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Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. O estudo foi conduzido por pesquisadores vinculados ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. II. O artigo que descreve a intervenção foi divulgado em periódico científico da área de alergia e imunologia clínica. III. O reconhecimento internacional ocorreu em decorrência da publicação prévia do estudo em congresso científico europeu.
Está(ão) CORRETA(S):
Leia Texto II para responder à questão.
Texto II:

Disponível em: https://coladaweb.com/. Acesso em: 11 jun. 2026.



I. “Em Xinguara, se observam comportamentos semelhantes aos do programa.”
II. “Os participantes preocupar-se-ão com a forma como serão vistos pelo público.”
III. “No cotidiano, muitas pessoas preocupam-se com sua reputação social.”
Com base na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
I. Ambos os textos apresentam a água como elemento secundário, seja em dimensão simbólica e metafórica (“Águas de Março”), seja em dimensão concreta e social (enchentes em MG).
II. Somente o texto 2 evidencia a relação entre fenômenos naturais e a experiência humana, demonstrando como as chuvas e as águas influenciam a vida, o cotidiano e as condições de existência das pessoas.
III. Observa-se, em ambas as produções, a ideia de ciclo e transformação, uma vez que as águas representam simultaneamente término e recomeço, encerramento de um período e possibilidade de renovação.
IV. Tanto o texto poético quanto o texto informativo ressaltam as consequências das chuvas, seja em perspectiva existencial e simbólica (vida, morte, caminho, esperança), seja em perspectiva social e material (deslocamento, perdas e vulnerabilidade).
V. Nos dois textos, a presença das águas está associada à noção de tristeza da vida, indicando que as adversidades provocadas pelas chuvas levam pouca expectativa de renovação da vida cotidiana.
I. Em “Águas de Março”, a chuva simboliza o ciclo da natureza, o fim de um período e o começo de outro, trazendo renovação e esperança; já em em “Enchente Marabaense”, a água aparece de forma concreta e social: as chuvas e enchentes provocam sofrimento, deslocamento e perdas para a população;
II. Em “Águas de Março”, a chuva encerra o verão e anuncia renovação: “promessa de vida no teu coração”; já em “Enchente Marabaense”, as enchentes acontecem “todos os anos”, obrigando os moradores a sair e depois retornar, reconstruindo a vida;
III. Tom Jobim enfatiza a dimensão existencial da vida, com obstáculos e esperanças; o poema sobre Marabá enfatiza a dimensão social e coletiva: desalojamento, perdas materiais e resistência dos moradores;
IV. Em “Águas de Março”: a chuva traz promessa de vida; já em “Enchente Marabaense”: quando o rio baixa, os moradores retornam, reafirmando o pertencimento (“lá é o meu lugar”);
V. A relação entre os poemas está na representação da água como símbolo de transformação. Enquanto “Águas de Março” aborda a chuva em dimensão metafórica e universal, “Enchente Marabaense” apresenta a experiência concreta das enchentes em Marabá. Em ambos, porém, a água marca o ciclo entre dificuldade e renovação, revelando a resistência humana diante das adversidades.