Foram encontradas 248.609 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4262553 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “Não se trata apenas de ‘estar na natureza’, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente.”, em relação ao uso do pronome “se”, é CORRETO afirmar que, de acordo com a norma,  
Alternativas
Q4262551 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. Texto 01  


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?

Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos.”
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido 
Alternativas
Q4262487 Português
Leia o Texto II para responder à questão.

Captura_de tela 2026-08-27 130839.png (632×192)

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUG-svQj2Iv/?img_index=1 Acesso em 12 maio 2026.
Analise as afirmações que seguem a respeito do Texto II.

I- Em “Não tenho porque tomo remédio” o “porque” deveria ser substituído por “por que”.
II- Em “Não, graças a Deus”, deveria haver, obrigatoriamente, ponto após “Não”.
III- Nos dois primeiros quadrinhos a pergunta é marcada pelo emprego da interrogação no fim da oração.
IV- Em “a senhora disse que não tem pressão alta” o termo “tem” está no plural.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4262486 Português
Leia o Texto II para responder à questão.

Captura_de tela 2026-08-27 130839.png (632×192)

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUG-svQj2Iv/?img_index=1 Acesso em 12 maio 2026.
Na tirinha, o humor é construído principalmente porque Dona Anésia:
Alternativas
Q4262485 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Leia as alternativas que seguem e, em seguida, assinale a única alternativa que apresenta um objeto indireto. 
Alternativas
Q4262484 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Acerca do fragmento “De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou” (9º parágrafo), é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4262483 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Observe o fragmento “Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?” (3º parágrafo) e analise as afirmações que seguem a respeito das suas relações morfológicas e semânticas.

I- O termo “militante” é um adjetivo e traduz a opinião do autor do texto.
II- O termo “má” foi empregado inadequadamente, haja vista que a forma adequada é “mal”.
III- A repetição dos elementos destacadas em: “na reunião de condomínio, no clube, no escritório” constitui erro gramatical, pois a norma-padrão não recomenda o paralelismo em se tratando de preposição.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4262482 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Observe o fragmento “Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal” (5º parágrafo) e analise as assertivas que seguem.

I- Os termos “nunca” e “talvez” indicam circunstância de tempo, razão pela qual são classificados morfologicamente como advérbios.
II- No excerto analisado, o termo “obrigado” classifica-se morfologicamente como substantivo.
III- No excerto apresentado, o termo “se” funciona como pronome reflexivo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4262481 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Apartir da leitura do fragmento: “Do outro lado, a coisa não anda muito melhor” (15º parágrafo), a análise das assertivas a seguir indica que o verbo “anda”:

I- Está empregado em sentido conotativo, indicando estado, e não deslocamento físico.
II- Funciona como verbo de ligação, ligando o sujeito “a coisa” ao predicativo “muito melhor”.
III- Poderia ser substituído por “caminha”, sem alteração de sentido, pois mantém ideia de movimento literal.
IV- Está conjugado na terceira pessoa do singular e está sendo empregado para indicar ação.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4262480 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Com base no fragmento “Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural” (5º parágrafo), assinale a alternativa CORRETA acerca das relações morfológicas e sintáticas observadas no fragmento destacado.
Alternativas
Q4262479 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
A partir da leitura atenta do fragmento “Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural” (5º parágrafo), assinale a alternativa CORRETA acerca do sentido das palavras destacadas em cada alternativa.
Alternativas
Q4262478 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Observe os fragmentos A e B e analise as assertivas que seguem:

A- “Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs”. (15º parágrafo)
B- “havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural”. (5º parágrafo)

I- Nos fragmentos Ae B, os verbos “há” e “havia” apresentam sujeito simples, concordando com os termos “vários progressistas” e “gentileza genuína”.
II- Em B o verbo “havia” é pessoal e concorda normalmente com seu respectivo sujeito.
III- No fragmento A, o verbo “há” é impessoal, logo, permanece na terceira pessoa do singular.
IV- No fragmento B, o verbo “havia” é pessoal, com sentido de acontecer.
V- Em A, a forma “há” pode ser substituída por “existem”, mas não por “existe”.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4262477 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Releia o fragmento e assinale a alternativa CORRETA acerca das suas relações morfológicas e sintáticas: “As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez” (10º parágrafo). 
Alternativas
Q4262476 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
No fragmento “depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas”, o termo “transbordou” (12º parágrafo) indica que:
Alternativas
Q4262475 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
No fragmento “O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real” (12º parágrafo), o termo “deletério” significa:
Alternativas
Q4262474 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
Analise as afirmações que seguem acerca do Texto I.

I- O Texto I aponta que o distanciamento nas relações interpessoais tem influenciado as relações virtuais.
II- Consoante o Texto I, uma das possíveis causas da piora nas relações sociais é a overdose de telas.
III- De acordo com o Texto I, no passado, a eventual ausência de expressões como “por favor” e “obrigado” era compensada por gestos e atitudes.
IV- Consoante o Texto I, as redes sociais fortalecem as relações interpessoais presenciais.
V- No Texto I é possível observar o emprego de termos próximos da oralidade, como em “Sai pra lá, vovô!”.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4262473 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I

Bom dia, por favor e obrigado

  Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
    É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
   Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De quem é a culpa?
    Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
    Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal. Indelicadeza? Jamais.
    Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
    Ficavam claras as boas intenções.
    A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
    De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
    As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
   Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
   O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
   Civilidade? Vá procurar a sua turma!
  A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
   Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs, decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer “obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
    Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
    “Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.


Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
De acordo com as ideias apresentadas no Texto I, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q4262437 Português

Leia o Texto II e responda à questão. 



No fragmento: “Hoje vão alimentar o leão com os seres vivos”, o termo “hoje” indica a compreensão de que: 

Alternativas
Q4262436 Português

Leia o Texto II e responda à questão. 



No segundo quadrinho, após a expressão “Que coisa sem graça!”, a pontuação empregada é: 

Alternativas
Q4262435 Português

Leia o Texto II e responda à questão. 



Assinale a alternativa que contém uma palavra paroxítona e outra oxítona, nesta ordem: 

Alternativas
Respostas
241: C
242: E
243: D
244: C
245: E
246: A
247: B
248: B
249: A
250: D
251: C
252: D
253: C
254: E
255: E
256: B
257: A
258: E
259: A
260: A