Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q3448968 Português
Analise as sentenças a seguir em relação ao emprego do acento indicativo de crase. Assinale a alternativa que apresenta a colocação incorreta desse acento.
Alternativas
Q3448171 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado 'à percepção (1)' de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta 'ao envelhecimento (2)' e 'à dependência dos pais (3)', explica Falcão.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, em:
Alternativas
Q3446823 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que o emprego do acento indicativo de crase é facultativo.
Alternativas
Q3446210 Português
A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA E O VALOR DO SILÊNCIO


(1º§) O silêncio não é a negação da palavra, como a palavra não é tampouco a negação do silêncio. Eu penso que há silêncios eloquentes, como há também palavras vãs. É, precisamente, a continuidade entre um estado e outro que forma a trama completa de nossa vida do espírito.

(2º§) É na riqueza do nosso silêncio interior que se forma a qualidade de nossas manifestações verbais. Como é na riqueza de sua repercussão no silêncio posterior que reside o sentido mais profundo no nosso privilégio verbal.

(3º§) O homem é a única criatura que fala, que raciocina. Mas é também a única que sabe dar ao silêncio o seu sentido profundo. O silêncio dos seres humanos, das pedras, das florestas, dos animais, só tem sentido para nós, seres verbais, que damos um significado positivo, poético, filosófico, religioso a este silêncio das coisas e dos seres infra-humanos. Como o rumor de nossas palavras só tem sentido porque nelas se reflete o mundo infinito que está para lá de sua sonoridade, o mundo dos sentimentos, das ideias e das grandes realidades.

(4º§) A palavra e o silêncio formam uma expressão que pode ser interpretada de diversas maneiras. Em um sentido geral, a palavra pode ser vista como um meio de comunicação, enquanto o silêncio pode ser visto como uma ausência de comunicação. Reflita sobre as possibilidades de entender o sentido da palavra e do silêncio.

(5º§) No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso. Em alguns casos, acho que o silêncio pode ser mais significativo do que as palavras, enquanto em outros casos, as palavras podem ser mais poderosas do que o silêncio. No entanto, a relação entre palavra e silêncio é muito mais complexa do que isso.

(6º§) Em um poema de Eugénio de Andrade, a palavra e o silêncio são explorados em profundidade. O poema começa assim: “A palavra é um gesto que se faz no silêncio”. Essa expressão sugere que a palavra e o silêncio estão intimamente ligados.

(7º§) A palavra só pode ser ouvida porque existe um silêncio ao seu redor. Além disso, o silêncio pode ser visto e/ou entendido como uma forma de comunicação em si mesmo.

(8º§) Às vezes, o silêncio pode ser mais poderoso do que as palavras, pois pode transmitir emoções e sentimentos que as palavras não são capazes de expressar. É importante entender ambos, em razão do que cada qual pode transmitir por si somente.


(Tristão de Athayde - era o pseudônimo de Alceu de Amoroso Lima (1893-1983), editor, escritor, cronista e crítico literário. Membro da Academia Brasileira de Letras.) – (Texto adaptado)
Sobre os componentes textuais, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – No (1º§), de forma bem evidente, percebe-se a ideia de que a palavra e o silencio não se opõem.
II – O período: “A palavra é um gesto que se faz no silêncio” – pode ser reescrito, sem alterar o sentido contextual, desta forma: “A palavra é um gesto que é feito no silêncio”.
III – A crase da expressão: “Às vezes” faz parte da própria expressão.
IV – Os pronomes: “alguns” e “outros” - são indefinidos variáveis em gênero e em número.
Alternativas
Q3445319 Português

A questão se refere à oração a seguir:



Atrasadas chegaram __ irmãs, alunas dedicadíssimas, __ aula do professor.

Com relação às lacunas, assinale a alternativa que as preenche CORRETA e respectivamente.
Alternativas
Q3444423 Português

Leia o texto I e responda à questão. 



Sobre “BEM VINDO ÀS ESTRELAS” julgue as assertivas a seguir.



