Questões de Concurso
Sobre crase em português
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo texto estão citados na questão.
Como cuidar melhor de si mesmo (e dos outros)
Por Anna Rachel Ferreira

(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/19676/como-cuidar-melhor-de-si-mesmo-e-dos-outros?utm_source=lp#_=_ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Obs.: As questões se apoiam em frases do discurso
publicitário ou de propaganda.
“Pedimos desculpas às esposas americanas. ABC apresenta o futebol das segundas-feiras à noite.”
Assinale a opção que indica a frase em que o acento está empregado corretamente.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Ri-se da cicatriz quem nunca foi ferido

(Disponível em https://www.contioutra.com/ri-se-da-cicatriz-quem-nunca-foi-ferido/ - texto
adaptado especialmente para esta prova.)

Texto para a questão.

Internet: <medicina.ufmg.br> (com adaptações).
“[...] – bastante frequente à medida que se envelhece – [...]” (linha 9).
Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o emprego do acento grave indicador de crase no trecho:
Com base nas regras de crase, analise os trechos a seguir:
I- Ele saiu __ francesa.
II- Ela deu __ luz ontem na maternidade.
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas:
Considere a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O Estado de S. Paulo, 07.12.2019.)
Texto I “Os mais jovens aprendem quase tudo com os mais velhos. Assim, sabemos como nossa cultura é rica e antiga, e de nosso lugar no mundo. Nossos pais e avós contam que Karosakaybu, o Grande Ser, fez surgir de uma fenda nas cabeceiras do rio Crepori, um afluente do Tapajós, quatro casais que deram origem à humanidade: um branco, um negro, um indígena e um munduruku. Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo. Nossos ancestrais ficaram. Ainda estamos aqui. Não apenas sobrevivemos do que tiramos de nossa terra – cuidar dela é a própria razão de nossa existência. Nós a protegemos há mais de 4.000 anos...” (4°§ e 5°§) Texto II

Disponível em: <https://brainly.com.br/tarefa/17688101>. Acesso em: 25 jan. 2020
Avalie o que se afirma sobre as palavras que compõem os dois textos. I – Os dois registros, o formal e o informal, podem ser identificados no primeiro quadrinho da tirinha. II – A frase “Aquela terra nunca foi ‘nossa’”, na sua construção, exibe dígrafos, ditongo e encontro consonantal. III – O sinal indicativo de crase deixou de ser empregado corretamente em “Nós a protegemos há mais de 4.000 anos...” IV – A função metalinguística da linguagem está presente em “Os pariwat, como chamamos os estrangeiros, foram povoar o mundo.”. V – A tirinha foi elaborada com linguagem mista, mas nela a linguagem verbal e a não verbal não se complementam, pois uma dispensa a outra na construção da mensagem. Está correto apenas o que se afirma em
Considere as seguintes sugestões de reescrita do seguinte fragmento do texto:
entre o Rio de Janeiro até a cidade de Campinas.
I. Do Rio de Janeiro à cidade de Campinas.
II. Do Rio de Janeiro à Campinas.
III. Do Rio de Janeiro até Campinas.
Quais mantêm a correção do texto?
A QUESTÃO SE REFERE À IMAGEM A SEGUIR.

Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTA2MDQ0MQ/>.
Acesso em: 29 jan. 2020. Adaptado.
I - As crases em “à Marte” e em “às estrelas” estão corretas
PORQUE
II - o verbo “ir” estabelece regência com a preposição “a” quando transmite o sentido de “se deslocar para algum lugar”.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
TEXTO I
Cheio de gargalhadas. Coisa de um ano atrás. Impossível não notar. Ele estava no jardim do clube, os antebraços fincados na grama bem tratada, e as pernas atléticas, eretas, apontando para o céu azul, sem nenhuma nuvem, “uma posição invertida de ioga”, conforme explicou quando se juntou a mim na piscina. “O sangue faz uma espécie de roto-rooter nos nossos vasos sanguíneos”, disse ele, entre dois breves mergulhos, “... bota fora um montão de coisas podres”.
Meu trabalho era lidar com afiadas lanças de ódio e imensos volumes de ignorância. Se eu me virasse de cabeça para baixo, pensei, vomitaria arsenais nucleares e arame farpado.
– Do que você está rindo? – perguntou ele.
Eu não estava rindo. Minha fotofobia, aumentada pela falta de óculos de sol, me deixava com aquele simulacro de sorriso pregado no rosto.
Ele se chamava Amir e vivia no meu mundo, era advogado como eu, mais velho que eu, divorciado, e agora eu descobria que éramos sócios do mesmo clube recreativo do bairro de Pinheiros.
No fórum, muitas vezes eu assistira ao seu desempenho na acusação de criminosos anônimos, com uma oratória sólida, impactante. Notável.
Ali na água, sem o terno nem os assassinos que destruía e apesar dos dentes que poderiam ser melhores, ele me pareceu ainda mais sedutor. Na verdade sob aquela luz radiante, o que eu via era um tipo bem insólito: promotor iogue, com tese de doutorado em Wittgenstein, e capacidade para plantar bananeira semelhante à de um acrobata de circo.
Meia hora de conversa, e eu já me sentia à vontade.
Depois de nadarmos, continuamos nosso papo, falamos sobre seus criminosos, e a filosofia que o interessava especialmente. Contei sobre minha tentativa de ler Investigações lógicas.
– Desisti bem rápido – expliquei –, logo depois de topar com uma divagação sobre o que seria a representação de um não-gato sobre a mesa. Ou de um gato que esteve na mesa.
– Isso deve ser Husserl – afirmou ele, rindo.
Logo fomos envolvidos por uma atmosfera bem-humorada. Rir juntos é um afrodisíaco poderoso. Eu disse:
– Fico pensando se essa sua paixão por esse tipo de filósofo não foi o que acabou enfiando a promotoria pública na sua vida. Você parece gostar de coisas complicadas.
– Tenho que tomar cuidado com você – respondeu ele. – Mulher inteligente não é fácil.
O que ele estava me dizendo, naquele momento, é que de forma geral as mulheres são burras. Mas claro que, sob o efeito da sedução e envenenada pelos meus próprios hormônios, não me dei conta disso. Pior: inverti os sinais, transformei o negativo em positivo. Ele tinha uma tática eficiente de se transformar em protagonista, que consistia em usar a própria língua como um martelo para botar abaixo tudo ao redor.
Patrícia Melo
(Adaptado de Mulheres empilhadas. São Paulo: LeYa, 2019.)
Ninguém se propõe ________ estimar se tal ajuda será suficiente. Não se pode prever com exatidão _________ duração da crise e o efeito real da epidemia sobre os negócios e o mercado de trabalho. No entanto, mais empresas sobreviverão _________ calamidade.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 27.03.2020. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do enunciado são preenchidas, correta e respectivamente, com:
Julgue o item, no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“para a plantação de lavouras e pastagens, o que
resultou na ampliação da área produtiva e nos níveis de
produtividade da agropecuária” (linhas 27 e 28): em
direção a plantação de lavouras e pastagens, cujo o
resultado se deu na ampliação da área produtiva e nos
níveis de produtividade da agropecuária
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O emprego do acento indicativo de crase em “às
cidades” (linha 26) justifica-se pela regência da forma
verbal “dê” (linha 25) e pela anteposição de artigo
definido ao substantivo “cidades”.



