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Q4220097 Português
Leia o texto a seguir.


O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
No trecho "O cérebro processa essas distrações..." (4º parágrafo), o verbo destacado encontra-se no:
Alternativas
Q4220096 Português
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O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
Em "[...] gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete" (5º parágrafo), a expressão destacada introduz ideia de:
Alternativas
Q4220095 Português
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O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
A coerência do texto decorre, principalmente, da:
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Q4220094 Português
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O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
No trecho "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar" (8º parágrafo), o pronome em destaque refere-se mais diretamente a:
Alternativas
Q4220093 Português
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O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
Uma síntese compatível com a lógica argumentativa do texto é que o(a):
Alternativas
Q4220092 Português
Leia o texto a seguir.


O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
No trecho "O cérebro processa essas distrações e pensa: 'Isso é bom, vamos fazer de novo'" (4º parágrafo), o uso das aspas produz o efeito de:
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Q4220091 Português
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O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
No contexto do texto, a pergunta "Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação?" (2º parágrafo) desempenha principalmente a função de:
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Q4220090 Português
Leia o texto a seguir.


O que a psicologia diz sobre as pessoas que passam horas no celular e adiam tarefas importantes?

     Existem dois sentimentos que se tornaram familiares a milhões de pessoas nos últimos anos: um, o de que o tempo voa, e o outro: de que, por mais que se queira concluir uma tarefa, é impossível fazê-la. Este último é conhecido como "procrastinação" e, no estudo "Procrastinação: Quando as coisas boas não chegam para quem espera", é definido como o adiamento voluntário de tarefas, mesmo que esse adiamento traga consequências negativas.

     Mas o que acontece quando o que é feito durante esse tempo extra gera satisfação? Os psicólogos chamam isso de "dopamina evitativa", e é a maneira como o sistema límbico — a parte emocional do cérebro — escapa de tarefas/atividades que geram ansiedade ou desconforto.

     Sebastián Ibarzábal, psicólogo clínico e especialista em conflitos de relacionamento e problemas de comunicação, explica: "chama-se assim porque a dopamina é o neurotransmissor que regula a antecipação de recompensas e o impulso para buscá-las”.

     O fenômeno torna-se evidente, por exemplo, quando alguém precisa terminar um relatório de trabalho e, em vez de se sentar para fazê-lo, começa a assistir a vídeos do TikTok ou pensa que é uma boa ideia lavar a pilha de louça que está na cozinha há dias. O cérebro processa essas distrações e pensa: “Isso é bom, vamos fazer de novo”.

     “A busca por estímulos instantâneos é sempre ativada quando surge algo desconfortável, gerando uma distração que é eficaz a curto prazo e, justamente por isso, se repete”, acrescenta o profissional a respeito da tendência de procrastinar por horas. O problema fundamental é que as recompensas rápidas dificultam a concentração em um trabalho significativo a longo prazo, porque não produziriam o mesmo efeito.

     Victoria Almiroty, formada em psicologia, acrescenta: "Não procrastinamos apenas porque existem estímulos recompensadores, mas porque certas tarefas nos confrontam com frustração, autoexigência, medo do fracasso, exposição ou conflito com o desejo."

     Esses comportamentos que levam à procrastinação, continua Almiroty, geram alívio imediato, mas depois aumentam os sentimentos de culpa, ansiedade e perda de autoestima. "Eles formam um ciclo negativo difícil de quebrar", afirma ela. [...]


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/06/03/o-que-a-psicologia-diz-sobre-as-pessoas-que-passam-horas-no-celular-e-adiam-tarefas-importantes.ghtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026
O objetivo principal do texto é:
Alternativas
Q4219779 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta a proposta correta de reescrita para o trecho “Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo.”, mantendo‑se a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q4219778 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Assinale a opção cuja proposta de reescrita da oração “A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética.” mantém a correção gramatical e o sentido original do texto.
Alternativas
Q4219777 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
A coerência e a coesão do texto seriam mantidas, caso a conjunção “todavia”, em “Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa”, fosse substituída por 
Alternativas
Q4219776 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
A respeito das relações sintáticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219775 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Quanto ao emprego dos verbos e às relações de concordância verbal e nominal, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219774 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após o termo
Alternativas
Q4219773 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Em relação ao uso do pronome no trecho “significa que o usuário as cede”, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4219772 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
No trecho “A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados,”, o uso da crase
Alternativas
Q4219771 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
No trecho “são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.”, o elemento “que” pode ser substituído, mantendo‑se o sentido original e a correção gramatical do texto, por  
Alternativas
Q4219770 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
Considerando os aspectos linguísticos do texto, assinale a opção que apresenta a análise correta em relação ao período “A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética.”.
Alternativas
Q4219769 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
No trecho “A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações.”, a forma verbal “intensificou” recebe a mesma classificação sintática que a forma verbal
Alternativas
Q4219768 Português
        A evolução das tecnologias de informação, aliada à crescente capacidade de coleta e armazenamento de dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e privada mostra‑se cada vez mais complexa e desafiadora, especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar que dados de fácil acesso, como registros pessoais de usuários nas redes sociais, são informações públicas que podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é uma interpretação equivocada e descontextualizada.

        A separação entre o público e o privado tornou‑se um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações, originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e o individual tem ocupado lugar central nas discussões das Ciências Humanas.

        A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição Humana, fez uma análise do conceito de público no âmbito da política e da ética. Ela considerou o público como um espaço compartilhado onde os humanos se reúnem para interagir e construir uma realidade social, sustentada na pluralidade de perspectivas e pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim, o público contrapõe‑se ao privado, que pertence ao espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento emocional e das relações autênticas, garantidor da privacidade e da liberdade).

        Nos campos da Ética, o público é aquilo que diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet, e em especial das redes sociais, passou‑se a entender por público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa. Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site ou à rede social, pode visualizar essas informações em um local específico. Entretanto, o acesso público à informação não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu conhecimento e a sua autorização.

Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org>  (com adaptações).
O excerto foi extraído de um ensaio acadêmico sobre ética na pesquisa. A partir dessa informação, é correto afirmar que há características desse gênero nesse texto, sobretudo, porque ele apresenta
Alternativas
Respostas
2441: B
2442: A
2443: C
2444: C
2445: D
2446: A
2447: D
2448: D
2449: D
2450: C
2451: B
2452: A
2453: E
2454: E
2455: A
2456: D
2457: C
2458: D
2459: B
2460: C