I. A crase em “ÀS ESTRELAS” é justificada pela fusão da preposição “a” com um segundo “a”, que é artigo feminino.


II. A palavra "BEM VINDO" é utilizada para expressar satisfação e alegria pela chegada de alguém nesse contexto.


III. De acordo com o Novo Acordo ortográfico, há desvio na grafia de “BEM VINDO”, pois a escrita correta é “bem-vindo”.


IV. "BEM VINDO" é um substantivo próprio neste contexto. 



A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q3443797 Português
Há situações em que o uso da crase é obrigatório. Outras situações, ele é inadequado. Assim, marque a alternativa que traz um erro em relação ao emprego da crase (ou falta dela).
Alternativas
Q3442577 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma sugestão de alteração no texto que preservaria sua correção gramatical e seu sentido. 
Alternativas
Q3442321 Português
Das condições apresentadas a seguir a respeito do uso do acento indicativo de crase, quando ocorre a preposição “a”, é verdadeiro que seu emprego é facultativo apenas: 
Alternativas
Q3441123 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: “O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo”.
Alternativas
Q3440108 Português
Vírus gigantes são encontrados pela primeira vez no gelo da Groenlândia, diz pesquisa.


    Pesquisadores da Universidade de Aarhus, da Dinamarca, encontraram pela primeira vez vírus gigantes na camada de gelo da Groenlândia. O organismo do grupo de DNA nucleocitoplasmático (NCLDV) pode estar ligado aos estudos de derretimento do gelo no Ártico.


    Esse tipo de vírus está presente globalmente e infecta as algas do ambiente marinho e de água doce. Mas, “há informações muito limitadas sobre a diversidade e a função ecossistêmica dos NCLDVs em habitats terrestres gelados”, apontou o estudo. Esses vírus encontrados na camada de gelo medem aproximadamente 2,5 micrômetros, sendo que vírus comuns podem chegar até 200 nanômetros — para comparação, 1 nanômetro equivale a 0,001 micrômetro.


    A pesquisa levantou a quantidade de genes de NCLDV presentes nos biomas, destacando abundância no Ártico. As amostras foram coletadas em camadas de neve verde e vermelha — colorações causadas por um crescimento de algas —, em sedimentos de “poeira” na superfície de geleiras e em pequenos pedaços de gelo.


    Os vírus se ligariam às algas que causam essa pigmentação na neve e que se encontram no gelo escuro, controlando o ambiente e causando a aceleração do derretimento das geleiras.

Fonte: Vírus gigantes são encontrados pela primeira vez no gelo da Groenlândia, diz pesquisa | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: “Os vírus se ligariam às algas que causam essa pigmentação na neve e que se encontram no gelo escuro, controlando o ambiente e causando a aceleração do derretimento das geleiras”.
Alternativas
Q3438504 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica o emprego incorreto do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q3436261 Português
Assinale a alternativa em que a sentença apresenta o emprego incorreto da crase.
Alternativas
Q3434139 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que deveria haver o emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3433671 Português

Sentou na minha frente e pôs-se ______ ler um livro ______ luz do abajur. Já está preparada para dormir: o macio roupão azul sobre a camisola, a chinela de rosinhas azuis, o frouxo laçarote de fita prendendo os cabelos alourados, a pele tão limpa, tão brilhante, cheirando ______ sabonete provavelmente azul, tudo tão vago, tão imaterial. Celestial.



TELLES, Lygia Fagundes. Eu era mudo e só. Disponível em:

https://contobrasileiro.com.br/eu-era-mudo-e-so-conto-de-lygia

fagundes-telles/. Acesso em: 23 jan. 2024. [Fragmento]



Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os espaços do texto.

Alternativas
Q3432339 Português

Texto I – Amnésia digital prejudica armazenamento natural de memórias


O rotineiro uso das telas proporciona facilidade e praticidade na vida de quem tem acesso a essas tecnologias. Mas o excesso desse uso causa diversos prejuízos sociais, biológicos e cognitivos aos seres humanos. Entre os males que esse constante uso causa está a amnésia digital – termo utilizado para denominar o esquecimento de informações que armazenamos em dispositivos digitais ou na Internet, a exemplo dos números telefônicos de contatos de emergência.


