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Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.

Uruguai • chuva • descer • xampu • série
Essas palavras quanto a encontros vocálicos e consonantais têm, respectivamente:
I. Assim sendo, enquanto a análise fonética se preocupa tão somente com a articulação, a fonêmica atenta somente para o fonema que, reunindo um feixe de traços que o distingue de outro fonema, permite a comunicação linguística.
II. A fonética pode reconhecer, e realmente o faz, diversas realizações para o / t/ da série ta-te-ti-to-tu; a fonêmica não leva em conta as variações (que se chamam alofones), porque delas não tomam conhecimento os falantes de língua portuguesa.
III. Um fonema admite uma gama variada de realizações fonéticas que vai até a conservação da integridade do vocábulo: quando isto não ocorre, diz-se que houve mudança de fonema.
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37.ed. revista, ampliada e atualizada conforme o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. (Com adaptações)
Está CORRETO o que se afirma em:
Fonética e Fonologia são dois ramos da Linguística que estudam os sons da fala, mas cada um com enfoques diferentes. Em relação a essa temática, analise as afirmações que seguem:
I. Fonema: É a menor unidade de som que pode diferenciar o significado de palavras em uma língua. Por exemplo, em português, os sons /p/ e /b/ são fonemas diferentes, pois distinguem palavras como "pato" e "bato".
II. A Fonética é abstrata e funcional, lidando com o sistema de sons de uma língua e as regras que determinam como esses sons interagem para transmitir significado.
III. A fonologia também estuda as estruturas silábicas, como as sílabas se organizam dentro das palavras, e os padrões de acentuação e entonação que afetam a comunicação.
Está CORRETO o que se afirma em:




Leia o texto para responder à questão.
Como eu quero. (Kid Abelha).
https://www.google.com.br/
Diz pra eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério.
Tramas do sucesso
Mundo particular,
Solos de guitarra
Não vão me conquistar.
Uh eu quero você
Como eu quero,
Uh eu quero você
Como eu quero.
O que você precisa
É de um retoque total,
Vou transformar o seu rascunho
Em arte final.
Agora não tem jeito
'Cê tá numa cilada,
Cada um por si
Você por mim e mais nada.
Uh eu quero você,
Como eu quero,
Uh eu quero você,
Como eu quero.
Longe do meu domínio
'Cê vai de mal a pior,
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor,
Longe do meu domínio
'Cê vai de mal a pior,
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor.
Diz pra eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério.
Tramas do sucesso
Mundo particular
Solos de guitarra
Não vão me conquistar.
Uh eu quero você
Como eu quero,
Uh eu quero você
https://www.google.com.br/ Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas das palavras do texto, (guitarra, jeito, meu).
Leia o texto para responder à questão.
Como eu quero. (Kid Abelha).
https://www.google.com.br/
Diz pra eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério.
Tramas do sucesso
Mundo particular,
Solos de guitarra
Não vão me conquistar.
Uh eu quero você
Como eu quero,
Uh eu quero você
Como eu quero.
O que você precisa
É de um retoque total,
Vou transformar o seu rascunho
Em arte final.
Agora não tem jeito
'Cê tá numa cilada,
Cada um por si
Você por mim e mais nada.
Uh eu quero você,
Como eu quero,
Uh eu quero você,
Como eu quero.
Longe do meu domínio
'Cê vai de mal a pior,
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor,
Longe do meu domínio
'Cê vai de mal a pior,
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor.
Diz pra eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério.
Tramas do sucesso
Mundo particular
Solos de guitarra
Não vão me conquistar.
Uh eu quero você
Como eu quero,
Uh eu quero você
Leia o texto para responder à questão.
Agricultura urbana pode ser resposta criativa à crise climática.
Estudo comparou a agricultura urbana desenvolvida em duas situações muito diferentes: na Cidade de São Paulo e na Cidade de Melbourne, na Austrália.

