2024."

Considerando o emprego do hífen na palavra 'Pé-de-Meia', assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4321798 Português
"As autoridades confirmaram que mais de 400 mil estudantes têm sua matrícula afetada. Dezenas de milhares não sabem quando voltarão às aulas. O número é preocupante, disse à CNN María Mercedes Liévano, diretora executiva da ONG Save The Children na Colômbia."

Considerando a regência do verbo 'dizer' no contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4321577 Português

Assinale a alternativa que apresenta as duas formas verbais que completam corretamente a lacuna do enunciado a seguir:


" ______ muitas coisas importantes que eu teria para dizer a você."

Alternativas
Q4321575 Português

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem, em relação à ocorrência ou não de crase.


- Estou aqui ___ espera de vocês.


- Exatamente ___ meia-noite, farei ___ recepção de boas-vindas.


- A locomotiva veio ___ todo vapor, bem ___ favor do vento.

Alternativas
Q4321574 Português

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CAZO. Em um futuro próximo. Disponível em

<https://blogdoaftm.com.br/charge-em-um-futuro-proximo/>.


Na fala do personagem na charge acima, а expressão "em uma barra de rolagem infinita" tem o sentido de:

Alternativas
Q4321571 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4321570 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola!


    Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.


    E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.


    É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.


    Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.


    Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.


    Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.


    Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)


PRATA, Mário. A bola! Disponível em

<https://marioprata.com.br/a-bola/>

"Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva."


A palavra destacada acima, nas duas ocorrências no trecho, apresenta o sentido de: 

Alternativas
Q4321569 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola!


    Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.


    E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.


    É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.


    Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.


    Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.


    Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.


    Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)


PRATA, Mário. A bola! Disponível em

<https://marioprata.com.br/a-bola/>

"Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda."


As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, estão sendo empregadas em sentido:

Alternativas
Q4321568 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola!


    Ninguém dá bola para a bola. Não é como a roda. A roda entrou para a história no dia em que foi inventada. Existem civilizações que não conheceram a roda. Já pensou nisso? Se eu fizer aqui uma pesquisa rápida, é capaz até de se descobrir o século em que foi inventada essa coisa tão simples, banal. A roda e sua invenção entraram para a história. Tem tanta importância como a pedra lascada e o Vale do Silício lá na Califórnia.


    E a bola? Quem foi que inventou a bola? Onde e pra quê? Invenção mais boba deve ter pensado um grego que passava por ali a caminho de uma sauna.


    É impossível tentar entender o mundo sem a roda. Já pensou levar aquelas pedras todas lá no Egito para construir as pirâmides, se não tivesse a roda e sua consequente carrocinha? E aqui vai a primeira dúvida. Aquele bando de egípcios, entre uma roda e uma pedra e outra, não batiam uma bolinha? Não temos registro.


    Mas tente, agora, entender o mundo sem a bola. E o esporte. Acho que fora о automobilismo, as lutas, a esgrima e o boxe, tudo gira em torno da bola. Mesmo que seja uma bola na trave.


    Desde a de pingue-pongue até a de basquete (que me parece ser a maior), a bola é a bola e ninguém tasca. A bola com as mãos, com os pés, com a cabeça e até com umas raquetes dando porradas nela. Sempre a bola.


    Outra coisa interessante é que a bola não evolui. Nasceu bola e é bola até hoje, ao contrário das rodas que hoje tem até com freio ABS. Tem até roda gigante. Tem até programa de televisão com nome dela: Roda Viva. Como se existisse uma roda morta.


    Voltemos à bola. Me intriga isso: quem inventou a bola? E mais: pra quê? A bola de gude, por exemplo. Será que os soldados de Napoleão jogavam bolinha de gude em terreno cheio de neve? Será que a bola, quando foi inventada, já tinha ar dentro ou era compacta, inteira, de pedra, por exemplo, e era usada só para se jogar lá de cima do castelo na cabeça dos invasores, aqueles dos aríetes? (...)