    Em pesquisa internacional realizada pela Kaspersky Lab sobre esse fenômeno, 6 mil consumidores de dispositivos digitais e Internet foram entrevistados e, a partir desse estudo, foi constatado que 57% dos entrevistados a partir de 16 anos, ao serem apresentados a uma questão, buscaram por uma resposta sozinhos. E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet. A pesquisa também aponta que essa taxa aumenta para 40% no grupo de pessoas com 45 anos ou mais e que quase um quarto dos entrevistados (24%) confessa esquecer uma informação após utilizá-la.


    Segundo Raquel Pedrosa, psicóloga e docente do Centro Universitário Tiradentes (Unit/AL), isso acontece porque o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias. Ela ainda aponta que o constante uso de telas cria lapsos de atenção.


    "Com o celular, nós não precisamos exercitar a memória. Está tudo a um clique das nossas mãos. Nossa agenda é digital, nossas senhas são memorizadas. Quanto menos a gente exercita a memória, mais prejudicada ela será, sobretudo, a longo prazo. Além disso, a memória também está vinculada ao processo psicológico básico da atenção. Quando focamos muito nas telas, criamos lapsos de atenção, o que reverbera na memória", conta a psicóloga.


    Raquel explica como a nossa memória funciona. De acordo com a psicóloga, o processo de memorização ocorre por meio de conexões (chamadas de sinapses) entre os neurônios. E para que a memorização aconteça, o sujeito precisa prestar atenção no que escuta ou vê para permitir que ocorram as conexões que provoquem a assimilaridade.

 

   "As crianças são as mais afetadas com o uso das telas porque estão em plena fase do desenvolvimento cerebral e cognitivo. Por exemplo, há estudos que indicam a relação entre o excesso de telas e a diminuição do QI infantil. Outro ponto fundamental é a estimulação que leva a falta de sono, o que também vai contribuir no desenvolvimento prejudicado", alerta.

 

   Ela ainda aponta que há motivos para que as telas sejam tão atraentes. Segundo a docente, o uso em excesso das telas estimula a liberação do hormônio chamado dopamina, que está relacionado à sensação de prazer. E, com o tempo, o sujeito sente a necessidade de ter mais tempo em frente às telas para se satisfazer. Em alguns casos, o sujeito chega ao vício do uso desses dispositivos. Vício, este, denominado de nomofobia. "Esse tipo de vício, assim como qualquer outro, gera sintomas físicos, como taquicardia, sudorese e etc. O sujeito sente também os sintomas psíquicos como ansiedade, irritabilidade, entre outros", ressalta a psicóloga.

 

   Para combater os malefícios, Raquel orienta que os usuários e pessoas ao redor observem se, ao ficar longe do uso das telas, o usuário demonstra inquietação, hiperatividade, irritação e, em alguns casos, pensamento obsessivo. Esses sinais demonstram que o uso provocou prejuízos. Como alternativa para substituir o constante uso de dispositivos digitais, a psicóloga aconselha ler livros, realizar atividades físicas e interagir com outras pessoas pessoalmente. Já para casos mais graves, como a suspeita de vício, a busca por um profissional de saúde mental também é recomendada.

 

   "Sabemos que não podemos nos livrar totalmente desse contexto, mas podemos diminuir o uso da tela antes de dormir, fazer intervalos regulares, como por exemplo, durante a refeição, para se desligar mesmo desse mundo virtual. Tente controlar sempre o tempo, estipulando o máximo de tempo que pode permanecer na tela. Tais ações já ajudam bastante nesse processo de 'desintoxicação'”, reforça.


    Para os casos que necessitem de acompanhamento psicológico, a Unit/AL disponibiliza uma clínica de psicologia com atendimento gratuito. As consultas ocorrem nos dias úteis da semana, com horários disponíveis pela manhã, tarde e noite e são realizadas por estudantes dos períodos finais do curso, com acompanhamento de professores. Para mais informações, basta entrar em contato com a clínica através do número (82) 3311-3139.


Disponível em: https://tribunahoje.com/noticias/saude/2022/11/08/111666-amnesia-digital-prejudica-armazenamento-natural-de-memorias. Acesso em: 28 dez.2023.