Divulgação, FMUSP. FacebookTwitterWhatsAppEmailLinkedIn
Aquela que, décadas atrás, seria considerada uma proposta utópica passou a ser reconhecida, agora, como uma necessidade urgente: ocupar o espaço urbano com hortas e pomares, aumentando a cobertura vegetal da cidade e o aporte de alimento saudável para a população.
“Há hoje uma consciência da necessidade de fortalecer a agricultura local e a segurança alimentar, diante das incertezas geradas pela crise climática global”, disse o engenheiro ambiental Luís Fernando Amato-Lourenço, doutor em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, (FMUSP), pós-doutor pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, (IEA – USP) e pela Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. Lourenço é o primeiro autor de artigo publicado na Revista Científica Environment, Development and Sustainability, cujo estudo foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, (FAPESP).
“Nós comparamos a agricultura urbana desenvolvida em duas situações muito diferentes: na Cidade de São Paulo e na Cidade de Melbourne, na Austrália. Em Melbourne, a agricultura urbana é articulada com estratégias de saúde pública, como a promoção de exercícios físicos e outras atividades destinadas ao controle do sobrepeso e ao combate à obesidade. Em São Paulo, existem, predominantemente, dois modos: um de caráter socioeducativo, baseado em trabalho voluntário e princípios agroecológicos, como o desenvolvido no Parque das Corujas, na Vila Madalena; outro voltado para a geração de renda, principalmente, em áreas periféricas das Regiões Sul e Leste”, disse o Dr. Luís Fernando Lourenço.
O pesquisador destacou que, em Melbourne, a atividade agrícola urbana, que pode ser coletiva, em espaços comuns, ou particular, em propriedades privadas, é regulamentada por políticas públicas, que definem as áreas para a implantação das hortas e fazem a testagem do solo. Nos espaços comuns, os beneficiários das hortas pagam uma taxa por mês. É um modelo que ainda não existe em São Paulo.
O pesquisador ressalta, a propósito, que a criatividade é um diferencial que conta ponto a favor de São Paulo. Se em Melbourne as coisas são mais organizadas, em São Paulo as soluções inovadoras predominam. “Os pesquisadores australianos ficaram muito interessados em conhecer as iniciativas de agricultura orgânica desenvolvidas aqui”, contou. Um subtema cada vez mais comentado é o das hortas verticais, estabelecidas nos topos ou mesmo em andares dos edifícios. Essa solução, na qual Barcelona se destaca em primeiro lugar no mundo, também tem sido adotada em Berlim e São Paulo. Por exemplo, uma horta cultivada no topo do Shopping Eldorado fornece legumes, verduras e ervas livres de defensivos agrícolas aos funcionários e suas famílias.
“São Paulo tem um enorme potencial para a implantação de hortas nos topos dos edifícios. Além de possibilitar a produção de alimentos muito perto dos consumidores finais e de constituir espaços de socialização e educação ambiental, essas áreas verdes elevadas são também uma alternativa para a mitigação das ilhas de calor. Falta implantar políticas públicas duradouras que contribuam para isso”, ponderou o Dr. Luís Fernando Lourenço.
Considerando a agricultura urbana como um todo, a professora Dra. Thais Mauad – ex-orientadora do Dr. Lourenço e também autora do artigo, – comentou: “Frente ao cenário das mudanças climáticas, produzir alimentos na cidade traz vários benefícios. A expansão da cobertura vegetal, a permeabilidade do solo, o aumento da umidade do ar, a promoção da biodiversidade, o enriquecimento do solo por matéria orgânica e por compostagem, aliados a métodos agroecológicos, são certamente elementos mitigadores de caráter local das mudanças climáticas. Além disso, a produção de alimentos a curtas distâncias também traz vantagens na menor emissão de CO2 pelo transporte veicular. E, em situações extremas de inundações, queimadas e outras, que podem interromper o fluxo de alimentos para a cidade, as hortas urbanas constituem alternativas para garantir a segurança alimentar”.
Fonte: José Tadeu Arantes, Agência FAPESP. Imagem: horta da Faculdade de Medicina da USP. Fonte: Divulgação, FMUSP.
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
Leia o texto para responder à questão.
Eu Só Quero Um Xodó. (Dominguinhos).
https://www.google.com.br/
Que falta eu sinto de um bem!
Que falta me faz um xodó,
Mas como eu não tenho ninguém,
Eu levo a vida assim tão só!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
Que falta eu sinto de um bem!
Que falta me faz um xodó,
Mas como eu não tenho ninguém,
Eu levo a vida assim tão só!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
Leia o texto para responder à questão.
Eu Só Quero Um Xodó. (Dominguinhos).
https://www.google.com.br/
Que falta eu sinto de um bem!
Que falta me faz um xodó,
Mas como eu não tenho ninguém,
Eu levo a vida assim tão só!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
Que falta eu sinto de um bem!
Que falta me faz um xodó,
Mas como eu não tenho ninguém,
Eu levo a vida assim tão só!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
Eu só quero um amor
Que acabe o meu sofrer,
Um xodó pra mim,
Do meu jeito, assim,
Que alegre o meu viver!
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Tratando-se de encontros vocálicos, as palavras do texto (eu, jeito, ninguém) são respectivamente: