Foram encontradas 248.609 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o Texto II e responda à questão.

Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA classificação das palavras “Leão”, “seres” e “lactobacilos” quanto ao número de sílabas, respectivamente:
Leia o Texto II e responda à questão.

No fragmento “são lactobacilos vivos”, o termo “lactobacilos” é:
Leia o Texto II e responda à questão.

No fragmento “são lactobacilos vivos”, o verbo “são” expressa:
Leia o Texto II e responda à questão.

De acordo com as ideias presentes no Texto II, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Quanto à tonicidade, assinale a alternativa que indica a CORRETA classificação das palavras “células” e “extremamente”, respectivamente.
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Assinale a alternativa que indica a CORRETA separação silábica das palavras sublinhadas no fragmento: “Isso é necessário porque as células cerebrais são extremamente sensíveis ao calor”.
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Sobre o fragmento “ele produz uma quantidade considerável de calor próprio enquanto pensamos” (1º parágrafo), assinale a alternativa CORRETA.
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Acerca do Texto I, é CORRETO inferir que há o emprego de uma linguagem:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
A partir do fragmento “O cérebro humano, em média, raramente ultrapassa 1°C acima da temperatura corporal” (1º parágrafo), é CORRETO afirmar que o termo “raramente”, significa:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
Segundo o Texto I, as temperaturas extremas podem afetar mais intensamente:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
De acordo com as ideias apresentadas no Texto I, analise as assertivas abaixo.
I- O cérebro não produz calor.
II- A circulação sanguínea ajuda a manter a alta temperatura cerebral.
III- O cérebro produz calor enquanto pensamos.
IV- O corpo mantém o cérebro resfriado por meio do sistema circulatório.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I e responda à questão.
Texto I
O mundo está ficando mais quente – e isso está afetando nossos cérebros
Ondas de calor têm tornados mais intensos com as mudanças climáticas e os cientistas buscam entender como o calor extremo muda a forma como nosso cérebro funciona
O cérebro humano, em média, excedeu 1°C acima da temperatura corporal. Ainda assim, por ser um dos órgãos que mais consome energia no nosso corpo, ele produz uma quantidade específica de calor enquanto pensamos, lembramos de informações e reagimos ao mundo ao nosso redor.
Isso significa que o corpo precisa trabalhar duro para manter o cérebro resfriado. A circulação sanguínea, por meio de uma complexa rede de vasos, ajuda a manter essa temperatura, levando embora o calor em excesso.
Isso é necessário porque as células são extremamente sensíveis ao calor. E o funcionamento de algumas moléculas responsáveis por transmitir mensagens entre essas células também parece depender da temperatura, ou seja, elas param de trabalhar de forma se o cérebro estiver muito quente ou muito frio.
Embora as temperaturas extremas alterem a forma como nosso cérebro funciona – podendo, por exemplo, afetar nossa capacidade de tomar decisões e nos levar a assumir mais riscos – quem tem alguma condição neurológica costuma ser mais gravemente impactado.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/28/o-mundo-esta-ficando-mais-quente-e-isso-esta-afetando-nossos-cerebros.ghtml. Acesso em: 04 jan. 2026 [adaptado].
De acordo com o Texto I, infere-se que:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”
De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente.
II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela.
III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza.
IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis.
V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade.
II- tecnologia.
III- desempenho
IV- resultado.
V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
I – Na palavra “pequeno”, há dígrafo vocálico. II – Na palavra “vermelho”, há dígrafo consonantal. III – Na palavra “comoção”, há dígrafo vocálico.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)?