Nos fragmentos “E 36% deste grupo recorreu imediatamente à Internet” e “(...) o cérebro não é exercitado quando um sujeito tem à disposição dispositivos que possam armazenar memórias (...), temos a representação gráfica do fenômeno da crase. Por definição, crase é apenas 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Avança SP Órgão: FSPSS Prova: Avança SP - 2024 - FSPSS - Office Boy |
Q3425203 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso correto da crase: 
Alternativas
Q3424053 Português
Darwin no Brasil: encanto com a Natureza e choque com a escravidão

          Em 27 de dezembro de 1832, depois de ser deslocado duas ou três vezes por ventos contrários, o HMS Beagle, um brigue com 10 canhões sob o comando do capitão Fitz-Roy deixou a localidade de Davenport, no sudoeste da Inglaterra, para uma viagem de quatro anos e nove meses ao redor do mundo.
          Um personagem, que a história tornaria o passageiro mais importante a bordo do Beagle, tinha pouco mais de 22 anos e havia sofrido alguns reveses profissionais antes de se envolver com a história natural. Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 – Downe, Kent, 19 de abril de 1882), cujo nome seria sinônimo de evolucionismo, ainda era um criacionista despreocupado, quando o Atlântico se abriu a sua frente para a viagem que reformularia não apenas suas convicções pessoais, mas mudaria profundamente toda a história da ciência.
          Darwin fez uma parada no arquipélago de Cabo Verde, onde registrou minuciosamente suas observações e se impressionou com o arquipélago de São Pedro e São Paulo, antes de passar por Fernando de Noronha. Mas foi no Rio de Janeiro, especialmente por uma incursão de alguns dias pelo interior, que pôde sentir a diversidade de Natureza que deveria conhecer antes de, inteiramente contra a vontade, tornar-se um evolucionista.
          Em “Viagens de um naturalista ao redor do mundo” (Voyage of a naturalist round the world), em que faz um detalhado registro de sua longa exploração, Darwin dedica menos de dez páginas a Salvador, na Bahia, aonde chegou em 29 de fevereiro de 1833, para uma estada curta, mas já fascinado pela exuberância da natureza tropical.
          Em 4 de abril, o Beagle atracou no Rio de Janeiro e aí começaram as descobertas que, do ponto de vista natural, seduziram e encantaram o jovem naturalista, ainda que, do ponto de vista social, tenham sido motivo de frustração, desencanto e, em alguns momentos, de completo horror. (...)
          A incursão começou em 8 de abril, formada por uma equipe de sete pessoas. Darwin conta que, em meio a um calor intenso, o silêncio da mata é completo, quebrado apenas pelo voo preguiçoso de borboletas. A vista e as cores na passagem de Praia Grande (atual Niterói) absorvem toda a atenção de Darwin ao menos até o meio-dia, quando o grupo para, para almoçar em “Ithacaia”, aldeia cercada de choças ocupadas por negros escravos.
          Com a lua cheia, que nasce cedo no céu, o grupo decide prosseguir viagem para dormir na Lagoa de Maricá e, no trajeto, passam por regiões escarpadas, entre elas uma meseta em torno de onde escravos formaram quilombos, a que Darwin se refere genericamente como refúgio. Aí, reproduz um relato que diz ter ouvido de alguém. Um grupo de soldados teria sido enviado para recuperar esses fugitivos e todos se renderam, à exceção de uma mulher, já velha, que se atira contra as rochas. Então, ele faz uma das observações que revelam sua profunda repulsa à escravidão que tem diante dos olhos: “Praticado por uma matrona romana esse ato seria interpretado e difundido como amor à liberdade, mas da parte de uma pobre negra, limitaram-se a dizer que não passou de um gesto bruto.”

CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial. (Adaptado)
A justificativa para o emprego do sinal indicativo de crase no fragmento “(...) ele faz uma das observações que revelam sua profunda repulsa à escravidão que tem diante dos olhos: (...)” encontra-se corretamente apresentada em:
Alternativas
Q3423720 Português
Qual das alternativas, o uso da crase e/ou a falta dela está incorreto?
Alternativas
Respostas
2201: A
2202: A
2203: D
2204: B
2205: B
2206: B
2207: A
2208: C
2209: C
2210: C
2211: B
2212: C
2213: C
2214: D
2215: A
2216: B
2217: B
2218: X
2219: B
2220: A