PRATA, Mário. A bola! Disponível em

<https://marioprata.com.br/a-bola/>

É correto afirmar que a linguagem apresentada no texto “A bola!": 
Alternativas
Q4320907 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula atende à norma-padrão e contribui para a clareza do enunciado.
Alternativas
Q4320906 Português
Leia o período abaixo:
O candidato estudou exaustivamente; _______, não conseguiu ser aprovado, _______ não dominava os tópicos de raciocínio lógico.
Assinale a alternativa cujos conectivos preenchem correta e respectivamente as lacunas, estabelecendo relações de sentido adequadas. 
Alternativas
Q4320905 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4320904 Português
Leia o TEXTO e responda a questão:

A linguagem não é um espelho do mundo; é uma lente. E, como toda lente, ela pode ampliar, distorcer, clarear ou obscurecer aquilo que se propõe a mostrar. Essa metáfora ajuda a compreender por que textos que tratam do mesmo assunto podem produzir efeitos de sentido tão diversos: não se trata apenas do "o que" se diz, mas, sobretudo, do "como" se diz.

Tomemos como exemplo duas notícias hipotéticas sobre um mesmo evento: um aumento de 2% na tarifa de ônibus. O primeiro jornal estampa: "Tarifa de ônibus sofre reajuste de 2%". O segundo: "Passageiros são surpreendidos com novo aumento de 2% na tarifa". Embora o dado objetivo seja idêntico, a escolha lexical — "sofre reajuste" versus "são surpreendidos com novo aumento" — projeta enquadramentos distintos: no primeiro, o reajuste é apresentado como um fato técnico e neutro; no segundo, o passageiro é colocado como vítima de uma ação arbitrária. A diferença não está nos números, mas na construção discursiva.

Compreender esse mecanismo é essencial para o leitor crítico: significa reconhecer que todo texto é orientado por escolhas — e que escolhas revelam pontos de vista.

Fonte: Texto adaptado e reelaborado a partir dos conceitos de enquadramento discursivo discutidos em CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2014; e de KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2015.
Considerando as duas manchetes, o emprego da expressão “são surpreendidos” na segunda contribui para:
Alternativas
Q4320903 Português
Leia o TEXTO e responda a questão:

A linguagem não é um espelho do mundo; é uma lente. E, como toda lente, ela pode ampliar, distorcer, clarear ou obscurecer aquilo que se propõe a mostrar. Essa metáfora ajuda a compreender por que textos que tratam do mesmo assunto podem produzir efeitos de sentido tão diversos: não se trata apenas do "o que" se diz, mas, sobretudo, do "como" se diz.

Tomemos como exemplo duas notícias hipotéticas sobre um mesmo evento: um aumento de 2% na tarifa de ônibus. O primeiro jornal estampa: "Tarifa de ônibus sofre reajuste de 2%". O segundo: "Passageiros são surpreendidos com novo aumento de 2% na tarifa". Embora o dado objetivo seja idêntico, a escolha lexical — "sofre reajuste" versus "são surpreendidos com novo aumento" — projeta enquadramentos distintos: no primeiro, o reajuste é apresentado como um fato técnico e neutro; no segundo, o passageiro é colocado como vítima de uma ação arbitrária. A diferença não está nos números, mas na construção discursiva.

Compreender esse mecanismo é essencial para o leitor crítico: significa reconhecer que todo texto é orientado por escolhas — e que escolhas revelam pontos de vista.

Fonte: Texto adaptado e reelaborado a partir dos conceitos de enquadramento discursivo discutidos em CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2014; e de KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda M. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2015.
O Texto utiliza a metáfora da "lente" para explicar o funcionamento da linguagem. Assinale a alternativa que melhor analisa essa estratégia argumentativa.
Alternativas
Q4320902 Português
4-5.jpg (311×208)

Fonte: Charge criada especialmente para esta prova. Ilustração baseada no estilo gráfico de charges de vestibular e concurso público, com referência temática ao universo de QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
Na frase "Se a sorte é um acaso, prefiro que ela me encontre estudando", presente na charge, a oração introduzida por "Se" estabelece, no contexto, uma relação semântica de: 
Alternativas
Respostas
421: A
422: B
423: A
424: B
425: C
426: D
427: C
428: C
429: A
430: D
431: B
432: B
433: A
434: D
435: C
436: A
437: E
438: C
439: B
440: A