Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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"Atenção, colaboradores.
Informamos que, na próxima sexta-feira, o estacionamento da empresa estará fechado para pintura das faixas de sinalização. Pedimos que, neste dia, todos utilizem as vagas da rua lateral ou o transporte público. O uso do estacionamento será liberado novamente na segunda-feira pela manhã."
De acordo com o comunicado, o que os colaboradores devem fazer na próxima sexta-feira?
ARIONAURO. Celular no trânsito. Disponível em <http://www.arionaurocartuns.com.br/search/label/celular>.
Na charge acima, a forma verbal “Não se preocupe” encontra-se no modo:
No pensamento acima, o livro é apresentado em sentido:
É correto afirmar que a palavra destacada no trecho acima:
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
I.Ontem assistimos o novo filme que a Netflix lançou.
II.Me empresta o caderno de anotações das despesas semanais.
III.Vamos na praia esse final de semana.
O vício de linguagem observado nas frases é denominado:
Avalie a função sintática do vocábulo 'que' no período apresentado e assinale a alternativa CORRETA.
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
Considerando as regras de colocação pronominal previstas na norma-padrão, a expressão 'parte da droga já erradicada', ao ser substituída por um pronome oblíquo, admite a ocorrência de ênclise. A partir disso, analise as frases a seguir quanto à colocação pronominal e assinale a alternativa que apresenta a colocação de forma INCORRETA.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.
Texto 01
A lição da jabuticabeira
Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.
Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026.
Na charge, o presidente norte-americano tenta convencer a população da Groenlândia a ceder (I) aos Estados Unidos. Caso isso acontecesse, uma das consequências seria a (II) à população local, que poderia, assim, acessar o território continental dos Estados Unidos da América (III).
Assinale a alternativa que indica a forma correta de preencher os espaços indicados por (I), (II) e (III).